História Amor entre Amigos - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys (bts), Drama, Jikook, Lemon Suave, Longfic, Namjin, Reviravoltas, Romance, Taegi, Traição, Tramas, Vhope, Vmin
Exibições 100
Palavras 2.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá leitores, lhes trago mais um capitulo da vida sofrida do Taehyung...
Neste capitulo a culpa vai pesar.

Capítulo 15 - Mãe


Fanfic / Fanfiction Amor entre Amigos - Capítulo 15 - Mãe

                Minha mãe me beijava, me abraçava e chorava, ela estava muito emocionada, podia imaginar o seu desespero ao me ver machucado numa mesa de cirurgia e me ver  todo esse tempo sedado num leito de hospital, ela me amava e devia ter sofrido muito com isso, agora a culpa começou a surgir, eu também a amava e ela não merecia isso, sofrer por algo que eu tinha causado, deve ser difícil lidar com filhos inconsequentes, pensava e era o que eu estava sendo, só pensei em mim e nem liguei pras consequências, o arrependimento começou a pesar, tudo o que eu fiz com o Jungkook e o Jimin vai contra o que eu acreditava, parecia que eu estava fora de mim, inerte da realidade, tudo o que eu fiz parecia que tinha sido um sonho, mas não foi. Eu enxugo as lagrimas do rosto da minha mãe e falo:

Taehyung – Mãe eu estou bem...

Mãe do Tae – Filho eu pensei que eu ia te perder e se eu perdesse não aguentaria.

Taehyung – Mas não perdeu, eu estou aqui, seu filho está firme, forte e inteiro ou mais ou menos.

                Finalmente eu a fiz sorrir

Mãe do Tae – Filho eu te amo!

Taehyung – Eu também te amo mãe, não quero que sofra por minha causa.

Mãe do Tae – Como você está se sentindo?

Taehyung – Com muita dor no corpo e na garganta.

Mãe do Tae – Eu vou chamar a enfermeira...

                Ela sai do quarto e eu volto a me cobrir, olhava pra minha perna engessada e pensava no que eu tinha feito e me sentia horrível, uma dor surgiu em meu coração, uma dor que não era física e sim emocional. Não demorou muito e ela voltou com uma enfermeira, que injetou algum medicamento na mangueira do soro e me deu algo pra beber, que também era soro, eu não ingeria nada pela minha garganta fazia uma semana e esse líquido aliviou a ardência. A enfermeira foi embora, deixando eu e minha mãe a sós novamente.

Taehyung – Mãe cadê o pai?

Mãe do Tae – Ele foi trabalhar filho, mas eu já liguei pra ele e avisei que você tinha acordado, ele ficou muito feliz e vai sair mais cedo do trabalho, pra vir te ver.

Taehyung – Eu estou dando muito trabalho pra vocês não é?

                Falei com um olhar triste e ela sorriu sentando na cadeira ao meu lado.

Mãe do Tae – Ah querido, os filhos são pra isso mesmo, para dar trabalho.

                Nós rimos, só ela pra me fazer rir numa hora dessas, mas do nada ela ficou séria e falou:

Mãe do Tae – Filho...

Taehyung – O que foi?

Mãe do Tae – Quando você pretendia me contar sobre as drogas?

Taehyung – Drogas? Que drogas?

                Não sabia do que ela falava, eu nunca usei drogas na minha vida.

Mãe do Tae – Filho foi encontrado no seu corpo, varias substancias químicas, drogas ilícitas...

                Eu estava atordoado, como essas drogas vieram parar dentro de mim, até que me vem na cabeça à lembrança da casa de show, na balada LGBT, que eu enchi a cara com aqueles drinks estranhos e fiquei muito doido, eu me lembro do sorriso mistérios do barman, será que naquelas bebidas tinham alguma coisa, agora tudo fazia sentindo, aquelas coisas que eu vi, as estrelas, as cores que surgiam do nada, eu perdi a razão naquela balada, por causa das drogas então, se não fosse o Hoseok lá eu nem imagino o que poderia ter acontecido, mas eu devia ter desconfiado poxa, era de graça a bebida. Eu volto a encará-la, suspiro e digo:

Taehyung – Mãe eu não uso e nunca usei drogas.

