História Amor e ódio - Capítulo 4


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Categorias Fairy Tail
Personagens Bickslow, Cana Alberona, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Freed Justine, Gajeel Redfox, Grandine, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Makarov Dreyar, Metallicana, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe
Tags Amizade, Família, Nalu, Rivalidade, Romance, Traição
Exibições 324
Palavras 1.990
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Phanton Lord


Lucy  

Quando o despertador tocou, eu senti uma dor de cabeça insurpotável.

- A-Ai... - franzi a testa.

Abri os olhos e percebi que eu, Juvia e Gajeel estávamos dormindo na mesma cama.

- Quebra logo essa merda... - os dois resmungaram.

Peguei o despertador e taquei na parede.

- Hora de ir... Pra... Escola... - bocejei. - Bora, pessoas.

- Calma aê, Lu... - Juvia se espreguissou.

- É loira, calma aê... - Gajeel concordou.

- Como viemos parar em casa? - perguntei.

- O patrãozinho empurrou eu e a Juvia pra dentro do carro. - Gajeel contou. - Quando entramos lá, você já estava dormindo, então ele nos trouxe pra casa. Aliás, eu moro aqui também.

- Vou ter que conviver com seus roncos... - reclamei.

- Muito engraçado. - ele revirou os olhos.

- Muito bem... - Juvia suspirou. - Cada um pro seu quarto, temos que ir pra escola.

- Pro inferno. - eu e Gajeel resmungamos.

+++

- To cansada de andar... - eu e Juvia reclamamos.

- Aff, sempre sobra pra mim. - Gajeel reclamou, e colocou Juvia sentada no ombro esquerdo, e eu no ombro direito.

- Obrigada, amigo! - sorri.

- De nada. - ele resmungou. - Aliás, vocês estão precisando fazer uma dieta, em...

- Ta me chamando de gorda? - me irritei e dei um tapa na testa dele.

- Não fique dando ideia de dieta, Gajeel. - Juvia avisou. - Se nós entrarmos em dieta, você também entra, por que quem cozinha somos nós, então você seria obrigado a comer verduras, salada, ovo cozido...

- Eu tava zoando! - Gajeel deu uma risada nervosa. - Vocês são tão leves como penas.

- Melhor assim. - nós concordamos com ele.

Eu acho legal morar com os meus amigos, é divertido e nada solitário, a parte ruim é que Gajeel canta no banho, e ronca como um trator.

- Chegamos. - Gajeel parou na frente da escola. - Ai que saco... Vou ter que estudar.

- O que você esperava fazer por aqui? - Juvia franziu a testa.

- Dormir. - ele respondeu. - Levar suspensão, e dormir em casa.

- Eu aposto 50 ienes que o Gajeel fica de recuperação em cinco matérias. - apostei.

- Eu aposto 70 ienes que ele fica de recuperação em sete matérias. - Juvia e eu apertamos as mãos. - Aposta lançada.

- Obrigado por acreditarem em mim, e na minha capacidade de não ficar de recuperação. - Gajeel falou sarcástico. - Aliás, eu aposto 300 ienes que eu não fico de recuperação.

- Aposta aceita. - eu e Juvia nos entreolhamos.

- Mas você não pode colar nas provas, nem mandar algum nerd fazer os seus trabalhos por você. - falei.

- Vamos mudar a aposta. - Gajeel suspirou. - Eu aposto 750 ienes que eu fico de recuperação em uma matéria.

- Aposta feita. - eu e Juvia concordamos.

Gajeel andou para dentro da escola e os olhares se grudaram em nós.

- Ô povinho que não tem nada pra fazer. - Juvia resmungou. - Que agonia...

- Tu não tem nada pra fazer e,fica nessa agonia! Fala de mim, pensa em mim, 24 horas por dia! - nós três cantamos ao mesmo tempo.

- Estamos em sintonia! - ri.

- Pode crer. - Juvia e eu fizemos um high five.

- Tão esquecendo de mim... - Gajeel murmurou.

- Que nada! - eu e Juvia demos um beijo nas bochechas dele.

- Ta pegando, em! - um idiota passou falando.

- Você tem vida? - Gajeel perguntou.

- É claro. - o garoto respondeu.

- Então cuida dela, imbecil! - nós três mostramos os dedos do meio pra ele.

