História Amor entre inimigos naturais. Será possível? - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alice Cullen, Bella Swan, Brady Fuller, Carlisle Cullen, Collin Littlesea, Edward Cullen, Embry Call, Emily Young, Emmett Cullen, Esme Cullen, Jacob Black, Jasper Hale, Leah Clearwater, Paul Lahote, Personagens Originais, Quil Ateara, Rachel Black, Rebecca Black, Rosalie Hale, Sam Uley, Seth Clearwater, Sue Clearwater
Tags Crepusculo
Visualizações 26
Palavras 1.269
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi, flores.
A imagem acima é uma capa feita pela querida LullyDean. Muito obrigada !!!
Espero que gostem do capítulo.

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Lobo cor de areia


Fanfic / Fanfiction Amor entre inimigos naturais. Será possível? - Capítulo 5 - Capítulo 5 - Lobo cor de areia

P.O.V. Sophie

O lobo cor de areia olhava-me diretamente nos olhos, sem vacilar, eu sabia que ele era um metamorfo ou melhor um lobo, como era mais fácil designar. Mas curiosamente ele não me encarava com ódio típico dos inimigos naturais, nem eu sentia esse ódio, muito pelo contrário eu sentia uma espécie de conecção que me puxava para ele.

Eu tinha que resolver isto imediatamente, porque se um lobo estava aqui, então eu estava no território deles, eu tinha quebrado o tratado.

Oh, meu deus! Eu tinha quebrado a trégua e iniciado uma guerra!!!

Eu tinha que falar com ele e resolver isto. Agora!!!

- Olá, eu preciso mesmo de falar contigo. Podes transformar-te em humano, por favor. – pedi, fazendo o lobo piscar os olhos como se saísse de uma espécie de transe.

Ele concordou com a cabeça grande e peluda, voltou-se de costas e seguiu para trás de uma árvore. O lobo demorou algum tempo e por um momento pensei que ele se tinha ido embora o que me causou uma estranha sensação de aflição e preocupação.

Pouquíssimo tempo depois, um rapaz em torno dos 16 anos saiu detrás das árvores, ele tinha cabelos castanhos, olhos brilhantes castanhos-escuros, pele ligeiramente avermelhada, não era muito musculado mas parecia perfeito, usava uns calções surrados e uma t-shirt e possuía um sorriso brilhante e maravilhoso que me encarava.

Eu surpreendi-me com os meus pensamentos e imediatamente me repreendi.

- Olá, eu lamento imenso. Eu não sabia que tinha entrado no vosso território, mas eu não matei nada… nem ninguém. Por favor, não vamos começar uma guerra.

Eu estava em pânico, eu não podia ser a razão do começo de uma guerra. O lobo à minha frente encarava-me atentamente, provavelmente tentando acompanhar as minhas palavras demasiado nervosas e rápidas.

- Não há problema.- ele disse simplesmente, com uma voz suave que me deixou intrigada.

- Eu não me estou a queixar, mas estás a ser muito compreensivo para um lobo que odeia vampiros.- disse fazendo-o rir e passar a mão no cabelo nervosamente.

- Eu não te odeio.- o menino-lobo falou rapidamente – Só não me agradam muito os vampiros.

Por mais estranho que pareça tais palavras formaram um nó na minha garganta, visto que ele me incluía no grupo de quem não lhe agrada, mas no fundo percebia os seus motivos: em geral os vampiros são cruéis e maléficos, eu também já fui e receio que ainda seja.

Enquanto tais pensamentos rodavam na minha cabeça, provavelmente durante um tempo consideravelmente longo, o menino encarava-me intensamente.

- Eu sou o Seth Clearwater.- ele disse, estendendo-me a mão.

- Sophie Cullen.- devolvi, apertando a sua mão e com esse simples contacto senti algo como faíscas ou choques atravessarem a minha pele. Ele também deve ter sentido e afastámos as nossas mãos, por mais agradável que fosse.

- Há! O clã de vampiros com quem temos um tratado.

- Sim, e eu acho que acabei de o quebrar.- disse tristemente.

- Eu não conto se tu não contares.- Seth sorriu.

- De qualquer maneira eles vão acabar por descobrir, seria melhor se lhes contássemos a nossa versão. – sugeri.

- Tens razão. Mas, o meu pack vai-se passar. – ele disse sorridente.

Fiquei surpreendida pela facilidade com que Seth conseguia sorrir perante situações complicadas. Eu não tinha esse dom, normalmente em situações complicadas eu apenas lutava para sobreviver.

- Achas que conseguimos convence-los a não começar uma guerra? – questionei-o preocupada.

