História Amor Entre Reinos - VHope - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Sehun, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Taehyung, Taeseok, Vhope, Yaoi, Yoongi
Visualizações 105
Palavras 2.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, capivarinhas lindas, boa tarde! Peço desculpas pelo atraso na postagem, é porque ontem eu saí, e quando cheguei, estava morta de cansada e não deu pra escrever, e hoje de manhã fui ao médico, só podendo escrever o capítulo às 11 horas :( Enfim, peço que me perdoem, prometo ser mais assídua. Ah, queria me desculpar pelo especial também, acho que não ficou do agrado de vocês, em vista dos poucos comentários, então me desculpem por isso também, prometo melhorar.

Bom, esse capítulo acontece na manhã em que o Hoseok é preso, vocês vão entender durante a leitura, e desculpa se tiver confuso, mas no próximo a narrativa já volta pra linha do tempo normal.

Recomendo ouvirem a música All With You, da Taeyeon, o link do vídeo vai estar nas notas finais.

Boa leitura :)

Capítulo 17 - Capítulo 16 - Descobertas e Reviravoltas


Fanfic / Fanfiction Amor Entre Reinos - VHope - Capítulo 17 - Capítulo 16 - Descobertas e Reviravoltas

Yoongi nunca pensou que chegaria tão rápido do reino da família Jung para o reino Saja, ainda mais com esse lado da estrada bloqueado. Mesmo tendo que pegar o caminho que dava de sua terra natal até onde Jae-Hwa morava, mesmo cavalgando tão veloz quanto o vento, o príncipe não se sentia cansado ou abatido, muito pelo contrário, sentia-se mais vivo que nunca, com as forças restauradas, e finalmente livre para fazer suas próprias escolhas e ser feliz com a mulher que ama.

Mal via a hora de encontrar sua princesa, tomá-la pelos braços, olhar em seus belos olhos e declarar todo o amor contido e resguardado durante todos esses anos. Depois de guardar seu cavalo, entrou pela porta principal do castelo, cumprimentando os guardas e perguntando se saberiam onde estava Jae-Hwa, que logo lhe informaram que ela estava cuidado do rei enfermo, e essa notícia chocou Min, não sabia que Chung-Ho estava acamado, muito menos com sério risco de vida. Agradecendo a informação, subiu as escadas apressadamente, queria consolar sua amada, e dizer-lhe que ele estava lá para ajudá-la no que fosse preciso. Quando aproximava-se do quarto do rei, Yoongi viu dois rapazes conversando, um tentando consolar o outro, e logo reconheceu Taehyung, que chorava abraçado ao outro, que de início, Min não soube dizer quem era. Resolveu ficar escondido, observando aquela cena. Olhando mais atentamente, viu que o outro garoto parecia-se muito com Hoseok, e ele lembrou que quando esteve em Jangmi, não tinha visto o príncipe por lá, então percebeu que suas suspeitas estavam corretas, mas parecia que Tae não sabia ainda quem era o rapaz, o que deixou Yoongi confuso, afinal eles eram inseparáveis, como Kim não se lembraria de Jung? Ainda matutando sobre o assunto, escutou um grito feroz vindo por detrás dos príncipes, e assustou-se ao reconhecer de quem era a voz.

- ALI ESTÁ O ASSASSINO, PRENDAM-NO AGORA! – Kwang estava apontando para Hoseok de maneira acusadora, o que estava acontecendo? Seu irmão conhecia o príncipe Jung, por que o estava chamando de assassino? Por que os guardas da família Kim estavam obedecendo ordens dele, segurando Hoseok pelo braço e arrastando-o para longe? Taehyung parecia tão perplexo quanto ele.

- Kwang Hyung, o que significa isso? Ele é NOSSO convidado,  além do mais, você não pode dar ordens aos guardas daqui. – Questionou Taehyung.

- Desculpe-me, Taehyung, mas esse patife estava usando-o, e você ingenuamente caiu em sua armadilha.

- Usando-me? Você está louco? – Antes que pudesse continuar, Kwang estendeu um pequeno frasco de vidro na direção de Taehyung, deixando-o ainda mais confuso, e Yoongi embasbacado: ele já tinha visto aquele frasco antes, mas não nas mãos de Hoseok.

- Um dos criados disse que, quando foi limpar o quarto do forasteiro, encontrou um recipiente suspeito, e chamou-me para averiguar do que se tratava. Quando abri o frasco, senti logo o cheiro de veneno, e levando para um dos médicos examinar, foi confirmado que esse frasco continha veneno, e que foi utilizado para matar nosso tão amado rei! – Yoongi não entendia como seu irmão conseguia mentir tão bem, sem nem ao menos tremer a cara.

