História Amor entre adolescentes. - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Sesshoumaru-virgindade-rin
Exibições 502
Palavras 3.498
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura a todos! =3

Capítulo 9 - Capítulo Nove


Fanfic / Fanfiction Amor entre adolescentes. - Capítulo 9 - Capítulo Nove

Rin on

Liguei pro meu pai e ele veio o mais rápido possível. Entrei no carro e já vieram as perguntas.

Bankotsu: O que houve? Por que me ligou? Por que o Sesshoumaru não veio te buscar? Vocês brigaram? O que ele te fez? Tenho que dar uma lição nesse garoto?

- Calma pai! Não é nada, ta legal?

Pelo menos ele não insistiu mais e seguimos em silêncio. Ele me deixou em casa e voltou pro trabalho.

Eu entrei e fui direto pro meu quarto, pois estava sem fome.

Ao entrar, eu coloquei minha bolsa na mesa do computador e, ao olhar pela janela, vejo aquela garota no quarto do Sesshoumaru.

Como assim? Por que ele está fazendo isso comigo?

Fechei a janela com força e puxei a cortina, fazendo meu quarto ficar escuro.

Me joguei na cama e comecei a chorar. O ursinho que o Sesshoumaru me deu estava ali. Eu o peguei e joguei longe.

Minha raiva era tanta, que eu também tirei o meu cordão e a aliança, os colocando na mesinha de cabeceira.

Chorei por muito tempo, até que acabei pegando no sono.

Sesshoumaru on

Estava distraído, não prestava atenção em nada do que a Kikyou falava, e percebi que Rin só estava ainda mais brava comigo.

- Pronto Sesshoumaru.

- Qualquer coisa, repassamos amanhã.

- Ta. - Ela pegou o celular. - Naraku já está me esperando lá fora. Até Amanhã.

- Até.

Segui pro banheiro e tomei um banho.

Coloquei uma calça jeans preta, uma camiseta branca e calcei os tênis.

Minutos depois, saí de casa sem falar nada.

Fui até a casa da Rin e toquei a campainha. Demorou, mas ela atendeu.

- Ei espera! - Tentou fechar a porta na minha cara

- Vim aqui esclarecer tudo. - Entrei e a prendi contra a parede

Com o rosto vermelho e inchado de chorar, Rin começou a bater no meu peito pedindo para que eu a soltasse.

- Poderia, ao menos, me ouvir? Posso me explicar?

Rin on

Acordei com a campainha tocando e fui atender, mesmo sabendo que minha cara estava horrível.

Ao ver que era o Sesshoumaru eu tentei fechar a porta, mas ele é mais forte que eu; então entrou mesmo assim.

- Eu não quero, Sesshoumaru. Você disse que só queria a mim, mas era mentira. - Voltei a chorar - Por acaso você só queria me usar, é isso? Não conseguiu transar comigo e foi transar com ela? Qual o seu problema, idiota?

Sesshoumaru on

- Porra Rin! Por que você está pensando isso de mim? Nunca lhe dei motivo pra isso. - Não me soltei dela

- Kikyou é uma colega, somente isso. Fomos fazer apenas um trabalho pra entregar amanhã. Ela tem namorado e mesmo que ela não tivesse, eu não quero nada com ela. Eu te amo Rin!!!!! Não seria capaz de lhe enganar. Te ferir, seria o mesmo que me ferir.

- O que você quer que eu faça pra provar que te amo? Não é o suficiente entregar meu coração só pra você? Você quer mais? Me diz então o que é, que eu tentarei lhe dar.

Rin on

- Eu não sei ta legal? Eu sou muito insegura, Sesshoumaru. Ainda não acredito que você esteja comigo. Nunca pensei que um garoto como você fosse se interessar por mim, e agora que estamos juntos eu tenho medo de te perder. Eu te amo e já não sei mais viver sem ter você comigo. Me sinto ameaçada por qualquer uma que se aproxima de você.

Sesshoumaru on

- Estou com você porque te amo, Rin. Eu te amo!!!! - Beijei seus lábios com fervor

Peguei Rin nos braços, enquanto nos beijávamos, e a levei para seu o quarto.

Abri a porta com um pouco de dificuldades e entrei com ela.

- Vamos fazer amor! Quero provar que te amo.

Coloquei Rin na cama e fiquei por cima dela.

Rin on

- Você quer fazer amor comigo? Sesshy, nós não precisamos fazer só pra você me provar alguma coisa. - Disse acariciando seu rosto

Sesshoumaru on

- Quero! E vou mostrar que não estou mentindo.