- Eu, em! Cês são malucos! - o garoto saiu correndo.

- Pois é, né... - murmurei. - Até que ele ta certo...

- Ora, ora... Ora. - Lisanna apareceu do nada na nossa frente. - Parece que a vaca se socializou com um pessoal da mesma classe social... Pobre.

- Quem é essa vadia? - Juvia apontou para Lisanna.

- Uma vadia, como você disse. - dei de ombros.

- Me chamou do que? - Lisanna nos encarou irritada.

- Vadia. - Juvia repetiu. - Ta surda, filha?

- Quem você acha que é? - Lisanna arqueou as sobrancelhas. - Em?

- Tenho certeza que eu sou eu, por que se eu não fosse eu, eu não seria eu, e eu não existiria. - Juvia falou.

- Eh? - Lisanna ficou confusa.

- Ha! Que cara de retardada!!!! - eu comecei a rir.

Pense em uma hiena.

Sou eu rindo.

- Tem razão... - Juvia começou a rir também. - Ela não entendeu o que eu disse! Que burra! Lerdona!!!!

Lisanna estava a ponto de chorar, quando um grito soou:

- POSSO SABER O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI?! - paramos de rir quando notamos que quem tinha gritado era o Natsu.

- Nat-kun... - Lisanna foi correndo em direção a ele, e o abraçou com força. - Elas estavam me humilhando e...

- Se tu não aguenta, e faz seu namorado de escudo, querida, não posso fazer nada. - desci do ombro de Gajeel.

- Mas se você acha que pode vir tentando nos humilhar... - Juvia desceu do ombro do Gajeel, e ficou ao meu lado. - Não vai conseguir, não.

- Não vão achando que vocês podem ficar fazendo o que quiserem por aqui. - Natsu resmungou. - Muito menos com a minha namorada.

- Foi ela que veio procurar a gente. - Gajeel comentou. - A Lucy e a Juvia podem ser estranhas, idiotas, marrentas, briguentas, mas elas não arranjam confusão com que ta quieto.

- É, esse assunto ta chato... - sussurrei.

Meu celular tocou, então fui para um canto um pouco afastado e atendi:

Se for trote, vai pro inferno.

Que malvada.

Sting?

O próprio.

Então, "O próprio", o que você quer?

Quero minha gatinha aqui, do meu lado.

Mais alguma coisa?

Eu te amo.

Que cuti, você sempre foi o fofo da relação.

Você que não seria né, tu é mó marrenta.

Você também é o mais idiota.

Você ama esse idiota.

Sim, eu amo, enfim... Tchau.

Já?

To na escola, né!

Aff, escola existe para nada.

Uhum, beijos.

Encerrei a ligação e percebi que Juvia estava vermelha.

- Que foi, amiga? - perguntei.

- Ela ta de zói naquele lá. - Gajeel indicou discretamente para um garoto que estava conversando com o Natsu.

Espera... É o... Gray?!

- Que homem. - ela começou a se abanar que nem louca. - Ta quente aqui, né?

- A calcinha dela deve estar alagada. - Gajeel comentou e eu comecei a rir.

- Cala a boca, seu idiota! - Juvia começou a bater no Gajeel.

- Ge-he! Não dói!!! - Gajeel riu.

Vi pelo canto do olho, Natsu sair irritado com Lisanna correndo atrás dele.

Gray, olhou para nós e veio a passos largos.

- É loirinha, tu deixou o patrão irritado. - ele comentou.

- Mais? - arqueei as sobrancelhas.

- Mais. - ele concordou. - Aliás, quem são? - ele apontou para Juvia e Gajeel, que ainda brigavam, e não tinham notado ele alí.

- Juvia e Gajeel. - respondi. - Meus amigos.

- Ah... - ele sorriu. - Você se importaria em me apresentar a...

- Ju! - chamei ela.

- Que é? - ela resmungou e olhou pra mim, então ficou vermelha ao notar o Gray alí.

- Esse é o Gray. - falei. - Ele ta afim de saber o que a Phanton fazia com quem não ia de acordo com as regras.

Gray olhou pra mim tipo: "O que?".

E eu olhei pra ele tipo: "Vai nessa".

- Ah... - ela murmurou. - Claro. Vamos, Gray?

- Claro, aí eu aproveito e te mostro a escola. - ele sorriu e ela corou.

