História Amor e outras drogas - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bea, Beatriz Braga, Drogas, Elisa Rios, Gays, Lesbicas, Libea, Modelo, Tatuagens
Exibições 7
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi oi. Se alguém ler isso, saiba que estou muito feliz por você está lendo, e provavelmente é a única pessoa. Então, a fic é baseada em duas pessoas reais, vou deixar o link do instagram delas nas notas finais. Espero que goste pois eu fiz com carinho.

Capítulo 1 - Frio na barriga


Fanfic / Fanfiction Amor e outras drogas - Capítulo 1 - Frio na barriga

Bea P.o.v

 

Tritrittrtotriteirrri(barulho do troço que faz tatuagem)

 

 - Bea, vem cá! - Finjo que não estou ouvindo, pois estou fazendo tatuagem na bunda dessa mulher gostosa .

- Bea, caralho, vem cá!

Levanto suspirando e vou falar com Maicon. Ele é meu melhor amigo e me ajuda a traficar maconha e cocaína da Colômbia.

- Que foi bacon? - O chamei pelo apelido carinhoso que nós amamos, ou na verdade só eu amo.

- Que porra para de mim chamar assim sua retardada.

                - Hahahahahaha - (algumas pessoas dizem que a minha risada parece de bebê, mas eu não acho)

                - Olha só, eu tô ino subir lá na Rocinha. Tu vai querer ir? O Rodney e o Heryk tão dizeno que a coca tá ruim, tenho que ir lá vê.

                Puta que pariu era só o que me faltava agora essa coca estar ruim, eu tenho que entregar esse material amanhã numa agência de modelos em São Paulo, to fudida.

                - Maicon, não vou poder ir não, se rolar algum problema e não der pra levar amanhã pra SP você me liga e eu vejo oq posso fazer.

                -Ok então. - Maicon saiu da minha sala e me deixou lá sozinha deitada no sofá.

                Comecei a me olhar no espelho, to ficando gordinha. Preciso cortar o cabelo, ta quase cobrindo minha cara toda. Aproveitei e tirei uma foto pra postar no instagram. Eu não sei se eu sou um exemplo de beleza, já me convidaram pra ser modelo, mas eu gosto mesmo é de fazer tatuagem.

                Tava quase acabando de fumar o baseado quando lembrei que tinha que acabar a tatuagem na bunda daquela gostosa, ainda bem que ela tá bêbada.

                                                              

No outro dia

 

                Senti o meu telefone vibrar embaixo do travesseiro e vi que era o Maicon.

                - Fala Mc Coco, por que tá me acordando?

                - Bea, n queria tá ti falano isso, mas a coca tá vencida. Aqueles colombianos levaram nosso dinheiro.

                 - Porra, vou da meu jeito aqui, tenho que ir pra SP hoje.

                Depois de tratar mais alguns assuntos com o Maiquin, eu liguei pro Alex, o nosso fornecedor de maconha, pedi para ele me arranjar dois quilos. Depois disso, arrumei minha mala e fui tomar um banho para cair na estrada.

                Depois de 8 horas e de ter ficado com a gata que botou gasolina no carro, eu finalmente cheguei na capital, só estava com um probleminha pra achar a rua.

                Cheguei ao endereço, subi no elevador com os dois kg de maconha na mochila, minhas costas estão doendo para um caralho. Toquei a campainha, até que, a porta abriu, e apareceu uma ruiva, só de calcinha e sutiã, e não consegui tirar os meus olhos do seu corpo, nunca tinha visto nada igual.

                -Oi? – Ouvi sua voz e voltei do meu transe, que por sinal havia durado mais que eu tinha percebido

                - O-oi. -Falei gaguejando, acontece quando eu fico muito nervosa, mas eu nem sei por que eu estou nervosa. Já fui pra cama com melhores que essa aí. Mas ela tem uma coisa, um brilho no olhar, não sei. Ela parece ser diferente. - Eu to com o bagulho.

                - Ah sim. Pode entrar linda. - Ela me chamou de linda. Mas também não é mentira né.

                Eu sentei no sofá ao seu lado, ela acendeu um cigarro e deitou sua cabeça na minha coxa. Que menina é essa. Estranha. Nem dei intimidade.

                - Oi. Você é a Bea né? - Falou um gordinho careca e barbudo que chegou da cozinha segurando uma máquina fotográfica.

                - Oi. - Levantei e fui apertar sua mão. - Sou sim, e você deve ser o Marcos. - Ele acenou que sim com a cabeça.

