História Amor Híbrido. - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Red Velvet
Tags Bangtan Boys (bts), Blackpink, Red Velvet
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Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OOI, SIIM! DEMOREI... ;^;
Desculpa galera! Não me abandonem, hein? :1

- Tenham uma LOUCA leitura :3 <3

Capítulo 4 - Pai.


Fanfic / Fanfiction Amor Híbrido. - Capítulo 4 - Pai.

. Hoje em Dia .

Pois é... Hoje em dia... tenho meus dezoito anos, uma adolescente, que a maioria de meus "amigos" pensam que agora, é hora de irem para baladas com bebidas, "pegar" gente, até fazer outras coisas mais pesadas. Pra mim? É só um aniversário de três anos de separação dos meus pais. Sim...

Aquele dia foi péssimo, horrível, os gritos eufóricos da minha mãe por de trás da porta, as malas sendo jogadas no chão, as lágrimas do meu pai, coisa que nunca vi! Acompanhavam as roupas lançadas sobre o chão. Aquilo era tão... Traumatizante! Ninguém imaginaria como foi estar na minha pele naquele dia.

Nos mudamos, deixando papai na mesma casa da minha infância, minha mãe, uma mulher fresca e metida. Aff, nem eu, que era sua filha! ... Suportava-a.

Eu visitava todos os dias o meu pai, claro, sem a permissão de minha mãe. Mas, eu não ligava, porque eu o amava e ela não mais, então ela não teria que me levar e nem me buscar! Então ela não precisava se preocupar em ver o "cara estúpido que a fez sofrer"... Huh.

Estou até agora lá, ansiosa para a próxima visita ao meu pai. Mas eu não esperava por...

***

Passei a última noite do Antes construindo uma réplica do edifício Empire State em escala de 1/10.000, com caixa de fraldas geriátricas. Era algo bonito, de verdade, com um metro e meio na base e mais alto que as prateleiras; embalagens grandes como alicerces, médias para o terraço panorâmico e pequenas empilhadas meticulosamente para formar sua espiral icônica. Ficou quase perfeito, não fosse um detalhe crucial.

Yee: - KIM! JÁ DISSE QUE NÃO É PARA BRINCAR EM SERVIÇO! -- Grita, avaliando minha habilidade de derrubar tudo com uma expressão nada, nada boa. -- AINDA É UMA DESAJEITADA. -- Yee era a gerente da loja, ombros levantavam e abaixavam por conta de sua respiração ofegante. Aquilo já fazia parte de seu uniforme tanto quanto as camisas polo azuis que todos tínhamos que usar.

Jisoo: - Me desculpa. -- Digo pegando tudo do chão.

Yee: - QUANTAS VEZES MAIS, KIM? JÁ É A TERCEIRA "ME DESCULPA" QUE DÁ HOJE! -- Diz cruzando os braços e batendo o pé no chão. -- Da próxima, não fique brincando! -- Agressiva e passivamente, sugeria.

Jisoo: - Aaahh! -- Exclamei por fim. Ela se foi.

Arrumava toda a bagunça que tinha feito, passou nem 10 minutos e Yee já tinha retornado.

Yee: - Kim, chamada na linha dois; KIM, LINHA DOIS. -- Ela me encarou enquanto eu me afastava, deixando seu rosto de seriedade em meio às ruínas de minha torre.

***

Na sala dos funcionários, um lugar úmido e sem janelas, encontrei o assistente de farmácia, Millard , comendo um sanduíche de pão de fôrma sem casca diante do brilho vivo da máquina de refrigerante. Ela indicou com a cabeça o telefone preso a parede.

Millard: - Na linha dois, é pra você. Não sei quem é, mas parece surtado.

Peguei o fone que pendia do aparelho.

Sr.Kim: - Jisoo? É você?

Jisoo: - Oi, papai.

Sr.Kim: - Jisoo, graças a Deus! Preciso da minha chave. Onde está minha chave? -- Ele parecia nervoso, sem fôlego.

Jisoo: - Que chave?

Sr.Kim: - Pare de brincadeira! -- Repreendeu-me. -- Você sabe que chave.

Jisoo: - Você provavelmente guardou em outro lugar.

Sr.Kim: - Sua mãe fez isso com você. Pode me contar, ela não precisa saber.

Jisoo: - Ninguém fez nada comigo. -- Tentei mudar de assunto. -- Você tomou seu remédio de manhã?

