História Amor em alto mar - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Aomine Daiki, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya
Tags Aokise, Kagakuro
Exibições 65
Palavras 1.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Shonen-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O rei despertou a rainha do mar
O barco a acorrentou
Por onde andares, são teus os mares
Quem ouviu remou.

Capítulo 2 - Meu marujo alegre e bom .


Fanfic / Fanfiction Amor em alto mar - Capítulo 2 - Meu marujo alegre e bom .


A noite estava gelida, porem dentro da cabine estava relativamente quente.
             O cheiro do cil misturava-se ao da maresia e tornava tudo ainda mais magico. Tranquei a porta para que nada nos atrapalhasse , puxei-o para um beijo calmo a principio mas depois ficou intenso e nessecitado. Quando dei por mim o loiro estava sem ar, desci calmamente até seu pescoço e rocei os dentes no mesmo arrancando um gemido manhoso do outro. Estava na hora, o mordi.
             Seu salgue era extremamente doce e saboroso, senti-me extasiado e levemente embregado. Era otimo sentir tal sensação. Distribui beijos pelo seu peitoral, Kise arfava e contorsia-se de prazer, quando estava prestes a brir sua calça ele me enterrompeu.

                  - A-alfa ... Humm . Por-por favor.

Não precisava entender mais nada, entendi muito bem a suplica. Me livrei de nossas ultimas peças de roupa, e o penetrei. Faziamos movimentos rapidos e freneticos, nossos gemidos dominaram a cabine. Nossos corpos suavam de tanto prazer, pela primeira vez na minha vida, eu gostava do que e com quem estava fazendo.
              Quando chegamos ao ápice ele adormeceu, o vesti e carreguei-o até a cama onde poderia descançar devidamente.
              No dia seguinte Taiga observar o vasto oceano e seus mapas para saber nossa rota  em quanto Kuroko e Kise preparavam o almoço e eu, bom, eu marcava presença no castelo de proá, meu local favorito em todo o navio.
          Estava distraido, pensava em como seria quando chegassemos ao Triangulo, até que algo tira-me de meus desvaneios. Dois braços clarinhos me acolhem por traz me envolvendo em um abraço acolhedor, sorri. Era ele.
Suas mãos encontravam-se pousadas em meu abdomem e seu rosto apoiado em minhas costas. Acariciei suas mãos, estavam geladas. Estaria ele com frio? Bem provavél que sim, afinal, a parte interna do navio era gelada, ainda mais agora que haviamos desligado as caldeiras.
            Soltei-me de seu abraço e sai dali sem dizer uma palavra se quer . Fui para meu quarto em busca de uma blusa grossa que o esquentasse, por fim encontrei um casaco preto de lã . Voltei para o castelo de proa onde ele encontrava-se encostado a armurada com um olhar tristonho. Coloquei o casaco sobre seus ombros e depositei um beijo sobre sua cabeça.

                   - Pensei que estivesse zangado comigo.

                   - E por qual motivo estaria zangado com você loirinho?

Apertei-o mais abraçando suas costas.

                   - Por eu ter te abraçado.

Ele disse em um tom de voz baixo e continuou olhando em frente. Virei-o de frente para mim, queria o olhar nos olhos, a queles olhos de cor ambar que se assemelhava ao mais puro ouro. Nem mesmo todo o tesouro de Davy Jones devia brilhar tanto quanto os olhos do ser a minha frente.

                 - Eu já mais me zangaria por você demonstrar afeto.

Beijei sua testa e ele escondeu o rosto em meu peito. Ficamos assim abraçados por longos minutos, até Kuroko nos chamar e anunciar que o almoço estava ptonto. Almoçamos .
            Quando dei por mim já estava quase escurecendo, já não via Kise a pelo menos duas horas. Decidi seguir seu cheiro. Quando o encontrei, estava deitado em minha cama todo encolhido e arfando baixinho de dor , escostei-me no batente da porta e o observei.

                     - Isso dói muito não é?

Ele não disse nada apenas me olhou com algumas lagrimas nos olhos e afirmou com a cabeça.
             Não sei bem como são essas dores do cil pois com os Alfas é diferente, mas pela sua expressão pude perceber que era uma coisa horrivel. Deitei ao lado dele e puxei-o para mais perto colocando sua cabeça em meu peito e afagando seus lindos fios loiros.

                    - Então... Ficarei aqui com você, até a dor passar.

                    - Mas Daiki eu-

                    - Sem "mas". Ficarei aqui até que você consiga pegar no sono, não importa quanto tempo demore apenas quero ter certeza de que você está bem e em segurança.

