História Amor entre dificuldades - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Chansoo, Exo, Kaisoo
Exibições 109
Palavras 1.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sim, voltei rapidinho porque não sei quando vou conseguir atualizar de novo (pode ser que leve mais de uma semana) e pq terminei o capítulo e fiquei ansiosa pra postar.

Capítulo 7 - O começo do pesadelo


Fanfic / Fanfiction Amor entre dificuldades - Capítulo 7 - O começo do pesadelo

Depois do jantar de natal, Kyungsoo e Chanyeol ficaram trocando carinhos no sofá. As duas famílias não tinham tradição de fazer comemorações nesse dia e Yoona estava com a mãe, então eles podiam aproveitar ao máximo aquela noite. O menor estava sentado no colo do namorado, de frente para o mesmo e fazia leves movimentos com o quadril enquanto se beijavam. O maior tirou a blusa alheia e a própria antes de abrir o zíper da calça e deixar que o mais novo deslizasse a mão para dentro da boxer preta.

- Hoje vou cuidar você - falou com um sorriso sacana enfeitando os lábios.

- Vai cuidar como? - perguntou curioso.

- Fica em pé - saiu do colo do maior e se sentou no sofá, ficando de frente para o falo rijo do namorado. Sua boca logo encostou no membro e abocanhou-o inteiro, sem dar tempo para Chanyeol raciocinar direito.

- Ahnn, que boquinha gostosa - gemeu enquanto recebia o trato. Quando estava prestes a se desfazer, o menor se afastou e passou a beijar o abdômen magro e levemente definido antes de pedir que ele se sentasse novamente. Tirou sua roupa de baixo e, com a ajuda do mais alto, sentou lentamente sobre o membro duro até estar completamente preenchido. Assim que se acostumou com a sensação, começou a subir e a descer devagar, e cada vez descendo mais fundo. As mãos grandes o seguravam no quadril e auxiliavam nos movimentos, tornando o ato mais rápido, até não aguentar e pedir para Kyungsoo ficar de quatro. As investidas rápidas e fundas foram certeiras para alcançar o ponto sensível do mais novo que gritava e pedia por mais até sentir o outro se desfazer dentro de si ao mesmo tempo em que ele se desfazia. Seus braços cederam ao cansaço, mas o maior o segurou pela cintura e o ajudou a se levantar.

          Os dois tomaram banho juntos e ficaram deitados juntos vendo um filme, quando o mais alto deles resolveu tocar em um assunto delicado.

- Soo, queria te apresentar para os meus amigos. Eles sabem sobre minha orientação e eu comentei que tava namorando..

- Ah... e-eu não sei se... – ficou em silêncio por um tempo e então continuou – não sei se estou preparado pra isso...

- Como assim, preparado? Eles são bem gente boa e com certeza vão gostar de você.

- É que tem o processo...

- O que tem o processo? – perguntou levemente irritado.

- Tem que vai que algum deles conhece alguém que conheça a Jimin e ela acaba descobrindo? Se o nosso namoro chegar ao tribunal, eu nunca mais vou ter a guarda da Yoona.

- E quanto tempo até sair a decisão da guarda definitiva? – suspirou.

- Não mais que um ano.

- Um ano? – quase gritou – vamos ter que viver como amantes por um ano?

- Eu disse que essa era a minha condição pra gente se relacionar. Não posso de jeito nenhum perder a guarda da Nana. E você sabe que a Jimin não cuida direito dela.

- Mas Soo, eles são meus amigos e não vão sair contando por aí. Eu entendo sua preocupação e estou com você, mas eu só queria que a gente pudesse ter um dia mais descontraído, sem precisar fingir.

- Eu vou pensar, tá bom? – deu um sorriso que não animou o namorado.

- Tudo bem... – respirou pesado e resolveu falar algo que estava lhe incomodando – mas é só por causa da Yoona, não é?

- Sim...

- Ou você ainda não está confortável com a relação...

- Por que está me perguntando isso? – sentou na cama e fitou o maior.

- Porque eu sei como foi difícil pra você chegar e confessar os seus sentimentos.

- Você acha que se eu não tivesse confortável a gente estaria dormindo juntos?

- Talvez, desde que ninguém saiba.

- Acho melhor você ir para o seu apartamento – falou secamente e se levantou.

- Só quero conversar com você, Soo.

- Parece mais que está desconfiando de mim.

- Não estou desconfiando. Ai, merda! Eu só quero saber como se sente. Você não é o meu primeiro namorado, então eu tenho confiança no que estou fazendo, mas e você? Eu me preocupo e tenho medo de me machucar também.

- Eu sei, mas a única razão pra eu estar receoso é a guarda da Yoona, nada mais que isso. Eu gosto de você, Yeol.

- É? – deixou um leve sorriso aparecer.

- É sim, eu gosto bastante de você – voltou a sentar na cama e aproximou seu rosto do de Chanyeol e o beijou.

 

          Passados dois dias do natal, Kyungsoo terminava de se arrumar no vestiário quando o moreno entrou e sorriu ao vê-lo.

- Já está saindo?

- Sim...

- Você me espera? Vamos comer alguma coisa juntos – pediu com um sorriso encantador.

