História Amor Grego - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Tags Grécia, Rin, Sesshoumaru
Visualizações 106
Palavras 3.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Josei, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


konnichiwa minna-san!!!!!
Desculpem pela demora, não tive mais tempo para nada, eu saia de casa as sete da manha e voltava as oito da noite e ainda tinha que estudar para as provas, e deixei as minha fic de lado, mas em compensação fiz um capitulo bem grandinho!!!!

Capítulo 21 - Capitulo vinte e um


            -Senhorita Kikyou- entrou a minha empregada pessoal entrou no quarto- Senhor Inuyasha ligou, disse que iriam viajar, quer eu ajude a separa as suas roupas?

            -Se puder Clarissa, quero que separe roupas para o frio e botas.

            -Senhor Inuyasha, falou que iriam para Califórnia? Não quer que eu coloque roupas de banho?- ah Inuyasha, quantas vezes ele faz essas burradas, mas não vou reclamar, pelo menos ele ajuda a mentir.

            -Vou levar essas roupas, por que uma vez que fui viajar para um local ensolarado deu chuva, então vou levar roupa de chuva para enganar o tempo.

            -Boa ideia senhorita- ela colocava as roupas em minha mala, sempre conseguia desculpas rápidas para situações como essas, e conseguia facilmente enganar os outros, o único que eu não conseguia passar a perna com as minhas desculpas esfarrapadas era Naraku, não sei o porquê.

            Ele havia me mandado uma mensagem que iriamos pegar o avião as oito, já havia me arrumado tudo certinho para as minhas coisas, não falei com meu pai quando sai, pois o mesmo estava com uma mulher na sala dele, fazendo o que? Bem não estou a fim de falar sobre esse assunto.

            Não demorou muito tempo para Naraku chegar, embarquei no carro, Naraku teve uma boa ideia, já para não dar muita atenção com um carro de vidro escuro, veio com um sem película, mas estava com uma peruca de cabelos prata, idêntica aos cabelos de Inuyasha e um óculos de sol, para que os olhos curiosos.

            Chegamos no aeroporto e pegamos o primeiro voo que tinha destino a Londres. Naraku irias fazer um curso de uma semana sobre empreendimentos, os horários livres nos iriamos sair, aproveitei a viagem para fazer uma pesquisa sobre algumas bibliografias boas para montar um artigo.

            Chegamos em Londres o vento cortante de chuva misturada com gelo era de doer a pele, a minha sorte que vim preparada para isso, ficamos em um hotel próximos ao local que Naraku iria fazer o curso dele, era um hotel do século XVIII, era perto de alguma vila com pequenas casas, dos trabalhadores das empresas locais, crianças brincavam livremente naquela rua, era um local bom para montar uma família.

            -Reservei dois quartos, no nome de Naraku Michaellis.

            A moça da recepção olhou no computador um pouco obsoleta que para os meus olhos não estava em boas condições de uso, e pela expressão dela acho que ela concordaria com a minha afirmação.

            -Senhor Michaellis, sinto muito informar, devido a defeitos técnicos do nosso sistema, já houve algumas reservas que não foram salvas, a do senhor foi uma delas, há um quarto casal disponível, se os dois não se incomodaram, posso supor que ela seja a sua namorada- apontou a moça da recepção para mim, era uma mulher pequena e jovem atrás de seus grandes óculos, nos olhava com certa curiosidade. Antes que eu puder negar a sua pergunta ele respondeu por mim.

            -Sim, reservei dois quarto porque meus sogros são muito conservadores- Naraku olhou em minha direção esperando que eu concordasse.

            -Ah sim claro, papai e mamãe vão pirar ao saber que nós dividimos quartos iguais, se eles chegarem a ligar você pode mentir para nós?- lancei um sorriso de ajuda para ela e ela piscou para mim.

            -Sem problemas! Além do mais, vocês são bem grandinhos para os seus pais não concordarem- ela falou pensativa.

            -Fazer o que se os pais não veem seus filhos envelhecerem- falou Naraku pegando as chaves de sua mão.

            O prédio antigo possuía um elevador, eu tinha um pequeno pânico com elevadores antigos, já que uma vez fiquei presa em um, então sugeri subirmos as escadas, Naraku como sempre se disponibilizou a levar as minhas malas.

            -Você não esta incomodada por ter que dividir o quarto comigo? Qualquer coisa há alguns outros prédios aqui na região.

            -Ah não tudo bem, além do mais já devimos quartos juntos antes- me lembrei daquele incidente de Veneza, acabou manchando as minhas bochechas de vermelho me lembrando das cenas, acho que não é boa ideia não.

            -Então esta bem.

            O quarto era estilo Vitoriano, papel de parede roxo com desenho de floral, uma grande cama da época, o quarto tinha uma sala inclusa, lembrava um pouco a decoração do quarto de Veneza, era como se eu tivesse voltado aquela época.

