História Amor Incerto... - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Dari_Fo

Postado
Categorias Star vs. as Forças do Mal
Tags Starco, Tomco
Visualizações 22
Palavras 928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura?
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Capítulo 3 - Overdose


Fanfic / Fanfiction Amor Incerto... - Capítulo 3 - Overdose

Na segunda-feira Marco vai a escola, inseguro, estranhando, tudo por causo do beijo. No corredor, Marco, encontra Tom e o ignora completamente e continua andando, Tom olha para Marco, o mesmo estava triste, mas não diz nada.

No recreio Marco vê Jackie sentada bebendo uma garrafa de água , logo vai conversar com ela: -Oi ,Jackie, então sobre a festa… -Marco começou envergonhado

-Sim, me desculpe por ter feito aquilo juro que não irei fazer mais nada do tipo, amigos? -Jackie fala

-Desculpas aceitas, e sim amigos- Marco diz contente-

-E soube que você e o Tom me trouxeram para o quarto de Star quando desmaiei, obrigado por isso! -Jackie disse sorrindo

-Disponha, mas você viu a star, não vejo ela desde da festa! -Marco fala preocupado

-Sim, eu a vi, ela está viajando, acho que ela chega hoje à noite! -A loira responde

-Que bom, achei que era outra coisa... mas deixa pra lá! -Marco falou pondo a mão no peito e suspirando

-Bom eu tenho que ir, porque o sinal já vai bater, tchau Marco! -Jackie acena para Marco e vai se afastando

-Tchau... - Marco sai acenando para Jackie de volta

Quando as aulas acabam Tom sai correndo da sala com sua mochila e vai para sua casa com pressa, Marco acredita que seja pelo jeito que falou com Tom na noite da festa, mas não se arrepende pois ele acha que a ação de Tom foi muito idiota, já que eles são amigos desde o infantil.

-Na casa de Tom-

-Que saco, mais um dia de merda desde a festa... eu fui um tremendo de um idiota, não devia ter beijado o Marco, eu sei que ele nunca vai me amar como eu o amo, até porque ele gosta de garotas e não de garotos. Acho que vou dormir e a noite vou sair...- Tom fala se jogando no safá da sua sala

Tom foi para o banheiro, tirar as toxinas, segundos parecem minutos e minutos parecem horas para Tom, sua cabeça girava. -Tirar a vida, a minha vida- Era tudo que se passava na cabeça de tom no momento. O mesmo pegou no bolso de sua calça um canivete, ele leva a lamina ao seus pulsos, que já haviam alguns cortes, mas que já estavam cicatrizados. A cada vez mais que o sangue escorria mais o garoto se sentia desintoxicado. Aquilo não iria o matar, afinal não havia cortado nenhuma artéria importante.

Tom se levantou da água quente, sentindo o vento frio bater em seu corpo, mas já não sentia nada por fora, nem nada por dentro.

Tom colocou uma roupa, errolou os pulsos com gase. Ele saiu do seu apartamento, olhando para o de Marco, o mesmo suspirou, não ligava mais, não importava mais, tudo poderia sumir.

Tom vai a uma boate de um amigo seu, luzes, pessoas, luzes, pessoas, bebidas, drogas, luzes, pessoas, bebidas, drogas e sexo, é assim que Tom resumia sua vida. Ele vai até o bar, algumas pessoas, conhecidas, o cumprimentaram. Bebidas fortes, até demais. Uma garota, morena, cabelos castanhos e olhos também castanhos. -Vadia- Conhecida de Tom, Mary. A garota se senta ao lado de Tom.

-Tommy! Não te vi entrando! -A garota fala passando a ão na perna do rapaz

-Acabei de chegar e você? -Tom pergunta

-Acordei aqui sei lá quando, faz um tempo que eu não vejo a luz do dia! -A garota fala rindo -Veio ter uma overdose? -Ela pergunta

-Sim! -Tom fala suspirando e se levantando

-Vamos? -A garota pergunta estendendo a mão

Tom só balança a cabeça em resposta. Mary guia Tom a um grande quarto. Quando ambos entram a garota tranca a porta. Tom se senta na cama, tirando seu casaco e o jogando para qualquer canto, Mary aparece com uma caixa de madeira, drogas, heroína para ser mais preciso, ela retira uma das várias seringas, já com o liquido da caixa, ela enrola um pedaço de pano no braço de Tom, fazendo duas veias saltarem, enfiando cuidadosamente a agulha, depois de ambos terem se drogados algumas vezes e bebido. Tom jogou Mary na cama , assim, ficando por cima dela, ele começa a beija-la ferozmente, suas línguas se entrelaçavam em perfeita harmonia, eles separam o beijo por falta de ar.

-Apressado… -Fala a garota tirando seu vestido e logo suas roupas íntimas, ela se sentou em frente a Tom, abrindo seu ziper e retirando sua peça de roupas. Ambos estavam nus, se beijando, a morena senta em cima do membro de Tom, fazendo o que sabia fazer de melhor, satisfazer Tom, a garota se movia vagarosamente à ferozmente. Tom passava a mão por todo corpo da garota depositando beijos e chupões, Tom jogou Mary na cama ficando por cima dela, estocando sua entrada.

-Tommy! -A garota arfava, seus fios morenos se prendiam em sua testa, por conta do suor.Tom se desfez dentro da garota.

As cores do quarto se contorciam, se reviravam, sua visão ia ficando turva, seu peito doía, mas não por conta do seu sentimental, literalmente, estava tendo uma overdose.

Tomas foi levado para o hospital, sua família estva lá, Jackie e Marco, Marco estva lá. Se Tom estivesse acordado teria ficado feliz, mas não podia, havia entrado em um coma profundo, muito profunto, tão profunto quanto os seus sentimentos por Marco, agora já não doia mais, mas de qualquer jeito não havia morrido, ppodia acordar, mas sabe-se lá quando.

Marco se sentia culpado, a culpa caia sobre si, e se continuasse assim ele ia se afogar em sua própria culpa, assim sendo não conseguiria respirar.

Continua...


Notas Finais


S/2


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