História Stalker - Capítulo 12


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mistério, Romance, Suspense
Exibições 226
Palavras 1.431
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - De cara com o inimigo


Fanfic / Fanfiction Stalker - Capítulo 12 - De cara com o inimigo

 A delegada pegou as coisas para fazer o chá e deixou a água fervendo enquanto conferia as notificações de seu celular, quando ouviu Camila gritá-la de seu quarto. Colocou seu celular no balcão e subiu correndo, chegando na porta viu a médica chorando com suas mãos trêmulas no rosto. Se aproximou olhando-a.

– Camila? – tocou em seu braço, a mesma apontou para a parede. Lauren olhou para onde a médica apontou – Meu Deus!

Camila se agarrou em Lauren e desandou a chorar em seu ombro. A delegada olhou para o policial esfaqueado no chão e suspirou, acabou por se sentir culpada pela morte do homem que estava ali por seu pedido.

 – Ei – pegou o rosto de Camila, tentando limpar suas lágrimas e reparou o sangue em seu rosto – o que é isso? É seu? – agora ficou brava

– Não – fungou – ele passou a faca em mim e estava com o sangue dele... – apontou para o corpo do oficial e chorou de novo

– não, não – limpou o rosto da médica – escuta, ele não vai te relar, tá legal?

– Ele entra aqui com facilidade, qualquer dia ele pode me pegar numa boa – tentou limpar suas próprias lágrimas

A delegada ia dizer algo, mas ouviu seu celular tocando lá na cozinha e desceu de mãos dadas com Camila para atende-lo.

– Alô?

– Lauren, é do Hospital, ligamos para avisar que a paciente que deixou aqui mais cedo acabou de acordar.

– Tudo bem, obrigada!

– Disponha

Desligou o celular e olhou para Camila, que estava de braços cruzados, encostada no balcão, com olhos fixos em um ponto qualquer. Lauren estava aliviada por ter salvado Fernanda, mas não quer passar o mesmo com a médica, não quer imaginar alguém com ela em um lugar imundo como aquele, deixando-a com medo, apavorada. Não quer que nada aconteça ao seu primeiro amor.

– Vou ao hospital falar com a Fernanda, ela acordou – se aproximou da médica

– Vou ter que ficar aqui sozinha com aquelas coisas no meu quarto? – se agarrou ao braço da delegada

– Não, eu vou notificar isso enquanto você vai pegar roupas e coisas necessárias, vai dormir na minha casa até que aqui seja seguro – ficou de frente para Camila, suas pernas relando uma na outra

– Vou ter que ir lá em cima? – fez uma careta

– Você tem jaleco no Hospital? – a médica assentiu – então me fala onde fica calcinhas e essas coisas que eu pego para você, pode usar minhas roupas.

Deixou Camila na sala e subiu as escadas falando com seu chefe, notificando tudo o que havia acontecido, o mesmo anotou tudo e disse que estava mandando policiais, peritos e ambulância para o local. Ao perguntar Lauren sobre o outro policial, a delegada desce as escadas correndo, assustando Camila que a segue, e ao chegarem no carro, veem que o mesmo está também esfaqueado e foi colocado já morto com as mãos apontando para o teto do lado de dentro do carro, onde estava escrito algo também com seu sangue. Camila se afasta com as mãos na boca.

– Droga!

– Morto? – pergunta o chefe da delegada

– E com mais uma mensagem – suspirou

– O que diz?

– “Ainda não acabei”

Terminou de falar com seu chefe e logo vários carros de autoridades pararam em frente a casa de Camila. Lauren acabou de pegar o que a médica pediu e a colocou dentro de seu carro, indo falar ao celular do lado de fora, enquanto observava as pessoas levarem o corpo do policial para a ambulância. Entra de volta no carro e vê que Camila também estava observando tudo olhando pela janela do carro.

