História Amor Diferente - Romance Lésbico (2 Temporada) - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amordiferente, Marcela&denise, Ramancelesbico, Segundatemporada
Visualizações 46
Palavras 1.207
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo aí para vocês. O que tão achando do livro? Quero ver a opinião de vocês. Boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Amor Diferente - Romance Lésbico (2 Temporada) - Capítulo 3 - Capítulo 3

********Marcela********

Acordei com a insuportável da campainha tocando. Levantei bufando de raiva e fui atender a porta.

-JÁ VAI! Vai derrubar a porta mesmo. (Gritei indo em direção a porta). -Aff, Natt tinha que vim tão cedo? (perguntei dando passagem para ela entrar).

-Cela já é 10:00 horas da manhã, já é bem tarde, né? (falou revirando os olhos).

-Caralho eu tenho que ir na delegacia mais tarde. Quando a Lúcia tá aqui, ela é sempre meu despertador. (sai em disparada para o quarto me arrumar que eu já tava atrasada e vi Natt gargalhar andando atrás de mim). -Me diga a honra da sua presença? (falei indo ao banheiro fechando o box me jogando um pouquinho d'água e Natt ficou na porta falando).

-Quero saber como foi a operação de ontem? Viu o Diego? (perguntou ela preocupada).

-Sim, tirei um peso das minhas costas junto com a vida dele. (falei fechando os olhos e dando um suspiro de alívio).

-Eu sei o que tanto que ele te fez. (falou ela compreensiva). -Mas e esse sorriso no rosto? Faz tempo que eu não tinha te visto assim. Aconteçeu algo? (Natt disse ao ver sair do box com um enorme sorriso no rosto).

-Nada...de...mais... (gaguejei e realmente eu estava me sentindo diferente após conhecer Denise).

Eu sentia uma sensação diferente, uma reviravolta no estômago como as "borboletas no estômago". Depois da morte de Luana eu nunca mais tinha sentido isso, mas depois de ver aquela garota sangrando no meu colo no meio do tiroteio, me fez voltar a sentir isso tudo de novo. Mas é errado eu senti isso a alguém sendo que eu ainda amo Luana e eu prometi a mesma que ela seria a única a qual eu me entregaria?

-Então por que gaguejou? Me fala vai. Juro que não vou contar a ninguém. (falou toda curiosa).

-Ai para, você parece a Nanda e Manu juntas. (vi ela revirar os olhos). -Falando nisso temos que marcar algo para nos reunirmos, já faz tempo que não vejo a Manu e o Erick, tô com saudades do Dudu. (tentei mudar de assunto).

-Ta bom depois a gente ver isso. Não muda de assunto, me fala o que aconteceu. (falou ela com um tom autoritário).

-Ok! (levantei as mãos em rendição e fui falando enquanto me vestia). -Bom eu conheci uma garota aí, ela tava lá no baile e foi uma das feridas, no hospital a gente conversou um pouco mas eu não sei nada além do nome dela: Denise. (falei terminando de me vestir e fui pentear meu cabelo).

-Ai meu Deus! (gritou ela animada batendo palminhas, isso que dar ser casada com a Nanda, pegou as manias). -Mas você consegue saber dela claro, nos dados da polícia militar. (sugeriu ela animada sentando - se na cama).

-Não sei, a gente começou com o pé esquerdo. (falei meio sem graça). -É que eu disse para ela que a mesma ia ter que dar um depoimento por ser umas das suspeitas. Aí ela não gostou deu desconfiar dela. (falei e vi a Natt bufar, nossa que bipolar ela deve tá naqueles dias).

-Droga Cela você sempre estraga tudo. (ela bateu com a mão na própria testa inconformada).

-Ahh mas não ia dar certo mesmo. Eu sou mais velha, ela deve ter uns 18 a 19 anos e além do mais não sei se estou preparada para entrar em um novo relacionamento. (terminei meu cabelo, sentei ao lado de Natt para calçar minhas botas e percebi que ela me olhava com pesar).

-Cela, você tem que superar a morte da Luana, já faz 5 anos tá na hora de você seguir sua vida. Pelo que você me contou, ela antes de morrer disse para você seguir a sua vida. Ela não ia gostar nem um pouco de ver você com a oportunidade de ser feliz e joga - lá fora. (falava Natt com a mão sobre a minha).

