História Amor Imprudente - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Casamente, Contrato, Cry_queen, Drama, Romance
Visualizações 182
Palavras 5.185
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


TÁ AQUI GENTE, VCS VAO SURTA COMO EU JÁ ESTOU, ENFIM 😐

(perdoem os erros ortográficos)

~* boa leitura <3
~* bjsss <3

Capítulo 39 - " Tudo girava em torno dele... " - Decisão.


Fanfic / Fanfiction Amor Imprudente - Capítulo 39 - " Tudo girava em torno dele... " - Decisão.

" Você me despreza, e nem faz questão dá minha presença. Eu não passo de uma boa distração nesse jogo... " 

Capítulo 37

(...)

(S\n) Pov's On.

Sentir mãos gostosas e pesadas me fazendo carinho no canto do rosto. Estava tudo tão calmo e quieto, o silêncio se tornou em mim uma paz imediata, não havia nada mais maravilhoso que aquele conforto que eu sei lá quem estava me dando. Macios e olhando de forma embaçada —  por conta do esforço pra encherga melhor, após acorda pela primeira vez depois do veneno. — eu pude perceber que os dedos eram grandes e claros, na hora só me veio Jimin no meus pensamento, até eu escutar uma voz que faz muito tempo que não à ouço. Me esforço mais um pouco e vejo um moreno sorrindo lindamente na frente dá minha face, fiquei sem reação mas não queria que ele parasse. 

— J-jungkook o que está fazendo ? — pergunto sorrindo um pouco de lado. 

— Nada de mais... — ele diz após dá um risinho fofo. — Devo chamar os outros ? — pergunta. 

— Não, espere um pouco ! — sei como todo mundo estava preocupado comigo, mas eu precisava de um tempo pra acorda também antes de qualquer coisa. — Parece que fiquei mal, já questou no hospital. — comento, vendo o garoto me ajudar à levantar, ajeitando o horrível travesseiro de hospital. 

— Péssima (s\n) ! — faz uma expressão engraçada. — Caso de cirurgia... 

— Cirurgia ? — pergunto. — O que aconteceu ? — cheguei na incrível e inexplicável pergunta que alguém não sendo eu, deveria responder. 

— Não se lembra ? — ele pergunta arqueando uma sombrancelha. 

— Pouca coisa, más são flashes, algumas cenas cortadas... 

— Sabe como veio parar aqui ? — ele me pergunta sentando na ponta dá cama. 

— Fui envenenada pela Rosé, certo ? — ele assentiu.

— Okay, agora eu vou chamar algum enfermeiro pôs precisam ver como você está ! — ele diz todo comportado. 

Assim que Jungkook voltou com um médico, segurando minha plaqueta e o meu portuário em mãos, o mesmo sorriu e disse que estava contente por eu está bem, ele me avaliou e apresentou todos os diagnósticos que eu deveria seguir. O doutor explicou o que aconteceu comigo enquanto eu dormi e também me deixou avisada que o veneno já tinha sido substituído por soro — agora é completamente compreensível à minha dor no braço. — o que fez meu sangue limpar, e como uma pessoa saudável, eu conseguir me curar rápido, dando à isso o resultado final de um processo bem excultado. Palavras do Dr. Yura. 

— Vou lhe avaliar daqui pra frente mocinha. — o mesmo falou desalinhando o meu cabelo com um simples carinho, logo voltando à sua mão pro bolso do jaleco. 

— Eu não poderei ir embora ? — pergunto confusa, enquanto Jungkook segurava à minha mão. — Eu estou bem certo ? — o doutor me olhou um pouco sério, ele parecia está me escondendo alguma coisa.

— É-é claro que está... — ele coçou à nuca e olhou pra Jungkook, que não obteve resposta nenhuma. 

— Então porquê eu tenho que ficar aqui ? Eu não gosto desse lugar, aroma de hospital não me faz bem... — bufo um pouco nervosa. — Jeon, onde está Jimin ? — eu pergunto ao moreno que apenas sorriu. 