Então os dois saíram andando.

- Então... - Gajeel murmurou. - Estou confuso... Você jogou ele pra cima dela? Ou ela pra cima dele?

- Eu joguei eles pra cima deles mesmos. - ri. - Aliás o sinal vai tocar agor... - o sinal tocou. - Vamos pra sala.

Chegamos na sala e eu fui para o meu lugar, mas quando cheguei lá percebi que a cadeira estava com cola.

- Quem foi o "gênio do mal" que armou isso para cima de mim? - dei uma risada histérica e cutuquei o Natsu. - Foi você?

- Eu não faria algo infantil assim. - ele resmungou. - Posso fazer coisa pior.

- Ah, claro... - revirei os olhos.

Meu celular tocou, e eu atendi:

Lucy.

Cana? Algum problema?

Lyra.

Lyra? O que aconteceu com ela?

- Srta. Heartfilia! Poderia desligar o celular? - o professor Wakaba perguntou irritado.

A Lyra... Foi capturada por três homens.

Meus olhos se enxeram de lágrimas e o tempo pareceu parar.

Como assim?

P-Phanton Lord.

Eu vou resolver isso.

O que? Lucy!

Encerrei a ligação e percebi que a sala toda me encarava.

- Perderam alguma coisa aqui? - resmunguei e eles desviaram os olhos. Encarei o Natsu e o levantei da cadeira a força.

- Ei! O que você ta fazendo? - ele se irritou.

- Você vem comigo. - puxei ele pra fora da sala, e comecei a correr. - Você veio de carro?

- De moto, e por que você quer saber? - ele estava visivelmente irritado.

- Tem gente da Phanton por aqui. - respondi quando chegamos ao estacionamento. - Cadê sua moto?

- Como assim? - ele disse indo até a moto dele. - Aonde?

- Na área pobre. - falei entre dentes. - Você vai me levar pra lá ou vai ficar fazendo esse interrogatório?

- Mina chata... - ele revirou os olhos e subiu na moto. - Vai subir logo ou quer um pedido formal?

- Depois eu sou a chata. - murmurei enquanto subia na moto.

Estamos indo, Lyra.

Natsu

Liguei a moto e saí voando pelas ruas.

Phanton Lord por aqui... Eles perderam a noção do perigo?

No meio do caminho, a loira chata ligou pra alguém:

- Romeo-kun? Você tem a localização daqueles vermes?... Ah, claro... Obrigada. - ela desligou o celular. - Entra naquele beco.

Entrei no beco e encontramos três homens segurando uma garota.

- Malditos. - Lucy resmungou e desceu da moto.

Desci da moto e os três caras se afastaram da garota, porém eles estavam encurralados, por que o beco era sem saída.

- Lucy-san! - a garota abraçou a loira chata. - E-Eles...

- Eles vão morrer. - resmunguei.

- O-O que? - a garotinha olhou pra mim.

- Ignora. - Lucy suspirou. - Enfim... Valeu, Natsu... Vamos Lyra.

- Como você vai embora depois? - perguntei.

Não estou preocupado com ela, por mim ela pode até morrer, por que não vai fazer falta no mundo.

Mas, deixar uma garota pra morrer não é do meu feitio, por mais chata que ela seja.

- A pé. - ela respondeu.

- Com esses caras da Phanton por aqui? - arqueei minhas sobrancelhas.

- Não tenho medo. - ela deu um sorriso sombrio. - Poderia fazer o favor de matar eles logo?

- Matar? - repeti. - Torturar primeiro vai ser mais engraçado.

- Que sombrio. - ela comentou. - Faça o que quiser, patrãozinho.

Então ela e a garotinha foram embora.

- Então... - murmurei e olhei para os três caras. - Esperem um minutinho.

Peguei meu celular e liguei pro Gray:

E aí.

Ta afim de torturar alguns caras?

Quantos?

Aqui só tem três.

Crime?

Um quase estupro.

Posso chamar alguém pra ajudar?

Chama o Gajeel.

O novato?

Quero testar ele.

Ta bom...

Encerrei a ligação e encarei os três homens.

- Vou mostrar a você o que acontece com quem entra no meu território sem permissão. - sorri. - A minha palavra é lei. E quem faz algo que eu não queira simplesmente morre. Estão prontos pra morte?



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