História Amor e ódio - Capítulo 3


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Categorias Fairy Tail
Personagens Bickslow, Cana Alberona, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Freed Justine, Gajeel Redfox, Grandine, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Makarov Dreyar, Metallicana, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags Amizade, Família, Nalu, Rivalidade, Romance, Traição
Exibições 326
Palavras 1.724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Bar


Lucy  

Eu e Juvia entramos no bar já de tampões de ouvido, até por que ouvimos Gajeel cantando de longe.

Fomos para uma mesa, bem perto do palco, e quando Gajeel foi tirado a força do palco, nós tiramos os tampões e gravamos Gajeel tentando continuar no palco.

- ME SOLTEM!!! SEUS FIOS DA PUTAAA!!! - ele berrava.

- Gajeel seu merda, sai daí logo! - gritei e ele foi para a mesma mesa que nós.

- Oiii, meus amores. - ele se jogou na cadeira do meio.

- Já bebeu quantas? - Juvia perguntou.

- Duas. - ele respondeu mostrando os cinco dedos.

- Sei... - ela riu.

- Gajeel to sem dinheiro, paga uma pra mim. - pedi e ele sorriu.

- Claro! Garçoneteeeeeeeee! Sua liiiiiiiiiiiiiiiindaaaaaa!!!!! Traga 2 vodkas pra nóiiiiiiis! - Gajeel gritou.

Uns minutos depois, uma garota muito familiar, trouxe as vodkas.

- Oii gatinhaa... - Gajeel mexeu com a garota, que ficou vermelha.

Ah... Espera... Ela é a...

- Liga não, Levy-chan. - ri e ela concordou e foi atender os outros bêbados.

- Pô, ela é mó gatinha, por que você não me apresentou a ela? - Gajeel reclamou. - Fiadapeste.

- Uhum. - mandei o dedo do meio pra ele enquanto bebia minha vodka de vez.

- Affs!!!! To na seca, meu!!! Não tem nenhum gostoso por aqui, não?! - Juvia reclamou batendo na mesa com as palmas das mãos.

- Eu estou aqui, meu bem! - Gajeel sensualizou na cadeira, e por fim jogou a vodka dele em cima dele mesmo.

- Ah!! Arde, cacete!!!!! - ele gritou tentando enxugar o rosto em suas roupas molhadas. - ARGH!

- Idiota! - eu e a Juvia começamos a rir que nem hienas.

- Me ajudem aí, suas putas! - Gajeel reclamou.

Entendam: Gajeel tem uma personalidade parecida com a do Laxus-nii, porém quando ele bebe...

Ajudamos Gajeel a limpar os zói, e quando demos pra perceber estavamos nós duas sentadas no colo dele.

- Amigoooooo!!! - ri saindo do colo dele. - Amanhã tem aula, por que nóis ta enxendo a cara?

Eu sei, meu vocabulário vai pra merda quando eu to bêbada.

- Ge-he! Por que nóis é zika!!! - Gajeel riu.

- Eu não sou um vírus não! - gritei e as lágrimas caíram. - Cê ta me chamando de vírus... Você é um péssimo amigo!

- Quer mais uma? - Gajeel sugeriu mais uma bebida.

- Claro, te amo amigo. - sorri limpando as lágrimas.

- Lucy... - Juvia me chamou. - Acredito que você deva parar por aí...

- Todos devem acreditar em alguma coisa. - retruquei. - E eu acredito que vou tomar mais uma.

- Ta bom, depois não reclama... - Juvia revirou os olhos. - Então... Amigo, paga uma pra mim também.

- Baixiiiiiinhaaaaa!!! - Gajeel chamou a Levy. - Traga três vodkas!!!

- H-Hai... - Levy respondeu tímida e entregou as três vodkas pra nós.

O bar ficou em silêncio quando umas pessoas entraram.

Espera...

É o bonde daquele chato.

