História Amor incontrolável - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Visualizações 35
Palavras 1.232
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal, aqui está um novo capítulo, espero que gostem.

Capítulo 14 - Recomeçando o treino


Fanfic / Fanfiction Amor incontrolável - Capítulo 14 - Recomeçando o treino

            Fomos para o quarto como ela pediu, eu não sabia o que estava acontecer comigo, vesti a primeira coisa que me apareceu, ela trocou de roupa, pois aquela estava encharcada. Deitamos-nos na cama. Ela abraçou-me, apertando a minha cara contra os seus seios, senti o meu rosto queimar, e um pouco de dificuldade em respirar.

            _ Bulma, queres me matar nos teus seios? – As minhas palavras saíram um pouco abafadas.

            _ Desculpa, Vegeta. – Ela parecia estar corada. Ouvimos alguém a bater à porta.

            _ Entra, Iara. – Ela abriu a porta, e caminhou até a beira da cama sem dizer nada. Sentei-me na cama e peguei nela. – Que se passa? – Ela parecia assustada.

            _ Não consigo dormir, tive um pesadelo, estou sempre a ter esse pesadelo, desde que ficas-te naquele planeta. – Ela não olhava para mim.

            _ Queres dormir connosco? – Perguntou a Bulma, com um sorriso fofo e doce, como sempre fazia.

            _ Posso? – Ela olhou para mim. – Não... vou parecer... fraca? – Passei a mão na cabeça dela. Estava sempre a pensar se eu aprovava ou não o que ela fazia.

            _ Claro que não. Mas eu já volto. – Coloquei-a na cama.

            Sai do quarto fechando a porta atrás de mim, fui ao quarto do meu irmão, abri a porta com cuidado, ele parecia estar a dormir, entrei bem devagar e aproximei-me da cama. Fiquei a olhar para ele um pouco. “Ainda parece mesmo uma criancinha.” Virei costas para ir embora.

            _ Desculpa... – Ele agarrou no meu braço. – Eu não queria dizer aquilo. Ainda estou chateado por nunca me teres dito que a nossa mãe estava viva. – Ele levantou-se sem me soltar, ele abraçou-me. Eu não queria dar parte fraca, mas pousei a minha mão no ombro dele. – Ainda bem que estás aqui.

            _ Eu desculpo se vir resultados. E espero que deixes de estar chateado por causa disso. Ela está aqui agora, não está?

            _ Sim. – Ele olhou para mim. – Tenho uma pergunta para te fazer. Quando é que lhe dás um neto?

            _ Do que é que estás a falar? – O meu rosto deve ter ficado bem vermelho. – Eu ainda só tenho 23 anos.

            _ Pensei que já estava para breve, com o barulho que houve ontem. – O quarto dele era mesmo ao lado do meu. “Acho que temos que reforçar as paredes.”

            _ Cala-te. – Ainda fiquei mais corado. – Vai dormir que amanhã vais treinar a sério.

Sai do quarto sem dizer mais nada, passei por todos os quartos certificando-me que estavam todos lá, fechei completamente a nave e decolei. Depois de uma hora a pilotar, digitei as coordenadas e fui para o quarto. Elas já estavam a dormir, e também a ocupar a cama toda. Coloquei um cobertor no chão e dormi. Acordei com a Bulma a dar-me um beijo na testa e a Iara deitada em cima de mim, com a cabeça apoiada no meu peito. Já tínhamos aterrado. Estávamos num planeta que ainda não era do Freeza, ele a vegetação dele era azul, e a sua agua era verde. Agarrei a Iara e levantei-me, ela ainda dormia. Fui até ao exterior, mas ninguém estava a nossa espera, o que era um pouco estranho. A Iara encolheu-se e aconchegou-se melhor no meu colo. Ela não queria acordar. O meu irmão apareceu.

_ Bom dia. – Ele olhou para mim. – Já pareces um papá, com a tua filhinha no colo. – Virei-lhe costas e corei, a Bulma também estava corada.

_ Já te disse para te calares com isso.

