História Amor e Maldade - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Exibições 64
Palavras 662
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, olá, galeraaaaaaa! Eaí, tudo bem? Bom, como vocês já devem ter reparado (espero ser notada aqui, hehehe) tem fic nova no pedaço. Uuuuuuh! EU NÃO SEI O QUE FALAR AQUI, HAUSHSUSJSUSJSUSJS SCRR
Então, espero que vocês mergulhem nessa história.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


PV GIO:


Assim que entrei no colégio Democrate, fui direto para o corredor principal, onde ficavam os armários e que levava à sala do diretor. Alguns alunos que não estavam envolvidos no tumulto que ocorria no estacionamento me seguiram. Eram como cães rastreando a desgraça.

Assim que cheguei ao corredor, fui notada pelo restante dos alunos. O local estava apinhado de curiosos ansiando pelo desfecho da história mais suja que aquele colégio já viu.


Já não tendo mais nada a perder, enfiei uma mão dentro da minha bolsa. Entre livros de Shakespeare e uma pequena garrafa de gin, achei meus cigarros.

Acendi um cigarro e dei uma boa tragada esperando que nicotina acalmasse meus nervos. Após a segunda tragada, dei os primeiros passos.

Todos ficaram em silêncio, por isso só conseguia ouvir a gritaria que vinha lá de fora e o som do salto dos meus sapatos no piso. Dezenas de olhos acompanhavam cada movimento meu, e não era porque eu estava com o uniforme totalmente bagunçado, mostrando minhas pernas e barriga, e sim porque tinham visto o meu vídeo. Um vídeo que estremeceu os alicerces do tradicional colégio.

Não me deixei intimidar pelas expressões de repulsa, ou pela admiração muda de alguns. O vídeo não era só um insulto à instituição, era uma vingança bem realizada e incrivelmente prazerosa. Por isso, era impossível não sorrir com a minha alma mergulhada na satisfação mórbida de uma conquista infame.

Conforme ia me aproximando da sala do diretor os murmúrios começaram a surgir em minhas costas. Palavras desconexas, mas com a finalidade de denegrir minha imagem. Tentativas inúteis de tolos incompetentes... Eu mesma já tinha feito isso.

No final do corredor, dei uma última tragada no cigarro e o joguei no chão.

- VAGABUNDA! - O xingamento ecoou.

Não me importei com a ofensa anônima, pois era apenas o pensamento coletivo de pessoas que desconheciam totalmente a minha história.

Com um sorriso irônico nos lábios, virei-me e os encarei. Suas expectativas de me verem abalada foram frustradas pelo beijo presunçoso que lhes lancei. Ri do alvoroço que eu mesma causei enquanto girava a maçaneta da sala do diretor. Meu coração oscilou por um segundo, mas fui em frente.

Assim que entrei no local, avistei Alexandre sentado em uma das poltronas, cabisbaixo. Havia sangue em seu uniforme e seu rosto era um festival de hematomas. O filhinho do governador, o presidente do grêmio estudantil cuja reputação era polida com notas altas e atividades extracurriculares agora se via como um delinquente qualquer. O homem que era considerado um exemplo de caráter não o tinha nem mesmo para erguer a cabeça.

A seu lado estava Karen, sua namoradinha. A miserável se debulhava em lágrimas, em um lamento ridículo e fingido. Ela era considerada símbolo de perfeição feminina, mas não passava de uma vadia ostentada pelo dinheiro e reputação do Nero.

Por último, Leonardo, o melhor amigo do casal, ficou sentado longe de todos, escondendo o rosto atrás de um saco de gelo.

- Moça, sente-se! - O diretor James falou com uma autoridade que já nem tinha. O homem suava, visivelmente atormentado pelo medo de não conseguir controlar a situação.

- Como queira. - Sentei ao lado de Alexandre e cruzei as pernas já sabendo o que estava por vir.

O diretor me encarou cheio de ódio e suas mãos tremeram quando virou o monitor do computador em minha direção.

- Quem colocou isso aqui? - Pelo tom de voz, ele planejava me expulsar até do Mundo.

Inclinei-me um pouco e dei uma boa olhada na página principal do site do Democrate. Eles ainda não tinham conseguido tirar o site do ar, então os alunos continuavam a ter acesso ao vídeo.

- Meu chapa, não faço a menor ideia. - Respondi com indiferença.

Pela minha visão periférica, vi Alexandre passar desesperadamente as mãos pelos cabelos, quase os arrancando. Era uma ceninha hilária que me despertou um sorriso.

Nossa história até seria cômica, se não fosse trágica...


Notas Finais


Olá de novo.
Tá beeeeem confuso, né? Mas no próximo capítulo terá explicação, ok? COMO EU DISSE LÁ CIMA, EU NÃO SEI O QUE FALAR AQUI NAS NOTAS, HEHEHEHEHEHEHH, PERDOE-ME, SIM?
Bom gente, é isso, comentem e até o próximo capítulo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...