- Vixeee... - Juvia sussurrou bebericando sua vodka. - O patrãozinho...

- Nani? - perguntei.

- Ele que comanda as quebradas aqui. - Gajeel comentou. - Mexa com ele, e você morre.

- Fudeu então. - resmunguei e dei uma risada alegre (não sei por que). - A vida é bela, e eu vou perder minha cedo! Um brinde por isso.

Nós três brindamos e começamos a rir.

- Caguei pra morte. - ri.

- Loira chata? - senti a presença de alguém do meu lado.

- Oushi! Ta louco, homem? - me irritei quase caindo da cadeira. - Cê brotou do meu lado que nem fantasma! Curuzes!!!

- Que engraçado. - Natsu falou sarcástico. - Enfim, o que esses dois da Phanton estão fazendo aqui?

- Moramos em Magnólia, agora. - Juvia respondeu calmamente enquanto bebericava sua vodka. - Conseguimos bolsa de estudos na Fairy Tail.

- E nós não estamos nem aí pro teu trampo. - Gajeel fez joinha com as mãos. - Viemos estudar na paz.

- Você estuda? - franzi a testa.

- Talvez... - ele riu que nem retardado.

- Eu obrigo. - Juvia comentou.

- Explicado. - ri.

- Baixiiiiiiiinha!!!!!!! - Gajeel gritou. - Brota aqui e traz quatro vodkas!!!!!

- Quatro? - ele vai pagar uma bebida pro Natsu?

Levy chegou rapidamente e entregou uma vodka a cada um.

- Patrãozinho, senta aê na cadeira que nóis tem que por os papo em dia. - Gajeel apontou para a cadeira ao meu lado.

Aff...

- Nat-kunnnnnn!!!!!! - Lisanna gritou da mesa da onde ela tava. - Vem logo!!

- Espera! - Natsu gritou de volta, e se sentou ao meu lado. - Alguma informação dos próximos passos da Phanton?

- A área pobre de Magnólia. - Gajeel respondeu. - Estupro sabe?

- Ai deles! - Natsu se irritou. - Aqui não é puteiro, não! - tem algumas putas por aí... - Ninguém de dentro, e ninguém de fora pode fazer isso no meu território!

- Os animais marcam seus territórios com xixi. - comentei do nada, e os três olharam pra mim.

- Cala a boca, Loira Chata! - ele resmungou.

- Você que é o chato! Rei da Purpurina Rosa! - mandei o dedo do meio para ele.

- Do que você me chamou? - ele se levantou irritado (novidade). - Ta louca?

- Caralho tu vive me perguntando isso em... - revirei os olhos. - Sou louca sim! Você tem algumas coisas contra loucas?! Babaca.

Vi o olhar sombrio que ele me mandava, então enchi a boca e falei:

- E agora... Fudeu.

Ele avançou pra cima de mim, porém eu fui mais rápida e saí correndo do bar com a vodka em mãos.

Parei de correr quando eu estava bem longe, na área pobre de Magnólia.

- Estou em casa!!!!! - gritei pro kami e pro mundo ouvir.

Andei saltitando e bebendo minha vodka aos poucos, quando avistei um mendigo dormindo no chão.

- Oeee... - cutuquei ele. - Gildarts-oji-san! Acorda!

- Que é...? - ele perguntou sonolento. - Eh... Lucy-chan? Aonde está o...?

- O Laxus-nii? - arqueei as sobrancelhas.

Sentei ao lado dele e contei tudo.

- Ele acha que te deixar com a Juvia é algo responsável? - ele riu.

- Hai... - ri também. - Oji-san! Como vai sua vida?

- Na rua? Normal. - ele deu de ombros. - E a sua vida, como vai?

- Tem um tonto na minha sala que se acha o fodão, e me irrita. - resmunguei. - Fiodaputa. Fugi do bar correndo por causa dele.

- Qual é o nome dele? - oji-san perguntou.

