História Amor Doentio - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
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Palavras 1.760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AAAAH Desculpem a demora, estou sem notebook, então escrevi pelo celular. Oque é uma bosta. Por isso o capitulo não ficou grande, como eu gostaria.

No capítulo dessa semana, resolvi por a capa nova, em vez do BC. Por que? Nem eu sei. Capa feita pela Autumn (RD) obrigada!!

Capítulo 14 - Sentimentos escondidos.


Fanfic / Fanfiction Amor Doentio - Capítulo 14 - Sentimentos escondidos.

Aquilo havia pegado a morena de surpresa. Certo, que além dos estupros, Annelise também teve relações sexuais sem Justin força-la. E ela sabia o quanto gostava de ter um orgasmo. Mas aquilo não estava em seus planos.

Brenda Annelise Walker Point Of View.

Eu não queria sexo —Não agora — eu queria ir embora. Queria distância do Justin, não sexo!

Se bem que, eu sinto falta de ter uns orgasmos. Droga. Oque eu estou pensando? Eu não preciso de sexo, ou orgasmo, eu preciso de liberdade.

- Não tem outra opção? — Questionei.

- Sinto muito Lise, mas Justin é uma pessoa que não tem sentimentos, não vai adiantar ser carinhosa, ou sentimental. Ele pode ser um mafioso poderoso, mais é homem. E todo homem fica de quatro por uma buceta e um par de peitos.

- Oque tanto conversam? — Ryan sentou ao meu lado.

- Sobre como nossas vidas eram antes de tudo. — Menti.

- Justin está podre de bebado.

- Ryan, todos vocês estão. — Ele parou de rir, e deitou a cabeça em meu colo.

- Eu estou com sono — Resmungou, fechando os olhos.

- Ryan tira a cabeça do colo da minha mulher. — Justin mandou do lugar que estava. Ryan levantou a mão mostrando o dedo do meio. Olhei para meu ''querido esposo'' que tinha Jenifer em seu colo, a mesma me fuzilava com os olhos. Ao que parece alguém levou um fora.

- Vai deixar aquela vadia barata no colo do seu homem? — Julia questionou incrédula ao meu lado. Dei de ombros, ele não era meu homem. E eu não ligava para ele.

- Ele não é meu homem.

- É isso ai. Eu sou seu homem — Ryan virou a cabeça, me encarando. Ri. Ele estava caindo de bebado.

- É sim, você é meu homem. — Butler arregalou os olhos, logo abrindo um sorriso e fechando os olhos. Julia gargalhou e eu me segurei para não fazer o mesmo.

Logo Caitlin e Anna se juntaram a nós, a loira estava sóbria, Óbvio. Já Cait estava alegre.

Ficamos conversando por um tempo, até Caitlin perceber que Chaz havia sumido, Beadles faltou espumar quando perguntou para os meninos que estavam com ele onde o mesmo estava, e ao receber a resposta que ele havia ido para um dos quarto com duas garotas. Caitlin saiu da aérea vip, entrando no corredor dos quartos, pisando fundo e vermelha de raiva. Charles está fodido.

Anna e Julia conversavam, mas a loira mais nova não estava a vontade, ela parecia estar com os pensamentos longe, e algumas vezes desviava o olhar para Chistian. Quando o relógio marcou três da manhã, Martinelli disse que iria embora, pois tinha trabalho a fazer cedo, ela se despediu de todos, e quando chegou a minha vez sussurrou um ''pensa no que te falei'' antes de sair. Desde que Caitlin foi atrás de Somers não voltou mais, depois de alguns gritos abafados só vi duas garotas, uma loira e uma ruiva, saírem do corredor descabeladas e com as roupas na mão.

Ryan encarava seus pés, dirigi meu olhar para lá vendo Justin e Jenifer levantarem e ambos entrarem no corredor que leva aos quarto.