— Ele já vem (s\n), não se preocupe. 

— Acho que o seu noivo deveria te explicar à situação, e também o porquê você terá que ficar no hospital, é por pouco tempo, eu lhe garanto ! — o doutor diz, sorrir e logo saí, junto com Jungkook.

Eu queria muito, mas muito mesmo uma pizza de quatro queijo bem recheada e um refrigerante bem gelado. À fome que eu estou não vai querer essa sopinha horrível de hospital. Eu realmente não vejo à hora de ver Jimin, não me lembro de muita coisa, mas tenho certeza que ele ficou muito preocupado. Provavelmente tentou agredir alguns enfermeiros, quebrou alguma coisa do hospital...ou seja Park Jimin, sendo ele mesmo, e isso me fazia sentir-se culpada, pôs era tudo voltado à mim, uma simples garota comum, sem status ou à família por perto. 

Revirei aquele quarto com os olhos e nada de importante eu achei, apenas tive à visão de uma maravilhosa tela plana enorme na frente dá minha cama. 

— Graças à Deus, um filme... — murmuro completamente agradecida. 

Olhando bem o formato do quarto, os moveis brancos e limpos que haviam ali, tinha cara de um hospital caríssimo. Mas não dei muita bola pra isso não, apenas retirei as pequenas agulhas em meus braços pra poder caminhar até à TV e liga-lá. Difícil foi colocar o pé no chão, eu sentia algo dentro de mim pesar, como uma bola bem pequena, mais ainda sim insuportável. Aquilo doía e fazia um choque térmico ocorrer dá cabeça aos pés. 

Pela minha teimosia eu insistir em querer descer, mesmo sabendo que cairia eu precisava tentar, mas assim que dou o primeiro passo eu vou de cara no chão, ou o que eu pensei quando sentir mãos rodeando à minha cintura e segurando o meu braço. Olhei pra aquela pessoa que com um simples toque me assustou, e agradeci muito por ele ter chegado. 

— Teimosa... — disse com um simples sorriso, enquanto acariciava o canto dá minha bochecha. — Você ouviu o diagnóstico do médico (s\n) ? — Jimin me pergunta um pouco sério. — Não pode ficar se esforçando... — ele diz olhando no fundo dos meus olhos. 

— Eu sei...mas queria ir apenas ligar à TV. — murmuro já que estávamos bem próximo. 

— Senti sua falta... — ele me abraçou tão forte, que acabou me pegando em seu colo me deixando assutada e completamente insegura. 

— P-por quanto tempo eu dormi ? — pergunto fugindo daquele assunto. 

— Seis dias seguidos (s\n). — o mesmo segura à minha mão e logo depois à sela. 

— Onde estão os outros ? — novamente pergunto. 

— Descansando, todos estavam cansados e... — por um momento ele parar de falar, eu notei o quanto suas olheiras haviam aumentado e fiquei preocupada. 

— Você está comendo ? Não dormi à quanto tempo ? Quer alguma coisa ? — e foi assim, perguntas atrás de perguntas, enquanto ele sorria bobo. 

— Não tem que se preocupar comigo ! — falo um pouco mais animado. 

— Tenho sim ! — falo brava. — E eu vou ! — cruzei os braços e o encarei. 

— Dessa vez não princesa, eu quero que você descanse. — Jimin se inclinou e beijou minha bochecha. 

— Más... — foi inútil discutir com ele. 

— Isso é uma ordem (s\n) ! — revirei os olhos. — Eu estou bem, comi como sempre como, à força pelo Jin, só não conseguir dormi muito pôs estava preocupe com você.

— Deita aqui... — bati calmamente à minha mão no colchão e o mesmo se sentou logo jogando o seu corpo pra trás, junto ao meu. — Você tem certeza que está tudo bem ? — passei à mão por aquele rosto macio o olhando nos olhos. 