- Natsu Dragneel. - dei de ombros. - Quero mais que ele vá a merda!

- Toma juízo e vergonha na cara, menina. - ele riu.

- A única coisa que eu vou tomar é a minha vodka. - falei tomando mais um pouco de vodka. - Quer pra você?

- Claro. - estendi a vodka pra ele e ele bebeu tudo rapidamente. - O kami que te abençoe...

- Amém. - ri e me levantei. - Vou andar por aê, tchau, oji-san!

- Tchau! - ele riu.

Continuei andando até chegar em um parquinho destruído, que só tinha dois balanços.

Sentei em um dos balanços e comecei a me balançar enquanto cantava:

My litlle poney, my litlle poney, aaaaaaaa, my litlle poney...

Parei de cantar quando o Natsu brotou do nada na minha frente.

- E aê, parceiro?! - dei um sorriso amarelo. - Tudo de boas?

- Não. - ele resmungou. - Aquela garota, a tal Juvia, me obrigou a vir atrás de você.

- Que bonitinho... O Natsu correndo atrás de uma mulher. - ri e ele me encarou irritado. - Affs meu... Relaxa aê, pow! Tudo paz e amor... Amor e paz... Não sei... Ah! Foda-se. - dei uma risada brincalhona. - A vida é uma merda, mesmo! Um brinde por isso! Espera eu não tenho uma bebida... - ri. - Que burra que eu sou!

- Você é insurpotável. - Natsu me pegou como um saco de batatas.

- Oeeeeeeeee!!!! Me deixa!!!!! Soltaaaaaaa! Ahhhhhh! Socooooorro! - berrei.

- Cala a boca! - ele gritou e eu fiquei quieta enquanto tentava jogar lepoteca com a minha própria sombra.

Natsu me colocou deitada no banco de trás, fechou a porta e foi dirigir.

Mierrrrrrda! Não tem porra nenhuma pra fazer...

- Amigo. - chamei o Natsu.

- Não sou seu amigo. - ele retrucou.

- Vá pra merda então! - dei língua pra ele. - Me leve pra uma sorveteria.

- Eu não vou pagar sorvete pra você. - Natsu disse.

- Eu tenho dinheiro, palhaço! - me irritei.

- Você é pobre. - ele começou a dirigir. - Não tem dinheiro.

- Ei! Eu tenho dinheiro, sim! - retruquei.

- Não tem não. Eu te vi conversando com um mendigo. - ele murmurou.

- Gildarts-oji-san é o meu amigo a muito tempo. - comentei. - Desde... - franzi a testa. - Esquece... Hã... Que sono...

Deitei mais confortavelmente no banco de trás, e fiquei olhando pro nada. E cantarolei:

- Eu me remexo muito
Eu me remexo muito
Remexo...
Muito!!!

- Você tem certeza que tem dezessete anos? - Natsu perguntou irritado.

- Tenho. - respondi. - Fugi de casa com sete anos e...

- Você fugiu de casa?! - ele repetiu incrédulo.

- É, fugi. - revirei os olhos.

- Tantas crianças querendo pais, e você deixando os seus? - ele socou o volante.

- Meu pai morreu. - dei de ombros. - Minha mãe se casou de novo com um cara que ela estava tendo um caso desde o colegial, então ela morreu, e eu tive que morar com o meu padastro, eu odeio ele, então fugi.

Essa é só a parte superficial da história.

Eu não disse como meu pai morreu, por que minha mãe ainda mantinha um caso com aquele homem, como minha mãe morreu, e por que eu fugi.

Eu também não disse por que eu odeio ele.

Mas, enfim, meu passado é algo enterrado.

Então eu voltei a cantar eu me remexo muito.

- Você parece uma criancinha. - Natsu resmungou.

- E você parece um velhote resmungão. - retruquei.

Ficamos em silêncio, e logo, o sono veio com força e eu acabei dormindo.



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