                Ela suspirou aliviada.

Mãe do Tae – Graças a Deus! Então só pode ter sido das bebidas que você tomou na casa de show...

                Eu engoli seco e olhei pra ela envergonhado, como ela sabia, será que leu meu pensamento, não deixa de besteira. Eu pergunto confuso:

Taehyung – Como você sabe disso mãe?

                Ela deu um sorriso de contentamento.

Mãe do Tae – Filho eu já sei de tudo, o Hoseok me contou tudo da noitada de vocês, você encheu a cara, por favor né filhos que decepção.

Taehyung – O pai sabe?

Mãe do Tae – Claro, ele não ficou nada satisfeito em saber disso, filho a gente nunca te proibiu nada, mas você devia ter tomado cuidado e ainda é menor de idade.

Taehyung – Foi mal.

Mãe do Tae – E por causa dessas drogas, você teve uma infecção, seu corpo estava rejeitando os medicamentos e isso dificultou a cicatrização das suas feridas.

Taehyung – Por isso que eu fui sedado.

Mãe do Tae – Foi, você foi aberto na mesa de cirurgia, eles abriram seu peito para reparar as costelas quebradas...

                Ela falava e uma aflição tomava conta de mim, enquanto eu passava a mão no curativo que dividia meu peito em dois.

Taehyung – A senhora estava lá na sala de cirurgia?

Mãe do Tae – Não! Mas eu sei como foi feita, o seu medico nós explicou tudo. Depois da cirurgia, seu corpo não estava cicatrizando, você não se recuperava e ainda teve hemorragia, você tinha que passar por uma desintoxicação e não podia acordar, graças a Deus eles controlaram a infecção e tudo vai ficar bem agora.

Taehyung – A senhora deve ter sofrido muito me vendo nesse estado não é...

Mãe do Tae – Nossa eu fiquei com o coração na mão, devido à infecção tudo se complicou.

                Mas uma vez a culpa pesa em mim e sem nem perceber lagrimas escorriam pelo meu rosto, que são enxugadas pelas mãos dela, que me acalentava.

Taehyung – Desculpa, por te fazer passar por isso, você e o pai.

Mãe do Tae – Filho tudo já passou. Mudando de assunto, o Yoongi falou de suas aventuras com ele.

                Ela ria de forma indiscreta e eu já estava vermelho.

Taehyung – Ele contou!

                Falei nervoso.

Mãe do Tae – Filho que imprudência, no tempo de pegar uma doença sexual, pelo amor de Deus, mas não pegou, fizeram vários exames e você.

                Respirei aliviado.

Taehyung – Quem já sabe disso tudo mãe?

Mãe do Tae – Eu, seu pai e seus amigos...

                Eu levo minha mão até o meu rosto sem esconder minha aflição e vergonha, eles iriam tirar o meu couro pelo resto da vida.

Mãe do Tae – Seus amigos me contaram tudo o que vem acontecendo com você Taehyung, é verdade que você está apaixonado pelo Jimin? E o Jungkook bateu em você por causa disso?

                Eu não queria responder, a vergonha era muito grande, porque era minha mãe ali e ela nem sabia das coisas ruins que eu tinha feito, eu não consegui responder, só assenti com a cabeça.

Mãe do Tae – Filho porque você não nos contou?

Taehyung – Eu ia contar.

Mãe do Tae – Mas filho o Jimin é seu amigo, durante todo esse tempo ele veio aqui todas as manhãs ver se você estava bem, eu sei que acontece de às vezes nos apaixonarmos por um amigo, mas o Jimin ama o Jungkook, até eu sei disso, ou pelo menos amava, porque depois do que ele fez com você...

