História Amor entre dificuldades - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Chansoo, Exo, Kaisoo
Exibições 122
Palavras 2.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei, beeem atrasada mas tô aqui!

Aproveitem o cap!!!

Capítulo 6 - A primeira vez


Fanfic / Fanfiction Amor entre dificuldades - Capítulo 6 - A primeira vez

            Após se despedir de Jimin e da filha, Kyungsoo voltou para o carro e, antes de voltar pra casa, escreveu para Chanyeol o convidando para sair. O maior concordou e eles se encontraram direto no restaurante para jantarem juntos. Ao saírem de lá, o menor mudou o assunto para algo que o estava deixando ansioso a noite toda.

- Yeol, será que posso dormir com você hoje? Aproveitar que a Nana está com a mãe dela...

- Eu vou adorar receber você no meu quarto – abriu um sorriso enorme.

- Espero que esteja organizado pelo menos – brincou.

- Oh, é mesmo! – arregalou os olhos.

- Estou brincando com você.

 

            Assim que entraram no apartamento do maior, Chanyeol se apressou em oferecer um vinho e pedir para o agora namorado esperar uns minutos na sala enquanto ele dava uma organizada no quarto.

- Pronto, agora está apresentável – disse aparecendo na sala.

- Posso conhecer seu quarto?

- Por favor, venha comigo.

            Os dois seguiram pelo pequeno corredor e logo chegaram no quarto do mais velho. Kyungsoo deixou uma exclamação sair da sua boca ao olhar os detalhes do cômodo, como a estante de livros e a mesinha de estudos bem organizadas e a cama de casal colocada no lado oposto da mesa. Uma coleção de ursinhos e pelúcias ocupava uma prateleira e, abaixo dela, um violão estava pendurado na parede.

- Se a Nana ver todos esses ursinhos ela vai surtar – comentou ao andar até a beira da cama e se voltar para o maior que o observava da porta.

- Eu uso nas aulas, às vezes – falou envergonhado.

- Seus alunos devem se divertir bastante.

- Eu também me divirto com eles, adoro lecionar. – se aproximou do namorado e o abraçou por trás. – o que quer fazer agora?

- Você sabe, namorar um pouco... – encostou a cabeça no peitoral alheio.

- Quer assistir algum filme? Ouvir música?

- Música, você comentou que estava escutando umas novas.

- Ah sim! E o que mais? Um vinho?

- Alguns beijos?

- Muitos beijos – Chanyeol corrigiu sorrindo.

- Algo além de beijos? – seu coração disparava somente em pensar no assunto, quanto mais ao explicitar sua vontade.

- Se você quiser... – distribuiu alguns beijos no pescoço do namorado que apenas suspirou e assentiu antes de se afastar e encarar o maior.

- Vamos deixar rolar, não é?

- Claro, sem pressão. – sorriu e andou até a mesinha de estudos e ligou o notebook – eu vou buscar o vinho enquanto você curte umas músicas – deu uma piscadela e saiu do quarto em seguida.

            Kyungsoo se sentou na cama e observou o quarto novamente, deixando um sorriso enfeitar seu rosto. A sensação estranha em seu peito era gostosa e ele finalmente havia se livrado dos pensamentos que o travavam. Voltou a atenção para a entrada do quarto ao ver o mais velho retornando com as taças e o vinho que abrira mais cedo para beberem.

- Vamos sair esse fim de semana? Algum lugar onde a gente possa dançar e namorar.

- Tem algumas boates legais que podemos ir – ofereceu uma taça cheia ao menor que logo pegou – mas agora eu quero ficar bem juntinho do meu namorado.

- Acho que ainda não me caiu a ficha que estamos namorando – riu e deixou a taça no criado depois de tomar um pouco do conteúdo. – eu não imaginava que podia sentir algo assim de novo e até mais... intenso.

- Você não esperava gostar de um cara tão bonito e legal né? – brincou e se sentou ao lado do mais novo.

- Não mesmo! – levou as mãos aos cabelos alheios e, segurando a cabeça de Chanyeol, aproximou o rosto do alheio – e isso foi a melhor coisa que aconteceu. Reencontrar você, nos tornarmos próximos e esse desejo de me entregar completamente...

- Tem certeza? Ontem você parecia bem nervoso sobre isso.

- Eu penso demais em tudo. Eu estava me preocupando com algo que não é mais parte de mim. Isso é o que eu quero, estar aqui com você.

- Vamos fazer desta noite inesquecível – se inclinou sobre o outro e o beijou de forma lenta e apaixonada.