Apoiado pelos cotovelos, beijei sua boca novamente.

Chupava seus lábios com voracidade.

Minhas mãos já deslizavam por seu corpo, querendo tirar sua roupa.

Rin on

Retribui o beijo do Sesshoumaru e suas mãos já deslizavam por baixo do tecido da minha saia, porém alguém atrapalhou. Como sempre.

Bankotsu: Rin, você está acordada? - Perguntou batendo na porta

- Merda! Por que alguém sempre atrapalha? Será que vou morrer virgem? - Falei baixo

Sesshoumaru saiu de cima de mim e levantei pra abrir a porta.

- Sim, estou acordada. - Ele olhou por sobre o meu ombro

Bankotsu: E pelo visto não está sozinha. - Fechou a cara

Sesshoumaru on

- É... Bom... Nos vemos amanhã então, Rin. - Dei um selinho e resolvi ir pra casa

- Espero que isso não se repita, Sesshoumaru! Já disse que não quero você no quarto da minha filha.

- Tudo bem, Bankotsu. Não vai se repetir.

Sai cabisbaixo da casa da Rin.

Poxa! Alguma coisa conspira contra Rin e eu. Sempre alguém nos atrapalha. Até o meu irmão, já transou com a sua namorada, e Rin e eu nunca dá certo.

Rin on

No dia seguinte eu me arrumei para a escola, tomei café, enquanto meu pai falava pela milésima vez que não queria o Sesshoumaru no meu quarto novamente e blá blá blá... Depois disso eu sai e fui esperar o Inu pra irmos pra escola.

Sesshoumaru on

Tirei o carro da garagem e, novamente, levei Rin e o InuYasha para o colégio.

- Podemos ir ao cinema no sábado, Rin. O que acha? - Falei enquanto dirigia

Rin on

- Acho uma boa ideia. Já tem ideia de filme? Não, eu não quero ver filme romântico. Pode ficar tranquilo, não vou te obrigar a assistir esse tipo de filme.

Sesshoumaru on

- Ah! Eu não sei.

- Podemos ir com vocês, mano?

- Não InuYasha! Eu quero ficar a sós com a minha namorada. Rin e eu nunca fazemos nada sozinhos. Temos que ter nossa privacidade.

- Ta ok.

- Podemos ver no dia, Rin. - Estacionei o carro em frente ao colégio

Rin on

- Tudo bem. Nos vemos mais tarde, Sesshy. - Dei um selinho nele e sai do carro

InuYasha e eu entramos na escola, mas nossos amigos ainda não tinham chegado.

InuYasha: E ai, Rin? Como estão as coisas com você e o Sesshoumaru, depois do que aconteceu?

- Normais, eu acho. Não nos falamos muito ontem.

InuYasha: E foi o aniversário de vocês, né?

- Sim, foi o nosso aniversário de um ano e eu estraguei tudo.

InuYasha: Não precisa se culpar, Rin. Ciúmes é normal. Eu também tenho ciúmes da Kagome e ela de mim. Uma vez eu quase bati em um garoto, porque pensei que ele estava dando em cima dela. No final eu descobri que eles são primos.

- Sério? Você quase fez isso mesmo?

InuYasha: Sim. Você sabe que sou meio esquentado. - Nós dois rimos - Não fique se culpando, ok?

Eu concordei e então ficamos conversando sobre assuntos aleatórios até nossos amigos chegarem.

Sesshoumaru on

- Se resolveu com a Rin? - Miroku perguntou quando entramos na sala

- Me resolvi.

- Fala uma coisa, Sesshoumaru.

- O quê?

- Você ainda é virgem? - Corei com a pergunta do Miroku - Pela sua cara, ainda é. Rin não quer se entregar?

- Não é isso... - Suspirei

- É o quê, então?

- Não sei cara! É como se algo não quisesse que Rin e eu façamos amor. Quando não são os pais dela, são os meus. Alguém sempre nos pega, ou algo acontece, sei lá. Sou azarado mesmo.

- Acho que você tem que ir pra um motel com ela, e tentar de vez.

- Também acho.

- Pode apostar que quando você menos esperar, você vai fazer com ela.

- Assim espero. Não tenho pressa, mas é que eu quero tanto e ela também.

- Te entendo.

-------

- Como foi sua aula, amor? - Estávamos voltando pra casa

Rin on

- Normal. Nada demais, só o InuYasha colando de mim na prova.

InuYasha: RIN!!

- Não grita! Eu não sou surda.

InuYasha: Você disse que não ia contar.

- Desculpe, Inu. Ele é seu irmão, precisava saber.

