História Amor felino - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Nekomin

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Garoto, Gato, Missy, Romance, Yukio
Visualizações 56
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoas do planeta terra! E de Marte também!

Mais uma fic, essa foi feita com uma parceria da Tia @Nekomin. Beijo tia, valeu pela autorização.
Esse CAP é apenas pra recapitular os acontecimentos da one. Mas se você ainda não leu a one-short, eu não aconselho a ler essa fic ainda, primeiro leia a one e depois venha para a fic.

A one se chama "A garota e o seu Gato".
Aproveitem.

Capítulo 1 - Manhã de inverno.


Era um dia nublado, havia uma fina camada de neve no chão, apesar do inverno não ser minha estação preferida, eu gosto da maneira que a cidade fica quando neva. As arvores ficam com as folhas brancas por causa da geada, os galhos e o tronco ficam acinzentados, deixando a cidade com um toque de elegância, muito delicada. Os poucos raios de sol que conseguiam atravessar as nuvens extensas refletiam nos flocos que caiam lentamente, os quais pareciam ser de vidro. A idade estava linda, toda brilhante e reluzente pelos raios de sol e pelo gelo, é ela parecia uma cidade de cristal.

Passando pelas vitrines das lojas, enfeitadas com fitas vermelhas e globos coloridos e brilhantes. Era natal. Mais um natal em que eu estava sozinha, mas não faz mal. Já me acostumei. Ao ver o meu reflexo na vitrine, eu passo as mãos pelo cabelo, arrumando alguns fios que haviam bagunçado com o vento. Naquele fim de tarde, o meu cachecol vermelho era o que mais se destacava em meio aos cinzas e pretos das outras pessoas. O que eu posso fazer? Gosto do vermelho. Ao me virar para ir embora, me deparo com uma caixinha velha e suja a minha frente, ela parecia se mexer.
Me abaixei. Abri a caixinha e me deparei com a sena mais fofa do mundo. Um filhotinho de gatinho preto miava e brincava com um pedaço de pano velho. Sorri ao ver aquela criaturinha, brincando. Num instante ele para, olha pra cima e me vê. Ele mia, acho que gostou de mim.

Por conta do frio, eu o pego e o enrolo no meu cachecol, já havia decidido que o levaria para casa. Durante o caminho, ele se mexia, se enrolava mais no meu cachecol.

-Se acalme gatinho. Já estamos chegando.

Ele pareceu se acalmar mais. Acho que dormiu.
Quando cheguei em casa, o coloquei em cima da minha cama. Ele se mexeu um pouco e depois dormiu. Creio que a minha mãe não vá se importar com ele aqui, por que... Bom... Acho que espíritos não se importam com isso. Fui ao banheiro e enchi a banheira com água quente, por que o frio estava “de congelar”. Entrei dentro dela, a água quente causando arrepios em minha pele. Afundei mais, ficando só com a cabeça para fora. Sempre tomo banho com a porta aberta, afinal, moro só, e não acho que o vento seja tão tarado assim. Estava tão concentrada em meus pensamentos, que me assustei ao ouvir um barulhinho na porta, era só o gatinho espiando na fresta da porta.

-Vem aqui neném, vem. –fiz um sinal com a mão para que ele se aproximasse. Afinal, ele era um gatinho bonzinho, ele pulou na prateleira se shampoos que ficava ao lado da banheira, ele colocava uma patinha na água e de súbito a tirava, até que cutuquei ele e o gatinho caiu dentro da banheira. –Vem logo coisinha fofa.

Ela estava brincando na banheira, achei que gatos não gostassem de água. Mas, quem sabe esse aqui não é diferente?
Ele brincava com uns bichinhos de borracha que eu nunca usava, finalmente encontrei um uso para eles, já estava para joga-los fora.

 

Não demorei muito no banheiro. Esvaziei a banheira e me vesti no quarto, sequei o gatinho com uma toalha separada. Fui para a cozinha, e peguei uma caixa de leite que já estava quase no seu fim, “Tenho que comprar mais amanhã”, pensei. Esquentei o leite e o coloquei em uma tigela rasa e o pus em cima do balcão, onde o gatinho estava.

-Que tal... Stuart? –Estava tentando achar um nome para ele.

Mas, ele parava de comer e me olhava como se não tivesse gostado.

- Nino? Alex? Fred? Marley? * Totoro? * –ele continuava a não gostar de nenhum- Assim não dá gatinho! Não estamos entrando num acordo.

Ele volta a comer como se estivesse dando de ombros.

-Você também não ajuda. Facilita pra mim Yukio! –ele levanta o olhar, se aproxima de mim e começa a se esfregar na minha barriga –Gostou? Então vai ser Yukio. -Fasso carinho no seu pescoço- Sabe? Vou colocar uma fita aqui. Assim você também vai ter um cachecol vermelho.

Deixei ele terminar de comer, e procurei nas gavetas da lavanderia uma fita, acabei encontrando um fitilho vermelho. Voltei para a cozinha, onde o gatinho já havia terminado de comer e estava sentado “civilizadamente” me olhando. Achei graça da sena.

-Tão comportado. –Ele virou a cabeça para o outro lado como se tão tivesse gostado da piada- Ow, desculpe fofinho. Já trouxe a fita pra você.

Coloquei a fita nele e o levei para o quarto, o coloquei na cama. Ele estava lambendo a patinha e esfregando no rostinho. –Já está com sono? Já vamos dormir então.

Eu não sei por que. Acho que porque a minha mãe conversava comigo quando eu era pequena, ela falava "O papai não morreu filha. Ele só está dormindo em um belo sono eterno". E quando a vi ser enterrada, no caixão ela estava com um vestido longo branco, acho que eu associava isso com:

Dormir com roupa = Morrer

Dormir sem roupa = Dormir e acordar

Então sempre durmo nua. Assim que me deitei na cama com a barriga para cima com o cobertor me cobrindo, olhei para a  janela, e a noite estava nublada. Acho que deve nevar amanhã, e não não haverá aula. De repente sinto um peso na minha barriga, era o Yukio que tinha pulado em cima de mim.

-O que foi? -eu pergunto- Não quer ficar sozinho?

Parecia que ele me entendia, então ele fez "Não" com o rabo. -Sabe Yukio? Em uma pesquisa que fiz, eu vi que 7 anos para os gatos, é 1 ano para nós, humanos. Então daqui há uns... -parei uns segundos para fazer os cálculos-  Daqui há uns daqui há dois anos e meio, teremos a mesma idade.

Assim que disse isso, ele piscou os olhinhos e se deitou em cima de mim. E dormiu. Fiz o mesmo logo em seguida.

 


Notas Finais


Oi lindos. Espero que tenha ficado bom.
Desculpem qualquer erro.

Beijo. #Carryon


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