— Apenas um pouco cansado... — ele boceja e depois deita sua cabeça em cima dos meus seios, enquanto se agarrava na minha cintura. Fiz um leve carinho em seu cabelo e dormi também ao seu lado.

(...)

Quando o Sol se foi mais rápido que o inesperado deixando que mais um dia meu fosse passado em branco e sem nenhuma diversão, fiquei observando Jimin dormi, ele estava com a respiração pesada, mas nada que eu pudesse me preocupar. Ele realmente havia me deixado assim, preocupada, sei muito bem que ele mentiu hoje mais cedo sobre comer e dormir, e isso me deixava tão irritada, à vontade era de bater nele até aprender à separar as coisas. 

Continuei ali sem me mexer, olhando pro quarto escuro, iluminado apenas pela maravilhosa lua lá fora. Sinto falta de sentir o ar, de colocar o pé no chão e até mesmo do rostinho de sonsa dá Rosé. Eu dormi por bastante tempo. E o quê aconteceu com à Rosé durante esse tempo ? 

Eram tantas perguntas, as quais eu tinha medo de pergunta à Jimin. 

Ouço batidas na porta e Jimin logo acorda, assustado e com os olhos embaçados por conta do sono. Era Jin, ele ligou à luz e nos olhou sorrindo com felicidade. 

— Hyung o que está fazendo aqui ? — Jimin se levanta e eu me mantenho quieta. 

— Seu pai quer vê-lo, ele me pediu pra te levar até ele. — o loiro respondeu um pouco sério. 

— Acho que alguém vai tomar broncar do papai... — brinco um pouco e Jimin me da um olhar ameaçador. 

— Não fale bobagens ! — o mesmo diz arrumando suas caças, enquanto eu fazia uma careta. — Não disse à ele que estou no hospital né Jin ? 

— Disse à ele que estava bebendo com alguns amigos... 

— Jin, nós e até mesmo à raça humana sabe que Park Jimin não tem amigos ! — digo olhando o loiro que tentou segurar os risos, mas foi falho. 

— Tem razão (s\n), acho que o Sr. Park irá me punir ! — o loiro ainda mantia o mesmo sorriso, enquanto Jimin negava firmemente com à cabeça mexendo em seu celular. 

— Estou achando muito engraçado à intimidade de vocês... — Jin manteve sua postura e eu baxei minha cabeça. — Jin, pode me esperar no carro ! — ordenou o garoto. 

— Sim Sr. Park ! — disse Jin forte, e antes de sair o loiro piscou pra mim, dando um mínimo sorriso. 

Assim que Jin saiu deixando eu e Jimin sozinhos, o mesmo se aproximou e me olhou sério. Ele realmente não levou à brincadeira à sério né ? 

— O que foi ? — pergunto sentindo seu olhar queimar em minha pele. 

— Não gostei nem um pouco do que eu vi... — ele deminui os olhos e me fez olhá-lo com um só toque seu. — Quando eu sair por aquela porta, certifique-se de ficar bem ! 

— O que quer dizer Park Jimin ? — o encaro assustada, com medo que ele fosse embora de um outro jeito. 

— Yoongi vai vir ficar com você essa noite... — ele parecia não concorda com à situação, e eu também não. — Seja paciente, se não fosse por ele talvez você estivesse cremada perto dá minha mãe agora. 

— Eu não quero vê-lo. — digo já recusando. 

— Você vai vê-lo, você precisa finalizar à sua decisão e quando souber e saber realmente o que quer, vai fazer à coisa certa. 

O que ele queria dizer com aquilo ? Não faço à mínima ideia, mas eu não queria mesmo era ver Yoongi, olhá-lo nos olhos e lembrar-me das poucas coisas que passamos. 

— Boa noite (s\n)... — ele desliza à mão pelo meu cabelo e para sobre o meu rosto, logo beijando o centro dá minha testa com carinho, nada respondi e o deixei sair. 

