História Amor Infinito - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Alyssa Fernandez, Amor Infinito
Visualizações 59
Palavras 1.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Dia da Leitura


Nas semanas seguintes foi fácil de sobreviver, ao não ser pelo fato de que Flávia quase me matou quando soube que meu notebook estava quebrado. Inventei uma história na hora.

- Eu estava mexendo na internet e acabei adormecendo. Quando acordei levei um susto com o despertador e ele simplesmente caiu no chão.

- Ele simplesmente caiu no chão? -perguntou desconfiada.

- Sim.

- Okay Alyssa, espero que isso não ocorra novamente. Pegue ele e mande concertar.

Não pensei duas vezes, coloquei ele dentro de uma pasta e levei-o até o concerto. Por pura sorte o estrago não foi muito grande, então não custou caro. Deixei ele lá, no dia seguinte voltaria para pegá-lo.

Passei em frente à uma livraria e meus olhinhos brilharam. Desde que eu havia chegado em L.A. não havia comprado um único livro. Doía pensar que não reveria Rafael essa noite então a única forma de esquecer isso era me agarrar à um personagem fictício.

Vasculhei a loja inteira e acabei parando na seção de biografias. Peguei um livro de um garoto muito bonito, que tinha o cabelo jogado para o lado. Tive a impressão que já havia visto aquele rosto em algum lugar só não lembrava onde. O nome era Justin Bieber: Primeiro passo para a Eternidade: Minha História.

- Muito bonito ele, não é mesmo? - pulei ao ouvir a voz de um garoto atrás de mim.

- Ah sim, acho que sim. - foi a única coisa tola que fui capaz de dizer. Olhei para o livro e para o menino que estava na minha frente, meu queixo caiu. - Oh Meu Deus, você é essa cara... o Justin Bieber?

Ele sorriu, o que me fez ficar ainda mais desconcertada do que já estava.

- É sou eu. A única diferença é o cabelo.

Sim é claro, agora ele tinha um topétinho no lugar daquela enorme franja.

Fiquei observando cada detalhe de seu rosto, ele era incrivelmente lindo. Tudo se encaixava em uma perfeita sintonia, seus olhos, sua boca... Ai Meu Deus aquela boca. Me segurei para não pular nele e beijá-lo. Okay! Alyssa se recomponha - pedi a mim mesma - Você ama o Rafael e ninguém mais além dele. Até porque Justin Bieber em menos de 24 horas nem irá lembrar que um dia conversou comigo. 

- E então que tipo de música você ouve? - perguntou. Uma pergunta bem estranha para duas pessoas que acabam de se conhecer, provavelmente estava esperando que eu era uma grande fã dele e que queria loucamente um autógrafo.

- Humm... ultimamente estou escutando bastante Katy Perry.

- Ahh tá, tipo essa? - Justin começou a cantarolar um trecho de uma música que logo reconheci, "Thinking of You".

Era como se alguém tivesse acabado de enfiar uma faca no meu peito e arrancado com toda a força do mundo. Me segurei para não desmaiar. Era uma das músicas que Rafael mais gostava.

- Por favor pare! - pedi calmamente, tentando esconder o que realmente sentia. Ela me trazia recordações que no momento eram muito dolorosas para serem lembradas.

- Ah claro! - falou corando um pouco - Eu me empolguei um pouquinho mas... nossa você está tão pálida... está tudo bem?

- Está tudo okay - menti - Então o que uma pessoa como você faz aqui nessa livraria?

- Ahh... - ele olhou ao redor - Estou procurando uma nova namorada. Ouvi dizer que em lugares como esse existe muitas garotas bonitas e inteligentes.

Eu provavelmente não estava incluída no grupo "bonitas e inteligentes", então não me empolguei muito.

- Mas quem sabe eu já não encontrei ela. - falou olhando pra mim

Ahh não, ele não estava falando sobre mim. Ou estava? Automaticamente, sem perceber, comecei a andar. Parei em uma estante onde estava escrito "DRAMA" peguei o primeiro livro que encontrei que se intitulava "A culpa é das Estrelas". Perfeito, era disso que precisava para me livrar do famoso Justin Bieber. Não que ele não fosse bonito, porque sim ele era muito bonito até mais do que poderia imaginar. Mas tinha um pequeno probleminha: eu era normal demais pra ele.

Já havia visto essa história em milhares de filmes a garota inocentemente se apaixonaria pelo garoto bonito e popular, e no final ele acabaria dando um pé da bunda dela falando em que os dois viviam em mundos completamente diferentes. E simplesmente assim, a romântica história de amor acabaria ali. Não queria protagonizar essa história, não mesmo.

- Eu vou comprar esse livro, então já vou indo. Tchau. 

Depois de pagar sai apressadamente.

- Hey, você não vai nem dar o número do seu celular?

- Eu... não tenho celular! - me senti uma idiota por ter respondido isso, mas foi a primeira coisa que passou na minha cabeça.

- Você não tem celular? - perguntou surpreso. Provavelmente ele estaria se perguntando se eu era algum tipo de alienígena.

- Não - menti - E o que há de errado com isso? - perguntou ao perceber o olhar de desapontamento dele.

- É que... quer dizer, nada não.

- Okay, tchau. - falei saindo pela porta.

- Mas hey. - Justin gritou - Qual é o seu nome?

Fingi não ouvir, corri o mais rápido que pude. Não queria dar nada para ele. Quando percebi que não estava mais atrás de mim, parei ofegante em frente à uma banca de revistas e jornais.

- Por favor uma água. - pedi ao vendedor.

- Claro, dois dólares. - entreguei o dinheiro a ele e peguei a garrafa.

Enquanto bebia, dei uma olhada nas revistas. Oh! Não! Lá estava ele de novo ao lado de Selena Gomez em cima bem grande se escrevia "Justin Bieber trai Selena Gomez e o namoro acaba." O que? Isso só poderia ser algum tipo de brincadeira. Aquele garoto que encontrei na livraria não fazia o tipo que traia meninas, ainda mais sendo tão famoso como ele era.

Passei meu dedo na sua imagem. Algo dentro de mim, me deixava muito feliz e ao mesmo tempo muito aborrecida comigo mesma, aquela não seria a última vez que nós nos veríamos.



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