História Amor Em Dose Dupla! - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~AnaPazotto

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Originais
Visualizações 11
Palavras 1.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yooooo, desculpinhas pela demora, e boa leitura

Bruh

Capítulo 5 - Papo de mercado


 Bufo pela milésima vez enquanto ando pela calçada, puta merda, a Amanda estava me torrando a paciência com essa história de “Lucas isso e Lucas aquilo”. Haja paciência senhor. E para piorar tudo ainda tem a maldita TPM pra terminar de foder com meu humor.

  Entro no mercadinho de esquina do prédio e ando direto até o corredor de guloseimas, acabo pegando uma massa de bolo pronta, leite condensado, aqueles petit gateau de micro-ondas mesmo e um pote de sorvete. Sim, me julguem, sobrevivo de comida pronta quando a Amanda não alimenta o dragão aqui.

 -Vejam só se não é a atiradora de sapatos –ah meu Zeus, diz que tá brincando comigo por favor.

 Permaneço de costas rezando para que aquilo tenha sido minha cabeça doente me pregando peças

 -Oi? Tá me ouvindo? –suspiro e me viro, dando de cara com um sorriso enorme e brilhantes olhos verdes. Sim, eu disse pra Amanda que não sabia qual cor eram, mas no fundo eu estava meio que louca pra encontrar essas orbes novamente.

 -Ah, Oi –murmuro sem expressão e passo os olhos por sua roupa.

 Ele veste uma jeans preta, uma camisa branca e um par de coturnos, parecendo super a vontade.

-Boa noite –diz ainda sorrindo e olha para minha cestinha fazendo uma careta –Massa pronta? Que broxante –diz com o cenho franzido.

 Olho para o seu carrinho vendo ovos, manteiga, farinha e outras coisas como doce de leite e coco. Dessa vez eu quem franzo o cenho

 -O que você vai fazer com essas coisas? –pergunto

 -Amanha é aniversario do meu afilhado e minha amiga me pediu pra fazer um bolo pra ele. –explica enquanto estica a mão para algum canto atrás de mim retirando uma caixa grande de chantilly. Aquela proximidade me deixa meio tonta.

 -Entendo, mas por que você não esta comprando o bolo e esse tipo de coisa? –ele começa a andar arrastando o carrinho e sem saber o por que acabo o acompanhando.

 -Como eu já disse, massa pronta é broxante, prefiro fazer um bolo caseiro, é mais fácil.

 Faço uma careta e notando meu olhar ele acaba soltando uma gargalhada gostosa –Mas e você? O que tá fazendo aqui?

 -Vim comprar umas coisas para tentar fazer um bolo, e sim, vou usar massa pronta, não acho que eu seja capaz de cozinhar algo sem ser pronto.

 -Hoho, então quer dizer que  você não sabe cozinhar –diz meio debochado

 -Quer levar outro tênis na cara? –fico séria e ele da um sorriso amarelo  -Ah proposito, como você se chama? –pergunto como quem não quer nada

 -Julian White, e a senhorita? –faz uma voz sedutora e nossa, chorei agora, e não foi pelos olhos.

 -Marina, Marina Evans –digo colocando o cabelo atrás da orelha, droga de mania

 -Bem Marina, já acabei aqui, está pronta pra ir? –pergunta e noto um certo rubor em suas bochechas, aí minha nossa senhora da biscicletinha sem freio, estou com um serio problema, acho que meio que acabei de imaginar o rosto dele entre minhas pernas.

 Pigarreio e dou um sorriso inocente

 -Sim, claro, estou pronta pra pagar –digo e ele assente se virando para ir até o caixa

 Solto um suspiro e resolvo segui-lo, tentando não olhar muito para aquela bundinha fofa apertada na calça.

 -Você realmente é pequena –ele chama minha atenção e olho para cima, notando que ele já me encara –Tem o que? 1,60?–dito isso ele solta uma risada

 -Idiota –murmuro já me irritando, por que ok, ele quase acertou minha altura mesmo.

 -Não se irrite bebe –ele aperta meu nariz com o polegar e indicador e o afasto com um safanão.

 -Trouxa, você quem parece uma criança –murmuro meio puta mudando meu olhar para a moça do caixa ao lado que nos encara com um sorriso discreto.