A Iara acordou, tomamos o pequeno almoço. Colocamos as salas de treino umas perto das outras. A Bulma vez como tínhamos combinado, ela iria observar os treinos e dizer-me como estavam a ocorrer. Eu e a Iara estávamos bem empenhados em evoluir o nosso poder. O Goku e o Bardock estavam a treinar melhor que da ultima vez, pelo relato da Bulma, muito melhor que da ultima vez. O Table parecia um pouco mais motivado, e não deixava a Ako falar com ele, ele queria provar que estava mais forte, passada uma meia hora de termos começado o treino, senti um Ki a aproximar-se.

_ Bulma diz para ninguém sair das salas, e manterem o treino normalmente. Espera aqui Iara.

Sai da sala, deixando a Iara lá dentro, ela não me seguiu. Fui ver se não eram mais sarilhos. Mas o Ki era ligeiramente familiar. Um ser verde com uma espécie de antenas estava parado à frente da nave sem parecer hostil. Aproximei-me dele e percebi porque é que o seu Ki era familiar.

_ Algum problema? – Perguntei estendendo a mão para cumprimentar.

_ Vegeta? O que é que fazes aqui? – Ele parecia bastante espantado por me ver, e correspondeu ao cumprimento.

_ Olá Piccolo. Isso pergunto-te eu?

_ Este é o meu planeta. Vieste conquista-lo? O Freeza mandou-te cá? – Ele parecia aterrorizado com a ideia.

_ Não, podes estar descansado. Estamos aqui de passagem. Mas tu não foste uns dos escravos que passou do planeta Vegeta para o planeta novo do Freeza? Como é que escapas-te?

_ Houve um problema na nave, e alguns escravos conseguiram fugir. Mas já não trabalhas para o Freeza?

_ Não, e se perguntarem por mim, já sabes, não me viste. – Virei costas para voltar a treinar.

_ Se precisares de alguma coisa diz. Eu moro aqui perto.

Simplesmente acenei. Entrei na sala onde tinha deixado a Iara, ele tinha aumentado a gravidade mais do que deveria, e estava a andar muito devagar, transformei-me em super Saiyan e ela com algum custo fez o mesmo, tinha que aprender a usar aquela forma. Passou-se uma hora até a Bulma voltar a relatar os treinos.

_ Vegeta, acho que te vais surpreender com alguém. Deverias vir aqui ver.

_ Espero que tenhas razão, mas prefiro ver daqui a uns dias, tenho que aumentar muito o meu poder e da Iara também.

_ Esta bem, tu é que sabes. Bem, deixando isso de lado, vocês continuam a ser os mais equilibrados, o teu irmão está a esforçar-se, a tua mãe também, o Goku e o Bardock estão a exagerar como sempre, mas não tão mau como da outra vez.

_ Ainda bem que está a correr melhor. Foda-se... – A Iara tinha acertado em cheio um chuto na minha perna direita.

_ Vegeta. – Disseram as duas.

Continuei o treino sem dizer nada. A Iara parecia desconfiada, pois por muito que ela me acerta-se eu nunca que queixava. Neste treino comecei a compara-la com o meu irmão, os movimentos dela são mais incertos do que os dele, ela sabe como enganar o adversário, o meu irmão é demasiado previsível. O treino prosseguiu até serem quase horas de almoçar. Paramos o treino por volta do meio dia e dez. Fui me passa por agua, quando tirei a minha roupa é que reparei que onde a Iara me acertou com mais força, eram um dos cortes que o Freeza me tinha feito, e o golpe dela tinha sido o bastante para abrir a ferida outra vez. Passei-me por agua, senti aquele corte a queimar, estava aberto e a sangrar, sequei-me e meti uma ligadura a volta da ferida. Passados uns dois minutos a Bulma entrou no quarto e fez questão de colocar melhor a ligadura. Vesti-me e fomos almoçar. Os dias foram-se passando, já estávamos à uma semana naquele planeta. Decidimos que seria melhor partir. Pouco depois de anoitecer...

_ Vegeta, posso falar contigo?


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Deixem a vossa opinião.
Beijos, não percam o próximo capítulo porque nós também não.


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