Taehyung – Ele não teve culpa mãe...

Mãe do Tae – Eu sei que ele não quis fazer isso com você, ele só agiu de cabeça quente, mas mesmo assim ele não podia ter feito isso... Vocês eram amigos desde crianças.

Taehyung – Mas foi essa paixão pelo Jimin que mudou tudo.

Mãe do Tae – Filho paixão dá e passa, mas uma amizade é pra vida toda.

                Ela dizia isso e eu me sentia pior, pois tinha razão eu me deixei levar, não pensei no que era mais importante e abalei a relação com todos os meus amigos, eu me sentia um monstro, me transformei num monstro sem coração e pelo que, por uma paixão, pensava nessa palavra e me incomodava, porque desde quando o amor que eu achava sentir pelo Jimin virou uma paixão, agora eu estava mais do que confuso.

                De repente um homem alto e moreno adentra o quarto, ele estava vestido com um jaleco branco, sobre uma calça branca e uma camisa branca, ele se aproxima de nós e cumprimenta minha mãe, ela o chamava de Eduardo, ele era o medico que cuidava do meu caso, ele me observava e anotava numa prancheta que carregava algo, ele abre um sorriso e se apresenta:

Eduardo – Bom dia jovem Taehyung, eu sou seu medico, me chamo Eduardo Simões, finalmente acordou.

Taehyung – Oi...

                Falei meio envergonhado, ele era bonito e tinha uma voz séria e sensual.

Eduardo – Como se sente?

Taehyung – Eu estou bem, meu corpo que ainda dói um pouco, mas estou legal.

Eduardo – Que ótimo, você deixou sua mãe preocupada.

Mãe do Tae – É Doutor Eduardo, eu já dei uns tranca nele pra ele acordar pra vida...

                Ele toca no ombro da minha mãe e eu estranho essa intimidade.

Taehyung – Doutor o que fizeram comigo aqui? Como foi a cirurgia? Vai ficar cicatriz? Eu quero ver! Lavaram as mãos?

                Eu estava curioso e aflito, queria saber cada detalhe do que tinham feito, mas soou como se eu estivesse desconfiado. Minha mãe me repreende:

Mãe do Tae – Filho!

Eduardo – Tudo bem senhora, sabe como as crianças são curiosas.

Taehyung – Eu não sou criança!

Mãe do Tae – Mas ta agindo feito uma.

Eduardo – Você deve está confuso e com medo...

Taehyung – Não to nada.

                Respondi friamente, não queria que parecesse birra, mas foi exatamente o que pareceu, ele sorriu achando tudo aquilo engraçado.

Eduardo – Tudo bem rapaz, você chegou aqui com oito costelas quebradas!

Taehyung – Oito! Misericórdia.

                Arregalo os olhos espantado.

Eduardo – E duas costelas fraturadas, uma fratura no externo, uma osso da sua caixa torácica, quebrou o braço esquerdo e fraturou o fêmur...

Taehyung – Ah então eu não quebrei a perna?

Eduardo – Não rapaz, você teve muita sorte, só teve leve concussões, nada sério. Colocamos ligas metálicas e pinos nas lesões dos seus ossos, só o que agravou o seu estado foi à infecção causada pelas drogas no seu organismo...

Taehyung – Sobre isso doutor, eu não uso drogas, é que eu tomei uns drinks aí numa balada e não sabia o que tinha dentro.

Eduardo – Entendo, parece que esse tipo de coisa vem acontecendo muito ultimamente.

Mãe do Tae – O que Doutor Eduardo?

Eduardo – Muitos jovens aparecem aqui no hospital, sofrendo de overdose, aceitam bebidas de estranhos e acabam nesse estado, porque essas drogas causam dependência...

Mãe do Tae – Então só podem ser uma quadrilha.

Eduardo – Não se sabe ao certo, porque os jovens adoram experimentar as coisas.