 -Não sou trouxa não... Só não te provo isso por que o Ministério da Magia me prenderia –sinto meus olhos se arregalarem –Ah esquece, você não vai entender isso –ele passa a mão no cabelo e morde o lábio inferior.

 -“Inteligentes e Perigosos

 Pode nos chamar de mafiosos

 Somos sangue-puros

 Aqui é jogo duro”

 Ok, talvez eu tenha me empolgado um pouco e agora a mãe da menina atrás de mim me olha meio estranho.

 Julian emite um gemido de sofrimento claramente falso e profere:

 -“Essa casa é fenomenal

 Temos carisma e bom gosto

 Se quiser o mais leal

 Pode vir falar conosco”

 -Ecaaa –digo em meio a risos por que agora a mãe da menina nos encara como se fossemos decididamente estranhos –Casa dos heroizinhos? Serio? –digo meio debochada e ele arqueia a sobrancelha.

 -Acho que agora entendo o por que do seu humor ser meio ácido.

 -Que? Eu sou um amor de pessoa –digo com um sorriso amarelo e ele arqueia uma sobrancelha sorrindo abertamente.

 -Próximo –a voz da caixa soa impaciente e olho para a frente, notando que ela nos olha meio irritada, e noto que é provavelmente por que estamos trancando a fila.

  Julian se apressa em pagar suas coisas e o sigo, e logo estamos no lado de fora do estabelecimento.

 Olho para ele notando que seu olhar está grudado em meu rosto.

 -Que foi? –pergunto meio impaciente e vejo um sorriso crescer em seus lábios

 -Estou calculando em 0 a 100 qual seria a probabilidade de você me dar um chute no saco caso eu pedisse seu numero –juro que tentei, tentei mesmo impedir esse sorrisinho idiota no meu rosto, mas acho que não tive muito sucesso.

  -Não sei, por que não tenta? –indago e ele sorri mais ainda

 -Será que vossa senhorita poderia me passar seu numero? –pergunta e solto uma risada.

 Ele pega uma caneta da parte traseira da calça e me oferece, dou de ombros pegando-a e aproveito para puxar sua mão para mim.

 A mão dele, como da ultima vez, está quente, e alguns calos mostram o quanto ele continua a se esforçar, seja lá qual for sua profissão, a proposito:

 -Do que você trabalha? –pergunto assim que termino de escrever meu numero em sua palma.

 Ele me olha sugestivamente

 -Do que acha que eu trabalho? –um sorrisinho malicioso curva seus lábios.

 -Gogoboy –solto prontamente para logo em seguida ver seus olhos se arregalarem com falsa indignação.

 -Como podes pensar algo assim de mim, oh jovem senhorita?

 Acabo gargalhando alto dessa vez, serio.

 -Bem, você tem o físico para tal –digo e ele sorri com safadeza e meu Deus do céu, chorei de novo aqui.

 -Você acabou de elogiar meu corpo?

 -Enfim, do que você trabalha?

 Seu sorriso aumenta

 -Sou chef de cozinha –sinto meus olhos se arregalarem e quase me engasgo com minha saliva, ok, eu definitivamente preciso de um penico.

 -Ah, você nem deve cozinhar tão bem assim –digo e ele ri, não acatando minha provocação.

 -E você? Do que trabalha?

 -Sou sugar baby –ele congela e seus olhos se arregalam.

 Não aguento, começo a gargalhar novamente.

 -Olha, eu acreditei nisso –olho para ele e paro de rir, me sentindo mortificada com aquelas piscinas quentes.

 -Bem, eu trabalho num banco, mas faço faculdade de designer de animação –ele parece surpreso.

 -Uou, isso parece legal –diz, e assinto com a cabeça.

 -Bem, acho melhor eu ir –estendo minha mão –Tchau Julian

 Ele a segura, e sinto um choque me deixar de cabelos em pé.

 -Até mais jovem sonserina –diz isso com um vozinha infantil, dá um peteleco na minha testa e se vira, se afastando com velocidade quase como se achando que um tênis voaria em sua cabeça.

 -EU NÃO SOU UMA CRIANÇA, IDIOTA –grito irritada tocando minha testa, mas aparentemente não estou tão irritada, já que mal consigo tirar esse sorrisinho idiota da cara e droga, estou literalmente fodida.


Notas Finais


Eai monas? Que acharam?
Proximo é da Cah, e mais uma vez, desculpem pela minha demora


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