História Amor Literário - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 33
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, olá, lindezas do vacuum! Mais um capítulo para vocês. 😊

Capítulo 7 - Capítulo 7


Minha sexta-feira transcorre calma e sem perturbações. Chego no trabalho, falo com alguns de meus colegas e começo minhas tarefas, tenho algum tempo para catalogar livros novos e trocar alguns sorrisos não correspondidos com Gabriel, que se manteve alheio a sua volta. Fico. aliviado por não ter encontro da leitura e não ver o Christian durante todo o expesiente, não que ele não tenha me enviado algumas mensagens. Tampouco consigo evitar pensar no que eu farei sábado e também não consegui pensar em uma boa desculpa para não ir a um parque com o Christian, que me convocou com outras tantas mensagens. Quando meu expediente encerra, vou direto para casa e durmo pensando em ambos os caras: Gabriel, mais velho, alto, olhos verdes, corpo delicioso, lindo e hétero; e Christian, menor, loiro, olhos castanhos, lindo, safado e na minha.

Nunca foi tão difícil escolher algo.


Acordo cedo com uma mensagem do Gabriel, sorrio sabendo que é ele pois coloquei toque personalizado.

[Gabriel]: Quer sair hoje de tarde?

[Will]: Não vai dar, já marquei de sair com um amigo.

[Will]: E não sei que hora vou voltar.

[Gabriel]: Amigo? Que tal um cinema depois do seu encontro?

[Will]: Não é um encontro. Ir ao cinema parece mais com um encontro do que ir a um parque.

[Gabriel]: Não viaja, Will. Estou pensando em te dar uma cópia do meu livro, mas mudei de ideia.

[Gabriel]: Você não está merecendo. 

[Wiil]: Que maldade. :'( 

[Will]: Você poderia ir no parque conosco e depois vamos no cinema ou assistirmos um filme aqui em casa. Daí já aproveitava e fazia um jantar. S2 kkkk

[Gabriel]: Folgado! Kkkk Não vou ir ao parque, de qualquer modo tenho que fazer algumas coisas no meio da tarde. Mas se quiser, posso te pegar no parque e vamos. O que acha?

[Will]: Acho uma ideia excelente, você me pegar.

[Will]: Digo, no parque, me pegar no parque.

[Gabriel]: Qual parque?

[Will]: Aquele perto da biblioteca. Quando estiver chegando, me mande mensagem que te encontro.

[Gabriel]: Okay.

O tempo passa e vou ao parque encontrar com Christian. Chegando lá, o encontro onde combinamos, na ponte arqueada que atravessa o lago. Ele está bonito, vestindo uma camiseta branca, uma bermuda jeans e um tênis marrom claro, também está com uma mochila grande que parece meio pesada. Ao me ver, sorri de seu modo habitual e analisa-me inteiro antes de me comprimentar com um beijo no canto da boca. O que me desconcerta.

— E então, o que vamos fazer? — Pergunto lembrando que ele disse que eu iria gostar, mas sem dizer do que.

— No momento, vamos andar. Quando chegarmos lá, você vai ver. — Ele pega minha mão e começa a andar sorrindo e falando de coisas de sua semana e de lembranças que tem do parque. Como da vez que jogou um amigo no lago ou quando quebrou uma escultura de madeira jogando bola com uns amigos e correu deixando a bola para trás.

Após alguns minutos andando, chegamos a um templo budista, feito em madeira, bambu e aquelas telas que parecem papiro. Nunca estive em um e me animo com a ideia de conhecer, mas ele me conduz para trás do templo, passando por uma pequena ponte, onde tem algumas carpas coloridas nadando e seguimos até uma espécie de quiosque de bambu.

— Gostou do lugar? — Ele solta minha mão e tira uma toalha de dentro da mochila estupidamente lotada. Estende a toalha e começa a tirar um monte de comida de dentro da mochila. Enquanto olho para o lugar, observando a beleza e delicadeza do quiosque, que ao mesmo tempo é rígido e bem acabado, com o teto formado de bambu e algum material branco que não conheço, vejo também alguns banquinhos feitos completamente de bambu e um outro que toma grande parte da lateral do quiosque, preso as colunas. O lugar sozinho já é lindo, somado com o Christian e a ideia dele que é uma espécie de piquenique, fica tudo encantador.

— Eu amei, como ninguém vem para cá?

— Poucos conhecem. Vem aqui Will. — Ele me olha sorrindo enquanto me aproximo dele e sento ao seu lado ainda apreciando o lugar e a sensação de leveza que me passa.

— Sim?

— Will... — Olho para ele esperando ele continuar — você, quer dizer, eu, eu gosto muito de você... sabe, desde que te vi com meu irmão na biblioteca, eu tenho pensado muito em você e só se passaram quatro dias. — Ele aproxima seu rosto do meu, quase os colando e quando volta a falar, sinto seu hálito gostoso acariciar meu rosto — Me dá uma chance? — Ele se aproxima mais, para me beijar, enquanto uma de suas mãos acaricia meu rosto.

— Christian, eu não posso, não quero te magoar ficando com você e depois ficando com outra pessoa. — Digo me afastando de seus toques. — Eu não sou assim, eu estou gostando de um cara e não posso fazer isso com você, me desculpa.

— Está com ele? — Nego com a cabeça. — Então por que não deixa eu tentar? 

— Chris, eu não posso, mesmo que eu não tenha chances com ele, eu ainda assim vou gostar dele e não quero te decepcionar, você é bonito, charmoso, pode ter quem quiser...

— Eu quero você, Will! Não vou desistir de você, eu vou fazer você se apaixonar por mim. Por enquanto aceito ser seu amigo. Por enquanto. — Ele reforça confiante e se vira para pegar algo no meio de tanta coisa.

— Certo, só não quero que você se machuque. — Sorrio fraco para ele, enquanto o mesmo pega uma mini tortinha e me dá na boca.

Pelo resto do piquenique, ele faz coisas assim, como também me faz rir, me fazendo esquecer da promessa que fez.

No final do piquenique, estamos mais próximos e já o chamei por Chris vezes de mais para que eu me lembre, o ajudo a guardar os potes vazios e a toalha na mochila e voltamos a andar, falando um pouco de nós mesmos, e para um narcisista, ele faz muitas perguntas sobre meus gostos, projetos e planos.

O dia é bom e logo recebo a mensagem de Gabriel, que tinha esquecido.

[Gabriel]: Chego aí daqui à 10 minutos, entrada 01.

[Will]: Te encontro lá.

Digito rápido e volto a conversar com o Chris, quando falta dois minutos, me despeço com um beijo em sua bochecha, dessa vez seguro o seu rosto para ele não virar ele como fez na ponte e vou embora, sem o deixar me acompanhar.






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