- Justin é um babaca, idiota e filha da puta — Butler murmurou. Levantou do meu colo sentou e deitou a cabeça em meu ombro.

- É, ele é sim. — Passei meu braço por cima de seus ombros. Ryan enterrou a cabeça em meu pescoço. Sua respiração me fez cocegas.

Olhei para Anna que nos encarava com os olhos brilhando e tinha um sorriso alegre e ao mesmo tempo malicioso. Ri nasalado e neguei com a cabeça.

- Vocês dois são fofos juntos. Isso que nem olhavam um na cara do outro. — Ryan tirou a cabeça do meu pescoço e encarou Anna, ele abriu um sorriso de canto.

- Nós não somos fofos. Somos maravilhosos — Afinou a voz e fingiu jogar o cabelo para trás. Gargalhamos.

Butler novamente colocou a cabeça em meu pescoço, mas dessa vez contornou minha cintura com seus braços.

- Eu quero ir embora. — Resmunguei em meio a um bocejo.

- Justin vai demorar — Me arrepiei quando a respiração de Ryan chocou-se com meu pescoço. Ele soltou um riso fraco.

Me arrepiando novamente. Merda, é o meu ponto fraco.

- Encontrei — Ele disse se referindo ao meu ponto fraco, e começou a assoprar no meu pescoço. Empurrei Ryan, ele caiu deitado no sofá enquanto ria, passei a mão no pescoço tentando controlar os arrepios.

- Idiota. — Rimos. Anna novamente disse que éramos fofos juntos. Revirei os olhos e ri.

- Eu vou embora.

- Me leva junto — Eu e Anna pedimos ao mesmo tempo.

- Ué, achei que iria com o Chris.

- Eu ia, mas ele está mais interessado em beber e ficar com aquelas vadias se esfregando nele.

Ryan virou a cabeça quase arrancando a mesma do corpo, seu olhar foi direto para Christian que ria e tinha uma mulher rebolando em seu colo.

- Filha da puta. — Anna se colocou na frente de Butler antes que ele fosse até Beadles e quebrasse a cara do mesmo.

- Não há necessidade disso. Vamos embora.

Narrador Point Of View.

Ryan olhou para garota a sua frente, e mesmo não querendo concordou. O que ele realmente queria era ir até lá e bater em Christian, o amigo havia prometido que não machucaria e nem trairia Anna. Ele faz na frente da garota.

Annelise se aproximou dos dois bocejando. Ela estava cansada. Os três saíram da boate sem avisar ninguém, e também ninguem os viu. Estavam ocupados demais bebendo como se não houvesse amanha, enquanto Justin transava com Jenifer em seu quarto particular. E Chaz fazia o mesmo com Caitlin em um quarto qualquer daquele corredor.

Do lado de fora da casa noturna, Ryan conversava com um dos seguranças que fizeram a escolta de todos até o local, para que ele levasse sua Ferrari até a mansão de Justin, pois Butler iria voltar com uma das SUV'S.

Já dentro do carro, Ryan tinha os olhos presos na estrada, Annelise olhava a cidade pelo vidro do carro, e Anna estava deitada no banco de trás.

- Você poderia trair o Justin novamente, só que com o Ryan. — Anna comentou. Brenda se engasgou, enquanto Butler freou bruscamente carro, resultando que a loira caísse do banco, e o corpo dos dois fossem para frente. – Credo, não precisa disso tudo.

- Você nem deveria pensar nisso. — Ryan disse voltando a dirigir.

- Ué por que? Vai me dizer que não quer? Eu vejo como você olha para a Lise. Você a olha com sentimentos, você gosta dela, Ryan.

Depois disso o silencio se instalou ali. Brenda encarava Ryan tentando descobrir algo pela sua expressão, que continuava neutra. Mas seus pensamentos gritavam o quanto idiota ele era por ter deixando aquilo transparecer.

Fazia três anos que ele escondia aquele sentimento. E nunca ninguém havia sequer desconfiado.