- O quê? Isso é mentira, eu nunca seria capaz de encostar em um fio de cabelo do rei, quanto mais envenená-lo! Tae, não acredite nisso, é tudo uma armação. – Hoseok debatia-se ferozmente. Kwang desferiu um tapa em sua cara, e continuou com seu falatório:

- Por que ele deveria acreditar em suas palavras vazias, quando nem mesmo sua real identidade você disse a ele? – Nessa hora, Yoongi pôde perceber que Jung ficou estático, como se implorasse silenciosamente para que Kwang não revelasse algo muito importante.

- Do que você está falando, Kwang? – Ouviu Taehyung perguntar.

- Ora, você não sabe? Quem está aqui, na sua frente, mentindo para você desde que chegou, é o nobre e honrado príncipe Jung Hoseok... Levem-no para o calabouço, já! Não percam tempo! – Assim, os guardas prosseguiram conforme as ordens de Kwang, que seguiu junto a eles em direção à prisão.

- Tae, por favor, acredite em mim, eu não matei seu pai. Taehyung, isso não é verdade... – Agora Yoongi compreendia: Hoseok estava sendo incriminado pela doença do rei, que pelo visto, foi um envenenamento causado pelo líquido que se encontrava naquele vidro que Kwang estava segurando.

“Como ele se atreve? Acusar um inocente assim, na cara dura...” Por mais revoltado que estivesse, ao olhar para frente e ver Taehyung derretendo-se em lágrimas, lamentou-se pelo príncipe, que estava em um estado deplorável, sozinho, vulnerável. Yoongi gostava de Taehyung, eles sempre foram bons amigos, e Kim foi o primeiro a fazer amizade com o Min, logo o adicionando em sua roda de convivência, além de que TaeTae sempre o ajudou com conselhos de como conquistar sua irmã. Doía em Yoongi ver como o amigo se encontrava, mas sabia que ele precisava desse momento consigo mesmo, pois nem o mais sábio dentre os homens seria capaz de consolá-lo agora. Pensou em sair de seu esconderijo e entrar no quarto de Chung-Ho, para falar com Jae-Hwa, mas quis tirar essa história a limpo, e rumou para o quarto de Kwang, a fim de desmascará-lo. Chegando lá, encostou-se na parede, pois a porta estava entreaberta, e ele tinha medo de ser descoberto pelo irmão, que poderia fazer sabe-se lá Deus o quê com ele. Escutou Kwang conversando com um de seus guardas, e percebeu que era uma voz diferente da de Shin, fiel escudeiro de seu irmão, e estranhou a ausência do rapaz. Provavelmente Kwang havia o enxotado para fora a pontapés.

- O plano funcionou perfeitamente, senhor. Ninguém desconfia que foi Vossa Alteza quem colocou o frasco no quarto do príncipe Jung.

- Excelente! A visita inesperada de Hoseok a este reino me veio bem a calhar...E a carta que escrevi para meu pai? – Yoongi quase gritou ao ouvir o nome do pai na conversa, tendo que tapar a boca para impedir-se de se delatar. Não era possível que Kang-Dae estava envolvido nessa trama, também.

- Já está a caminho, senhor. Um de meus homens de maior confiança foi pessoalmente ao reino Nun entregá-la ao rei.

- Ótimo trabalho, Jihoon; não se preocupe, você será bem recompensado por isso. Agora, responda-me outra coisa: tem notícias de por onde anda Shin?

- Não, senhor, desde ontem ninguém mais o vi pelos arredores do reino. Talvez ele tenha voltado para junto do rei.

- É, talvez... – Yoongi percebeu algo diferente na voz do irmão, sentimentos que nunca mais havia notado em seu caráter. Seria...tristeza? Decepção? Arrependimento? Aquilo era novo para Min, afinal fazia muito tempo, mais precisamente desde a morte de Mok, que seu irmão não demonstrava seu lado mais doce para alguém, transformando-o nesse ser humano frio, calculista e ambicioso.

- O senhor quer que vasculhemos mais uma vez pelas redondezas para ver se o encontramos?

