História Stalker - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mistério, Romance, Suspense
Exibições 204
Palavras 1.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Máscara branca


Fanfic / Fanfiction Stalker - Capítulo 10 - Máscara branca

Lauren foi até a porta com sua arma a sua frente e a abriu, olhando para os dois lados do corredor, só viu um vulto acabando de descer correndo as escadas. Ao invés de ir atrás, foi para o quarto onde fica o computador com as gravações da câmera, mas nada viu porque tinha algo tampando. Deu um soco na parede e um grito de raiva. Logo Camila apareceu na porta já vestida, com a expressão de quem estava com medo daquilo tudo. A médica olha para o computador e logo sai do quarto, a delegada a segue, indo ambas para a porta da frente para olharem o que havia na câmera. Ao chegarem viram que era apenas um papel, Lauren o pegou e leu o mesmo endereço que a mesma pessoa havia deixado em sua casa. Suspirou e jogou a cabeça para trás.

– Que lugar é esse?

– Não sei, eu estava indo lá hoje

– E por que não foi?

– Você me ligou para te buscar – deu de ombros – vou agora!

– Eu vou com você – disse determinada

– Não vai, não

– Vou sim! – cruzou os braços

– Camila, eu não faço ideia de onde é isso – balançou o papel – pode ser algo ruim e eu não vou te levar para lá

– E você vai sozinha? – a delegada assentiu – Lauren...

– Te ligo assim que eu voltar para minha casa – deu um beijo na testa da médica, que suspirou sabendo que não adiantava teimar

– Cuidado! E leva sua arma, talvez quatro a mais – Lauren riu e assentiu entrando no carro.

Colocou sua arma no banco do passageiro junto com seu distintivo e ligou o carro. Olhou para Camila pelo retrovisor e a mesma estava olhando para o carro de braços cruzados, riu e mandou uma mensagem no celular da médica.

[17:20] Você: Vou pedir para dois policiais ficar na sua porta. PS: Você está linda!

Quando viu Camila pegar seu celular, sorriu e saiu com seu carro. Ligou para a delegacia e logo foi atendida.

– É a Lauren, preciso que você mande duas viaturas com dois homens cada para o endereço que vou falar, anota aí.

Após falar o endereço da médica, colocou o outro endereço no GPS e foi seguindo as coordenada novamente, logo estava em uma rua um tanto deserta, não havia casas em volta, apenas mato e entulho, mais ao longe viu um celeiro e seu GPS indicou que havia chegado. Observou o local e parecia abandonado por anos, o que não duvidava estar. Estacionou seu carro de frente para a porta do local, um tanto afastada. Ficou observando o local de dentro do veículo, pensando em maneiras de sair dali rápido caso necessário. Pegou seu celular e reparou uma mensagem de Camila.

[17:22] Camila: Acho mais necessário eles irem com você, teimosa. PS: Você É linda!

Olhou o horário da mensagem e a hora que era agora, 18h em ponto. Pensou em responde-la mas reparou que ali não havia área, então guardou em seu bolso. Pegou sua arma e distintivo colocando-os em sua cintura, lembrou-se de pegar uma lanterna para caso precisasse. Respirou fundo e desceu o carro, foi andando até a porta, que era grande, a empurrou e foi aberta com facilidade, porém fazendo barulho. Entrou e o local era muito escuro, havia janelas enormes de um lado e de outro uma em frente a outra, todas tampadas com um tecido escuro, menos duas, das quais entravam a luz do final do dia, iluminando apenas o final do local, então ligou sua lanterna. Iluminou a sua volta e se certificou que não havia ninguém por ali, então começou a andar iluminando os lados e reparou algo na parede da esquerda, tinha algo escrito em vermelho com letras grande.

“Que bom que veio, tem uma pessoa muito animada para te ver, Srta Jauregui”

Lauren se arrepiou, ia chegar se foi escrito com sangue, mas foi impedida ao ouvir um grito abafado vindo um tanto de longe. Olhou para o lado e viu duas pessoas paradas no único feixe de luz que as janelas destampadas faziam. Era ele, a delegada teve a certeza pela blusa, mas dessa vez não estava apenas de capuz, como também com uma máscara branca. Estava segurando uma outra pessoa com uma fita na boca, era Fernanda. Lauren fez menção em andar, mas parou quando viu o homem colocar uma faca no pescoço da menina, que estava desesperada em seus braços.

– Por favor, não mate ela – levantou suas mãos parando no local onde estava

O homem devagar foi retirando a fita da boca da menina, sem que a faca saísse de seu pescoço. Ao retirar, a menina deu um grito carregado de medo e suas lágrimas não cessavam. A delegada suspirou, não queria de forma alguma que aquela menina morresse. O homem estava com seu olhar colado no de Lauren, o mesmo virou a cabeça para o lado e apertou a faca no pescoço de Fernanda, que gritou desesperadamente com a dor, fazendo Lauren cerrar os punhos. Segundos depois ele sussurrou algo no ouvido da menina e a soltou, deixando apenas a faca em seu pescoço. Desde ai tudo pareceu ficar em câmera lenta para Lauren, que colocou sua mão na arma para retira-la, Fernanda ia pegar impulso para correr, quando o homem passa a faca em seu pescoço, saindo correndo para o lado em seguida. O coração de Lauren errou a batida e sua respiração ficou pesada ao ver a expressão no rosto da menina ao sentir seu sangue descendo para sua roupa, caindo no chão em seguida. A delegada correu para o lado onde o homem mascarado tinha corrido, mas não conseguia enxergar nada, e resolveu não ir atrás, ele conhecia aquele lugar melhor que ela no escuro. Voltou para onde Fernanda havia caído e a menina estava acordada, tremendo suas mãos perto do corte em seu pescoço.

– Me ajuda! – sua voz saia com dificuldade

Lauren olhou em volta e não viu nada que pudesse estancar o sangramento, então rasgou o tecido de sua blusa e colocou no corte, na esperança que funcionasse.

– Aperte isso com toda sua força – colocou as mãos da menina no pano em seu pescoço

Pegou-a no colo e correu em direção onde havia deixado a lanterna cair, sabendo que ali seria perto da porta. Saiu do local indo para seu carro, colocou a menina no banco de trás e logo estava a toda velocidade voltando para a cidade. As vezes olhava para trás para ter certeza se a menina estava acordada.

– Se concentra na minha voz, ta legal? – ouviu uns gemidos de dor em resposta – não se deixe apagar, por favor

Lauren estava agoniada, odiando aquele homem. Teria ele apenas atraído ela para aquele lugar apenas para vê-lo matando Fernanda? Logo estava rodeada de casas e prédios, pegou seu celular e ligou para Camila.

– Lauren? Chegou?

– Camila, pede para uma das viaturas te levar correndo para o Hospital, exija que a outra fique, fale que é uma ordem minha. – disse rápido tentando prestar atenção no caminho, pois estava em alta velocidade.

– Aconteceu alguma coisa? – já estava ofegante por estar preocupada e correndo para fora falar com um dos policiais – Lauren mandou um de vocês me levarem urgentemente para o hospital!

– Me encontre lá! – Lauren desligou, olhando para a menina no seu banco traseiro, que estava com os olhos moles, suas mãos foram soltando o pano – não, não, não.


Notas Finais


Pessoal, tive falta de internet ontem, por isso que não postei, então hoje postarei esse e mais tarde outro, pode ser? Espero que tenham gostado ♥


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