                - Então, você tá com a coca. Nem é pra mim, é pra uma cliente.

                - Hahahaha, até parece. -Falou a ruivinha com um tom de deboche.

                Eu ri mentalmente da situação, tadinho do gordito, vai ficar sem a coca dele.

                 - Elisa, cala essa boca querida. - Ele falou olhando fixamente pra ela, que nem parecia dar ouvidos.

                Elisa. Elisa era o nome da ruivinha. Eu sempre amei esse nome.

                - Então Seu Marcos.

                - Que senhor o que, me chama só de Marcos. - Ele falou.

              - Haha, então tá Marcos. Eu não tenho notícias muito boas. - Vi o sorriso dele indo embora. - Tivemos um problema com nosso fornecedor e não foi possível trazer hoje, mas eu não vim com mãos vazias, trouxe dois quilos de Maconha, de brinde. E eu me desculpo, em nome da nossa empresa, foi um erro que nós realmente não podíamos ter cometido. Sua cocaína vai ser trazida quando possível.

                - Caralho Bea, você acha que dois quilos de Maconha de quinta categoria vão mesmo substituir a porra da cocaína? - Ele falou aos gritos.

               - Olha Marcos, eu sei que esse foi um erro horrível, mas a nossa droga é das boas e tenho certeza que você não acha serviço igual ao nosso por aí. Nós decidimos que vamos fazer uma promoção ao senhor devido ao nosso erro. Vamos lhe entregar o dobro da coca que você pediu pela metade do preço. - E o sorriso do gordito voltou de novo.

                - Então eu posso ficar com a maconha? - Falou Elisa aleatoriamente.

                - Claro que não. Vou dar ao Cícero. - Ele falou de forma grossa.

                Elisa bufou e se levantou do sofá. Logo depois perguntei aonde era o banheiro e fui lá praticamente correndo por que eu nao mijo desde de manhã e eu tô com uma puta vontade de mijar. Só que quando cheguei ao banheiro estava trancando, então depois de uns minutos, a porta abriu e saiu a ruiva de pijama. Entrei rapidamente no banheiro, Levantei a tampa do vaso e comecei a mijar como se o mundo fosse acabar, mas do nada, a porta do banheiro é aberta e a ruiva entra e começa a escovar os dentes como se eu fosse invisível.

                - Oi? - Eu falei.

                - O que? - Ela falou como se realmente não estivesse entendendo a situação.

                - Você sabia que não é normal pessoas entrarem no banheiro enquanto pessoas estranhas fazem xixi? - Falei rindo.

                - Por que? Todo mundo mija. - Ela falou rindo pra si mesma no espelho.

                Levantei e lavei as mãos. Saímos juntas do banheiro na hora que o Marcos passou.

              -Elisa, menina você é rápida, eim?! Não faz nem meia hora que a Bea chegou e você já transou com ela no banheiro. - Ele falou rindo.

                Tenho certeza que fiquei mais vermelha que um pimentão, odeio falar com as pessoas sobre as minhas intimidades.

                - Quem dera! - Falou Elisa rindo. No mesmo tempo olhei para ela surpresa.

                Eles dois riram. Já eu achei estranha a situação. Então fui pegar a minha mochila e me despedir de Marcos. Elisa me levou até a porta, quando fui me despedir dela, ela segurou minha mão e falou:

                - Pera aí. Você ainda tem maconha?

                - Obvio. Eu sempre tenho. - Falei rindo. - Você quer um pouco? -

                - Sim! Por favor. - ela falou animada e percebi que ela tirou sua mão da minha.

                Abri a mochila e dei uma caixinha com dez cigarros a ela.

                Me virei para ir embora, então ela segura minha mão de novo.

               - Calma aí? Você tá achando mesmo que eu tô inventando tudo isso pra você ir embora assim? Vem cá! - Ela me falou me guiando novamente para dentro de casa.

                Eu comecei a sentir um frio na barriga. Coisa que eu não sentia há muitos anos. Eu estranhamente já tinha esquecido como era essa sensação. E só me fez perceber que essa garota vai virar meu mundo de cabeça para baixo.                        


Notas Finais


Se você chegou até aqui:
MUITO OBRIGADA
Desculpem os erros de gramática e os paragrafos mal feitos, fiz no celular.
O instagram de elisa é @eliisariios e o da nossa querida beatriz é @beabrags
meu twitter é @mariaedurdasan8
Beijão e esperem que comentem a opnião real.


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