História Amor Escolar - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Kuroshitsuji
Exibições 245
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente!
Obrigada pelos comentários do capitulo anterior!
Espero que gostem desse também!
Boa leitura!

Capítulo 22 - Interrogatório


HORAS DEPOIS...

  Ciel acordou com seu cachorro lambendo seu rosto.

Ciel- Lyon! Pare com isso! Droga, assim vou ter que te tirar quando for dormir, e... ATCHOOOO!!!

  Um espirro saiu de si, e percebeu que havia dormido com a roupa que fora molhada, e que ainda se encontrava úmida. Um frio repentino passou por todo o seu corpo, o que o fez decidir tomar um banho, olhou o relógio antes, eram 19h32min, tá que falou que pretendia dormir a tarde inteira, mas realmente havia exagerado, sua mãe deveria achar que desmaiou no quarto.

Ciel- Há... –Ele caminhou até o banheiro.

 

  Sebastian colocava a jaqueta e se preparava para ir devolver a mochila. Claro, sabia que poderia ter ido mais cedo, no entanto... Queria ver a expressão que os pais do garoto fariam ao vê-lo recebendo visitas àquela hora da noite. Tá, ele era um pouco maldoso.

Na verdade, achava que Ciel havia ficado muito nervoso e agitado depois do beijo e do balde de água, então resolveu dar um tempo relativamente longo para ele voltar ao normal.

Tanaka- Esta de saída senhor?

Sebastian- Há, estou, mas não pretendo demorar, mas talvez eu não jante aqui, por via das duvidas prepare meu jantar.

Tanaka- Como quiser senhor.

Logo em seguida, o moreno saiu em direção a casa alheia.

 

  Rachel estava sentada conversando com seu marido que chegara mais cedo da empresa naquele dia.

Vincent- Então, onde esta o Ciel?

Rachel- Acho que dormindo, ele mandou mensagem dizendo que almoçaria com um amigo, depois ouvi ele chegando e indo correndo para o quarto, não desceu até agora, então acho que ele dormiu.

Vincent- Um amigo? Por que será que tenho a impressão de que esse “amigo” não é o Alois?

Um sorrisinho indecifrável atravessou o rosto de sua mulher.

Rachel- Tem razão, não é o Alois, é o amigo que ele trouxe aqui ontem para o almoço.

Vincent- Hum...

Rachel- É um amigo muito bonito...

Ele olhou para ela e franziu as sobrancelhas.

Vincent- Rachel, não estou gostando das suas insinuações. –Ela riu.

Rachel- Desculpe-me, é que não consegui deixar de lado que você é um pai coruja!

Vincent- Não sou um pai coruja, só quero proteger meu filho, afinal, ele é filho único.

Rachel- Ahã, sei. Você é muito ciumento com ele.

Vincent- Não sou.

Rachel- É sim, mesmo sabendo que um dia ele vai se apaixonar isso se já não tiver se apaixonado.

Vincent- RACHEL! Nós mudamos para cá ontem! Nem tem dois dias direito! É impossível alguém se apaixonar tão rápido!

Rachel- Careta! Você não viu o jeito que ambos estavam se olhando quando ELE veio buscar o Ciel.

Vincent-...

A campainha tocou e ela se levantou para atender. Quando tocou a maçaneta, ouviu a voz do marido.

Vincent- Eu não sou um pai coruja! E nem tenho ciúmes excessivos do nosso filho!

Ela riu e abriu a porta.

Sebastian- Boa noite senhora Rachel, desculpe o incomodo.

Rachel- Que isso, entre e fique a vontade.

Sebastian- Obrigado.

O moreno entrou.

Sebastian- Eu vim devolver a mochila para o Ciel, ele... Esqueceu ela.

A mulher observou a mochila pendurada no ombro do adolescente.

Rachel- Há sim, ele é mesmo muito avoado, esquece as coisas atoa.

Um sorrisinho discreto atravessou os lábios de Sebastian, o que fez a senhora levantar uma sobrancelha.

