História Amor e Esperança - Capítulo 2


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Tags Ação, Comedia, Drama, Ficção, Romance
Visualizações 23
Palavras 852
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Novo Capítulo!! Espero que gostem ;) Beijão!!!

Capítulo 2 - Droga!


Fanfic / Fanfiction Amor e Esperança - Capítulo 2 - Droga!

-Tudo bem? –perguntou-me James Buchanan Barnes, mais conhecido como Bucky

-Sim.

Respondi seriamente e assim fiquei pelo resto da conversa.

-Que bom. –Bucky.

-Tem algum problema aqui nessa universidade? Porque, para um vingador estar aqui e em silêncio. Deve ter algum problema aqui. –eu.

-Não diria que é exatamente um problema. Posso saber seu nome?

-Ouvi dizer que vocês estão procurando alguém importante. Isso é verdade?

-É sim, mas só eu estou procurando, para eles.

-E se você está aqui, justamente aqui, então essa pessoa deve estar aqui?

Ele me olhou seriamente.

-Foi uma ironia perguntar seu nome. Eu já sei qual é.

-Por que perguntou?

-Por educação.

-Deve saber o nome de todos os estudantes.

-Não, apenas o seu.

Com tal resposta, veio à certeza de que eu era a pessoa procurada. Mas não sabia como ajudar. Não tinha nenhuma informação que eu me lembrava e não gostaria de ser levada a força, como havia dito a Eduarda. Se eu não me lembrasse, provavelmente, mexeriam com minha mente e eu não iria aceitar tal risco.

-E se eu não quiser ir?

-Infelizmente você não tem escolha.

Sou estressada por natureza, portanto, naquele momento, fiquei com certo ódio por não ter escolha. Sempre defendia que o ser humano tem suas próprias escolhas e qualquer um que impõe algo a outro indivíduo, é como escolher por ele. Não admitia aquilo, muito menos a ignorância com que Barnes havia dito aquelas palavras.

-Sinto lhe informar, mas não posso ir com você, vingador.

-Por que?

-Teve educação para perguntar meu nome, mas já o sabia. Tudo bem. Mas impor algo a mim, não me explicando o porquê, não sabendo se aceitaria ou não, geralmente não é o que um vingador faria.

-Ainda estou aprendendo e vou seguir minhas ordens de levá-la.

-Tente.

Nesse exato momento, virei de costas para ele, dei alguns passos, mas senti que ele puxara uma arma do bolso e pelo reflexo do vidro a minha direita, vi que era uma arma de dardos tranquilizantes.

-Boa noite. –ele.

Ao ouvir o pequeno e rápido barulho que a arma fez ao lançar o dardo, me esquivei em segundos do mesmo, me virando para Bucky, ainda não sabendo como havia feito aquilo tão rápido.

-Bom dia. –eu.

Depois tomei rumo ao corredor a minha direita, correndo, e me escondi na tubulação de cima, onde poderia seguir até a porta da sala da palestra, sem que ele me visse. Mas antes de seguir caminho, o observei através dos pequenos furos que tinham no teto, passar pelo corredor.

-É, com certeza ela não é qualquer universitária. –disse passando por debaixo de mim, sem me perceber.

-Disso eu não tenho certeza. –sussurrei para mim mesma, porém com medo que ele me escutasse, mas o mesmo seguiu em frente e eu fui para a palestra, chegando uns 5 minutos atrasada.

Não tive problemas para entrar na sala, pois a professora Natacha que estava guardando a porta e ela gostava de mim. Sempre dizia que era uma ótima aluna. Alguns abobados me chamavam de queridinha da professora, nessa aula. Mas eu não dava atenção a esses comentários insignificantes.

As aulas passaram rapidamente. Isto por que não parava de pensar que poderia, e certamente estaria sido perseguida por um vingador, ou seja, um profissional. E de que ele não iria desistir tão fácil. Definitivamente, não gostava dele.

Findando as aulas, arrumei minhas coisas para passar o resto do dia com meus pais. Era como a tarde de folga a cada dois meses. Eu dormiria lá e de manhã as dez, teria que estar de volta aos estudos na faculdade.

Já estando em casa:

-Então, como está indo na faculdade? –mãe.

-Tudo bem, como sempre.

-E os garotos?

-Ainda me chamam de queridinha da professora, mas eu não me importo.

-Estão com inveja, mas não era desses garotos que eu estava falando. Conheceu alguém que você goste? Namorado?

-Mãe, você sabe que não quero namorar agora, só depois de estar trabalhando.

-Sei sim, mas você devia aproveitar a faculdade.

-E estou.

-Não. Digo que você devia aproveitar esta outra parte da faculdade. Tornar ela mais divertida.

-Eu não sei, mãe. Mas prefiro estudar. Não sei se tenho tempo para isso e estar nas líderes de torcida também torna a faculdade divertida. Gosto dessa rotina.

-Então tudo bem. Se você gosta.

-É.

-Vamos encomendar uma pizza para a janta. O que você acha?

-Tudo bem pra mim, mas tem que ter calabresa.

-Vamos ter uma visita bem especial hoje.

-Quem?

-Aquele cara com o braço de metal que faz parte dos vingadores. Como eles o chamam mesmo?... Bucky Barnes.

Larguei na hora meu copo de água que estava tomando. Para minha sorte ele caiu na pia.

-O que?! Por que ele? Por que jantar aqui?

Senti vontade de falar sobre ele estar me perseguindo, para minha mãe, mas tive receio de que ela pudesse não acreditar em mim e até zombar da minha fala. Ou então, acabar por processá-lo. Se isto ocorresse, todos iriam me odiar por fazer isto com um vingador, mesmo que meu argumento seja bom.

“Droga”, pensei comigo mesma.


Notas Finais


E Então? O que acharam?? Esse capítulo foi menorzinho para dar mais curiosidade hehehe Prometo postar mais assim que possível, se vocês gostarem, é claro hehe Bjão!!! <3


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