História Amor doentio - Capítulo 31


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Categorias 50 Tons de Cinza, Ashley Benson, Barbara Palvin, Brant Daugherty, Chloë Grace Moretz, Daniel Sharman, Darren Criss, Jeremy Irvine, Liam Hemsworth, Megan Fox, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Bianca di Angelo, Luke Castellan, Percy Jackson
Tags Hentai, Proibido, Sexo
Exibições 59
Palavras 2.950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 31 - Capitulo 28


Fanfic / Fanfiction Amor doentio - Capítulo 31 - Capitulo 28

Kayla (Point Of View)

Quando disseram que ela teria Dylan novamente, não pensou que seria a um custo tão alto para o moreno de olhos verdes. Quando o viu deitado naquele chão correu para ele, caindo de joelhos enquanto o nome dele escapava de seus lábios em pânico.

– Dylan. – ele fora severamente espancado e seu sangue cobria toda suas roupas. Não sabia onde tocá-lo, pois qualquer lugar que tentava, ele gemia. – O que você fez? – gritou por sob o ombro, olhando para Greg, que permanecia parado na porta, assimilando os fatos.

– Nada de mais. Foi apenas um susto. Agradeça por ele ainda estar vivo. – disse antes de terminar de empurrar a moto de Dylan para dentro do galpão.

Kayla voltou sua atenção ao moreno machucado ao seu lado. Dylan mantinha sua respiração tensa e ofegante. Ele estremeceu, e o movimento rasgou o corte em seu lábio inferior que parecia estar tentando coagular.

– Precisamos tirá-lo daqui. – disse à Greg.

– Vou pegar o carro.

– Dylan. – chamou-o baixinho, estendo a mão e escovando uma mexa escura de seu cabelo da testa suada. – Você consegue levantar? – ele balançou a cabeça, e quando tentou levantar, silvou uma respiração.

– Você também não, por favor. – sua voz saiu fraca, mas isso não impediu que as palavras machucassem seu coração. – Kayla... – antes que ele pudesse terminar de falar, a BMW de Greg entrou no balcão cantando pneus, fazendo Dylan se encolher ainda mais no chão.

Greg saiu do carro, mantendo as portas abertas, aproximou-se rapidamente e pisoteou o celular de Dylan, que estava ao seu lado.

– Vamos logo. – disse o ruivo, ajudando Dylan a sentar-se, depois eles colocaram o braço em volta de sua cintura, esforçando-se para puxá-lo para cima. Ele pesava quase uma tonelada, e tiveram que usar bastante força para colocá-lo em pé. – Por que tem que ser tão pesado? – Greg deu um passo maior do que Dylan podia suportar, arrancando um gemido seu.

– Escute só, se machucá-lo ainda mais, irei fazê-lo se arrepender. – pôde sentir o veneno em sua voz. Esperava que Greg fosse inteligente o suficiente para percebê-lo também.

 

– Pronto. – Greg ajudou-a a tirar Dylan do carro. – Vá abrir a porta. – entregou-lhe a chave, enquanto ele e Dylan mancavam até o pé da escada que era formada por uns vinte degraus.

Ela correu na frente, subindo dois degraus de cada vez. Ao chegar ao topo, olhou para baixo. Greg havia feito Dylan agarrar o corrimão para apoio e para firmá-lo em seus pés vacilantes. Destrancou a porta, abrindo espaços para os dois passarem.

Tropeçaram para a sala, onde não tinha nada para o moreno se apoiar. Greg curvou-se ao peso de Dylan.

– Uma ajuda seria bem vinda. – correu para o outro lado do moreno, apoiando-o.

– Merda. – murmurou, cambaleando para o corredor, em direção ao quarto. Levaram-no até a cama, cuidadosamente, tentando colocá-lo para baixo.

Era tão fácil quanto tentar pousar uma bigorna

Dylan gemeu quando bateu no colchão, e ela teve que impedi-lo de tentar deitar de costas.

