História Amor e destino - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran, Originais
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais
Tags Álbum, Califórnia, Ed Sheeran, Inglaterra, Musica, Nova York, Romance, Show, Violão
Visualizações 10
Palavras 2.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Obrigada por estarem lendo, isso me inspira a continuar ❤️
Me perdoem se tiver algum errinho.

Capítulo 10 - Vestido


No outro dia mal acordei e já estava com meu notebook trabalho em seu escritório, Ed não me deixava nem um minuto sozinha sempre ficava comigo e às vezes me atrapalhava fazendo-me rir muito com suas palhaçadas. Quando percebeu que não iria conseguir me tirar da frente do computador, ele pegou seu violão e começou a tocar algumas músicas para mim. Ele tem muito talento sabe usar o violão de uma maneira encantadora esbanjando todo sua paixão e carinho pela a música.

— Já fiz aulas de violão uma vez, só sei o básico — falei assim que terminou de tocar give me love para mim, o vejo sorrir e se aproximar de mim com o violão nas mãos.

— Eu quero ver isso — diz ele me oferecendo o violão, olhei para ele sorrindo.

— Tem certeza? Eu não sei cantar, pareço uma das hienas do rei leão — falei cruzando os braços sorrindo, ele levantou as sobrancelhas curioso.

— Por favor, quero muito ouvir isso.

Pego o violão e o posicionando, faço qualquer nota quem vem em minha cabeça, fazendo-me mudar de ideia e tocar um dedilhado de “dó ré mi fá" que aprendi e nunca esqueci como fazer, Ed começou a dar uma risada gostosa de se ouvir parei para rir junto com ele era impossível não rir junto.

— Atrasei fui muito bem, você perto de mim não é nada, aqui é puro talento — falei o fazendo rir mais ainda de mim coloco a mão na barriga à sentindo doer de tanto dar risada, Ed faz o mesmo tentando se acalmar — não agora é sério, eu me lembro que aprendi a tocar uma música da Taylor — fiquei pensando no nome da música, Ed até tentou me ajudar a lembrar — acho que é “Speak Now” — pesquiso no computador e achei a cifra no qual aprendi a tocar — mas é sério eu não vou cantar.

— Eu canto pra você — ele puxou uma cadeira se sentando ao meu lado ainda com um sorriso enorme em seu rosto fiquei feliz por causar essa pequena  alegria nele.

Comecei a tocar meio desengonçada fazia anos que não pegava em um violão para simplesmente tocar, ele começou a cantar a música para mim animado não tirando aquele sorriso encantador de seu rosto, quando chegou no refrão arrisquei a cantar junto com ele bem animada, comecei a rir tanto que tive que parar por causa de minha barriga que continuava a doer, nem me lembrava da última vez que havia me divertido tanto.

— Isso foi legal, e até que você não toca mal só precisa de prática — diz ele assim que conseguimos recuperar o fôlego, devolvo seu violão com respiração acelerada.

— Eu dançava também por um tempo — falei voltando a olhar o computador — às vezes sinto falta disso.

— Dançar? — diz ele surpreso.

— Sim, sou apaixonada por qualquer estilo de dança, fiz ballet por um bom tempo — falei lembrando daquele tempo maravilhoso da minha adolescência — a dança me ajudou a superar bastante coisa, mas tive que parar e me dedicar aos estudos — falei meio triste olhando para o teclado.

— Você deveria ter sido uma dançarina maravilhoso — diz Ed me abraçando.

— E nunca fui em um espetáculo de Ballet deve ser lindo de se assistir — falei pensativa.

— Vou arrumar um para a gente ir — diz ele pegando seu celular, olhei para ele levantando as sobrancelhas.

— Não precisa fazer isso — falei pegando seu celular.

— Mas eu quero fazer, e vai ser legal adoraria assistir um com você — diz ele pegando seu celular de volta — Vou ter que ir falar com Stuart, vai ficar bem aqui sozinha?

— Sim ficarei — ele me dá um simples beijo nos lábios indo embora, me deixando sozinha naquele apartamento.

Larguei meu notebook depois de uma hora que ed foi embora, com dor de cabeça fiquei andando por aquele apartamento enorme explorando cada canto, parei na porta de seu quarto e eu não penso duas vezes e entrei lá curiosa.

Era igual o meu simples, sua cama estava intacta bem arrumada com lindos lençóis azuis, vejo mais um violão encostado no canto junto com um mini bar, suspiro fundo vendo aquelas garrafas, vai ser difícil o fazer largar esse vício.

Entrei em seu closet, não havia muitas roupas mas era o suficiente para sentir seu cheiro contagiante nelas. Pego uma camisa xadrez vermelha com preto aproximei de meu rosto sentindo de perto seu perfume maravilhoso.

— Pode ficar com ela — diz Ed me assustando, dou um gritinho derrubando a camisa no chão, ele dá risada de mim a pegando e me devolvendo — desculpa não queria te assustar.

— Tudo bem, eu que fui intrometida entrando aqui — falei colocando a camisa no lugar, eu estava muito constrangida de ser pega no flagra cheirando suas roupas, ele deve pensar que sou uma maníaca.