Ele estava me obrigando à falar com o Yoongi ? Eu sempre soube como Jimin era abusado, mas dessa vez ele estava passando dos limites, me deixando muito brava até. Eu entedi depois de um tempo pensando sobre o que ele havia falado antes de ir de encontro ao seu pai, ele estava principalmente abrindo mão, eu poderia desistir do casamento agora pôs ele ia entender o motivo dá situação. 

 E tudo girava em torno de Yoongi.

Eu não podia abrir mão dá minha felicidade por ele, por mais que eu emitisse qualquer sentimento no garoto, eu tinha uma vida, minha carrera daqui pra frente. Não dava simplesmente pra jogar tudo pra cima e correr pros braços do Yoongi, e era isso o que ele queria de mim esse tempo todo, apenas eu, sem meus problemas, amigos, família... Nada, eu viveria presa dentro de uma bolha se dependesse dele, e óbvio que assim eu não viveria confortável. Por outro lado, teríamos uma vida regrada, íamos nos diverti e entender um ao outro, ele sempre foi um bom ouvinte, eu sempre soube o ouvir e ficar quieta, talvez por isso eu e Yoongi nos dávamos bem, eu não tomava as decisões por ele, me mantia calada, bem clara e oposta minhas resposta. Ele sabia perfeitamente, sempre soube na verdade, que desde de o começo eu fui uma garota difícil. 

As horas passavam e com ela os minutos e segundos, encarei por um breve momento à TV desligada, eu me sentia tão sozinha naquele quarto, entediada também, odeio ficar parada sem fazer nada, isso me estressa. O barulho dá porta que me causava um pouco de incômodo, dessa vez não causou nada, eu senti meu corpo estremecer, estava em pé em frente à janela observando as poucas gotículas de chuva que batia no vidro enorme. Olhei pra trás e fui surpreendida com um abraço apertado e forte, quase que me quebrando em pedaços. Aquele era mesmo Min Yoongi ? 

— Graças à Deus... — ele murmuro afundando sua cabeça ainda mais em meu ombro, eu não disse nada e nem mesmo correspondi aquele toque de saudade.  Me sentia maú. — Como você está ? — sua expressão de preocupação me trazia outros pensamentos, eu estava longe, observando o formato de seu rosto, os lábios, olhos...tudo nele era tão lindo. — Desculpa ter chegado agora. — disse o mesmo um pouco calmo, deslizando à mão em meu cabelo. — Algum problema (s\n) ? — eu realmente não conseguia responder nenhuma de suas perguntas, ele notou muito bem isso. 

Eu queria apenas que fosse diferente, que fosse real. Más o Yoongi jamais será real.

Aqueles pouco centímetros que nos separava, foi preenchido por um abraço meu, ele ficou imóvel, e eu não acabei acreditando no que tinha feito. Dessa vez eu não o apertei, foi um simples abraço, que envolvia muito sentimentos, principalmente dor. Eu sentia muita dor, minha vontade era chorar ali mesmo e o pior, eu não sei porquê. 

À presença dele me machuca. 

— Não há nada de errado, Yoongi. — falei baixo, ainda abraçando o mesmo. 

— Tem certeza ? — ele sorriu passando o dedo em meus lábios. Carinhoso. 

— Tenho... — respondi séria.

Eu não tinha nenhuma vontade, como havia dito eu me sentia maú emocionalmente, nada podia preencher aquele vazio posto no meu peito, e eu não sabia à causa dá dor, mas o motivo era óbvio.

— Não sei como devo te punir por deixar à Rosé ter feito isso com você... — ele parecia tão calmo, leve. O interrompi de imediato. 

— Onde ela está Yoongi ? — pergunto me relacionando à ruiva. 

— Eu dei um fim nela... — seu tom de voz na brincadeira me causava medo e angústia. 

— O que você fez com ela ? — pergunto apavorada, apertando minhas mãos e olhando pra ele preocupada. — Você à matou ? — muita coisa além do que eu imaginava poderia ter acontecido. 

