História Stalker - Capítulo 11


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mistério, Romance, Suspense
Exibições 219
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Máscara branca (2)


Fanfic / Fanfiction Stalker - Capítulo 11 - Máscara branca (2)

Acelerou seu carro, passando por sinais vermelhos e até pegando rua contramão, levando xingamentos e mal olhado. E logo estava em frente o Hospital, reparou Camila saindo da viatura com expressão preocupada. Não estacionou e nem desligou seu carro, apenas saiu pegando Fernanda em seu colo, se manchando com o sangue da menina.

– Lauren! – a médica colocou a mão em sua boca – Vem aqui.

Camila foi na frente, entrando no Hospital se identificando e pedindo uma maca e um quarto urgentemente. Colocou um jaleco e entrou no quarto que haviam levado a menina, Lauren estava ao lado da mesma.

– Ei, você não pode ficar aqui – colocou a mão no ombro da delegada, que olhava fixamente para Fernanda

– É a Fernanda – Camila olhou para a menina e suspirou

A médica lavou suas mãos e colocou rapidamente luvas. Retirou o pano do pescoço da menina e avaliou o corte, não era fundo.

– Seja lá quem fez isso, não quis matá-la, apenas te assustar – olhou para Lauren – o corte não foi fundo o suficiente para morte – a delegada pareceu relaxar, como se um peso saísse de seus ombros – agora se acalme, ache um enfermeiro e peça para que ele pegue a ficha médica inteira de Fernanda e que ache sangue compatível para ela, pois perdeu muito – Lauren assentiu saindo do quarto – Ei – a delegada parou na porta e a olhou – ótimo trabalho, Lauren.

Lauren sorriu de lado para a médica e saiu do quarto. Fez o que Camila mandou e foi para seu carro, fechando as portas reparou o sangue da menina no banco de trás. Pegou seu celular e ligou para a delegacia.

– Srta Jauregui?

– Sim, ligue para a mãe de Fernanda Louzada, diga que achamos a filha dela e que a mesma está no Hospital comigo, não a deixe desesperada, diga que ela está bem. – desligou sem esperar uma resposta.

Suspirou pensando em um porquê daquela pessoa não querer matar Fernanda em seu frente, fugir e nada mais. Pensou em voltar para o local onde estava, mas teria que esperar a mãe da menina ali mesmo.

– Srta Jauregui, nos ligaram da delegacia para buscar a mãe da Louzada, precisa da gente aqui? – um dos policiais se aproximou

– Não, podem ir, obrigada.

O rapaz assentiu e saiu junto com seu companheiro. Foi para a sala de espera e alguns minutos depois Camila parou na porta observando-a.

– Como ela está? – se levantou ao ver a médica, que fez um gesto com a cabeça para que a delegada a seguisse – isso é soro?

– Sim, e de cá o sangue – olhou para seu pescoço o curativo que Camila havia feito

– Ela me lembra muito você – Lauren olhava para a menina com um certo ar nostálgico

– É, eu reparei isso – sorriu também olhando-a

Ficaram em silêncio e ouviram duas batidas na porta do quarto, logo sendo aberta.

– Com licença, a mãe da paciente chegou e pediu para ver a filha – era o enfermeiro que Lauren havia conversado

– Mande-a entrar! – o enfermeiro se retirou e Camila olhou para Lauren – vou deixar vocês duas a sós, qualquer coisa pode me chamar, ok? – Lauren assentiu

A mãe da menina entrou no quarto com seu rosto já cheio de lágrimas, e quando viu sua filha na cama, chorou mais ainda com a mão na boca. Foi ao seu lado e pegou em sua mão, beijando-a e fechando os olhos. Passou a mão no rosto de Fernanda e olhou para o seu pescoço, chegando a soluçar em meio seu choro.

– O que houve? Onde a achou? – olhou para a delegada

– Isso foi um corte feito com faca, ela estava em um celeiro abandonado um tanto longe da cidade.

– E quem fez isso?

– Fugiu – suspirou – mas não paramos de procurar

– Eu só tenho a agradecer pela vida da minha filha – passou do outro lado e abraçou a delegada, que assentiu

– Preciso ir, qualquer coisa pode ligar na delegacia que eles irão me avisar

– Obrigada – a mulher sorriu em agradecimento mais uma vez

Lauren saiu do quarto e pediu para que o enfermeiro tomasse conta de Fernanda, pedindo também para que assim que a mesma acordasse, fosse avisada imediatamente. Camila pediu-lhe para que a levasse para casa, a delegada concordou. Entraram no carro de Lauren e a médica pediu para que contasse o que aconteceu, assim Lauren o fez.

– Não viu para onde ele foi?

– Nada, estava muito escuro

– Uma máscara... – ficou em silêncio – acha que é a mesma pessoa?

– Certeza – deu de ombros – deve que só não usa aqui fora porque seria muito suspeito se alguém o visse – Camila concordou.

Lauren estacionou em frente a casa de Camila e ambas desceram. A delegada reparou apenas um policial no carro e deduziu que o outro havia saído para comprar algo para comerem, acenou para o que estava lá dentro e entrou na casa da médica junto da mesma.

– Lauren, vou tomar um banho, se quiser tomar também, pode colocar uma roupa minha

– Tudo bem, vou fazer chá enquanto isso, ok?

– Fica a vontade – sorriu

Camila foi até a cozinha e pegou um copo d’água. Foi subindo as escadas enquanto cantarolava uma música qualquer e quando chegou em seu quarto, instantaneamente, seu copo ficou em pedaços no chão, seu corpo tremeu e as palavras sumiram, seus olhos arregalaram e seu coração estava na garganta com aquela cena. Ali estava ele com uma faca ensanguentada, olhando fixamente para Camila ao lado de sua cama. A médica olhou para o chão e viu o corpo de um dos policiais que deveria estar no carro, começou a chorar descontroladamente, mas não conseguia se mexer e nem dizer algo, apenas olhá-lo. Tentou chamar por Lauren, mas sua voz não saia, mal tinha forças para tentar algo, qualquer coisa que quisesse fazer, seria em vão. O homem se aproximou de Camila, passou o sangue da faca em sua bochecha, fazendo-a tremer muito mais, e apontou para a parede, onde tinha escritas com o sangue do oficial. O homem olhou de novo para Camila e depois pulou pela janela. A médica olhou novamente para a parede e o que seus olhos leram a deixou apavorada.

“Você é a próxima”

– LAUREN!


Notas Finais


Pesado?


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