Ele ascentio com a cabeça e tentou relaxar seu corpo sobre o meu. Meia hora depois ele já tinha pego no sono e eu sem ao menos perceber adormeci com ele.
                  Acordei com o estrondo de uma forte rajada de vento, nem havia amanhecido ainda. O barco balançava com violencia, corri até onde Taiga dormia e o encontrei encolhido contra a parede agarrado a Kuroko, ambos envoltos a um cobertor verde, se assemelhavam a cães assustados. Kuroko tremia de medo. Pedi para que Kise ficasse no quarto junto a Kuroko em quanto eu e Taiga guiava-mos o barco tempestade a dentro.
                 Os ventos rugiam, os raios caiam de encontro ao oceano como um se o mesmo fosse um imã e o mar revoltavasse movendo-se com ira. Recolhemos as velas em meio a tempestade mesmo, ligamos as calderas e as deixamos a todo vapor, seria dificil aquentar aquele vendaval com a quilha partida, porem tinhamos que tentar. Brigamos com a tempestade durante incansaveis horas , estavamos exaustos. Após o declinio que tivemos, fomos ao quarto ver se os outros estavam bem.
                Do corredor podisse sentir o cheiro extremamente forte das feromonias de medo e terror. Corremos , precisavamos acalma-los e tranquilizar os mesmos antes que ficassem traumatizados.
Tetsu se escondia entre o peito de Ryouta, que se mantinha frustado e agarrado ao menor. Kuroko ao ver Taiga correu e abraçou o mesmo como se aquele fosse o ultimo abraço dos dois, Taiga o abraçou fortemente e o pegou no colo pronto para leva-lo a cama onde poderia por fim descansar. Em quanto observava os dois sairem, caminhei até Kise que ainda estava imovem sentado no chão, celei seus labios em um beijo rapido porem carinhoso. Ele me abraço forte e começou a chorar.

                   - Eu tive tanto medo.

                   - Calma já passou!

Afaguei seus cabelos com carinho.

                   - Eu sei que você já passou poucas e boas...

Ele parou de chorar e me encarou de forma convencida.

                   - Não tive medo por mim ... Mas sim por você. Tive medo de te perder ou de você se machucar.

O abracei mais forte e lhe beijei a testa, nunca ninguem havia se preocupado comigo da quela forma, era tão bom. Me senti amado.

                  Pela manhã adentramos em águas mais calmas, porem misteriosas. Após varias observação nos mapas e na bússula concluimos que estavamos mesmo em águas perigosas e perversas.
            
        Chegamos ao Triangulo das bermudas.

Apesar de estarmos navegando em um lugar mistico, ainda estavamos calmos e tranquilos de certa forma. Eu e Taiga conversavamos no castelo de proa, falavamos de coisaas aleatorias até ele dizer que se sentia atraido por Kuroko. Não pude evitar de sorrir satisfeito, era lindo ve-los juntos, seriam um par perfeito um para o outro.
                       Taiga não sabia o que o menor pensava de si, e tambem não queria parecer bruto ao perguntar o que o mesmo sentia. Ditava-se assim o dilema : Pergunto ou não pergunto ?  Precisava de um plano infalivel para ajudar meu amigo, só não sabia quel seria esse plano.
               Kise estava sentado numa das cadeiras da cozinha, tomando alguma especie de chá. Decidi conversar com ele.

                    - Oe Kise !
   
                   - H-hai Aomine-Chii.

                   - Aomine o que?

                   - Perdão, é só um apelido carinhoso

                   - H-há não ... Não se preocupe

Ele sorrio docemente para mim.

                   -  Ryouta? Como é o Kuroko? Digo... Como foi a vida dele ? 

                   - Bom deixe-me ver ... Kuroko teve uma infancia turbulenta, nunca conheceu os pais e foi criado numa familia de Betas. Com doze anos foi vendido aos mercantes e destinado ao mesmo navio que eu. Comecei a cuidar dele des de então, seu primeiro cil veio quando o mesmo tinha dezesseis anos, trancaram-no em uma sala e assim foi durante todos os cils dele, dizian que precisavam dele virgem, pois assim seu preço dobraria na hora da venda.

Fiquei horrorizado com as palavras de kise, fiquei imaginando o tamanho da crueldade com qual eram tratados . Agora que sabia de quase tudo, precisava contar isso ao Taiga para que o mesmo não machucase o azulado.
                 Comessava-se assim uma nova jornada e posivelmente o começo de uma amor no Triangulo do Diabo. Irônico não ?


          

                


Notas Finais


Bom espero que tenham gostado ♡ Erros ortograficos ? Desculpem não deu tempo de revisar ...


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