— O que acha que eu sou ? — o loiro cruzou os braços e balançou à cabeça pros lados negativamente. — Decepcionado com você, (s\n) ! — ele fez um biquinho até que fofo, mas nada poderia me fazer mudar de decisão sobre o que aconteceria naquela noite. 

— Responda de uma vez, não enrola por favor ! 

— Eu não à matei, não faria isso com uma garota que tem um cérebro perturbado por conta do seu namoradinho... — disse Yoongi com ironia. 

— Um namoradinho que vai virar meu marido... — murmuro mais baixo do que eu posso ouvir, mas ele não, Yoongi tinha que ouvir, não porque eu queria mas porquê o destino precisava mostrar pra ele à minha decisão. 

— Como ? — o mesmo ficou sério mas do que já aparentava ser, e quando ele ficava assim, seu rosto mudava pra um semblante sombrio e assustador. 

— Olha Yoongi, eu não quero te machucar e muito menos deixar você pensar que eu estou te trocando, mas... — fui interrompida por um grito que fez meu corpo por completo tremer. 

— VAI SE CASAR COM ELE ? — o mesmo disse me fazendo estremecer, e dar alguns passos pra trás, nada o impediria de me machucar fisicamente naquele quarto. 

— Yoongi... — tento conversa com ele, mas ele demonstra está muito irritado. 

— Porquê ? — ele caminha tão rápido pra perto de mim, que eu gelo na hora, na esperança de que ele aceitasse e fosse embora. — Porquê vai se casar com ele ? — Yoongi segura firmemente os meus braços me fazendo encará-lo. 

Não importa o quanto ele me machucasse, não ia chorar, gritar ou simplesmente correr. Eu merecia aquilo de qualquer forma, ambos saíram destruídos, não dava pra evitar era pra acontecer desde de o começo. 

— Não faça perguntas, por favor... — eu não tinha forças pra rebater com ele, mas se eu não o fizesse entender à minha decisão muita coisa poderia dar errado. 

— Fala sério... — o mesmo deu um sorriso forçado e olhou pra um dos cantos do pequeno quarto. 

— Não vamos brigar... — Yoongi segurou dessa vez uma de minhas mãos e me levou até à cama, me fazendo sentar e ficar olhando pra si sem nenhuma expressão. 

— Então vamos conversa ! — fala em um tom meio grosso e ríspido. — Nós temos muito o que conversa... 

— Temos ? — pergunto um pouco confusa. Ele me confundia. 

— Vamos começar pela parte em que você estava grávida, e não consultor um médico. — arregalei os olhos assustada. — Calma, você estava, não está más ! — porquê ele estava sendo tão impaciente comigo ? Isso era um assunto delicado, ele deveria ser delicado, e antes mesmo que eu pudesse impedir ou até mesmo sentir dor já estava entre lágrimas. 

— Para de falar Yoongi... — peço me recusando cada vez mais em cima da cama. 

— Eu não vou parar (s\n), quero que você sinta à dor que eu estou sentindo, à dor que vai ser te ver de branco parada em um alta esperando pra ter uma vida com ele...

— Essas são minhas decisões, elas não tem nada haver com você ! — falo em um modo alterado, eu estava triste, esgotada e péssima.

— Suas decisões ? — ele gargalhou alto, enquanto eu mantia o meu olhar sobre o chão. — Onde estava à sua decisão em deixar à Rosé fazer isso com você ? — ele apontou pra mim desapontado.

— Eu não sabia que ela ia me envenenar, eu não sabia que estava grávida, não coloque à culpa em mim Yoongi. 

— Então quem eu devo culpa ? — o mesmo colocou à mão na cintura e me encarou. Ele ficava realmente lindo naquela jaqueta. 

— Era pra acontecer, não foi culpa de ninguém... — murmuro já cansada daquela discussão. 

— Você é desprezível (s\n), à culpa é sua... — eu notei sua voz pesada, ele estava definitivamente chorando, mas ele não deixava que eu visse. — Você consegue ser pior que a Rosé ! — ele olhava pra mim com desgosto e eu estava sentindo muita raiva disso. 