            -Eu durmo na sala- falou ele colocando as minhas malas no lado da cama.

            -Não, pode dividir a cama comigo.

            -Tem certeza?- olhou para mim com duvidas.

            -A sim claro, pode ficar tranquilo não vou beber nenhum gole de álcool, então pode ficar tranquilo.

            Ele me olhou de um jeito como se quisesse rir, mas olhei feio para ele ficou serio e virou de costas para mim e começou a rir da minha cara.

            -Ai serio aquela vez eu só estava com raiva do Inuyasha , por isso eu tinha bebido tanto.

            -E também pensou usar meu pobre corpo para esquecer o Inuyasha- olhou para mim, fingindo-se de vitima.

            -Oh tadinho, pobre Naraku puro, quase fiz uma grande maldade- cai na gargalha- ai você me faz rir, você é mais rodado que nunca querido, quantas garotas que você ficou desde aquela vez que voltamos da Itália?

            -Quantas vezes você transou com Inuyasha desde aquela vez que voltamos da Itália?- falou se sentando no meu lado da cama. Fiquei em choque com aquela pergunta, eu e Inuyasha nunca chegamos a fazer isso, o que ele estava pensando de mim?

            -Por que a curiosidade? Por que quer saber quantas vezes eu me deitei com Inuyasha?- falei tentando entrar no jogo dele, para ver quais seriam as suas respostas.

            -Nada, só estava curioso mesmo- ele não me parecia muito feliz com que falei.

            -Bem, ele é bom de cama-notei que o ódio era visível em seu olhar.

            -Ora, para alguém que estava com ódio dele, voltou para os braços dele.

            -Eu fui rejeitada- falei olhando para ele, como uma acusação em silencio- eu estava um pouco deprimida, e para manter as aparência me deixei me levar, mas foi só por algumas vezes.

            -Você é bem grandinha sabe o que faz- ele se virou e foi para a porta- vou na empresa fazer meu curso e vou voltar tarde, eles vão fazer um jantar lá então não me espere, aqui por perto há uma biblioteca.

            -Ah sim claro, obrigada.

            -De nada, então até a noite.

            -Naraku espere- ele olhou para mim com a mão no trinco da porta- você ficou com raiva porque me deitei com Inuyasha?- queria saber se ele realmente se importava comigo, sei que era da maneira mais errada de se fazer.

            -Eu namorei com uma garota por um ano, a conheci um mês depois da nossa viagem- fiquei em choque, por essa não esperava, ele abriu a porta e saiu.

            Fiquei em choque, senti as lagrimas de ódio e tristeza cair pelo meu rosto, então todo aquele tempo fiquei como uma idiota suspirando e pensando nele o tempo todo quando estava com uma outra garota.

            Comecei a atirar as almofadas que decoravam a cama para todos os lados, afundei a minha cara no travesseiro para abafar meus soluços, me senti uma idiota, foi com Inuyasha, mas não esperava de Naraku, ele só me contou isso, por que eu menti.

            Levantei-me do travesseiro, se eu ficasse naquele quarto eu ficaria chorando. Foi como que nem aquela vez em Veneza, foi um dia triste, e hoje não foi diferente, comecei a me arrepender da ideia de ter saído com Naraku.

            Tomei um banho quente para esquecer um pouco, e lavei a minha cara para tirar os vestígios de choro. Vesti um casaco quente e uma calça jeans, não estava com muito humor para elaborar algo bonito para sair, vesti um par de botas.

            A moça da recepção me falou que havia uma biblioteca a seis quadras daqui, as ruas não tinham muito movimento de carro, as pessoas daquele local preferiam fazer o uso mais de bicicleta ao invés de fazer o uso de automóveis.

            A biblioteca parecia que era do mesmo ano que o hotel, não havia ninguém nela, só uma recepcionista que parecia ter mais pó nela que nos próprios livros da biblioteca, era um lugar bem grande, mas parecia que a faltas de pessoas nela a fez ficarem mais abandonada.

            Procurei todas as bibliografias necessárias para fazer o trabalho, sentei em uma mesa que achei e comecei a ler, a quantidade excessiva de pó no local me fazia expirar muito, mas eu era obrigada a ficar no local, já que a regra não deixava os turistas levarem os livros para casa, só quem era do lugar podia alugar os livros.

            Olhei para meu relógio do meu celular já era quase oito horas da noite, e a biblioteca já iria quase fechar, olhei minhas mensagens, mas não havia se quer uma de Naraku, isso me deixou frustrada.

 Guardei as minhas anotações na minha bolça, tentei disfarçadamente bater algumas fotos dos livros, já que não teria nada para fazer a noite, ficaria terminando de ler.