-Ok Natt, mas vamos com calma, uma coisa de cada vez. (Levantei coloquei minha jaqueta de couro preta e fui em direção a porta do meu quarto). -Vamos, que eu vou passar na delegacia, tenho que fazer algumas vistorias em alguns depoimentos. (sai de casa pegando minha moto).

-Tchal Cela! (se despediu Natt entrando no seu carro).

      

Me dirigi a delegacia sentindo aquele vento gelado no corpo, adoro andar de moto. Ao parar em frente a delegacia, percebi uma fisionomia familiar e ao ir me aproximando reconheci: Denise.

-Oi Deni's. (falei me aproximando e ela veio em minha direção me dando um beijo na bochecha em forma de educação me fazendo receber uma espécie de choque elétrico). -Como vai? Olha desculpa pelo aquele di... (ela me enterrompe).

-Não precisa pedir desculpas, eu compreendo que é seu trabalho, é que não gosto e nunca gostei que desconfiem de mim, é algo meu sabe. (ela sorriu simpática e que sorriso em. Uau!).

-Isso é sinal de uma pessoa de bom caráter, mas o que está fazendo aqui? Que eu saiba seu depoimento vai ser chamado só daqui a alguns dias. (Perguntei confusa).

-Sabe aquele amigo meu que eu te perguntei no hospital? (perguntou e eu acenti). -Então ele foi inocentado e eu vim buscar ele hoje já que os pais dele moram em São Paulo. (me explicou).

-Atá! Olha ele alí. (falei apontando para o garoto que vinha em nossa direção).

-Oi Deni's. (deu um beijo na testa dela e em seguida um abraço, fique só olhando aquilo com uma sensação diferente, : Ciúmes?). -Você é a polícial Marcela né? (perguntou e eu acenti). -Prazer Juan. (apertamos as mãos em compremento). -Foi você que prendeu né? (perguntou parecendo reconhecer o meu rosto).

-Sim, foi eu. (coçei a cabeça meio sem graça). -Mas é que é meu trabalho e em um ambiente como aqueles todos somos suspeitos. Desculpa aí qualquer coisa. (sorri meio envergonhada).

-Tudo bem. (sorriu devolta). -Vamos Deni's? (olhou para Denise que só agora percebi que não tirava os olhos de mim. Nossa!).

-Vai entrando que já já eu vou. (falou ela e Juan entrou no carro se sentando no banco do carona). -Bom então eu vou indo. (falou ela).

-Me passa seu...número para a...gente...sei lá...conversar. (os meus pensamentos pularam da minha boca, não era para eu falar isso, escapuliu). -Se você quiser claro. (falei sem graça).

-Tudo bem me dá seu celular para eu colocar meu contato. (lhe entreguei meu iPhone e vi ela colocar seu contato no mesmo). -Bom agora eu realmente preciso ir mesmo, Tchal. (veio em sua direção me dar um beijo na bochecha e acabou pegando no canto da minha boca me fazendo arrepear toda).

-Tchal! (falei quase num sussurro e vi ela sair com o carro, então entrei na delegacia).

-Bom dia! (saldei a todos, fui em direção a minha sala deixando lá algumas coisas e me direcionando a sala do meu amigo Mauro que é o delegado daqui).

-Bom dia Cela. (falou ele ao me ver entrar na sua sala, o mesmo estava sentando em sua mesa lendo alguns papéis enquanto bebia um café).

-Bom, vim saber como tá o andamento do processo com os depoimentos e a morte do Diego. (me sentei a sua frente).

-Bom, o Diego morreu como você sabe perfeitamente por você o matou, mas o irmão dele ficou, e pela lei da favela quem vai assumir agora é ele, novo traficante...novos problemas. (senti uma sensação ruim ao ouvir suas palavras)

Outro que será uma pedra no meu sapato...


Notas Finais


Eita porr* o que será que o Lucca ainda vai aprontar? Será que de temos de ficar com medo? O que acham? Comentem aí. Próximo capítulo segunda tá. Beijos!


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