Sesshoumaru on

- Nem digo nada. Que ele reze pra que não tire nota baixa ou o pai vai deixar ele de castigo.

Minutos depois já estávamos em frente a casa.

- Quer ficar um pouco comigo aqui em casa, Rin?

Estacionei o carro na garagem.

Rin on

- Quero sim, Sesshy. - Abri um sorriso tímido e ele retribuiu

Saímos do carro e entramos na casa.

Sesshoumaru segurou minha mão e me conduziu até seu quarto. Ele trancou a porta e me deitou na cama, ficando por cima de mim.

Sesshoumaru on

Beijei os lábios da Rin, enquanto chupava sua língua, e tive uma idéia.

Levantei e Rin me olhou confusa.

- Tenho algo novo pra tentar com você, topa? - Fui até a mesinha do computador, abrindo uma das gavetas, e passei a procurar o que eu queria

Rin on

- Seja lá o que for, eu topo.

Sesshoumaru começou a mexer nas gavetas até que ele pegou uma embalagem de bala.

Ok, agora estou curiosa.

- O que você vai fazer com isso?

Sesshoumaru on

Abri embalagem de bala, que estava intacta.

- Fiquei sabendo que Halls preta deixa o oral mais gostoso. - Sentei ao lado dela

Peguei duas balas e coloquei na boca.

- Se não quiser, tudo bem.

Rin on

- Eu quero. Eu quero sim, Sesshy.

Ele sorriu de lado e começou a tirar minhas roupas, enquanto distribuía vários beijos pelo meu corpo e deixando várias marcas.

Sesshoumaru on

Nua, em cima da minha cama, passei a chupar seus seios.

Rin gemeu ao sentir minha boca ali, a bala deixava o corpo dela mais suculento.

Continuei com a insanidade e desci a boca por todo seu corpo.

Antes de chegar em sua feminilidade, coloquei mais uma bala na boca e logo abocanhei seu clitóris, colocando suas pernas por cima dos meus ombros, deixando-a bem exposta para mim.

Rin on

Gemi sôfrega ao sentir a boca do Sesshoumaru na minha intimidade. A bala deu um ar refrescante e deixou tudo mais intenso.

Sesshoumaru continuou movendo sua língua naquela região tão sensível. Às vezes ele assoprava também, o que me fazia segurar os lençóis com força e morder os lábios, caso contrário eu ia gemer muito alto.

Sesshoumaru on

Aumentei ainda mais o fluxo dos movimentos e Rin agarrou os meus cabelos, pedindo para que eu não parasse.

Mastigue toda a bala, deixando-a em pedaços e ela ficou ainda mais forte.

Rin soluçou e cada vez mais eu intensificava.

Com a pontinha da língua, brincava com seu clitóris inchado.

Enfiei um dos meus dedos e Rin gemeu um pouco alto.

- Doeu? - Perguntei preocupado

Rin on

Meu Deus! Que sensação maravilhosa é essa?

Sesshoumaru continuou fazendo o melhor oral de todos, até que ele colocou um dedo em mim.

Não consegui segurar o meu gemido de surpresa e de dor.

- Sesshy, doeu um pouco, mas não para.

Sesshoumaru on

Voltei a fazer o oral, enquanto penetrava Rin com meu dedo, até que coloquei o segundo e fui continuando.

Rin gemia pedindo mais e, enlouquecido, eu fazia.

Senti ela me apertar com as pernas, e então ela não conseguiu segurar mais e gozou na minha boca.

Rin on

Eu não consegui segurar meu gozo por muito tempo. A sensação era boa demais.

Gozei na boca do Sesshoumaru, que lambeu tudo até a última gota.

Ele deitou ao meu lado e eu o olhei.

- Onde você aprendeu isso, Sesshoumaru? - Perguntei com a sobrancelha arqueada

Sesshoumaru on

Tentando controlar o batimento cardíaco, respirei fundo.

- Com você, ué. – Falei ofegante – Com que mais seria?

Rin on

Semicerrei os olhos.

- A bala foi coisa nova. Nós nunca tínhamos feito isso antes. Como pode ter aprendido comigo?

Sesshoumaru on

- Começou novamente a desconfiança. - Sentei na cama

- Foi o Miroku que me disse, tá legal? Se quiser, pergunta pra ele. - Levantei da cama e segui pro banheiro

Tirei a roupa e entrei por de baixo do chuveiro.

Rin on

Merda! Por que eu tenho que ser tão desconfiada?

Passei as mãos pelos cabelos e fiquei sem saber o que fazer.