— PARA DE ME COMPARAR COM ELA ! — gritei mesmo cansada . — Pare de falar isso, eu não tenho culpa alguma, Yoongi, aconteceu ! Sinto muito ter que fazer você à passar por isso, nós dois perdemos algo importante, aceitar é o melhor à se fazer agora... — voltei à chorar mas dessa vez foi pior do que eu imaginava. 

Vejo ele se aproximar, o olhando assim ele parecia mais calmo, me olhava de cima abaixo tentando de certa forma me conforta, mas não adiantava, não naquela noite fria e chuvosa. Tudo pra nós dois havia desmoronado, pacado era à presença dele ali, eu não o ouvir dizer mais nada, ele apenas me abraçou e suspirou profundo, acabando com as minhas inibições. 

— (s\n), eu não tenho estrutura alguma pra deixar você se casar com ele... — sussurro ele deixando bem claro o seu papel naquela história.

Ele me soltou e saiu pela porta sem dizer mais nada, me deixando sozinha e acabada emocionalmente. 

(S\n) Pov's Off

Horas Antes - E.M.P

Park Jimin Pov's On. 

Receber particularmente um comunicado do meu pai chegava até mesmo ser importante pra mim, afinal, se tratava dá empresa. Algo ainda me deixa preocupado em questão à (s\n) quando se relaciona á ele, o Park Minlee nunca foi de se meter na minha vida — nem quando minha mãe estava presente — mas agora que à (s\n) apareceu, ele está no meu pé 24h por dia, sempre me cobrando alguma finança mal feita, ou um departamento falido. Ele manda em mim, mesmo sabendo que ele é o empregado aqui. 

— O que você quer dessa vez pai ? — pergunto vendo ele sentado na minha cadeira, dentro dá minha sala com os pés posto na minha mesa junto ao meu material de trabalho. — Um cafezinho dessa vez ? — ele sorrir irônico. 

— Indo direto ao ponto, quero que você desista dá empresa ! — o mesmo se lavantou e arrumou à gravata. 

— COMO ? — gritei me aproximando cada vez mas do mais velho. — FICOU MALUCO VELHO ? — perguntei. 

— Você tem duas opções, cabe à você qual irá escolher... — o copo de whisky que estava em suas mãos, foi para em minha mesa, vazio. 

— Quais são elas ? — pergunto apreensivo. 

Meu pai estava realmente maluco em querer tirar à empresa das minhas mãos. Aquele império era meu, desde de quando pequeno ! Ninguém nem mesmo o meu pai poderia deixar apagar o meu nome. 

— Deixe à garota e se case com à moça que eu sugeri, você terá as minhas 5 empresas ao redor do mundo e mais à sua erança. — ele diz simplito. 

— Jamais ! — respondi de imediato, eu não trocaria à (s\n) por 5 prédios. 

— Então esqueça isso aqui, e viva à sua vida. — o velho diz e logo depois para ao meu lado. — Do meu dinheiro, você não terá nada ! — fala ríspido. — Caso mude de ideia... — ele começou e eu o interrompi. 

— Eu não irei ! 

— Mas se mudar, dentro daquele envelope amarelado à três contratos, se assinar os três e se casar com uma moça de status e respeito, E.M.P é sua Park Jimin ! — revirei os olhos deixando que o mesmo acreditasse que eu mudaria. 

O meu pai realmente não me conhece, ele não sabe o quanta à palavra Park tem poder e veneno dentro de mim. Eu ficaria com à (s\n), e com as empresas também. 

Semanas Depois - Mansão. 

Acorda do lado dela nunca foi tão gostoso como hoje. Eu observei melhor à expressão calma do seu rosto, e como ela respirava leve. Seus cabelos desalinhados e jogados em cima do meu ombro me causavam cócegas, e eu juro que nunca quis tanto dar risada como naquele momento com ela. Mas pra não acorda-lá, eu precisava me recompor antes que tudo desse errado. 

