História Amor Doce - Uma nova vida - Capítulo 20


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce
Exibições 22
Palavras 940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Castiel e o quadro


Fanfic / Fanfiction Amor Doce - Uma nova vida - Capítulo 20 - Castiel e o quadro

- Eu não te vi ontem - Castiel acabará de entrar pela minha janela com um saco de papel em mãos. - Amanhã começam as aulas. Está preparada para ver seus irmãos?

- Na verdade não. Éramos tão próximos, mas ficamos distantes.

- Essas coisas acontecem.

- O que tem aí?

- Eu te trouxe um hambúrguer.

- Obrigada - assim que agradeço meu celular toca, era Nathaniel, de novo.

- Não vai atender? - Castiel falava enquanto comia.

- Não. É o Nathaniel.

- Vocês estão… sabe… namorando?

- Não, não estamos. Ele só se preocupa comigo.

- Até de mais.

Castiel e eu ficamos muito próximos durante o verão, ele vinha me ver todas as noites. Coisa que é estranha vindo dele. Eu só me deixei levar pela companhia de alguém que não me pressione.

Eu avería conversado com meu pai quando cheguei da casa de Rosa, lembro dele dizer que é possível e que quer fazer um novo teste, porém respeitará o meu tempo.

- Em que está pensando? - Castiel andava pelo meu quarto à procura dos cigarros que havia escondido.

- Eu joguei fora.

- Não.

- Sim.

- Você terá que me pintar - ele disse tirando a camisa. - Nu.

- Não, veste essa camisa Castiel. - pus uma almofada no rosto tampando minha visão.

- Vai sim. Quanto mais tempo você demorar, mais tempo vou ficar nu em seu quarto. - ouvir ele puxar um puff. - Já pensou seu pai entrar aqui.

- Para - joguei a almofada nele. - Sério Castiel veste sua roupa. - ele estava somente de cueca sentado em meu puff.

- Você tem que se arriscar mais. Para com essas ideias de criança, você precisa crescer.

Olhei para ele, eu nunca havia visto um homem nu, quer dizer exceto meu primo Jesper de quatro anos. Pude ver seus músculos, seu tom de pele muito claro por falta de sol. E uma tatuagem em sua costela direita.

- Isso é uma tatuagem?

- É.

- O que é? - ele mais uma vez não me respondeu.

Levantei me da cama e fui pegar o quadro, pincéis e tintas. Castiel continuava sentado, enquanto eu posicionava quadro.

Começar pelo corpo foi a melhor ideia, desenhando seus braços, pernas, barriga.

- Pode parar de se mexer.

Desenhar seus traços foi o mais difícil, ele tem o rosto perfeito. Cada detalhe tinha que ser desenhado com muito cuidado.

- Já posso tirar a cueca?

- Não!

- Quando posso tirar?

- Eu já desenhei seu corpo. Na verdade já acabei o quadro.

- Já?

- Sim, pode vim olhar. Mas antes veste a calça - falei apontando a calça que estava no chão.

Vi ele se levanta e pega a calça, ele vestiu e veio até mim.

- Pelo trabalho. O modelo também ajuda.

- Na verdade a pintora que é talentosa.

- Castiel foi embora logo depois carregando o quadro, finalmente ele saiu pela porta. Desci, jantei, conversei com o papai e logo voltei pra cama.

 

No outro dia. Chego na escola com Rosalya e Vi me esperando no portão. Rosalya com o semblante preocupado, cheia de olheiras. Não havia falado com ela desde a noite que fui na sua casa.

- Oi - falei

- Oi, a Rosalya descobriu algo incrível - Vi disparou.

- Não é importante agora - disse Rosalya entrando.

Entramos atrás dela indo em direção a sala 14. Nathaniel entrou ao meu lado e seguiu calado. Por um instante achei que estivesse com raiva, mas aí ele me olhou e sorriu.

- Desculpa não ter te atendido.

- Não tem problema, eu te entendo. - ele segurou minha mão.

Sorri de volta.

Atrás de nós estava Castiel me olhando com aquele olhar de quem quer dizer algo.

Seguiu então nosso pequeno grupo para a sala 14.


 

As aulas passaram e o final do dia chegou. Lembrei me de Rosa pediu para encontrá la no banheiro.

Passei pela porta de madeira e vi Rosa em frente ao espelho.

- O que queria?

- Falar sobre você e seus irmãos.

- Eu não quero falar sobre isso - disse.

- Eu descobri uma coisa - ela parou. - Eu e Nathaniel descobrimos uma coisa.

- Mais um de seus descobrimentos sobre minha vida?

- Não seja grossa Malia. Estou tentando de ajudar.

- Diga. - andei pelo banheiro sujo a procura de algum foco.

- Nós pesquisamos bastante e.. sabemos onde sua mãe biológica está morando.

- Você está falando sério? Que dizer isso é bom não é?

- Talvez. Ela está morando em Louisiana.

- É perto, quer dizer, não é tão perto. Mas é perto. Eu posso ir até lá.

- Falei com Iris, ela disse que a mãe dela tem uma combi. Vamos todos com você no final de semana - Rosalya pôs a mão em meu ombro. - Somos seus amigos só queremos ajudar.

- Obrigada. Você não faz ideia do quanto est....

- Estou feliz em saber disso - Ambre saiu da cabine com um sorriso de orelha a orelha.

- Isso não é um segredo. - falei

- Não é? Poxa - ela fez uma falsa cara de triste, e saiu do banheiro.

- Eu odeio essa garota - falou Rosalya.

 

O resto da semana passou bem devagar. Armin e Alexy não trocaram uma palavra sequer comigo, mas não me incomodei, sei que é difícil tanto pra mim quanto para eles.

Nathaniel têm sido muito gentil, com todo os fatos ocorridos, Castiel contou do quadro para ele, mas ele nem se importou. Disse que estava do meu lado a qualquer custo.



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