Você é um idiota, não deveria ter se aproximado dela. — Sua consciência gritava.

Ryan Butler Point Of View.

Três anos e ninguém havia descoberto, nem sequer desconfiado. Anna estava certa, eu olhava Brenda diferente. Eu sentia algo por ela desde que a mesma chegou naquela mansão.

Foi por esse motivo que eu não conversava com ela, e era ignorante, foi por esse motivo que comprei aquele apartamento e me mudei. Porque eu não aguentava conviver com ela todos os dias, a vendo sofrer, a vendo ser maltrata e estuprada por Justin e não poder fazer nada. Não poder ajudar, cuidar ou abraça-la.

Mas em nenhum momento eu fui embora sabendo que ela não teria ajuda, pois Christian e Caitlin a ajudavam, e isso me deixava aliviado. Quantas vezes inventei mentiras quando Justin batia nela, apenas para tirar ele da casa. Quantas vezes eu o levava/arrastava para boate apenas para que ele não a violenta-se. Foram inúmeras vezes. Assim como foram inúmeras vezes que eu me segurei para não beija-la, não abraçá-la, me segurei para não falar com ela e contar toda a verdade.

Mas então tudo foi para os ares quando ela o traiu com Christian. Foi como se me dessem um tiro. Eu queria matar Beadles. Mas ele não tinha culpa. Ele não sabia do meu sentimento, ninguém sabia. E então Justin a torturou psicologicamente. A deixando vulnerável. Foi naqueles dias que eu vi a chance de falar com ela. Era eu quem a levava aos prantos para o quarto novamente. Fui eu quem a ajudou todas as noites em que ela chorava. Fui eu quem a fiz companhia até que pegasse no sono. E foi nesses dias que nos aproximamos. Ela passou a confiar em mim.

Quando ela foi sequestrada por Mertens naquele racha, eu não pensei duas vezes antes de pegar meu carro e seguir aquela Ranger Rover. Não me importei se me envolveria em uma enrascada. Eu apenas queria ficar com ela, e garantir que nada a machucaria. Enquanto eles me torturavam era nela que meus pensamentos estavam. E quando Annelise cuidou dos meus ferimentos. Sua preocupação. Ela não se importou com seu ombro, que havia um ferimento de tiro, não se importou se doeria quando fez força para me levar até aquela cama velha. Não vou mentir que me aproveitei da situação para que ela deitasse comigo, que me aproveitei para abraçá-la. Mas em nenhum momento me atrevi de tirar minha mão de suas costas.

- Ryan! — Sua voz expulsou meus pensamentos.

- Eu? — Não consegui desviar meus Olhos das estradas, sabia oque rua iria dizer, pois eu não havia negado oque a Anna disse, o silêncio foi havia sido como uma confirmação.

- É verdade? — Contar ou não contar? Minha consciência brigava com os meus sentimentos. Porra.

- Quem cala, consente. — Caralho Anna. Muito obrigado, esta ajudando demais.

- Ryan?

- É, é verdade, Lise. — Concordei sem desviar o olhar da estrada. Minha consciência desmaiou.

- EU SABIA! — Anna gritou, então um soluço foi ouvido. Olhei de canto para a morena ao meu lado, e ela chorava feito uma criança.

- Porra! Não chora. Por que você está chorando?! — Parei o carro no acostamento.

- Não é nada. Eu quero ir para casa. Me leva embora. — Brenda virou o rosto para janela. Anna tenta ou falar com ela, recebendo soluços como resposta.

Eu acabei de fazer a maior merda da minha vida, deveria ter negado, e guardado a porra desse sentimento até meu túmulo. 





...


Notas Finais


DA PARA OUVIR MEUS BERROS DAÍ? AAAAAH CARALHOOOOO. Quero esses dois juntos para ontem. Quero um Ryan para mim.

Espero que tenham gostando. Comentem, aceito sugestões. Kisses, Bye.


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