Sr.Kim: - Eles estão vindo atrás de mim, entendeu? Não sei como me encontraram depois de todos esses anos, mas conseguiram, e o que devo fazer? Lutar contra eles com uma porcaria de faca de pão?

Não era a primeira vez que eu o via falar assim. Meu pai estava ficando velho, e para dizer a verdade, começava a ficar "louco". No início, os sinais de seu declínio mental eram sutis, como esquecer de fazer o almoço, limpar o quarto e a casa. Mas ao longo o tempo do verão a demência que já o consumia tomou um rumo cruel: as histórias fantásticas que inventara sobre sua vida durante os anos do exército, os monstros, a cidade isolada, tornaram-se completa e opressivamente reais para ele, que estava especialmente agitado nas últimas semanas. Minha mãe temia que ele se tornasse um perigo para si próprio e considerava seriamente a ideia de manda-lo para um hospício. Mas, por algum motivo, eu era a única que recebia dele esses telefonemas apocalípticos.

Como sempre, fiz o possível para acalmá-lo.

Jisoo: - Você está em segurança. Está tudo bem. Vou levar um vídeo para a gente ver mais tarde o que acha?

Sr.Kim: Não! Fique onde está! Aqui não é seguro!

Jisoo: - Os monstros não estão atrás de você. Você fugiu deles, lembra? -- Eu me virei para ficar de frente para a parede, tentando esconder de Millard a minha parte daquela conversa bizarra. Ele me lançava olhares curiosos enquanto fingia ler uma revista de moda masculina.

Sr.Kim: - Não todos -- Respondeu. -- Não, não, não. Eu fugi de muitos na verdade, mas sempre havia mais. -- Eu podia ouvi-lo andando pela casa, abrindo gavetas, batendo nas coisas. Estava completamente surtado. -- Mas fique longe daqui, está me ouvindo? Vou ficar bem, é só cortar a língua deles e furá-los bem na cabeça! Se ao menos eu conseguisse achar aquela maldita chave!

A chave em questão abria a porta de um armário na garagem do papai. Lá dentro havia uma pilha de revólveres e facas suficientes para armar uma pequena "matança". Não seria exagero dizer que meu pai gostava de armas.

Repeti a mentira de não saber onde ela estava. Ouvi mais xingamentos e ruídos enquanto papai andava pela casa procurando por ela.

Sr.Kim: Droga! -- Disse por fim. -- Sua mãe pode ficar com a chave se isso é tão importante para ela. E também pode ficar com o meu cadáver.

Desliguei o telefone com o máximo de educação que consegui e liguei para minha mãe logo em seguida.

Jisoo: - O papai está surtando -- Contei.

Sra.Kim:  - Ele tomou os remédios hoje?

Jisoo: - Ele não quis me dizer, mas parece que não.

Ouvi minha mãe dar um suspiro.

Sra.Kim: - Será que pode dar uma passada lá para ver se ele está bem? Não posso sair da agência.-- Agência de modelos. Minha mãe era a estilista desde que eu tinha 12 anos. Era apaixonada por roupas de grifes, sapatos, bolsas, o que a maioria das mulheres gostam de ver quando vão ao shopping.

Claro, meu emprego também não era dos mais reais e era fácil escapar sempre que me dava vontade. Eu disse que podia ir.

Sra.Kim: - Obrigada filha. Prometo que vamos resolver logo toda essa situação do seu pai, está bem?

Toda essa situação do seu pai...

Jisoo: - Você quer coloca-lo em um hospício? -- Observei com frieza -- Passar o problema para outra pessoa?

Sra.Kim: - Eu ainda não decidi.

Jisoo: - É claro que já.

Sra.Kim: - Jisoo.

Jisoo: - Eu posso cuidar dele mãe, sério.

Sra.Kim: - Talvez agora você consiga, mas ele só vai piorar.

Jisoo: - Está bem, como quiser.

Desliguei o telefone, tinha uma bicicleta parada do lado de fora da loja. Não tive outra ideia a não ser rouba-la, mas devolve-la depois, mesmo não sabendo de quem era.

Yee: - Sim? -- Me encarava no balcão.

Jisoo: - É uma emergência de família.

Yee: - Está bem Kim. -- Retrucou ela.

Saí da loja sem olhar para trás, olhei para os lados para ver se alguém veria meu "roubo" à bicicleta, mas não tinha ninguém o que já era de se esperar. Peguei e subi. Indo rápido... Acalme-se papai, já estou chegando!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Desculpa se tiver algum erro!
Vou ver se apareço aqui mais vezes gente. Perdão! Bye Bye~


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