História Amor Independente - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Yannia

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Colegial, Long-fic, Minha Original, Romance, Yaoi, Yuri
Visualizações 12
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Ficção, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, Olá meus pandinhas tudo bom? Espero que sim!

Quem escreveu o capítulo (de) hoje fui eu, a Tia Yang, e irei logo avisando algumas coisas básicas já que provavelmente irão ficar um pouco perdidos neste capítulo! A fanfiction não focará na histórias de apenas um casal, e sim vários casais para retratar que o amor existe em todo lugar, e aviso logo que terá casal gay e lésbico, afinal, não deixa de ser amor, e se você não gosta de Yaoi ou Yuri, peço gentilmente que saia desta fanfiction.

No capítulo de hoje, teremos apenas uma breve narração e introdução de novos personagens/casais, e não está tão explícito assim como é aparência de cada um, mas, conforme a fanfiction for andando, as aparências irão sendo reveladas. Eu estou responsável por alguns casais, então, provavelmente as atualizações não saíram todo dia e os capítulos não terão foco apenas em um casal. O Otsuki-kun está por enquanto, apenas responsável pelo casal "Soiko & Mitsuia", então, talvez ele irá atualizar mais rápido do que eu.

Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 3 - Bad-Boy-Otário


Fanfic / Fanfiction Amor Independente - Capítulo 3 - Bad-Boy-Otário


" Assim como as flores de cerejeiras, 
o amor só floresce uma vez. "

 

Dizem que é errado desejar a morte alheia, mas acredite, não quando a pessoa á quem está sendo direcionada o ato merecer; o que é o meu caso. Pena que o chão do meu quarto não é asfalto, não tem pedras como móveis e tampouco uma faca embaixo do meu travesseiro, ou então, Kou poderia estar morto agora, entretanto, minha falta de anima ultrapassava minha raiva, mas ainda assim, faria-o pagar por seus atos impensáveis e sem limites todos os dias, inclusive ás segundas justo quando tudo está praticamente impossível, quer dizer, impossível de acontecer algo bom o suficiente para que eu não precise espancar alguém para que seja o ponto alvo do meu dia; o momento que irei lembrar e irei dizer o porquê de meu dia ter sido diferente.

- Agora, deixe de drama e levante da cama, o café está pronto e o Budo está lá embaixo 'te esperando! - Kou avisou, e tenho quase certeza de que ele estava com os braços cruzados e encarando-me com aquele olhar que até então, apenas mães sabem fazer. Murmurei afirmando e remexi meu corpo tentando criar coragem para levantar da cama e ir para o estúdio. - Hum... - foi tudo o que meu irmão disse antes de sair do quarto e fazer questão de chutar propositalmente meu criado-mudo afim de derrubar minhas anotações que estavam em cima do móvel. Maldito.

Kou era um bom irmão mais velho, entretanto, haviam momentos em que simplesmente "enjoávamos" da cara um do outro e preferíamos passar o dia inteiro ser sequer conversar ou cumprimentar um ao outro, e naquele dia, eu havia "enjoado" da sua cara sem nem ter visto-a, pois eu sabia muito bem que ele não havia acordado de bom humor, o que era raro já que Kou era bastante conhecido pela sua espontâniedade e diversão, esbanjando maravilhosos sorrisos, enquanto eu possuía - de acordo com meus parentes e amigos - a áurea negra e que até mesmo os padres evitavam contato comigo, seja porquê sou estranho ou simplesmente aparentar não sentir emoções. Dizem que sou a personificação do demônio, até mesmo chamam-me de "Making Off do Diabo".

No dia que eu realmente for o diabo eles não estariam aqui para repassar esta calúnia.

Acordar cedo é algo que ninguém gosta, tanto que quando alguém acorda cedo, tudo o que podemos fazer é: admirá-la e venerá-la. Chega a ser uma peculiaridade particular que nenhum outro ser humano é capaz de fazer, a não ser aquelas pessoas que acordam plena trés horas da madrugada para arrumarem-se e ficarem divinamente esbeltas para o dia. Indiretas. E também existe aqueles que acordam e fazem tudo no automático - vulgo, eu -, pouco importando-se se estar ao menos apresentável para a ocasião. Era tudo o que eu faria naquele dia: existiria, iria ao trabalho e ficaria conversando com o gordinho-que-só-come-batatas-fritas na locadora enquanto leio mangás sem qualquer tipo de lógica cronológica.

Virei o rosto para a direção em que estava o relógio. Sete e cinquenta e nove. Tenho exatamente menos de vinte minutos para arrumar-me, meus objetos e tomar café, o que faria-me chegar atrasado uns dois minutos caso eu fosse caminhando, portanto, pediria a moto do onii-chan para ir ao trabalho, ou, se desse sorte, Budo poderia ter vindo de carro, mas, ainda assim, havia a enorme possibilidade de pegarmos engarrafamento. Por que não acordei mais cedo? Ah, sim... acabei quebrando o despertador na noite passada depois da farra intensa que tive com meus amigos após chegar bêbado em casa e ter acusado Kou de tomar todos os Toddynhos da geladeira. Sinceramente, ás vezes eu não tenho todos os parafusos.

Um minuto havia se passado. Oito horas em ponto. Fazendo cosplay de zumbi, arrastei-me pela cama até chegar no chão e continuei até o guarda-roupa, onde peguei a primeira veste que vi e vestir, logo, um arrepio correr pela minha espinha e meus braços abraçaram-me numa tentativa falha de aquecer-me. Vesti a camisa branca e um casaco preto, calcei meu all estar e fui até o banheiro. Meu relógio estava na pia, coloquei em meu pulso. Cinco minutos a menos. Escovei os dentes. Menos três minutos. Peguei a mochila e desci as escadas, onde encontrei Budo na sala paquerando descaradamente Ayano, minha irmã gêmea não idêntica. Será que ele quer 'me pegar mas como sou homem ele quer pegar minha irmã por ser mulher? Vai entender as pessoas hoje em dia.