– Eu preciso que você se sente. – disse, firmando entre suas pernas balançando sobre a borda. – Eu preciso tirar sua roupa. – elas estavam cobertas de sangue e se não tivesse cuidado, cobriria todos os lençóis.

– Eu preciso de medicamentos. – Greg estava encostado na porta, recuperando a respiração.

– Para que?

– O que acha? Preciso dopá-lo para diminuir a dor. – o outro disse mais alguma coisa que ela não entendeu antes de ir providenciar o que precisava.

Olhou para o moreno sobre a cama, preparando-se para o que viria a seguir.

Seus dedos serpentearam sob a bainha de sua camisa e a puxou para cima, expondo gigantes contusões do tamanho de um punho, cobrindo seu estômago e laterais. Vacilou brevemente, horrorizada com o que fizeram com ele. Dor torceu seu rosto enquanto ele levantava seus braços e a permitia puxar a camisa sobre sua cabeça. Quando a lançou de lado, seus olhos vaguearam sobre as manchas roxas feias que pontilhavam o seu belo corpo.

Dylan caiu em suas costas, logo que estava livre de sua camisa. Tirou os sapatos e as meias, um por um e depois as calças.

O cós de sua boxer espreitava para fora de sua calça jeans, encontrando-se rente à pele mais firme que ela já vira. Ainda era como ela se lembrava, tudo liso, esculpido. Ele ainda tinha pequenas veias saltando perto de seus ossos do quadril, que desapareciam em sua boxer. Sentiu uma enorme vontade de lambê-las, como já havia feito várias vezes antes.

Desfez sua braguilha, em seguida, empurrou o jeans para baixo de seus quadris.

– A primeira vez que você tirou minha calça foi um pouco diferente disso. – a voz do moreno saiu fraca, mas ainda assim audível.

– Com certeza. Lembro-me que tínhamos acabado de voltar daquele seu clube de putaria. – Dylan bufou, e ela podia jurar que ele estava revirando os olhos.

– Não chame o Zênite de um simples clube de putaria, Kay. Todos que participam são respeitáveis membros da sociedade, com o mais alto nível de conhecimento. Pessoas que levam o sexo a serio, que dão um sentido novo a...

– sua conta. Fala sério, Dylan, quanto você ganha por mês bancando as idéias pervertidas deles?

– Isso é irrelevante.

– Claro que é. – ela já havia desistido de discutir sobre o Clube de Sexo que Dylan possuía em Pequim e em outras capitais importantes.

– Aqui esta. – Greg apareceu, carregando a caixa de primeiros socorros e um pano úmido.

– Existe alguma coisa que eu possa fazer? – perguntou, observando-o abrir o kit maleta gigante. Puxando um rolo de gaze, um pouco de fita e o que pareia ser uma agulha e linha, ele balançou a cabeça.

– Eu cuido a partir daqui.

 

Greg emergiu do quarto de Dylan uma hora depois, parecendo cansado conforme ele silenciosamente fechava a porta atrás de si. Estava no seu lugar no sofá, onde ansiosamente esperou que ele terminasse.

– Como ele está? – seus braços envolveram-se em torno de si, como pudesse se manter fisicamente inteira, se apenas tentasse. Greg olhou de sobrancelhas franzidas e esfregou sua testa.

– Nada que não possa sobreviver. Provavelmente tem algumas costelas quebradas e ele se sentirá como merda por uma semana ou duas. – há um sorriso no canto de sua boca.

– O que é engraçado?

– Nada. – ele sacudiu a cabeça. – Deveria ter visto o que ele fez comigo há alguns anos, diria que Dylan mereceu o que acabou recebendo.

– Você está falando sério? – seguiu-o até a cozinha, olhando-o pegar uma cerveja na geladeira.

Greg tomou um longo gole antes de colocar a garrafa no balcão.