Vincent- Rachel! Quem esta aí?

  O Michaelis olhou para o homem que aparecera de repente, sem a menor duvida aquele era o pai de Ciel, ambos tinham uma semelhança inacreditável.

Rachel- Esse é o amigo do Ciel.

A expressão que fez com a notícia quase fez o jovem se arrepiar, parece que alguém Ali teria problemas para conquistar o sogro.

Vincent- Há, “o” amigo é?

Fingindo que não reparara o olhar mortífero lançado a si, deu apenas um sorriso simpático.

Sebastian- Boa noite senhor, eu sou  Sebastian Michaelis, eu sinto muito por vir essa hora, é só que ele esqueceu a mochila e eu vim devolvê-la. Espero não estar atrapalhando.

O homem o examinou de cima abaixo.

Vincent- Pronto, você já trouxe, agora pode ir.

Rachel- Vincent! Desculpe ele, eu irei chamar o meu filho, ou quer ir você mesmo?

Antes que tivesse a oportunidade de falar algo, o outro passou na frente.

Vincent- Pode ir você mesma.

Rachel- ok.

Era tão visível que ela se divertia com a situação, quanto era visível o desagrado e o ciúmes de seu marido.

Vincent- Então, você é o Sebastian...

Sebastian- Sou. E o senhor?

Vincent- Vincent Phantomhive. Gostaria de beber alguma coisa? Um chá? Um suco? Um café? Um refrigerante?

Sebastian- Não quero nada obrigado.

Vincent- Sei. Você mora aqui perto não é?

Sebastian- Sim.

Vincent- Você é da mesma sala que o Ciel?

Sebastian- Não, eu sou da sala ao lado da dele.

Vincent- Seus pais quem são?

Sebastian- Richard e Christine Michaelis.

Vincent- Os nomes me são familiares.

Sebastian- Já deve ter os encontrado em alguma festa.

Vincent- Pode ser. O que eles fazem?

Sebastian- Meu pai também é empresário, e minha mãe tem uma galeria de arte. Ele mora no exterior com a minha mãe.

Vincent- Interessante.

Sebastian-...

Vincent- Você parece bem simpático, do tipo que gosta de fazer amizades.

  Sentia que estava sendo interrogado pelo pai da pessoa que pediu em casamento, o pai de Ciel era tão superprotetor, chegava a ser engraçado.

Sebastian- É, eu gosto de fazer amigos.

Vincent- É solteiro?

Sebastian- Por enquanto sim.

Sentiu os olhos do homem a sua frente se apertarem.

Vincent- “Por enquanto” é?...

Sebastian- É, nunca se sabe quando a pessoa certa vai aparecer.

Vincent resmungou em um tom quase inaudível.

Vincent- Como se na sua idade você estivesse procurando “a pessoa certa”.

  O moreno não respondeu, se perguntou o que Ciel estaria fazendo já que estava demorando um pouco, e também não vira nem sombra do cachorro dele. Paços atraíram sua atenção, era a mãe do garoto.

Rachel- Ele disse que você pode subir. É a segunda porta a esquerda.

Sebastian- Obrigado.

Ignorando a expressão totalmente desagradável que se formara no rosto do outro, começou a subir as escadas se contento para não sorrir.

  Não esperava que lhe fosse dito para subir, chegou até a porta indicada e bateu.

Ciel- Esta aberta!

  Ao abrir a porta avistou o garoto, ele estava sentado na cama abraçando o travesseiro. O cão pulou da cama e veio até si, fez um carinho de leve na cabeça dele.

Sebastian- Posso entrar? –Ele fez apenas um sinal de concordância.

Ciel- O que você... Veio fazer aqui? Há essa hora?

A voz continha uma tremedeira quase imperceptível, o que indicava o nervosismo, fez questão de se aproximar mais da cama, indo para o meio do quarto.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Até o próximo!
*Desculpe qualquer erro.


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