- Vou tomar café na locadora, então, avise ao Kou que foi extremamente desnecessário fazê-lo para mim, e mais uma coisa, mantenha suas coleguinhas longe do meu quarto, na semana passada uma das minhas cuecas favoritas sumiu. - avisei/intimidei-a, o que foi inútil, já que Ayano simplesmente cruzou os braços e empinou seu nariz. - Ayano! - repeti.

- 'Tá, tá. Manterei-as longe do seu quarto, mas da lavanderia não posso garantir nada! - mostrou seu sorriso de lado, e, quando abri a boca para revidar, a garota deu meia volta e saiu em direção para a cozinha. Rangi o maxilar. 

- E aí, cara? - Budo chegou perto de mim e passou o braço pelos meus ombros logo puxando-me em direção á saída/entrada. - Sorte sua que vim de carro, senão... morreríamos caminhando já que seu irmão está saindo neste exato momento para o trabalho. É, ser professor de um bando de pirralhos não é nem um pouco fácil! - ri de seu próprio comentário.

- Até parece que você é professor, oh, grande músico Budo Yoshida, formado no ramo musical e... - o moreno colocou a mão em minha boca impedindo-me de continuar. Estapeei-a e ri. - 'Tá, tá, relaxa cara, é normal gostar de homem hoje em dia, embora boa parte ainda insista em ter um ódio repugnante, mas ninguém ao seu redor é assim. Todo mundo sabe da sua sexualidade! Ninguém é uma aberração por gostar de pessoas do mesmo sexo, e devo admitir que já quis beijar você, só 'pra saber a sensação de beijar um homem, sabe. 

Caminhamos até o carro.

- Você teve aquele pensamento novamente de que eu quero pegar a sua irmã, 'né? - meu silêncio entregou - Ainda 'me zoando com isso? - ligou o carro e começou a dirigir.

- Você sabe que Ayano gosta de você, só que ela não sabe que você gosta de novinhos, mas especificamente de homens.

- Acha que é fácil admitir nossa sexualidade nesta sociedade em que vivemos?

De alguma forma, aquela frase me deixou um pouco pensativo.

[...]

- Diga para sua mãe que se ela quiser largar seu pai para ficar comigo estou aceitando. - zoei olhando para Budo. Ele estava arrumando os DVD's na prateleira enquanto eu estava tomando meu café.

- Você ainda acredita que sabemos se uma mulher é boa para casar apenas provando sua comida? E minha mãe está muito feliz com meu pai, 'tá bom? - ah, como eu adoro irritar um Yoshida. Levei o canudo até meus lábios e bebi do café que havia comprado. - Não é saudável tomar café com bento, Ayato.

- Não saudável é não comer, e por favor, deixe-me comer em paz, sim? - mordi um pedaço do bento. Vi Budo revirar os olhos e voltar a arrumar a prateleira.

Budo Yoshida, meu melhor amigo e exatamente cinco anos mais velho, formado em música, vende DVD's e CD's na locadora de Sr. Matsuta, um idoso com seus setenta e cinco anos que deixará o estabelecimento para seu neto que até então é desconhecido. Budo, embora não não pareça é homossexual, e curte garotinhos mais novos e tem medo de piranhas, o engraçado é que vive conversando com Ayano, minha irmã. Tem medo mas fala o mesmo idioma que a cobra: veneno.

- Sejam bem-vindos! - ouvi Budo falar curvando-se e virei-me em direção a porta do estabelecimento, onde um casal de amigos (pelo menos eu acho) entraram e foram em direção a sessão de CD's. Se eram amigos ou namorados, eu não sei, mas algo naquele garoto me parecia familiar. - Eles não estudam no mesmo colégio que você? - Budo falou baixo para que apenas eu pudesse ouvi-lo.

- E eu que vou saber? Eles estudam de manhã, enquanto eu estudo a noite.

- Talvez Ayano saiba, eles têm uniformes iguais.

- Talvez... - vimos os garotos aproximarem-se e logo retornamos para nossa posição inicial, quando Budo estava interessado em contar o dinheiro do caixa enquanto eu mofava na cadeira. 

- São 4.387 ienes (aproximadamente quinze reais). - o Yoshida disse, e logo a menina tirou sua carteira da mochila.

- Para uma menina aparentemente louquinha não sei como conseguiu dinheiro. - comentei, e eu já sabia o que viria a acontecer depois.
- Ayato! - Budo gritou.

- Vamos, Hiroshi. - foi tudo o que ela disse após pagar Budo e caminhar alguns passos até a entrada onde Sr. Matsuta entrou e abraçou o tal Hiroshi, seguido da platinada.

- Oh, que felicidade encontrá-los aqui! - Sr. Matsuta os conhecia? Olhei para Budo que não encontrava-se muito diferente de mim. - Oh, Haru, está tão grande e bonita! - passou a mão no rosto da menina. Cara, está estranhamente interessante! - E você, - tocou no ombro de Hiroshi - meu querido neto!

Pera? Neto? Neto do Sr. Matsuta? O futuro herdeiro na locadoura? Eu acabei de zoar a amiga do meu futuro chefe?

- Seu idiota! - apenas senti algo ser batido contra minha cabeça. Passei a mão no local atingido e olhei para Budo.

- O que foi? - ele nem precisava responder. 

Sinceramente, sou um idiota!


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Outra Fanfic Original Minha ::
https://spiritfanfics.com/historia/silent-screams-daily-9895860

Até o próximo capítulo!
~Annyeon!


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