– Eu estou lhe dizendo garota, Dylan não é um santo. – as mangas arregaçadas de sua camisa de botão mostravam seus grossos braços tensos enquanto os cruzava.  O ruivo pegou sua cerveja. – Tenho que ir. – diz, passando por ela e indo até a porta.

– Ele ainda está acordado? – Greg não a olhou enquanto destrancava a porta e tomava outro gole de sua cerveja.

– Eu duvido. Eu dei-lhe alguns Vicodin. – suas íris cor de avelã deslizam para as suas, quando ele diz: - Você pode ver com seus próprios olhos, se quiser. – ele não espera uma resposta, saindo assim que termina de falar.

Kayla virou-se e começou a caminhar até o quarto de Dylan. Talvez fosse sentir-se melhor sobre isso se apenas visse-o e certificar-se de que ele estava ainda respirando e outras coisas. Abriu a porta, e seus olhos levaram um segundo para ajustar-se à escuridão. A luz do corredor ajuda, por isso deixou a porta com uma fenda aberta quando foi até sua cama.

O moreno estava de costas, dormindo e debaixo das cobertas. Seu olho direito inchou e fechou, há também um curativo na sobrancelha. A bochecha abaixo está inchada e machucada, e manchas arroxeadas alinham em seu maxilar. O corte no lábio parece vermelho e irritado.

Devagar e com cuidado, subiu na cama, deitando ao lado dele sobre as cobertas. Seu rosto estava inclinado na sua direção e ela estendeu a mão, escovando a seu cabelo escuro e rebelde.

– Eu sinto muito, mas é que eu te amo. E fazemos qualquer coisa por amor.

Sophie (Point Of View)

A parte dos anjos.

É o termo que ela estava procurando. Aquele dia precioso na região dos vinhedos no último verão, saindo com Julia do sol quente de Napa e entrando nas caves escuras e úmidas de champanhe, se aproximando dela quando seus olhos se habituaram e viu, enchendo o lugar, aquelas fileiras e fileiras de barris de carvalho. Nunca havia visto nada tão belo. Devia haver centenas deles, cada um operando sua magia no suco da primeira prensagem, o melhor suco das melhores uvas do vinhedo. Olhou para Kevin e Martin, os senhores Cerveja, e até eles estavam impressionados. Eles eram tão simples, aqueles barris, mas tão sólidos e feitos com tanto cuidado, e o guia explicou que cada um deles, ao mesmo tempo em que emprestava seu sabor, também perdia um pouco do seu vinho pela evaporação. Sim. Uma parte do conteúdo de cada barril atravessava o carvalho e desaparecia no ar. As vinícolas americanas, ele disse, simplesmente registram isso como “perda bruta”, mas os franceses — os criadores do champanhe — a chamam de “a parte dos anjos”.

Isso era o que deveria ter dito à madame Brodeur. Que não se pode planejar um casamento até o último minuto. Que em todos os casamentos, todos eles, vai haver algo que não vai sair de acordo com o plano. Como a parte dos anjos.

Madame Brodeur era a consultora de casamentos que Julia contratara. Ela era tão ridiculamente chata, que Julia recusou-se a relacionar com ela, passando essa parte para a sua responsabilidade.

Tudo estava indo perfeitamente bem. Até naquele dia. Quando Dylan não apareceu na hora marcada.

Estava nervosa, esperando que o sumiço dele tivesse algo haver com problemas na empresa, mas tinha certeza de que ele apareceria no casamento da irmã. Afinal, era o casamento da irmã gêmea dele, porra! Tinha que valer alguma coisa.

Mas as horas foram passando e nenhum sinal do moreno. Quando chegaram à casa de campo dos Jackson, onde seria o casamento, e madame Brodeur chamou os padrinhos e madrinhas, ela ainda guardava um pouquinho de esperança. Esperança essa que foi para o espaço quando Liam disse que Dylan havia mandado uma mensagem para ele dizendo que não poderia comparecer ao casamento.