— Eu falei sério sobre pegar ela para você — Ed tirou a camisa do cabide a vestindo em mim — ficou ótimo em você — diz ele me observando e dando um beijo em minha testa.

— Obrigada — olhei para o chão encabulada, ele levantou meu rosto com sua mão direita fazendo-me olhar para ele.

— Tenho uma coisa para você.

— O que?

Foi então que percebi que ele estava com uma mão nas costas tentando esconder algo de mim tento pegar dele querendo saber o que era, mas ele me enganava não deixando eu ver.

— Deixa eu ver por favor — falei fazendo biquinho ele fingiu que ir me dar, mas levantou o braço com dois pedaços de papel em sua mão, comecei a pular tentando pegar mas parei desistindo brava cruzando os braços e olhando para ele, que não parava de dar risada de mim — não tem graça

— Só um pouquinho — diz ele me entregando dois ingressos para um espetáculo de Ballet na Broadway amanhã a noite — isso é incrível — falei olhando para ele animada o abraçando e agradecendo muito por realizar esse desejo que tinha.

Ele segurou meu rosto passando o polegar em minha bochecha o massageando, fecho os olhos sentindo aquele toque delicado. Sorrio, pois a felicidade corria pelo meu corpo é isso era tudo o que mais almejava nessa vida. Me aproximo dele o surpreendendo com um beijo em seus lábios macios com toda a paixão e gratidão que tinha.

— Ai meu deus — digo me afastando dele interrompendo o beijo ele olha assustado para mim.

— Eu te machuquei? — perguntou preocupado

— Não, nunca — falei tirando seus cabelos ruivos de seus olhos — é que me lembrei que não tenho uma roupa decente para usar amanhã — ele começou a dar risada de mim na hora — o que foi? Boa parte das minhas roupas estão no Brasil, só trouxe o básico — coloco minhas mãos no quadril olhando para ele sorrindo — só trouxe aquele vestido de vadia que Camille insistiu para usar.

— De vadia? — perguntou curioso parando de dar risada.

— Sim, ele é bonito, mas não faz meu estilo só comprei porque ela insistiu e quando o usei foi um desastre total — saiu do closet de Ed indo para meu quarto, ele vinha atrás de mim ainda querendo saber sobre o vestido.

— Quero saber o que aconteceu, me conta por favor — sento em minha cama o encarando, droga vou ter que contar essa história ridícula.

— Tá bom, Camille arrumou um encontro para mim ano passado e foi um desastre, o idiota só queria sexo e tentou me agarrar então chutei ele naquele lugar e sai correndo — tirei o vestido da mala mostrando para ele que o pegou analisando.

Pego meu celular olhando o relógio e eram cinco horas da tarde, nem tinha visto o tempo passar tão rápido assim. Que horas será que as lojas de roupas fecham? Quero comprar um vestido novo, não irei usar esse nem que me paguem. Coloco meu tênis e um casaco, Ed estava me encarando tentando entender o que estava fazendo.

— Eu vou comprar um vestido novo, se quiser vir comigo vou ficar feliz — ele colocou o vestido velho na cama se aproximando de mim.

— Tem certeza? — perguntou pegando meu rosto com as duas mãos.

— Sim, não posso ir de pijama né, e não irei usar esse vestido velho — falei sorrindo indo lhe dar um beijo.

Saiu empolgada para comprar algumas coisas, já estou trabalhando um mês quase dois e já tinham pago por meu trabalho então eu poderia comprar um vestido, mandei uma boa parte do dinheiro para meus pais e o que sobrou dava para usar no que quiser.

Ed acabou me levando para uma loja muito cara, eu só poderia comprar algumas coisa lá se trabalhasse três meses sem usar meu salário. Fico andando pela a loja olhando os preços espantada com esses absurdos, mas mesmo assim por diversão pego um vestido roxo que me apaixonei assim que entrei lá.

Fiquei admirando sua beleza com seu tecido macio de seda e brilhante que deslizava por minha mão facilmente. Decido o experimentar indo para ao provador empolgada.

Só que havia um pequeno probleminha, eu não conseguia fechar o resto do zíper que parou no meio  das minhas costas. Decido o tirar e devolver de qualquer jeito eu não poderia pagar por uma roupa dessas. Mas um desejo de o ver perfeitamente em mim me dominou tendo a ideia de pedir ajuda a alguém.

Abro a porta do provador e olhei para fora a procura da vendedora que me atendeu, mas ela havia sumido de vista só restando Ed sentado mexendo em seu celular tranquilamente.

— Ed — o chamei, ele levantou a cabeça me encarando.

— Está tudo bem? — perguntou ele preocupado se levantando e aproximando-se de mim.

— Não consigo fechar o vestido sozinha — falei meio triste, ele sorri para mim automaticamente com os olhos brilhando.

— Eu fecho para você — diz ele animado.