- Tá, te espero lá na recepção. – sorriu de volta e saiu do ambiente.

          Poucos minutos depois, Jongin apareceu e os dois saíram juntos da academia, indo até uma lanchonete ali perto. Os dois conversavam assuntos do dia-a-dia e sobre sair quando o moreno pareceu lembrar de algo.

- Eu te vi um dia desses na Flirt. Eu ia falar com você, mas aí um cara alto se aproximou e eu deixei pra lá.

- Hum...

- Você estava muito sexy, fiquei embasbacado.

- Obrigado.

- Aquele cara com você era só um cara, não é? Tipo, você não usa aliança... A gente podia sair uma noite dessas pra curt...

- Eu não estou querendo me relacionar com ninguém...

- Pode ser só pra curtir, transar...

- Não quero – respondeu depois de olhar em volta com medo que alguém escutasse a conversa.

- Que pena.. – mordeu o lábio inferior e suspirou – mas tudo bem, caso mude de ideia, me avise. Eu adoraria me tornar mais próximo – lançou um sorriso para o menor e se endireitou quando o garçom chegou com o pedido.

          Ao saírem de lá e caminharem pela rua de volta para o lado da academia, Kyungsoo viu o namorado e estremeceu, mas não podia fazer nada pois o outro havia lhe visto também. Jongin apenas observou a reação do menor ao seu lado e, fingindo não ver o maior, se despediu e foi para o estacionamento pegar seu carro.

- Chanyeol, que surpresa! Veio me “buscar”? – brincou.

- É, desculpe, eu deveria ter ligado. Não sabia que tinha marcado outro compromisso.

- Ah, não. O Jongin me chamou pra comer, ele precisava conversar.

- Hum.. – preferiu não questionar mais sobre o outro rapaz ao perceber como o namorado estava assustado com a situação. – a Jimin foi te procurar mais cedo. Disse que precisava conversar com você e que era importante.

- Ela levou a Nana?

- Não, disse que ia te ligar e marcar um jantar em família.

- Vai ver ela quer passar o ano novo com a Nana...

- Pode ser... Eu tinha pensado da gente viajar no sábado...

- Você, eu e a Nana?

- Sim, podemos ir em algum lugar onde ela possa se divertir e a gente aproveita pra namorar um pouco também.

- Eu adoraria – sorriu e ambos entraram no carro do mais alto.

 

 

          Mais à noite, Jimin ligou e pediu para o ex-marido passar buscar a filha que ela queria conversar um pouco. Ele foi para lá e, ao entrar na casa, ficou surpreso com a quantidade de caixas espalhadas pela sala.

- Era sobre isso que eu queria conversar – ela apontou para as caixas com a cabeça – estou voltando para Jeju, ajudar o pai com os negócios dele.

- E a Nana? Dá mais de uma hora de voo até lá! – falou surpreso.

- Eu sei, mas é uma necessidade eu retornar. Ela vai precisar se acostumar com isso.

          No carro, o rapaz tentava prestar atenção na filha, mas a revelação da ex-mulher não saía da sua cabeça. A menina contava animada de como fora passar o natal com os avós e tudo o que tinham feito.

 

          O casal e Yoona saíram logo pela manhã de casa e pegaram a estrada até Incheon, para visitar Songwol-dong Fairy Tale Village. Ao chegarem lá, a garota ficou encantada com a decoração de conto de fadas da vila e eles tiraram muitas fotos. Passaram o dia todo visitando lugares próximos e então reservaram um quarto de hotel para passarem a noite.

 

          Enquanto isso, em Seul, Jimin recebia o namorado que finalmente lhe revelaria o que descobriu sobre o ex-marido dela. Mostrou algumas fotos e gravações que fez e, aproveitando o choque da mulher e fúria, contou a última novidade.

- Eles viajaram juntos hoje e levaram a Yoona com eles. Devem estar celebrando todo esse amor enquanto a garotinha dorme no quarto ao lado.

- Ele não vai ficar mais nem uma semana com ela! – gritou furiosa – aquele canalha, cachorro! – começou a chorar e se sentou no sofá.

- Era o que você precisava, não era? O juiz não vai pensar duas vezes em te dar a guarda – o rapaz acariciava seu ombro.

- Nós ficamos juntos por quase seis anos e agora eu descubro que ele é gay? Como você acha que eu estou me sentindo? Ele nunca falava muito dos amigos, será que tinha um caso?

- Quer uma massagem? Um vinho? Eu não sabia que isso ia mexer tanto com você.

 

 

Tão logo o feriado de ano novo passou, o oficial de justiça entregou a Kyungsoo a intimação com a data da nova audiência. Ele estranhou e ligou para o advogado, que parecia ainda mais sério naquela manhã.

- Parece que ela tem motivos para recorrer da decisão do juiz. Ela alega que você está em uma relação homoafetiva. Precisamos nos encontrar para conversar sobre a audiência.

          Ele apenas encerrou a ligação assim que pode e deixou o celular cair no chão. Seu coração estava descompassado e o chão parecia ter sumido abaixo de seus pés.


Notas Finais


Alguém aí com dó do Soo?


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