História Amor Fati - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias IKON
Personagens B.I, Bobby
Tags Double B, Para Poder Viver
Exibições 41
Palavras 863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oioioi

oLHA SÓ EU COM MAIS UM PROJETO HAHAHA
tenho q me controlar, socorr isso não é bom mas enfim vamos falar disso aqui
então, essa fic eh baseada no livro 'Para poder viver'. é super massa e recomendo q vcs leiam, sério é o livro mais interessante q ja li, e não resisti não postar uma fic baseada nele. well, tem umas modificações, é claro, mas pra quem leu, vai facilmente ver a semelhança

enfim, esse primeiro capítulo fala da fuga do hanbin da coreia do norte, nos próximos eu vou dar uma explicação d como era lá, mas não se preocupem, vAI ROLAR DOUBLE B LOGO LOGUINHO, vo enrola nao

ba leitura

Capítulo 1 - Prólogo


O frio corroeria seus ossos se a adrenalina que lhe percorresse não compensasse aqueles 40° graus abaixo de 0. Corria igual a um desesperado com aquele pequeno bebê em seus braços, era, a partir daquele sombrio dia, sobreviver e cuidar daquela criança o seu objetivo, seguido de chegar à Coreia do Sul.

A questão é, como uma criança de apenas 13 anos cuidaria de outra?

Parecia até que não importava o que ele fizesse, continuaria tendo aqueles 'homens maus' atrás de si. Estava desesperado, eram coisas demais ocorrendo à sua volta; o frio, o sentimento de medo contínuo, o peso de sua pequenina irmã, e as falas baixas em seu ouvido de sua mãe, implorando para que continuasse a correr.

Seria relativamente fácil chegar à China através daquele rio congelado e a escuridão da noite, se, é claro, qualquer vivente daquela região, ou melhor, seus vizinhos, não tivesse os visto e como estavam num país socialista ditatorial, gritado, alertando estarem tentando fugir. Se perguntavam o que alguém ganharia com isso, privilégios não seriam.

A verdade, é que ninguém fugia da Coreia do Norte.

E o pequenino garoto, então, no instante que pôs os pés sobre o rio congelado, após descer a grande montanha que levava para a separação de Hyesan a Chaingbai, teve a desagradável notícia de ter ouvido os gritos de sua mãe.

E, quando pôs-se em olhar para trás e ver o que houve, acabou por vê-la sendo arrastada pelas pernas para trás, enquanto um dos homens, muito sabidos por si como os traficantes de pessoas presentes naquele lado sombrio da China, tentava de todas as formas possíveis, fazer o proibido com aquela mulher que pouco aceitava.

' ' Anyo, anyo! ' ' gritava ela, não tendo sucesso algum com aquilo. Naquele instante, o pequenino de cabelos pretos soube que sua mãe jamais seria a mesma.

' ' Corra filho! Corra com Hanbyul! Cuide dela! ' ' gritou novamente, dessa vez em direção a ele, que olhava espantado para aquilo antes de sua mãe dar um último berro implorando para que o homem parasse.

 

 

Quem sabe eu possa me considerar um tremendo sortudo por ter conseguido fugir da Coreia do Norte, ou um tremendo azarado por também tê-lo feito.

Não é qualquer um que consegue ultrapassar aquelas fronteiras marcadas pelo rio Yalu que, nos meses mais frio, se encontra congelado. Da mesma forma que não é qualquer um que consegue despistar os traficantes de gente que ficam preparados exatamente nessa região.

Entretanto, mesmo tendo conseguido concluir essa enorme proeza, ainda sou um miserável e dificilmente isso irá mudar aqui na China. Na verdade, vim para cá porque era mais perto. Morava em Hyesan, a cidade montanhosa que fica de cara com a divisa. Recordo de, às vezes estar brincando na margem do rio, catando pedras bonitas, e do outro lado ver crianças chinesas comendo deliciosas refeições. Chegavam a me oferecer, mas fui educado a não aceitar nada que viesse deles, mesmo que estivesse a dias sem comer nada.

Eu tinha que aceitar que vivia na maior nação do mundo e, que o Líder Kim Jong-il sabia o que eu pensava e fazia. Mesmo que ninguém visse, ele mandaria seus homens atrás de mim, porque ele lê mentes.

Realmente não queria acreditar nisso, mas os norte-coreanos naturalmente acabam aceitando, mais cedo ou mais tarde.

Nossa vida sempre foi dominada pelo medo; medo de passar fome, de morrer de podridão, de miséria, medo até mesmo de falar e pensar por motivos que acabei de falar. Era doloroso, e chegou um ponto que era impossível aceitar e conviver com isso.

Na verdade, desde que Kim Jong-il, o filho de Kim Il-sung, tomou o poder, esse país se tornou um completo inferno. Mais do que já era, pelo mais incrível que pareça. Essas eram falas de minha mãe, ah minha mãe.

Se passaram nem 50 horas e já sinto a sua falta, o pior, é saber que eu provavelmente nunca mais a verei. Seu último pedido foi que eu cuidasse de minha irmãzinha, Hanbyul. Ela nasceu a 6 meses, estava aprendendo a falar 'maninho Hanbin' ainda. Fico tão triste por isso, nem sequer um ano e já tem que lidar com a fome e a violência.

Já eu, tenho 13. Acho que fazem 8 dias que não ingiro nada, e estou pensando seriamente em me humilhar e comer areia. Não me importo se já estou a dois passos de ficar subnutrido, só quero ter algo em minha boca, e darei todo o alimento decente que conseguir à Hanbyul.

Meu pai? Mamãe disse para eu o encontrar aqui na China, falou que estaria em Chaingbai com meu tio, mas quando cheguei lá, já acabei tendo o desprazer de ver os militares norte-coreanos na frente de sua casa. Não pensei duas vezes e saí correndo. Apesar de saber que precisava do meu pai, mamãe disse que era para priorizar a minha vida e a de Hanbyul.

Agora já se fazem dois dias que ando à caminho do mar amarelo. Mas, acho que acidentalmente acabei indo em direção ao deserto de Gobi. Ah, só queria uma bússola para saber pra qual lado ir.

 

Esse mundo é um inferno.


Notas Finais


gENT GENT GENT
créditos das capas pra @wonshik (esse @ ainda eh meu viu), ela ta se oferecendo pra me ajudar um montão pq eu to sem o pc com photoshop, ai essa linda ta fazendo tudo. t ama <3

quero avisar, também, q logo logo vou estar postando essa fic no wattpad, então, pra aquele coleguinha q nao tem ss mas tem wattpad e ta procurando umas fics double b pra ler, recomenda ae :D
comentários?

tt; @ihbinnie
wattpad; @ihbinnie


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