-Senhora- a mulher me olhou para mim com cara de tedio, notei que eu havia interrompido uma conversa com alguém muito importante, pois dava para ver pelo reflexo dos óculos dela- poderia deixar esses livros separados para mim?- deixei a pilha de livros na frente de seu campo de visão.

-Não sei se posso, pois, pode chegar alguém aqui e pedir esses livros.- falou ela com pouco caso, se ela estava achando ruim seu trabalho, o que ela estava fazendo aqui então?

-Eu vou chegar aqui quando a biblioteca abrir- falei indo até a porta- a além do mais acho que ninguém vai vir nesse local tão cedo, aqui parece que tudo esta fedendo a mofo.

Graças à chuva congelada, acumulou um pouco de neve no chão, a qual não tinha previsão para hoje, eu amava caminhar em cima da neve, parecia que o chão ficava fofinho.

-Boa noite- falei quando cheguei na recepção do hotel.

-Boa noite senhorita- falou a mocinha dos óculos grandes.

-Por acaso o Naraku já chegou?

-Não o senhor Michaellis, ainda não apareceu- que estranho ele havia me falado que o curso dele acabava antes das sete horas, deve estar fazendo outra coisa.

-Sabe onde tem algum restaurante para jantar? Pois quero dormir cedo e não vou esperar por Naraku.

-Bem aqui no hotel temos um restaurante nosso, fica no ultimo piso.

Fui em direção ao elevador, minhas pernas estavam um pouco doloridas, e o prédio tinha uma altura considerável pela idade dele, então não estava afim de subir monte de lances de escadas.

Acabei comendo só sopa, o lugar era extremamente agradável, mesmo me dando medo, já que o restaurante era na cobertura, e dava um certo arrepio ficar em um lugar tão alto, comi a sopa rapidamente mesmo queimando a minha boca e desci para o quarto.

Naraku ainda não havia chegado, fui tomar meu banho e continuei lendo os livros que eu havia fotografado, quando era dez horas fui dormir, olhei para meu celular e não havia nenhuma mensagem ou se quer ligação dele, fiquei preocupada na hora, mas me lembrei que estávamos em um lugar calmo, então ele era bem grandinho para saber a hora que tinha que voltar.

Deixei o sono tomar meu corpo, que não demorei muito tempo para dormir. Quando acordei vi Naraku entrar no quarto, olhei para um relógio que havia na TV do quarto marcava uma hora da manhã, eu ia perguntar algo para ele, mas ele entrou no banho, mas mesmo assim, ainda senti cheiro de perfume de mulher nele.

Então ele esta com outra? Me senti uma idiota pensando que ele me trouxe para esta viagem para estar no lado dele, e estava com outra? Me senti enojada. Ele havia chegado no quarto, fiquei bem na ponta da cama, com nojo que ele chegasse perto de mim, dormi por causa do cansaço do dia.

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            Espreguicei-me na cama, notei que estava vazia no meu lado, passei as mãos nela, e a cama no seu lado estava gelada, possivelmente ele havia saído mais cedo. Peguei meu celular marcava sete horas da manhã, meu celular iria despertar só daqui quinze minutos, não estava com cabeça para ficar deitada na cama e deixar pensamentos negativos tomar conta da minha imaginação bem fértil que eu tinha.

            Quando eu vou tomar banho me deparo com a infeliz sorte de pegar água gelada, nesses hotéis os chuveiros não eram elétricos, havia aquecimento no piso inferior que levava água quente para os quartos e as pessoas haviam consumido toda a água quente. Acabei tendo tomar banho de água gelada.

            Me vesti de qualquer jeito, quando estava perto de Naraku, gosto de elaborar até uma boa maquiagem, mas meu humor não estava bom, e não queria passar mais nenhum segundo naquele quarto.

            -Senhorita- olhei para moça dos óculos grandes.

            -Sim, pois não- falou ela enquanto colocava uma mecha dos seus cabelos castanhos atrás de sua orelha.

            -Tem mais algum quarto vago?

            -Não, estão todos lotado- falou prontamente- mas porque? Brigou com seu namorado?- bingo!

            -Não! Não é por isso, me senti desconfortável em mentir para meus pais- falei sorrindo amarelo, e que parece que ela não caiu na minha mentira tão fácil.

            -Sinto muito querida, mas todos estão cheios, mas quando algum ficar vazio, eu te ligo- eu estranhei um pouco, pois nunca vi outro hospede além de um casal de idosos na hora que fui jantar.

            Fui à biblioteca, a mulher estava com uma cara emburrada, parecia que queria me matar, liguei para casa de Sesshoumaru, queria falar com Rin, para planejar junto com a prima de elas saírem para fazer compras, mas quando liguei descobri que  a mesma havia saído com Sesshoumaru disse a Kagome. Fiquei refletindo, Naraku havia me dito que seu noivado era para manter aparência, mas pelo que vejo, acho que eles devem se gostar mesmo, desejei sorte, pelo menos alguém pode ser feliz no amor.