            As roupas foram tiradas peça a peça e cada centímetro de pele do peitoral e barriga de Kyungsoo foi explorada pelas mãos grandes e quentes do namorado. Os lábios também deslizaram pela região, deixando selares e mordiscadas. Da mesma forma, o menor tocou e maculou o abdômen branco do amado. As carícias de ambos desceram mais até alcançar as intimidades que foram estimuladas com destreza e, por fim, o mais velho dominou o ato ao movimentar seus lábios no falo alheio. Os gemidos contidos o excitavam ainda mais e o faziam aumentar mais a velocidade com que chupava o namorado.

O suor já brotava na testa deles quando Chanyeol se posicionou entre as pernas abertas de Kyungsoo. Depois de lubrificar e preparar a entrada do menor, forçou seu membro vagarosamente sob murmúrios de dor e arranhões que recebia nos ombros e nas costas.

- Só mais um pouco, Soo. Já vai parar de doer. – o maior havia penetrado por completo e esperava um sinal positivo para continuarem. Assim que o mais novo movimentou seu corpo contra o outro, as estocadas começaram. De início eram lentas, mas foram se tornando mais rápidas e fundas à medida que Kyungsoo pedia por mais. A dor fora substituída pelo prazer e ele já não continha os gemidos altos que incitavam Chanyeol a se enterrar cada vez mais até acertar o ponto mais sensível do namorado que curvou as costas e enfiou as unhas curtas nas costas já marcadas do maior. Não precisou muito mais que isso para que os dois se desfizessem e desabassem na cama, exaustos.

 

            Acordar em uma cama estranha à sua e sentindo o cheiro agradável do desjejum trouxe um sentimento diferente em Kyungsoo. O incômodo que sentia na região do quadril o fez resmungar ao se levantar da cama. Ele se arrastou até a cozinha e teve uma recepção calorosa do maior, que o abraçou, beijou sua testa e lhe encheu de perguntas. Os dois comeram e se apressaram em se vestir e sair para o trabalho. Após o expediente os dois se encontraram e foram até uma boate gay, onde curtiram a noite toda.

            A segunda-feira começou com uma ligação de Jimin para o ex-marido, avisando que levaria a filha direto para a escolinha, pois o voo tinha atrasado. Ele foi para o seu trabalho e, depois da academia, buscou a pequena.

 

 

      Jimin e o namorado trocavam leves carícias após o sexo e o rapaz percebeu que ela se mantinha distraída.

- No que está pensando?

- Na Yoona... Eu preciso descobrir algo para conseguir reverter a guarda dela.

- O processo ainda está correndo, não está?

- Sim, mas se eu puder adiantar...

- E como pretende fazer isso?

- Você bem que podia dar uma investigada no meu ex..

- Como é mesmo o nome dele?

- Do Kyungsoo. Eu te passo algumas informações depois.

O rapaz ficou pensativo na cama, apenas concordando com o que a parceira falava, sem realmente prestar atenção.

 

 

            Chanyeol guardava seu material quando recebeu uma mensagem do namorado perguntando se ele poderia buscar Yoona na escola. Ele concordou e assim fez. Ele e a garota cantavam quando Kyungsoo chegou no apartamento.

- Papai! – ela correu até ele e ele a pegou no colo.

- Oi princesinha! Tudo bem?

- Eu fiz um desenho pro senhor! – correu pegar a folha em cima da mesa e entregou ao pai.

- Que lindo! Vamos ter que colocar na parede também! Já jantaram?

            Os dois assentiram, mas o acompanharam enquanto ele jantava. Após isso, ele levou a filha para o quarto e a colocou para dormir. Voltou para a sala e ficou conversando com Chanyeol por um tempo. Quando os dois se despediam com um beijo intenso, alguém bateu à porta.

- Quem será a essa hora? – resmungou enquanto se afastava do namorado e ia atender. Passou as mãos no cabelo e respirou fundo antes de abrir e sorrir para o amigo. – Jeon Ma! Tudo bem?

- Ótimo e você? – entrou e olhou para o maior – Olá Chanyeol.

- Oi Jeon. Eu tô indo, Soo. Até amanhã!

- Até! Boa noite.

- Pra você também. Boa noite Jeon. – passou por trás do namorado e deu um leve tapa na bunda do mesmo e então saiu do apartamento.

- Senta aí, quer beber alguma coisa?

- Não, tô de boa. Eu vim aqui na sexta, mas você não tava...

- Eu saí. Por que não mandou mensagem?

- Porque eu pensei que talvez você estivesse...

- Eu estava com o Yeol.

- Tá vendo, eu fiquei com ciúmes. Você não lembra mais de mim. É tudo ele – reclamou. – Aí venho aqui te fazer uma visita e quem está aqui? O Chanyeol.

- Ele tava cuidando da Nana e a gente mora no mesmo prédio, acabamos nos vendo bastante. – afrouxou a gravata e desabotoou os primeiros botões da camisa.

- Está usando um colar? – perguntou ao ver o brilho prateado.