Abro a porta do provador, seus olhos não parava de brilhar o deixando com as bochechas muito vermelhas, percebi o que o estava deixando assim só o fato de ver minhas costas o deixou assim,  comecei rir de sua reação assim que me viro e vê minhas costas seminuas. O vestido é aberto até minha cintura mostrando praticamente tudo, consegui fechar um pouco, mas não o suficiente.

Tiro meus cabelos das costas para não atrapalhar na hora, fiquei o esperando fechar, mas invés disso ele começou às passar a ponta de seus dedos meio ásperos - por causa de tanto tocar violão - em minhas costas fazendo-me arrepiar, fechei os olhos apreciando aquele pequeno e delicado toque. Abro os olhos o vendo pelo o espelho que estava concentrada no que fazia, ele levanta a cabeça me encarando de volta cheio de desejo em seus olhos

Ele se aproxima mais de mim pegando em minha cintura passando uma de suas mãos em minha barriga, sinto sua respiração acelerada em meu pescoço e sabia muito bem o que ele queria. Ele pegou o zíper e foi fechando com cuidado e devagar para que aquele pequeno momento não terminasse logo.

Quando chegou em meu ombro  o beijou com delicadeza em minha pele que se arrepiou com o contato de seus lábios. Minha respiração estava acelerada quando ele terminou de fechar por completo meu vestido.

Viro-me para ele o encarando a pouco centímetros de distância, seus olhos estavam em um azul intenso fazendo-me hipnotizar por eles, eu poderia ficar meses ou até anos os olhando eu nunca iria me enjoar.

Ficamos assim por alguns segundos até que uma vendedora nos interrompeu, nos acordando daquele transe cheio de desejo e malícia que tínhamos um pelo o outro.

Ele virou para a vendedora sorrindo envergonhado, ela o reconheceu pedindo desculpas por ter nos atrapalhando indo embora. Estou vendo que mais uma fofoca vai circular pela a internet, mas foi aí que percebi que eu não me importava mais com isso.

Ed olhou para mim e se aproximou sussurrando em meu ouvido ofegante:

— Isso ainda não acabou — ele deixa um beijo em meu pescoço sorrindo atrevido para mim se afastando.

Meu coração parecia que queria sair de meu corpo de tanto que batia dentro de mim de uma maneira que me assustava. Ele voltou a se sentar onde estava não tirando os olhos de mim nem um minuto.  

Tento recuperar meu sentindo olhando-me para o espelho e me admirando com aquele vestido espetacular que definia algumas curvas de meu corpo simples e magro perfeitamente. Saio depois de alguns segundos do provador indo em direção a Ed  sorrindo.

— O que acha? — coloquei a mão na cintura fazendo pose.

— Você está maravilhosa — diz ele não tirando aquele sorriso atrevido de seu rosto, voltei a entrar no provador tirando o vestido ainda com o coração batendo, percebo que minhas mãos estão tremendo de ansiedade e nervosismo.

Coloquei minhas roupas normais saindo do provador com o vestido nas mãos pronta para o devolver, não tinha condições de pagar era muito caro e não tenho todo esse dinheiro. Ed se aproxima de mim o pegando o de minha mãos rapidamente, olhei para ele surpresa.

— Vem, vamos pagar — abri a boca para falar algo, mas ele me impediu antes — eu quero, e não adianta insistir.

— Mas é muito caro, eu não quero abusar — falei tentando o pegar.

— Não tem problema — ele se aproximou de mim voltando a sussurrar em meu ouvido — afinal onde mais gastaria todo esse dinheiro que consegui — ele se afastou de mim me dando um beijo na ponta do meu nariz depois indo para o caixa, fico o olhando sem reação e ainda não acreditando.

Ed pagou o vestido rapidamente me entregando a sacola contente por ter feito isso por mim, não falei mais nada e nem protestei, pois isso o deixou feliz e não queria estragar. Ficamos circulando por Nova York de carro, e fiquei admirando a beleza da cidade com um olhar sonhador.

Voltamos para seu apartamento, e assim que ele fechou a porta ele me puxou e me prendeu na parede ao lado dela. Ele sorri para mim ainda com aquele sorriso tentador e malicioso para mim, soltei a sacola que estava segurando que caiu ao meu lado não me importando se o vestido saiu dele.

Olhei para baixo timida fazendo algumas mechas de cabelos cair em meu rosto, Ed se aproximou mais de mim levantando minha cabeça e tirando cada fio de meu rosto.

Uma de suas mãos desliza em minha cintura puxando-me para perto dele colando meu corpo no seu. Ed encostou sua testa na minha nos unindo como uma pessoa só, fecho os olhos pensando em como isso estava perfeito e tomara que nada pudesse estragar esse momento. Quando ele estava prestes a me beijar a campainha começou a tocar, Ed suspirou olhando para mim meio irritado.

Pego a sacola no chão indo para meu quarto rapidamente antes daquela pessoa me visse, jogo-me na cama com meu coração que não queria ficar quieto dentro de meu corpo.

— Espero não ter atrapalhado vocês, mas preciso mesmo falar com você — ouço a voz de Stuart que tinha um tom sério, me levanto curiosa para saber sobre o que eles estão falando, será que Ed comentou sobre a reabilitação? 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...