Seu peso não me incomodava, nem mesmo o formato de seu corpo me dava mais medo de como à primeira vez que há vi. Ela era realmente linda, e está ainda mais debaixo dos meus lençóis, na minha cama que está prestes à se torna nossa. Nossa cama, nosso carro, nossa casa...Eu já estava construindo uma vida, sem antes mesmo de pedi-lá em casamento. 

O sorriso dela me alucinava, o corpo dela me arrematava à um desejo único, ela era minha independente de qualquer coisa e desde o começo eu sempre soube que isso nuca mudaria. E não mudou. 

(S\n) se mecheu um pouquinho na cama e logo depois acordou, ela abraçou um pouco mais o meu corpo e sorriu de forma rutilante. Essa mulher tem o dom de me destruír de formas maravilhosas todos os dias. 

— Bom dia... — ela murmurou ainda de olhos fechados. 

Olhei o relógio e lamentei imensamente por te que levantar e ir trabalhar, não podia deixa à empresa nas mãos de qualquer pessoa. 

— Bom dia meu amor. — passei à mão em seu cabelo e logo selei o topo de sua cabeça, arrancando dela um gemido baixo, por saber que eu tinha que levantar. 

E assim eu fiz, me levantei na maior dor do mundo de ter que deixa-lá. 

— Tem mesmo que ir ? — ela pergunta manhosa. — Não pode ficar mais um pouco e chegar atrasado apenas hoje ? — (s\n) se levanta e fica de joelhos em cima dá cama me encarando com os olhos enxados. 

— Já te expliquei meu amor, eu não posso deixar que te tirem de mim, e nem à minha fonte de renda. — ela sorrir e eu selo os seus lábios, gostoso era à forma como sua boca preenchia à minha com rapidez. 

Entrei no banheiro e inicie um banho rápido, por conta dos meus devaneios pensando em (s\n), vou ter chegar no mínimo 5 minutos atrasado. Terminei, me sequei e fui pro closet procurar algo pra vesti, — não que eu não tivesse roupas, mas elas já estavam me dando enjôo — peguei uma calça social preta e uma blusa social vinho quase pro fúcsia. À gravata preta o tênis social também preto. Passei o meu perfume caça mulher e arrumei o cabelo de um jeito agradável. Dobrei as mangas da blusa social até o cotovelo, dando um charme mais sexy — como à (s\n) diz —e finalmente peguei o paletó junto com à minha carteira e à chave do carro. 

Voltei pro quarto e (s\n) tinha arrumado à cama, à mesma me trouxe um café feito por ela mesma, doce e quente do jeito que eu amo, sem falar que está no ponto perfeito. Enquanto eu virava à xícara na minha boca, ela ajeitava à minha gravata, provavelmente eu não à apertei direito e quem fazia esse tipo de coisa pra mim era o Jin. Meu verdadeiro pai. 

— Vamos almoçar juntos ? — pergunto à ela assim que termino com o café. — Peço pro Jin vir te buscar no meu horário de almoço, assim passamos no hospital pra pegar o resto dos exames. 

— Tudo bem ! — ela deu alguns pulinhos e depois me abraçou. 

Eu à beijeii e depois sorrir, segurei a sua mão e vi que á aliança ainda estava ali. Caralho, eu realmente vou me casar com à mulher que eu amo. 

— Ainda bem... — murmuro olhando pro lindo anel de ouro, era simples, pôs ela já era à jóia perfeita e cara que eu precisava. 

— Algum problema ? — ela pergunta notando à minha ficção em sua mão. 

— Estou muito feliz, é só isso... — selo à sua mão e ela sorrir sem graça. 

— Se continuar na minha frente, vou me certificar de trancar à porta e não deixar você sair pra lugar nenhum. — e lá vem ela novamente, com aquele seu charme quase me hipnotizando. 

— Então eu vou ter que sair o mais rápido possível ! — digo selando rápido o seu lábio e indo em direção à porta — Até mais tarde ! — falo de um modo alto do outro lado dá porta, à ouvindo dar risada do meu exagero. 