- Ahn? É – retesou o corpo no mesmo momento, mas logo raciocinou e relaxou ao pensar que o outro não sabia que o maior tinha um igual.

- Posso ver?

            Ele abriu mais um botão da camisa e puxou o tecido para o lado, permitindo que o amigo visse bem seu colar. O menor se aproximou e sorriu por fim.

- Muito bonito mesmo. Agora sim você está parecendo um rapaz jovem.

- Eu não parecia antes? – franziu a testa.

- Você estava muito sério por conta do casamento.

            Os dois trocaram mais algumas palavras e, apesar da vontade imensa de contar a verdade para o amigo, ele se conteve e apenas se despediu quando o outro avisou que precisava ir.

 

            O inverno já se fazia presente assim como os inúmeros enfeites de natal que forravam as vitrines das lojas. Kyungsoo e Jeon Ma andavam pelas lojas comprando o que precisavam para o jantar que fariam e escolhendo alguns presentes. Enquanto o rapaz escolhia um brinquedo para a filha, o amigo se aproximou e fez um comentário repentino.

- Vi que o Chanyeol usa um colar igual ao seu. – pegou uma boneca da prateleira para olhar, mas logo voltou sua atenção para o rosto do amigo. – aí lembrei de como ele ficou incomodado quando eu disse que tinha um encontro às escuras pra você.

            Kyungsoo engoliu em seco e tentou parecer calmo, mas parecia que o outro o acusava de algo. Após uma olhada rápida para o amigo, voltou a fitar a prateleira e suspirou, sem conseguir mais se concentrar.

- E o que tem ele usar um colar igual ao meu? – disse por fim ao se virar para o menor.

- Vocês estão juntos, não estão?

- Não! Nada a ver!

- Tudo bem, então vou fazer essa pergunta novamente na frente do Chanyeol. Ele vai gostar dessa sua negativa?

- Jeon, eu... – parou por um momento e olhou em volta, preocupado – finja que não sabe de nada, okay? Isso pode prejudicar no processo de guarda da Yoona.

- Eu sou seu amigo! Você não podia ter me contado? – gritou.

- Vamos sair daqui, vamos lá pra casa.

            Durante o caminho os dois fizeram silêncio e Jeon Ma mantinha seu olhar na paisagem. Ao entrarem, porém, no apartamento do mais velho, a conversa recomeçou.

- Por que não me contou?

- Eu queria ter te contado, mas eu tive medo da sua reação e...

- Achou que ninguém ia perceber? Que eu não ia descobrir?

- Eu não quero que ninguém saiba. Não enquanto o processo estiver em andamento.

- Não estou mandando ir contar ao juiz ou para a Jimin. – gritava – eu sou seu amigo, por que não confiou em mim?

- É que...

- Pare com essas desculpas. Seja homem e assuma suas ações.

- Você me conhece a tanto tempo, deve imaginar como é difícil para mim falar sobre isso.

- Vocês já beijaram na boca? Dormiram juntos? Por que seria difícil me contar?

- Eu sinto vergonha por gostar de um homem. Por mais que eu tente evitar, eu ainda me sinto mal por estar me relacionando com ele. Mas eu gosto dele, eu acho que eu amo ele.

- E ele sabe disso?

- Eu acho que não. – deu de ombros – desde que a gente assumiu o que sentia que eu queria te contar, mas fiquei com medo da sua reação. Você é meu único amigo e...

- Não vou mentir que eu não fiquei surpreso, porque eu fiquei e bastante. Ainda estou chocado com isso.

- Eu me sinto aliviado por contar a alguém.

- Olha, não sinta vergonha do que sente. É visível que ele te faz bem, você é outra pessoa de uns tempos pra cá.

- Estou tentando não sentir.

- Você sabe que eu sou curioso, não sabe?

- Ai meu deus! – começou a rir e sentiu o rosto ferver.

- Nem precisei perguntar pra saber a resposta. Não era sobre isso que eu estava pensando. – meneou a cabeça.

- Era o que então?

- Aquela vez que você estava todo maluco falando comigo ao telefone...

- Quando?

- Que você disse que tava com palpitação, que não tinha dormido...

- Ahh, o que tem?

- Ele tinha se declarado?

- Não, nós quase nos beijamos. Mas a Nana levantou e me chamou.

- E depois, quem procurou quem?

- Eu o procurei e disse o que sentia.

           

            Mais tarde naquele mesmo dia, o casal se entregava um ao outro entre gemidos de prazer.

 

 

- Eu acho que eu tenho o que você precisa, Jimin.

- Como assim você acha? O que é?

- Precisa ter paciência, minha gata. Vai ser seu presente de ano novo.

- Vou ter que esperar duas semanas? Espero que seja algo realmente bom.

- É algo bombástico, meu bem.


Notas Finais


Tretas estão por vir....


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