            Quando cheguei ao hotel, vejo que havia gente na recepção, eram uma mulher e um homem, vestidos de roupas sociais, pareciam um pouco perdidos, e pelo jeito que eles se portavam não pareciam um casal.

            -Olha só tem um quarto no hotel- a moça de óculos grandes falou.

            -Mas minha querida, nós não somos namorados, e ainda mais ele tem noiva, creio que ela não vai ficar muito feliz em saber que nós dividimos quartos- falou a mulher um pouco sem graça.

            -Ah não tem problema, posso mentir se caso ela ligar, é que nosso hotel esta lotado- falou ela com a mesma cara triste que havia feito ontem.

            -Ah tudo bem , eu posso dormir no sofá- falou o homem gentilmente.

            Fiquei com o queixo caído, aquilo de todo hotel estava lotado era papo furado dela, não acredito que ela fazia isso, e só falava que os quartos mais caros do hotel estavam livres. Marchei para meu quarto totalmente raivosa.

Estava com tanta raiva, estava tudo dando errado, me arrependi de ter vindo. Eu não acreditava que Naraku estava mentindo para mim este tempo todo, sei que não estávamos namorando, mas não acreditava que ele estivesse brincando com meus sentimentos esse tempo todo.

            Fiquei esparramada na cama, estava sem nada para fazer, já havia usado todas as bibliografias disponíveis que havia na biblioteca, havia quase terminado minha pesquisa, eu mande para meu professor revisar, mas ele só me responderia em oito dias, já que estava com vários alunos de TCC, e eu teria que esperar.

            Eu ouvi a porta sendo destrancada, Naraku havia entrado, estranhei que ele não havia chegado tarde como ontem, era só sete da noite, ele parecia normal e não havia perfume de mulher nele como ontem.

            -Naraku, vou voltar para casa- falei sem olhar em seus olhos, não tinha coragem de encara-lo, fiquei encarando o teto do quarto.

            -Por quê?

            -Não estou mais conseguindo ficar no mesmo lugar que você, isso esta me sufocando.

            -Só por isso?

            -Naraku, isso não esta certo, nós dois não damos estamos mais certos..- falei diminuindo o tom da voz.

            -Fale o que há de errado- falou surgindo do nada em meu campo de visão ficando em cima de mim uma mão em cada lado do meu rosto.

            -Não suporto mais a ideia que você esteja com outra mulher, enquanto eu fico me iludindo com a possibilidade que estejamos juntos- tentei não chorar, mas as lagrimas escorriam involuntariamente de meus olhos.

            -Fala assim, até parece que não esteve com Inuyasha esse tempo todo?- falou ele em um tom sínico, me encarrando com seus olhos avermelhado, que refletiam totalmente a minha imagem, como um reflexo em um lago escuro.

            -Fiz isso por que você me ignorava, sabe por quanto tempo fiquei que nem uma idiota esperando uma atitude sua? Sabe quantas vezes eu me senti um lixo por você estar com outras mulher em vez de mim?- gritei furiosa com ele enquanto inutilmente tentava empurra ele de cima de mim.

            -Por que você não falou nada para mim?- olhou confuso como se tivesse ainda tentando processar tudo que falei- eu pensei que todas as suas atitudes fossem para colocar ciúmes no Inuyasha, mas com tempo acreditei que vocês dois não se amansem mais, e eu poderia ter um espaço no seu coração- eu li a sinceridade em seus olhos.

            -Por que eu tinha medo que você me rejeitasse- falei enquanto mais uma torrente de lagrimas escorria do meu rosto, enquanto eu fui silenciada por um beijo seu. Daquele ponto em diante nós dois não seriamos mais interrompidos.

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            Sesshoumaru me beijava de maneira lasciva, deixando claro suas intenções, eu esteja totalmente hipnotizada por suas maricas. Ele puxava para baixo a minha yukata deixando meu busto ao ar gélido do quarto.

            Suas caricias iam para baixo, fazendo-me ofegar por sua audácia, ele me beijava o meu corpo, até que ele parou totalmente, eu estranhei, quando olhei parecia que o efeito a bebida o fez dormir.

            -Acho que ele dormiu...- constatei quando cutuquei seu rosto, ele estava dormindo pesado e não parecia que iria acordar tão cedo assim.

            Empurrei longe do meu corpo e ajeitei ele ao meu lado e arrumei as minhas roupas, desliguei as lâmpadas e tentei dormir, mas não saia da minha cabeça o que havia acontecido pouco agora.


Notas Finais


Desculpe pelos possíveis erros de português, não tive tempo para revisar a história!!!


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