Vou atrás do Sesshoumaru? Mas e se ele quiser ficar sozinho? Vou embora? Mas ai ele pode ficar chateado.

Passei as mãos pelo cabelo, novamente.

Foda-se!

Levantei e fui até o banheiro.

Sesshoumaru estava de costas e fui até ele, o abraçando por trás.

- Me desculpa.

Sesshoumaru on

- Já pedi que parasse com essa desconfiança, Rin. - Encostei a testa na parede, enquanto a água morna caia sobre nossos corpos abraçados

- Não sei mais o que tenho que fazer pra você parar de pensar essas cosias sobre mim.

Rin on

- Você não precisa fazer nada. Eu que sou uma idiota desconfiada e ciumenta.

Sesshoumaru on

- Vamos deixar esse assunto de lado.

Virei de frente e fiz Rin ficar de costas pra mim.

Passei então a dar banho em seu corpo, tocando os lugares com delicadeza.

Rin on

Sesshoumaru me tocava com o maior cuidado. Parecia que eu era uma bonequinha de porcelana e ele estava com medo que eu quebrasse.

Ele passou a beijar meu pescoço e o momento entre nós foi esquentando.

Chegou um momento que ele me virou e me ergueu, fazendo com que minhas pernas circulassem sua cintura. Sesshoumaru me pressionou contra a parede e gemi ao sentir nossas intimidades se chocarem.

Sesshoumaru on

- Quero você, Rin, e quero muito.... - Beijei sua boca com força

Estava prestes a fazer amor com a Rin. Finalmente seríamos um só.

- Sesshoumaru! - Minha mãe bateu na porta do meu quarto - O almoço está pronto. Desça com a Rin.

- Sério, estou quase desistindo, Rin. – A soltei – Não de você, mas de tentarmos fazer algo nas nossas casas. É melhor fazermos bem longe de todos. Só assim iremos conseguir.

Rin on

Porra! De novo alguém nos atrapalhou. Por que universo? Por que?

- Concordo plenamente com você. Vamos aproveitar o seu carro e vamos pra bem longe. O que acha?

Sesshoumaru on

- Podemos tentar no sábado, com a nossa ida ao cinema. Aliás, nem vamos combinar nada, ou pode alguma coisas sair errado.

Nos enxugamos, em seguida nos vestimos e descemos.

Rin on

Durante a tarde, eu fui pra casa, pois precisa estudar pras provas e Sesshoumaru também tinha que estudar. Poderíamos fazer isso juntos, mas seria tentação demais, por isso eu fui pra casa.

Sesshoumaru on

Passaram-se alguns dias e hoje era finamente sexta feira.

Estava indo deixar a Rin e o InuYasha no colégio, como sempre.

InuYasha desceu e eu impedi que Rin descesse.

Como os vidros do carro eram pretos, puxei Rin para meu colo e comecei a beijá-la em desespero.

Não sei o que estava havendo comigo, mas hoje estava mais necessitado de ter a Rin comigo.

Agarrei os fios de cabelo da sua nuca e abocanhava sua boca com prazer.

Chupava sua língua com destreza e passava uma das mãos por sua coxa, apertando-a, deixando as marcas da minha mão ali.

Rin on

Eu retribuía o beijo do Sesshoumaru na mesma intensidade.

Ele estava marcando as minhas coxas, mas era por baixo da saia, então não liguei pra isso.

Suas mãos desceram pras minhas nádegas e ofeguei entre o beijo.

Sesshoumaru on

Ouvimos o sinal da escola tocar e Rin levantou rapidamente do meu colo.

- Boa aula, amor. - Dei um último selinho e ela correu pra dentro

Segui então para a faculdade, hoje tinha prova e talvez os professores aproveitariam pra passar trabalho.

Assim que cheguei, vi o Miroku, como sempre.

Entramos na faculdade e fomos para a sala.

Rin on

Tive duas provas hoje e estou muito cansada mentalmente.

Sei que fui bem nas provas, mas a minha aparência é de uma pessoa derrotada.

O sinal tocou, indicando o final das aulas, então peguei minhas coisas e sai com os meus amigos.

Sesshoumaru on

- Que prova era aquela, Sesshoumaru? Parecia um bicho de sete cabeças. - Miroku reclamou

- Se você tivesse estudado, não teria passado pelo sufoco. - Dirigia até o colégio para pegar os outros

- Não sei porque resolvi fazer arquitetura como você. Aquela matemática é o cão. Como eles misturam física, química e geometria assim? Por isso que os caras que se formam viram profissionais impecáveis.