Julia não acreditou quando Annabeth lhe contou que seu irmão não participaria do casamento. Primeiramente ela ficara estática, depois teve um ataque de raiva, dizendo que mataria Dylan se este aparecesse na sua frente novamente, após isso Julia recuperou o controle e decidiu que Chris tomaria o lugar de seu irmão. Quanto a Kevin... ele foi mais tranquilo.

– Sophie.

– O que foi?

– Quais são as únicas regras de toda e qualquer festa de casamento?

– Eu sei, mas...

– Repita. – respirou fundo.

– Não deixe a bebida acabar e não deixe a música acabar.

– Nós temos álcool para um exército inteiro e uma lista de músicas suficiente para uma maratona de dança. Vou me casar com Julia mesmo sem Dylan, não vou?

– Sim.

– Ótimo. Para mim, só isso importa.  – ele a abraçou firme. – Não se preocupe, você é forte, pode fazer isso. – e naquele instante ela decidiu que poderia mesmo.

Já estava na hora de seguir com sua vida sem depender de ninguém, sem estar em um relacionamento. Metade de sua vida até ali passara em um relacionamento com alguém, já passara do tempo de ficar sozinha.

Megan (Point Of View)

Miles: O que você esta fazendo?

Megan: Trabalhando...

Miles: Que tal uma pausa para nadar?

Megan: ???? São oito horas da noite, Miles.

Miles: A piscina da cobertura é aquecida.

Megan: Você esta brincando comigo?! Porque não me disse antes que tinha uma piscina aqui?

Miles: Porque estávamos ocupados fazendo outra coisa :)

Miles brincalhão e usando emoticons? Achava que podia gostar ainda mais desse Miles.

Megan: Deixa eu me trocar e eu irei até lá.

Miles: ;)

Sim. Com todo certeza ela podia gostar mais desse Miles.

Percebeu que se esqueceu de bater assim que fechou a porta do seu apartamento. Achava que a sua menção na mensagem que iria lá depois que se trocasse parecia bom o suficiente, mas o jeito que Miles estava a encarando da porta do seu quarto a fazia pensar que ele não havia entendido.

– Você esta de biquíni. – disse sugestivamente.

– Nem tinha reparado, Senhor Óbvio. – revirou os olhos. – O que as pessoas supostamente deveriam vestir quando vão nadar de noite?

Miles balançou a cabeça e finalmente começou a se mover em sua direção.

– Eu só... – começou a dizer, ainda encarando o seu biquíni.  – Eu espero que ninguém esteja lá em cima, porque se você está vestindo esse biquíni, esse short de nadar vai ser realmente embaraçoso. – ele olhou para o seu próprio short. Pra protuberância óbvia nele.

Megan riu, curtindo o efeito que tinha sobre Miles.

Ele deu outro passo na sua direção e deslizou suas mãos ao redor da parte de trás do seu short, puxando-a contra ele.

– Eu mudei de ideia, – diz com um sorriso. – quero ficar aqui.

– Eu estou indo nadar. Se você quiser ficar sozinho aqui, sinta-se a vontade. – Miles a beijou rapidamente, abrindo a porta do apartamento logo depois de afastar-se.

– Acho que vamos nadar.

 

Agora ela podia entender porque Miles morava ali, e porque Dylan tinha um apartamento. A piscina era linda. Era uma piscina infinita, com vista para a cidade, e era alinhada com cadeiras no pátio, em todo caminho para a extremidade oposta, onde tem uma banheira de hidromassagem.

Ela não nadou muito, para falar a verdade. Nem Miles. Apenas ficaram no parapeito da piscina olhando para a cidade à noite, se beijando na maior parte do tempo. O que ela poderia fazer? Era um cenário romântico demais para perder a oportunidade.

 

– Estamos prestes a fechar. – a voz de Cap acabou os assustando. Nem haviam o ouvido chegar. Ele estava parado não mais que cinco passos de distância. – Hmmm... alguém já disse que vocês fazem um belo par? – ele diz e sai, deixando Megan e Miles espantados, olhando até a porta se fechar atrás do Cap.