Mãe do Tae – Eu sei bem como é...

                Ela me encara séria.

Taehyung – Bem, então eu só sou mais uma vitima.

                Ele assentiu com a cabeça.

Eduardo – É um tipo de mistura de crack, cocaína, ópio e álcool, que se ingeridas juntas altera os sentidos, causam alucinações e influenciam as decisões.

Taehyung – Como assim?

Eduardo – Bem como eu posso dizer, o individuo perde a capacidade medir consequências dos seus atos, ou seja, como vocês falam, se jogam de cabeça nas coisas sem se importa com o que pode acontecer.

Mãe do Tae – Filho ainda bem que essas drogas já saíram de você.

Eduardo – Taehyung você se sentiu estranho, antes do acidente, fez algo que normalmente nunca faria?

                Eu apenas assenti com a cabeça, estava nervoso agora, será que as coisas que eu fiz, foi tudo influenciado pelas drogas no meu corpo, fazia sentindo, já que tudo o que eu fiz ia contra o que eu acreditava, eu fiz tudo sem pensar nas consequências, só fiz, quanto mais eu pensava nisso, mais confuso eu ficava. Ele continuou:

Eduardo – Mas enfim, você não ficará muito tempo com gesso na perna, só passará alguns messes com o do braço. Eu vou fazer alguns exames em você e se tiver tudo ok, poderá ter alta ainda essa semana.

                Ele sorriu pra mim e mais uma vez eu forço um sorriso, esse medico era estranho, ele me olhava de uma forma esquisita, parecia querer me devorar com os olhos e tinha uma expressão de desejo que me incomodava, eu sei que eu sou bonito, mas ainda nem sabia como estava meu rosto, depois desse acidente e do espancamento do Jungkook. Nesse momento surge em mim uma louca vontade de ir ao banheiro urinar, mas eu percebo que existia um outro corpo estranho em mim, que eu não havia percebido antes, eu estava nu e só vestia a camisola, levanto o coberto, sem me descobrir e levanto a camisola, quando eu vejo um fino e comprido tubo, que saia do meu pênis, estava introduzido dentro da minha uretra, me arrepio vendo isso, não doía, mas me agoniava, eu queria arranca aquilo dali. Eu grito pra minha mãe:

Taehyung – Mãe o que é isso?

Mãe do Tae – O que fiho?

Taehyung – Isso aqui enfiado no meu...

                Eu não conseguia dizer.

Mãe do Tae – Ah é um cateter, bem você precisava eliminar a o liquido do seu corpo e como não podia ir no banheiro...

Taehyung – Mãe tira isso de mim pelo amor de Deus!

Mãe do Tae – Mas eu não sei...

                Eu estava desesperado, queria tirar esse cateter, tremia de pavor ao pensar naquilo enfiado no meu pênis.

Eduardo – Eu tiro jovem.

                Ele falou sério e eu o olho surpreso com muita vergonha.

Taehyung – Não!

Eduardo – Deixe de vergonha, eu sou seu medico e além do mais, eu que coloquei.

                Eu não queria, mas não tive escolha, concordei, ele colocou luvas, me descobri e levantei mais a camisola, a minha mãe via tudo de longe se acabando de rir, ele toca no corpo do meu pênis e dou um leve sobre salto, ele olha pra mim e diz para eu ter calma e puxa lentamente o tubo, eu tremia, fechei os olhos e senti o tubo sair, era mais comprido do que eu pensava, quando saiu todo eu suspirei aliviado, voltei a me cobri e não abro os olhos, estava muito constrangido, não queria olhar pra cara dele, quando eu pensava que não podia sentir mais vergonha a vida me mostrava o contrario, minha mãe volta a sentar ao meu lado, ainda rindo e beija o meu rosto.


Notas Finais


Eita, pois é Taehyung a casa caiu e o remorso surgiu.
Até a próxima.
Obrigado por ter lido.


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