- E se você quer se torna um, tem que pegar pesado, Miroku. Já viu que não tem isso de cola. Tem que se agarrar nos estudos e focar no que você realmente quer.

- Você tem razão.

Estacionei o carro, Miroku foi pro banco de trás e Rin logo sentou ao meu lado.

- Oi amor. - Dei um selinho nela - Como foi seu dia?

Rin on

- Nem me lembre sobre o meu dia. Eu to cansada. Duas provas seguidas e ainda teve a aula de educação física.

InuYasha: Sedentária!

- Idiota!

InuYasha: Baixinha! - Fechei os olhos e comecei a contar até 10 mentalmente

Sesshoumaru on

-InuYasha! Pare de provocar a Rin, ou lhe darei uns bons cascudos.

- Ui! O namoradinho defendendo a namoradinha.

- Provoca e depois não venha chorar.

- Ok! Parei.

Depois de ter deixado os outros, estacionei em casa e Rin entrou comigo.

Sentamos no sofá e, como sempre, Rin foi jogar vídeo game com o InuYasha.

E como sempre, um implicava com o outro.

Levantei e fui até o quarto. Tomei um banho e em seguida fui até onde minha mãe estava.

- Tem algo pra comer mãe? Tô com fome.

- Calma querido. Daqui a pouco sai o almoço. - Minha mãe mexia em uma panela

- Ok então.

Voltei pra sala.

Rin on

InuYasha e eu estávamos jogando.

Eu sei, a gente briga, mas se ama.

Como sempre, um estava empurrando o outro.

- Para de me empurrar, InuYasha.

InuYasha: Então para de me atrapalhar. - Ele me empurrou e cai de bunda no chão

- Aii!! Seu bruto!

Sesshoumaru on

- Sabia que esses empurrões iam dar nisso. - Cruzei os braços e olhei bravo pro InuYasha

- Ah mano! Calma ai, vai? Nós só estamos brincando. - Engoliu a seco

- Não quero mais esse tipo de brincadeira entre os dois, Rin. Me ouviu, né InuYasha? Depois não diga que não avisei.

Subi para o quarto.

Às vezes Rin dava mais atenção pro meu irmão do que pra mim, e às vezes isso me deixava muito bolado.

Rin on

InuYasha: Qual o problema dele?

- Deixa! Eu vou lá resolver.

InuYasha: Boa sorte com o grandão.

Subi as escadas e entrei no quarto do Sesshoumaru, sem bater. Ele estava deitado na cama, com o braço esquerdo sobre os olhos.

- Sesshy. - Sentei ao seu lado - Qual o problema?

Sesshoumaru on

Tirei o braço do rosto e fitei os olhos chocolates da minha baixinha.

- Nenhum. Só não quero mais você com aquela intimidade toda com o meu irmão. Não gosto e isso me irrita. - Soltei o ar pesado que estava preso, contido pelo ciúmes

Rin on

- Só estávamos brincando, mas se você não gosta, então tudo bem. Vou parar. Só acho que você não precisa ficar irritado. InuYasha namora a Kagome e eu estou namorando você.

Aproximei nossos rostos

- Eu amo você, Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

- Também te amo. - Puxei o corpo de Rin pra cima do meu corpo

Minhas mãos, sem cerimônia, agarram suas firmes nádegas, prensando-a contra meu corpo.

Rocei meus lábios nos seus e ela fechou os olhos, entre abrindo os lábios, para receber um possível beijo.

E então, dei início.

Era um beijo calmo, apaixonado, com amor, carinho, envolvente e principalmente, cheio de paixão.

Rin on

O meu beijo com o Sesshoumaru esquentava a cada segundo.

Suas mãos entraram por baixo da minha saia e suspirei entre o beijo.

Sesshoumaru on

Com as mãos de baixo da saia, segurando sua bunda, adentrei a calcinha rendada, fazendo o contado de pele ainda mais próximo.

Apertava sua bunda, sentindo a maciez. Sua respiração, já ofegante como a minha, fazia seus seios se espremerem, me deixando excitado.

Sua língua brincava com a minha com sensualidade.

Apertei sua bunda com força e a fiz sentir que estava duro.

Era tanto tesão reprimido, que eu chegava a me arrepiar dos pés à cabeça.

Sentia minhas bolas contrair por causa do tesão.

Oh céus! Como eu a quero.

Oh céus! Como estou necessitado por ela.

Oh céus! Estou ao ponto de explodir de tesão.

Oh céus! Sentindo até que sou capaz de gozar precocemente, somente por causa dessa fricção entre nossas intimidades.


Notas Finais




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