Megan tirou as mãos do pescoço dele e gentilmente empurrou seu peito até que ele se afastasse o suficiente para que eu fizesse seu caminho ao redor. Nadou para trás em direção ao outro lado da piscina.

– Acho que somos um casal 20. – Megan sorriu.

Miles se abaixou na água, abrindo os braços na sua frente e pegando impulso na parede atrás dele. Ele nadou na sua direção, mantendo seus olhos focados nos seus. Nadou para trás até que suas costas estivessem contra a parede oposta da piscina. Ele continua nadando, quase batendo nela, mas para se agarrando na borda da piscina do seu lado da cabeça, enviando ondas contra o seu peito.

– Acho que sim. – seus lábios encontraram o seu pescoço, e ele o beijou suavemente, se arrastando lentamente para cima até que sua boca estivesse perto do seu ouvido.

Afastou seu pescoço alguns centímetros para ver o seu rosto. Tentou focar nos seus olhos, mas havia gotas de água nos seus lábios, e era difícil resistir. Miles sorriu um pouco.

– Você gosta disso, huh?

– Você não faz ideia do quanto. – ele riu alto dessa vez e se inclinou de novo, plantando um beijo na sua bochecha. – Seremos o melhor casal 20.

Mordeu o próprio lábio, impedindo-o de ver o quanto queria sorrir com o fato que ele lhe fez uma promessa.

Miles deslizou sua mão em torno do seu queixo, e seu polegar encontrou seu lábio. Ele o puxa pra longe dos seus dentes.

– O que eu disse pra você sobre esconder esse sorriso? – pegou seu lábio inferior entre os dentes e o mordeu gentilmente, soltando-o lentamente.

Parecia que a temperatura na piscina subiu uns vinte graus. Sua boca encontrou sua garganta, e ele suspirou pesadamente contra sua pele. Megan inclinou a cabeça para trás e a deixou descansar na borda da piscina enquanto ele beijava seu pescoço.

– Eu não quero mais nadar. – ele disse, deslizando os lábios desde a base da sua garganta até a sua boca de novo.

– Bem, então, o que você quer fazer? – sussurrou fracamente.

– Você, - Miles disse sem hesitação. – no meu chuveiro. Por trás. E também na minha cama, – sussurrou – com você em cima, ainda molhada do banho.

– Hmmm. Isso é muito específico. – respirou bruscamente, e os dois puderam ouvir o tremor da sua respiração enquanto exalava. – Ok. – tentou dizer, mas sua voz foi abafada pelo toque de mensagem do seu celular.

– Droga. – Miles resmungou.

– Deixa pra lá. – ela passou os braços pelo seu pescoço, puxando-o de volta quando ele começou a se afastar.

– Não posso. Dylan disse que ia mandar uma mensagem. – ouvir o nome de Dylan fez com que ela voltasse à realidade.

Dylan. Greg. Nova York.

Eis assunto que eles ainda não tinham discutido, como ficariam com depois de ela voltar a Nova York e logo em seguida para Londres.

Miles saiu da piscina e foi até a cadeira onde deixara seu celular.

– Acho melhor você ouvir isso. – o rosto de Miles estava pálido quando ele virou para encará-la. Megan sentiu seu coração gelar. – Diga a Megan que um de seus piores medos esta para se concretizar. Você tem medo do quê, Megan? – Miles sussurrou a pergunta.

Dylan...

– Que... – ela parou, sentindo o pânico tomar conta de si. – eu perca Dylan.

O silencio caiu sobre eles, acabando com qualquer clima que existisse antes.

– É melhor irmos vestir uma roupa, porque temos que ir para Nova York agora. – a voz de Miles saiu firme e fria.

– O que você vai fazer?

– Mostrar a esse bastardo que não se mete com meus amigos. – Jesus... ela não fazia ideia que podia amá-lo ainda mais, mas com aquelas 11 palavras ela descobriu que podia.



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