(...)

Assim que eu chego na empresa e coloco os meus pés na mesma, Chanyeol vem falar comigo, ele é meu braço direito e tenho certeza que deve está esgotado tendo que tomar conta da empresa e dos problemas. 

— Sr. Park ! — o mesmo se curva e sorri. 

— Chan, não me chame de Sr. eu sou mais novo que você ! — passo o meu braço em torno dos ombros do garoto e sorrir. — Por favor, me trate como sempre, antes que eu te deixe desempregado. 

— Jesus amado, seu humor continua o mesmo... — o garoto diz logo me seguindo. 

— O que temos pra hoje ? — pergunto já pegando alguns papéis em mãos as quais Chanyeol segurava.

— O departamento de finanças exigem uma reunião e uma restauração no prédio inteiro. — o loiro de olhos claros diz. 

— Porquê você não os mandou ir pro inferno ? — pergunto. 

— Porquê eu posso ser despedido ?! 

— Tem razão, ignora ! — digo. — E o que é isso aqui ? 

— Uma réplica do contrato com os Min's... — Chanyeol parecia assustado. 

— Eles estão falindo ? — pergunto feliz. 

— Ao que parece sim, mas o Yoongi já fez investimentos de renda pra fora, tudo indica que está ocorrendo bem o processo ! 

— Minha felicidade foi embora. — assim que eu chego no meu escritório, largo o meu paletó no sofá e vou até minha mesa, vejo que o envelope ainda estava lá, do mesmo jeito, eu não conseguir abrir. — De um fim nisso por favor... — digo entregando o envelope pra Chanyeol que me olha confuso.

— Não é importante ? — o loiro pergunta. 

— Se fosse acha que eu te entregaria ? Queime se for necessário ! 

— Como deseja. — o garoto fechou á porta e eu me sentei na cadeira de couro. 

E quando eu estava preste à ligar o meu computador, e pegar todos os dados de (s\n) pra que eu pudesse transferir as empresas do meu pai pro nome dela, à queda de energia no prédio interferiu no meu plano. 

— Eu acabei de chegar... — praguejei deixando que energia atrapalhasse o meu trabalho. — Droga, de novo não ! — me levantei e fiquei andando pela sala, que estava escura mais ainda sim visível pela claridade dá janela. 

— Chefe ? Tá ai ? — ouço à voz de Chanyeol meio chorosa. 

— Pedem pra arrumar logo essa porcaria de energia... 

— Sabe o que é...chefe...então — percebi à enrolação do garoto com as palavras. 

— Fale de uma vez o problema. 

— Os cabo de energia foram encontrados cortados ! — Chanyeol disse através de um suposto rádio com alguém dá energia do prédio. 

— Quem raios faria isso ? — pergunto ao garoto que fica sem resposta. 

— Eu ! — olho atrás do meu empregado e vejo Yoongi com um sorriso maldito nos lábios, segurando uma arma em mãos. 

— Era só o que me faltava... — murmuro fechando os olhos. 

— Chefe, deveria chamar os seguranças ? — Chanyeol pergunta um pouco apavorado. 

— Você deve esvaziar o prédio e sair junto com os outros ! — ordeno encarando o Yoongi. 

— Más e você... — interrompi o garoto. 

— VÁ LOGO ! — grito fazendo o garoto correr. — O que veio fazer aqui Yoongi ? — pergunto ao loiro.

— Eu ? — ele sorrir. — Matar você !  

Naquele mesmo momento meu celular notificou uma mensagem, eu apenas desbloqueio o aparelho e leio à primeira frase. 

" Amor, já estou saindo de casa, ainda vamos almoçar juntos certo ? " 

(...)


Notas Finais


Bom, como eu sabia que o capítulo ia ficar muito grande, acabei prolongando mais ele, o tornando mesmo o penúltimo capítulo como o próximo, okay ?

Até mais amoras 💟💟💟


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