História Amor incontrolável - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Visualizações 17
Palavras 1.257
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem de mais um capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 16 - Campo de batalha


Fanfic / Fanfiction Amor incontrolável - Capítulo 16 - Campo de batalha

Aterramos no meio de uma floresta no planeta Terra, escondemos a nave o melhor que conseguimos, baixamos o nosso Ki, os soldados não estavam muito ativos, facilmente chegamos ao laboratório que a Bulma tinha falado. O pai da Bulma parecia estar a chorar, não sabia se era por estar de volta ao seu planeta ou por ter passado pela cidade completamente destruída, qualquer umas das razões era valida. A Bulma acendeu a luz, era um laboratório enorme. Aquilo não era apenas um laboratório, era um bunker, se houvesse algum problema eles podiam refugiar-se ali. Estava totalmente equipado, camas, casa de banho, cozinha. Eram perto das onze e vinte da manhã. Como tínhamos planeado na nave, eu o Raditz e o Bardock íamos verificar as redondezas, queríamos garantir a nossa segurança.

Mantivemos o Ki o mais baixo possivel. Observei â minha volta, aquele planeta era lindo, fresco, a gravidade era bem baixa, parecia que conseguia voar sem tirar os pés do chão. Ouvi um grito feminino, aproximei-me o mais rápido e silenciosamente possivel, apanhei o violador desprevenido cortando-lhe a cabeça fora, era um soldado do Freeza a tentar violar uma terrestre, fiz sinal para ela sair dali, ela obedeceu com um ar horrorizado. Vi mais dois soldados do Freeza a tentarem divertirem-se com outra humana, mas esta não aparentava estar tão assustada como a outra, pelo contrario fez frente aqueles anormais, cheguei perto daqueles matei um rapidamente o outro ouvi os gritos de um amigo dele mais afastado dali, “Aquele Raditz só faz merda.” matei-o também. A rapariga olhou para mim assustada. Não fiz caso, continuei a andar. Ouvi um “obrigada”, e vi-a a correr na direção oposta à que estava a ir.

Voltamos para o laboratório, a Bulma estava a desenvolver uns fatos mais resistentes para nós combatermos. Ela trabalhou o resto do dia naquilo enquanto que nós continuávamos a ver se havia grande movimento ou não ali perto, nós queríamos ter a certeza que aquele lugar era realmente seguro. Aparentava ser. O dia acabou rapidamente, jantamos e fomos dormir.

O dia seguinte chegou rápido. Tomamos o pequeno almoço, preparamos-nos com os fatos que a Bulma desenvolveu, eram mais resistente. Respirei fundo, beijei a Bulma e partimos para a batalha. A Bulma tinha desenvolvidos uns scouters melhores. “Ela é incrível!”. A Iara seguia-me para onde quer que eu fosse. Ela estava muito diferente. Em casa ela era um amor, aqui fora, sabendo do perigo ela estava com um ar frio. Começamos a avançar, encontramos um sitio onde um grupo de soldados do Freeza se hospedava, começamos a matar um por um, observei os movimentos da Iara, ela matava sem dó nem piedade, ela parecia já ter anos de experiência no campo de batalha. Ela era cruel, arrancava a cabeça a um, furava o corpo de outro. Sem pensar duas vezes matava soldado por soldado. “Criei um monstro? Não, é apenas o seu instinto a reagir, ela ama a Bulma, como se fosse mãe dela, e acho que ela me considera o pai.”. Voltei ao combate, também matando alguns soldados e libertando alguns prisioneiros. Aquele acampamento estava limpo, libertamos todos os prisioneiros que nos agradeceram inúmeras vezes.

Conseguimos encontrar três acampamentos, contando com o que tínhamos acabado de dizimar, eliminamos cada inimigo, eram soldados reles, não eram difíceis de matar, todos se saíram muito bem, quase nem danificamos os fatos que a Bulma tinha desenvolvido. Voltamos ao nosso esconderijo. A Bulma e o pai tinha preparado uma enorme refeição para nós, sentamos-nos e comemos que nem loucos, Descansamos um pouco. Fui para o quarto com a Bulma, precisava de aliviar o meu stress e a Bulma sabia disso.

