História Amor e Esperança - Capítulo 29


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Tags Ação, Comedia, Drama, Ficção, Romance
Visualizações 25
Palavras 745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um hehe Beijão!!! Boa leitura ;)

Capítulo 29 - Eu preciso ir


Fanfic / Fanfiction Amor e Esperança - Capítulo 29 - Eu preciso ir

Bucky havia visto desde eu lançar as balas nos alvos inimigos. Os holográficos de meus pais e minha melhor amiga de infância estavam mesmo ali, mas eu não sabia, só sentia que tinha que salvá-los, o que não pude antes, o que causava mais dor. Tinha que sair. Tinha que fugir. Agora que os vira ali, não conseguiria passar por esta sala sem lembrar-se deles, sem sentir a pontada em meu peito, a vontade de gritar o mais alto possível. Então sai. Fui rapidamente para o terraço, sem dar atenção à chamada de Bucky, pois eu realmente não escutara, não com tanto barulho de pensamentos em minha mente... Barulhos altos de explosões e gritos, pedidos de ajuda e olhares implorando por mais tempo de vida. Não, não poderia voltar antes de um bom tempo e, talvez, esse tempo levasse algumas semanas. Ao ver o horizonte, repensei muito bem na decisão que tomaria e, sim, eu decidi que voltaria para Chicago, nem que fosse por apenas um tempo. Eu tinha que vencer e seguir em frente, mas se não tentasse fazer isto onde os perdi, nunca conseguiria. Eu tinha que enfrentar a dor para que ela não causasse nenhum dano colateral irreversível. Tomei consciência disto, mas apenas um argumento muito bem elaborado me impedia. Seu nome? Bucky Barnes. Eu o amava demais para deixa-lo, mas era preciso. Além do mais, ele nunca deixaria este lugar. É sua casa. Preciso voltar para sentir que também é a minha, que a ferida em me peito cicatrizou e que passar pela sala de treinamento não me afetaria. Mas como falar para ele? E eles? Entenderiam? Sei que Bucky entenderia, mas como falar?

Então ouvi alguém chamar meu nome ao longe, quando me dei por conta, estava flutuando uns cinco metros acima do terraço. Quando vi, era Bucky. Uma dor surgiu como uma agulha em meu coração, rapidamente. Tinha que dizer. Firmei meus pés no chão e esperei que ele se aproximasse.

-Tudo bem? Eu sinto muito. Eu não sei de quem foi a ideia daquilo, mas eu vou falar com Nick agora mesmo. –disse ele.

-É, eu realmente odiei este treinamento. –falei.

-Vai ficar tudo bem. –disse se aproximando.

-Bucky. –falei dando um passo para trás.

Ele, vendo minha ação, parou. Aquilo doeu.

-Eu... Eu preciso ir. –disse segurando as lágrimas.

-O que? –perguntou. Sua expressão ficara séria e com duvida. –Ir? Ir para aonde?

-Voltar... Preciso voltar para Chicago. –falei passando a mão em uma lágrima fugitiva.

Ele olhou para os lados e depois para mim. A princípio, não estava entendendo o porque, apenas tinha uma breve explicação em sua mente, mas se perguntava o porque justo a aquela cidade. Seus olhos também começaram a ficar marejados.

-Por que voltar... por que Chicago?

-Eu...

-É pelo que aconteceu hoje? Porque não vai mais se repetir, eu prometo.

-Não... Quero dizer, sim. Eu preciso seguir em frente, mas não estou conseguindo. Talvez lá eu consiga.

-Eu vou com você.

-Não... Bucky, esta é sua casa.

-Também pode ser a sua.

-Eu sei, mas eu preciso sentir e para sentir, eu preciso seguir em frente. Por isso tenho que ir onde tudo começou. Eu não posso ficar assim toda vez que se lembrar deles, nem você pode aguentar isso.

Ele veio em minha direção, seriamente, e me segurou pela cintura, me puxando para perto de si.

-Eu aguento o que for preciso. Só quero que fique feliz, que sorria, que esteja comigo. –Bucky.

Então pus minha mão direita em seu rosto.

-Agora entende porque preciso ir?

Ele apenas acenou concordando. Também sabia que neste espaço de tempo que estivesse fora, a nossa opinião sobre ficarmos juntos, ou eu estar nos vingadores, poderia mudar, mas não podia me prender, por mais que quisesse que eu ficasse.

-Você pode ficar com meu apartamento. –Bucky.

-Não quero se aproveitar.

-Não vai. –disse dando um curto sorriso. –Será um grande favor para mim se ficar lá. Vou saber onde você está.

-Obrigado.

-Quando vai ir?

-Estou pensando nesta noite.

Ele abaixou a cabeça, depois tornou a olhar para mim.

-Tenho escolha sobre você ir? –perguntou ele.

-Nem você e nem eu. –respondi.

Ele sorriu por poucos segundos, deu um beijo em minha testa, depois inclinou sua cabeça a minha, fazendo com que nossas testas se encostassem, depois olhou nos meus olhos e eu nos seus. Como sentiria falta daqueles olhos azuis como o céu. Então nos beijamos e nossas lágrimas rolaram em nossos rostos.


Notas Finais


Ás vezes, precisamos enfrentar aquilo que nos atormenta...
O que acharam??
:3 <3


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