Seth aproximou-se rapidamente, eu sabia que este movimento repentino devia ter-me deixado alerta para uma possível ameaça, mas eu sabia que ele não me ia atacar e eu confiava nele, por mais estranho que isto possa soar.

- Não vou deixar que te magoem.- Seth assegurou-me sério, colocando as mãos na minha face.

- Porquê? – perguntei.

- Eu gosto de ti. Não és como os outros vampiros. – ele disse.

- Como é que tens tanta certeza? – eu questionei-o.

- Não sei, só o sinto. E eu gostava de provar que estou certo, se me deixares conhecer-te melhor.- ele responder e por alguma razão, o que eu mais queria neste momento era que ele comprova-se a sua teoria.

- Eu também gostava muito de te conhecer melhor.- eu sorri para ele, que retribuiu. – Mas, agora temos de ir falar com eles. Onde nos reunimos? – questionei.

- Falámos com ambos e depois reunimo-nos em território neutro.- Seth sugeriu, tirou as mãos do meu rosto e eu acenei a concordar.

- Espero não me distrair e entrar no vosso território, novamente. – ri e Seth juntou-se a mim com uma linda gargalhada.

Seguiram-se alguns minutos em silêncio, sentia que nenhum de nós queria se afastar. Eu definitivamente não queria. E suspeitava que essa vontade tinha a ver com Seth.

Mas, infelizmente, eu tinha de ir.

- Tenho de ir. – disse triste.

Seth assentiu, despedimo-nos e eu corri de volta a casa, quanto mais me afastava maior era a dor que comecei a sentir no peito, no lugar estava o meu coração morto.

Neste momento, soube que a dor era originada pela grande distância colocada entre mim e Seth, eu não sabia porquê, mas fiz uma nota mental para falar com o Carlisle assim que o problema com os lobos fosse resolvido.

A dor aumentava e eu comecei a pensar no menino-lobo que conheci hoje, a dor foi aplacada e diminuiu.

Cheguei a casa, entrei na sala e encontrei a minha família toda em casa.

- Ei pessoal, podem chegar aqui? – chamei e imediatamente a minha família estava na sala.

- Está tudo bem? – Jasper questionou.

Rosalie começou a cheirar o ar e fez uma careta.

- Que cheiro horrível a cão molhado é este? – ela inquiriu enojada.

- Provavelmente sou eu.- eu admiti. (N/A: Falas do filme “Lua Nova”. Nunca poderia deixar de fora).

- O que é que aconteceu, Sophie? – Esme perguntou.

- Pois, eu meio que … entrei no território dos lobos.- disse hesitando a meio da frase.

- O QUÊ? – todos exclamaram chocados e em coro.

- Estás bem, mana? – Alice veio até mim preocupada.- Eu não te vi. Não consigo ver nada relacionado com aqueles rafeiros.

- Nem todos são maus.- defendi, lembrando-me de Seth.

- O que é que te aconteceu? Estás esquisita. - Emmett observou desconfiado.

- Calma, uma coisa de cada vez.- Carlisle interrompeu – Primeiro conta-nos como é que foste para o território dos lobos.

Eu acenei em concordância e comecei a contar tudo do início até à parte em que conheci um certo lobinho simpático (lê-se Seth).

- Então, deixa-me ver se entendi. – disse Edward arrogante como sempre – Tu, uma vampira, distraíste-te e entraste no território dos lobos, por acaso?

- Eu não me distraí, apenas comecei a correr e desliguei-me de tudo o resto. – expliquei – Além disso, não vimos cá à 60 anos. Isto não está como da última vez.

Edward bufou, rolou os olhos perante a minha resposta e resmungou algo como: “Que desculpa esfarrapada”. Fazendo-me soltar um rosnado.

- Chega, Edward !!! Se a Sophie diz que foi um acidente, é porque foi um acidente. – Carlisle interveio irritado.

Uma onda de irritação pairava no ar, mas foi rapidamente substituída por uma onda calmante que nos afetou a todos.

Todos nós olhámos para Jasper que se concentrava em manter um ambiente de paz e tranquilidade e todos lhe enviámos sentimentos de gratidão.

- E agora o que fazemos? – Carlisle perguntou ao lado de Esme.

- Vamos falar com os lobos em território neutro. – eu respondi.

Carlisle concordou, saímos todos de casa e corremos para a fronteira do Canadá. Quando lá chegámos encontrámos os lobos.

Hora de lidar com as feras.


Notas Finais


Então o que acharam?
O que será que vai acontecer no próximo capítulo? Algum palpite?

Espero que gostem e comentem. O próximo capítulo será postado só quando tiver mais 4 comentários.
Beijinhos


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