- Não é necessário, Shin é um exímio guarda, e excelente naquilo que faz. Se ele quisesse ser achado, já o teriam feito. – Kwang falava aquilo com orgulho e admiração do rapaz, e Yoongi percebeu que ele estava novamente se entregando a mais uma história de amor. “Tomara que sim, espero que Shin possa amolecer o coração dele, eu preciso do meu irmão carinhoso e amável de volta...”  Escutou sons de passos se dirigindo à porta do quarto, e Min correu, tentando não fazer muito barulho com os pés, escondendo-se em uma das colunas próximas ao cômodo. Quando viu que a barra estava limpa, soltou o ar que nem se deu conta que havia prendido. Estava chocado com a descoberta da tramoia de seu irmão. Como alguém pode mudar tanto? Como alguém pode ter tanto ódio em seu coração? Qual foi a causa disso tudo? Eram tantas perguntas que ficariam sem respostas, pois ele não tinha coragem de enfrentar o mais velho. Quantas pessoas mais seriam vítimas do furacão chamado Kwang? Quantos mais sofreriam em suas mãos? Não sabia ao certo, mas tinha uma pessoa por quem ele lutaria, que não deixaria que nada lhe acontecesse, que daria sua vida por ela; e foi pensando nisso que Yoongi saiu à procura de Jae-Hwa, para convencê-la a desistir desse casamento catastrófico.

X ----- X

Depois de ter procurado por todo o castelo, Yoongi dirigiu-se ao jardim do palácio, o único local que ainda não tinha ido, mas que deveria ter sido o primeiro, já que era o lugar favorito da princesa. Chegando lá, encontrou-a de costas para si, parecia que não havia notado sua presença ainda, e Min deixou que isso continuasse assim por mais um tempo, para poder admirar a beleza estonteante da mulher a sua frente. É bem verdade que Jae-Hwa havia crescido, tomou corpo e forma de mulher, mas sem perder a candura e o olhar doce de uma criança. Ah, quanta saudade ele sentia dela! Que falta lhe fazia acariciar seus cabelos sedosos e perfumados! Que falta lhe fazia tocar em sua pele macia e sensível! Lembrando-se dos tempos passados, o príncipe colheu um buquê, com rosas das mais variadas formas e cores, e caminhou lentamente para onde ele estava, que como que por intuição, virou-se na direção que ele se encontrava, e não pôde deixar de esconder um sorriso pleno e verdadeiro ao olhar o rosto de seu amado.

- Flores para a mais perfeita criatura de todas... – Falou poeticamente Yoongi. A menina enrubesceu pelas palavras galanteadoras que tanto sonhava em ouvir novamente, e tomando o buquê das mãos alheias, aproximou-se do rapaz, tocando-lhe o rosto de forma carinhosa, como se ele fosse feito da mais fina e quebradiça porcelana.

- Ah, Yoongi...- E ambos se abraçaram, com sorrisos de uma ponta da orelha a outra, sem disfarçar a alegria e o alívio em ver um ao outro ali, junto a si. Ela, por ser um pouco mais baixa, enterrou sua cabeça no peitoral do príncipe. Ele, por sua vez, encostou seu nariz nas madeixas da princesa, deixando-se contagiar pelo perfume que exalava.

- Jae-Hwa, eu precisava tanto te ver, meu amor, tocar em tua pele novamente, sentir teu cheiro e deixar-me ser consumido por ele. Não sabe a falta que você me faz.

- Digo o mesmo a você, meu querido, ainda mais agora, com a situação de papai...- E não conseguiu terminar a frase, e Yoongi sentiu sua roupa ser molhada pelas lágrimas tímidas que saíam dos olhos de sua amada.

- Ssh, ei, está tudo bem, ele logo ficará bem, estou aqui, meu amor, estou aqui...- Min consolou-a, apertando-a ainda mais no abraço. Ficaram assim por mais um tempo, até que desfizeram o gesto, mas deixaram suas mãos unidas, tinham medo de perder esse contato um com o outro.

- Kwang me disse que você estava em Nun, resolvendo uns assuntos com rei In-Ha. – Falou Jae-Hwa, enxugando suas lágrimas e voltando a segurar na mão alheia.

- Sim, mas o que eu tinha de fazer lá, não era mais importante do que o que eu tenho que fazer aqui.

- E o que seria, Yoongi?

- Desista do casamento com Kwang Hyung, diga não no altar, ou antes de subir nele, mas por favor, não cometa esse grave erro. Fique comigo, viva feliz ao meu lado! – Declarou-se o príncipe, e ele viu que a princesa estava radiante com o discurso que acabara de proferir, mas seu olhar abaixou, e ela esmoreceu, deixando-o confuso e receoso de sua resposta.

- É o que mais quero neste momento, meu amor...

