História Amor improvável - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Gustavo Stockler (Nomegusta)
Personagens Gustavo Stockler
Visualizações 6
Palavras 995
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Então está marcado!!


         O dia seguinte passou voando. Eu e Gusta passamos o dia juntos. Fomos nos brinquedos, de novo, e fomos na área de games. Jogamos Just Dance, passamos vergonha, eu finalmente experimentei o óculos VR, é uma coisa surreal. Chorei de rir com o Gusta jogando terror com os óculos VR. Ele deu cada berro que eu ria horrores. É lógico que eu joguei também. Então foi a vez dele rir de mim. Porque eu sou bem medrosa. Curtimos o show na área VIP dessa vez, lá longe do palco. Não tinha muito interesse no show de hoje. E então chegou a hora de nos despedimos. Só nos veríamos na quinta. Ele me acompanhou até o carro do meu pai:
       - Escuta, eu estava pensando numa coisa. - parou na minha frente e me encarou. - Que tal se a gente gravasse um vídeo juntos?
      - Um vídeo? - perguntei surpresa. Achava essa mundo do Youtube fantástico, mas a ideia de ser vista por milhares de pessoas me assustava.
     - Sim. Eu sempre quis gravar com uma fã. E ninguém melhor do que você. Que além de fã, é minha amiga também - pegou minha mão. - Então, o que me diz? - ele fez a carinha mais fofa do mundo
    - Tá, eu topo. - falei empolgada. Provavelmente eu iria me arrepender quando chegasse em casa. Mas já era. Quem mandou eu ser impulsiva?
   - Yeahhh! - nesse momento ele me pegou no colo e me rodopiou.
   - PARAAAA!!! HAHAHA.
   - Então, quando vamos gravar?
   - Huum... pode ser na terça. Fica bom pra você?
   - Sim, fica ótimo. Você não tem aula na faculdade não? - ele já sabia da minha vida toda e eu da dele. Quer dizer, superficialmente. Não sabíamos todos os detalhes sórdidos e tals.
  - Tenho, mas eu peço pra alguém me passar a matéria.
  - Não vai te complicar não? - seu rosto mostrava preocupação.
  - Não, eu já tirei 10 na primeira prova, então só preciso tirar 2 na outra. A média de lá é 6.
  - Nossaaaa, que menina aplicada. Vai ser uma otima jornalista.
  - Assim espero!!!
  - Você será!!! Bom, tem mais um problema. Você mora no Rio e eu moro em São Paulo. Onde que nós vamos gravar?
  - Putz, não tinha pensado nisso. E eu não posso ficar faltando aula.
  - Claro, eu entendo. Que tal a gente fazer assim: a gente grava na minha casa em São Paulo e aí a genre volta pro Rio na terça á noite e eu já fico aqui pro RIR de quinta-feira.
 - Boa idéia!! - o abracei super feliz
 - Desculpe interromper o papo, mas já está tarde e é muito chão até em casa. - meu pai disse da janela do motorista do carro.
- Ok. Bom, então é isso.
- Então é isso. Eu te passo o endereço de casa pelo Whatsapp.
- Ok. Beijo. - nos abraçamos e cada um seguiu o seu caminho.
     No caminho de volta pra casa eu falei pro meu pai que iria pra SP e tals e ele super concordou.
     - Sorte sua que a sua mãe está viajando a trabalho. Nunca que ela ia deixar. - disse meu pai.
    - Nossa, nem me fala. Se bem que ela vai saber uma hora ou outra. Vai aparecer no Youtube pra todo mundo ver.
   - Minha filhinha vai ficar famosa. Hahaha
   - Hahaha. Que isso pai. É só um videozinho. Ninguém vai se lembrar de mim depois.
   Cheguei em casa e arrumei o material da faculdade. Depois fiz minhas higienes e fui dormir.
   
   - Miga, eu não acredito que você passou o RIR inteiro com o Gusta Stockler. Ele é muito gatoooo!! Mas é só seu. O meu coração bate pelo T3ddy. - Maria surtou quando eu disse como tinha sido o RIR. Nesse momento meu celular apitou; Gusta tinha me mandando o endereço. Sorri e guardei o telefone.
   - Que sorriso é esse? - perguntou com um sorriso malicioso.
   - Depois você saberá. - disse fazendo mistério. Além do mais, as paredes tem ouvidos e o que tem de gente invejosa que fica jogando praga nos outros não dá nem pra contar nos dedos. Foi só eu falar e a Joana passou se gabando que tinha andando a cavalo o final de semana inteiro. Ela é gente boa, mas tem um ego muito grande e acha que tudo que ela faz é foda. Sendo que são coisas normais. Ás vezes irrita.
     As aula acabaram e eu fui correndo pra casa pra arrumar a mala antes de ir pro curso de francês.
    - Kamila, é a sua mãe no telefone - disse meu pai na porta do quarto enquanto eu arrumava a mala.
    - Ai, jesus. - se ela descobrisse da viagem já era.
   - Oi, mãe. Tô sim. Foi ótimo. Sim, eu sei. Eu falei com ele... Ai, mãe, credo. Hahaha.... Tá bom.... Dou sim. ... beijos - devolvi o telefone ai da vermelha por causa do que a minha mãe tinha falado.
   - Que foi, filha?
   - Nada não. - na verdade minha mãe tinha falado que ele parecia ser bem dotado, por isso que eu corei. Mas meu pai não precisava saber dessa informação.
  - Huuum, então tá. Olha, eu já comprei suas passagens. Ida e volta. Estão em cima da sua mesa de cabeceira.
 - Ahhh, valeu pai. Você é o melhor. - eu tinha esquecido de comprar as passagens.
   Terminei de arrumar minhas coisas e fui pra aula.
   Cheguei em casa 20:00 pingando de suor por causa da academia. Tomei um banho, liguei o despertados pras 08h e mandei mensagem pro Gusta:
    " Oii. Meu vôo saí as 10h. Eu devo chegar na sua casa lá pra 12h"
    " Eu te busco no aeroporto"
    " Sério? Muito obrigada. Você é um amor <3"
    " <3. Imagina, vai ser um prazer te buscar no aeroporto. "
    " Fofo!! Vou dormir. Bjs"
    " Bjs!!Até amanhã"

       
     
  



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