História Amor Explosivo - Capítulo 5


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Categorias Minecraft
Personagens Herobrine, Personagens Originais
Tags Minecraft, Minecraft Yaoi, Yaoi
Exibições 26
Palavras 460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei :v
Desculpem a demora
Sabecoméné
Depressão
Pah
...

Capítulo 5 - Give a Handjob For Me


P.O.V Steve

Acordo, olho para cima e Creeper ainda estava ali. Sorrio aliviado. Pelo menos ele não fugiu. Olho no relógio do meu celular e vejo que são oito da noite. Não foi uma boa ideia dormir de tarde, agora eu tô com energia de sobra pra nada. Creeper suspira e se espreguiça.
- Bom dia, amor. - Como pode ser tão lindo?
- Bom dia, Creep. - Sorrio com o novo apelido que inventei, eu sou um gênio dos trocadilhos.
- Creep? Hahahaha, me lembra Radiohead.
- Adoro. Ei, vamos fazer alguma coisa? Dar uma voltinha, sei lá. Tô com energia de sobra.
Creeper boceja e esfrega os olhos, logo após isso se levanta e se joga na cama de novo.
- Ah, você tá com sono.
- Não, babe. É que eu não acordei ainda. Quer me ajudar? - Ele sorri malicioso e eu já saco o recado.
- Com certeza.
Pulo em cima dele e o beijo. Roçava nossos paus com vontade, até sentir que já estávamos duros o suficiente. Abaixo a box dele e a minha, já posicionando o pau dele na minha entrada.
- Ah, vo-você gosta de c-comandar não é? - Creeper fala, gemendo entre as palavras.
- Eu tenho cara de quem é passivo dominado? Acho que não.
Sento no pau dele com tudo e fico cavalgando. Aquilo estava nos levando a loucura, e então, rapidamente, chegamos ao ápice juntos, sujando a porra toda com porra, mas, who cares? (A empregada...) Deitamos para respirar e eu me levanto logo em seguida, botando uma roupa decente (que era do Creep, as minhas tão em casa) e Creep também se arruma.
- Então, amorzinho, para onde nós vamos? - Ele pergunta.
- Não sei, pra onde você que ir?
- Não faço idéia.
- Já sei! Vamos no cinema.
- Boa ideia.


Chegando lá, Creep e eu sentamos lá em cima no canto mais escondido pra ficar se pegando. Durante uns amassos e outros, alguns reclamavam do barulho, e ao verem a cena, se viravam para a frente e se calavam.
- Babe, eu não posso me conter mais.
- Eu não quero perder o filme, daddy...
Ele chega bem perto do meu ouvido e sussurra:
- Então faz aqui mesmo.
E finaliza com uma lambida no meu lóbulo.
- Ah, assim você me mata.
- Quer fazer isso ou não?
- Okay, vamos lá.
Boto minha mão dentro das calças dele e começo a bater punheta pra ele. Ele tapava a boca com a mão pra não emitir nenhum som e eu prestava atenção nas pessoas ao redor. Por fim, ele goza na minha mão, eu lambo tudo, depois nos pegamos de novo e voltamos pra casa. Nos jogamos na cama e dormimos novamente.


Notas Finais


Taraaaan
Sexo, muito sexo.
Eu tô tarada hoje sim


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