Deitou-me na cama chupando-me o membro, “Logo assim?”. Não me deu tempo de lhe fazer nada, colocou-se em cima de mim, introduzindo-me dentro dela, iniciou movimentos lentos, mordi o meu lábio inferior, aquele sexo estava a matar-me de prazer, os seus seios saltavam a cada movimento que ela fazia. Agarrei na cintura dela sentando-me na cama ainda com ela em cima de mim. Beijei-a loucamente, aquele cheiro fazia-me enlouquecer. Ela mordeu-me o pescoço fazendo-me soltar um gemido abafado. Peguei nela pela cintura ainda dentro dela encostei-a a parede, ela envolveu o meu tronco com as pernas, fode-mos um pouco naquele posição, fiz-la descer e encostei os seus seios à parede gelada, ela abafava cada gemido que dava. Penetrei-a gentilmente, para acelerar logo em seguida, ela já arranhava a parede.

_ Vegeta, não aguento mais. – Dobrei-me um pouco para a frente para chegar ao seu ouvido.

_ Então não te contenhas.

Chegamos os dois ao orgasmo ao mesmo tempo, estávamos exaustos e a suar imenso. Tomamos banho e vestimos alguma coisa. Fomos para a sala ou laboratório, era o mesmo sitio. A Iara estava lá, com a cabeça no colo da minha mãe, a dormir. Parecia um anjo. “Como é que aquele anjo, era um demónio no campo de batalha?”

Algumas semanas se passaram a maioria dos acampamentos já tinham sido destruídos por nós. Tínhamos visto o Freeza na sua nave com um ar furioso, devia-se estar a perguntar como é todos os seus soldados tinham sido derrotados, tínhamos que nos apressar, a batalha final aproximava-se. A ideia de levar a Iara para lá não me agradava nada, mas ela era tão poderosa que teríamos uma desvantagem enorme sem ela. Derrotamos o que esperávamos ser o ultimo acampamento. Quando estávamos para sair dali, uma bola de energia atingiu alguns dos prisioneiro que tentavam desesperadamente fugir dali, a raiva tomou conta de mim, percorri com o olhar a trajectória do ataque, não queria acreditar. O meu pai estava a olhar para mim, com aquele olhar de desaprovação, que só fazia quando lhe mentia sobre levar o Table numa missão. Aproximei-me dele, ele não me assustava, não mais. Eu tinha o meu objectivo bem fixo nos meus pensamentos, e ele tinha-me ensinado a manter-me fiel aos meus objectivos. “Ensinaste-me bem!”. Ele estava furioso, olhava para mim, depois para o meu irmão, e quando viu a minha mãe os seus olhos arregalaram-se.

_ Tu... Como te atreveste a trair-me? – Ele estava quase a matá-la com o olhar.

_ Eu não te traí. Tu afastaste-me dos meus filhos durante quatorze anos. O Table nem se lembrava de mim. – Ela parecia irritada, nunca a tinha visto assim. Ela era tão calma, mesmo a lutar ela era calma, calma demais. Tinha uma frieza impressionante a combater. A Iara parecia-se com ela nesse aspecto.

_ Não quero saber das tuas choraminguisses, vens comigo, agora. – Ele estava a tremer de raiva.

_ Não! – Respondeu secamente.

_ Lembras-te o que aconteceu da ultima vez que me desafias-te? Queres voltar para aquela sala nojenta e ser torturada outra vez?

Aquilo foi como um murro no meu estômago, a minha memoria ficou completa, o Freeza estava lá, sim, mas não foi ele. O meu pai tinha torturado a minha mãe, e nem pensou em parar quando me electrocutava junto. A fúria, a raiva, a decepção tomaram conta de mim, avancei sobre ele, não pensei duas vezes. Acertei-lhe um soco no meio da cara, chutei as suas partes intimas, ele curvou-se perante mim.

_ Tu nunca mais lhe vais tocar. Enquanto eu viver, nunca mais tocas num único fio de cabelo dela. – Falei com raiva.

Soquei o estômago dele mais umas vezes, quando ia dar o golpe final parei. Não percebia porquê, ou queria tentar não perceber. É meu pai. Não conseguia mata-lo. Senti ainda mais raiva. Queria vê-lo morto, mas não por mim. Afastei-me. Ele sorriu, aquilo doeu no meu orgulho. “Mato-o?”


Notas Finais


O que acharam?
Está mesmo a acabar.
Beijinhos, até à próxima.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...