- Mas...

- Mas eu não posso, prometi a poucos minutos a papai que iria ao altar com seu irmão.

- Promessas podem ser quebradas! – Falou quase gritando Yoongi. – Por favor, meu amor...- continuou mais calmamente agora. – Faça isso por você, por mim, por nós.

- Perdoe-me, Yoongi, mas a minha resposta é não. – Falou decidida Jae-Hwa.

- E se eu te disser que Kwang foi o responsável pelo envenenamento de seu pai? – Aquela seria a última carta que Min tinha na manga.

- O...o que...que você está dizendo? É algum tipo de piada, Min Yoongi? Porque se for, não tem graça! – Exasperou-se a princesa.

- Mas é a verdade! Eu escutei recentemente uma conversa de meu irmão com um de seus guardas, ele explicava todo o plano, ele disse...

- CHEGA, YOONGI! EU NÃO QUERO OUVIR MAIS NADA! EU NÃO SABIA ATÉ QUE PONTO VOCÊ ERA CAPAZ DE IR PARA CONSEGUIR O QUE QUER. – Jae-Hwa soltou-se do contato com o príncipe, que desesperou-se ao ver a reação de sua amada, totalmente contrária ao que ele esperava.

- Mas, Jae-Hwa, ouça...

- Eu não quero ouvir mais nada! Kwang pode ter seus defeitos, mas jamais praticaria tal atrocidade, ainda mais contra seu futuro sogro!

- E você acha que quem cometeu o crime, então? Hoseok, por acaso? – Yoongi já estava começando a se enfurecer.

- O que Hoseok tem a ver com essa história, pelo amor de Deus?

- Ele veio aqui atrás de Taehyung, mas acabou sendo preso, acusado pelo meu irmão por tentativa de assassinato contra o rei.

Jae-Hwa não estava entendendo uma palavra sequer do que Yoongi dizia, mas então lembrou-se de J-Hope, do estranho que havia chegado recentemente no reino, e de como ele realmente se parecia com alguém conhecido.

- Então ele era mesmo Hoseok...- Falou perplexa a menina.

- Sim, e agora ele está encarcerado, mofando naquela cela, pagando pelo erro cometido pelo meu irmão!

- Eu não duvido nada que tenha sido ele mesmo.

- O que? – Agora era Yoongi quem não a estava entendendo.

- Sim, desde o início eu o via rondando meu irmão, sondando sobre ele, sem nunca lhe revelar quem era de verdade. É bem provável que ele tenha sido o culpado, mesmo!

- Você só pode estar brincando, Jae-Hwa...

- Por que eu brincaria com isso? Não conheço mais o caráter de Hoseok, então sim, eu confio mais em Kwang do que nesse homem que se diz ser o príncipe Jung.

Yoongi estava arrasado. Não reconhecia mais aquela menina por quem se apaixonara perdidamente, o seu único e eterno amor de infância, a garota que tinha como um dos lemas de vida “inocente, até que se prove o contrário”. Talvez ela ainda estivesse aplicando essa perspectiva, só que na pessoa errada. Decidindo que não adiantaria falar mais nada, deu as costas para ela, e começou a se distanciar, não sem antes dizer:

- Eu não quis acreditar quando me disseram uma vez que, por sermos da realeza, não poderíamos casar com aqueles que amamos, por conta de nossos deveres reais, e me mantive cético, até hoje, quando percebi que não existe sentença mais verdadeira do que essa. Eu te amei e ainda amo muito, Jae-Hwa, mas eu não te conheço mais, e não sei se estou pronto para te aceitar com essa nova imagem que você criou para si mesma. – E saiu cabisbaixo em rumo ao castelo adentro.

Jae-Hwa ficou feliz ao confirmar que seu amor de infância também era correspondido, porém, ao lembrar das palavras frias e cruas de seu amado, as quais diziam que por serem ambos membros da mais alta nobreza, não poderiam se dar ao luxo de se casar com quem amavam, pôs-se a chorar abundantemente, caindo por sobre seus joelhos, ficando tão absorta em sua tristeza, que não percebeu o início de uma melodia fúnebre entoada pelos passarinhos, ou quando o vento cessou seu trabalho, deixando as flores quietas em seu lugar, em um modo mais melancólico, como se aquela paisagem bucólica estivesse sofrendo junto a sua princesa por seu infeliz destino.


Notas Finais


https://www.youtube.com/watch?v=JGoL1SOHl20 - link da música.

É isso, minha gente, espero que tenham gostado, um grande beijo!


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