– Quer ir comigo para o Hospital ou quer ficar na minha casa? – colocou o cinto em si e na médica

– Acho que não quero me desprender de você tão cedo – olhou para a delegada, que assentiu

Ligou o carro e foi dirigindo para o Hospital, perguntou se Camila queria comer algo e respondeu-lhe que café apenas estava bom. Então parou e comprou café para médica e cappuccino para si. Logo estavam no Hospital e indo para o quarto da menina. A médica resolveu ficar para fora e deixar Lauren sozinha com Fernanda.

– Oi – fechou a porta atrás de si, a menina a olhou e sorriu fraco – como está se sentindo?

– Melhor – suspirou – que bom que veio, queria agradecê-la pessoalmente

– Não precisa – sorriu e se sentou ao lado da menina – acharia ruim se eu fizesse algumas perguntas?

– Posso fazer uma primeiro? – Lauren assentiu – você o pegou?

– Não – suspirou – por isso preciso de respostas

– Vamos lá – Lauren colocou um gravador em cima da mesa que havia ali e ligou-o

– Do que você se lembra do dia em que foi sequestrada?

– Eu estava passando mal, meu estômago estava péssimo – fez uma careta – fui embora mais cedo do treino e escutei passos atrás de mim. Olhei para ver se era minha amiga, Ana Júlia, mas vi apenas uma pessoa de capuz – houve uma pausa – aquilo me assustou, então comecei a andar mais rápido, mas pouco antes de chegar na esquina, minha visão embaralhou e minhas pernas falharam, logo apaguei e quando acordei, já estava naquele lugar que me encontro.  – a delegada ficou em silêncio, esperando que a menina falasse mais algo

– O que lembra daquele lugar? Ficou lá por quatro dias

– Era muito escuro – deu de ombros – eu ficava amarrada em cima de um colchão

– Quantas vezes ele ia até lá?

– Não sei dizer, mas ele nunca me feriu ou fez mal algum – olhou para a delegada – mas eu sempre tinha um grande medo daquela máscara e da forma que ele ficava me encarando, parecia a história de João e Maria, jurava que ele estava me tratando bem apenas para me matar a qualquer momento, e quando te vi...

– Quando me viu...?

– Eu já não tinha esperança de sair dali, você me trouxe isso de volta – Lauren assentiu

– Alguma vez você viu o rosto dele?

– Não, ele sempre ia de máscara para lá – negou com cabeça – mas teve um dia que me debati e o capuz dele saiu, deu para ver apenas o cabelo

– Pode descrever?

– É curto, um tanto claro e bem liso – fez expressão de quem tenta se lembrar de algo – e ah, tem uma tatuagem na nuca, parecia uma estrela

– Entendi – Lauren suspirou – quer falar mais algo?

– Se eu me lembrar de algo, peço para te chamarem

– Ótimo – sorriu e pegou o gravador, desligando-o – obrigada, espero que fique bem logo

– Obrigada novamente – sorriu e Lauren assentiu, saindo do quarto

Ao sair, vê Camila sentada na cadeira em frente e a mesma se levanta ao ver Lauren. Sem dizer nada, ambas vão andando até o carro.

– Como foi?

– Ela me deu algumas informações que podem ser úteis – deu de ombros

A delegada estava indo para sua casa. Olhou em volta procurando sua arma, abriu o porta-luvas e a viu ali, pegou-a e colocou em sua cintura, não poderia desgrudar dela depois de tudo que aconteceu. Parou o carro um pouco antes de sua casa, de uma forma que dava para vê-la inteira.

– O que foi? – Camila a olhou e Lauren estava encarando sua casa

– Ele está lá – a médica olhou também

– Você o viu? – negou – Como sabe então?

– A janela aberta – apontou

Logo viu uma pessoa sair de sua casa, abaixou-se junto de Camila, levantaram novamente e a mesma pessoa já estava quase na esquina. A delegada pede para Camila não sair do carro, trancar as portas e qualquer coisa, sair dali o mais rápido possível. Saiu do carro, colocou suas mãos no bolso de sua blusa e finge estar andando tranquilamente. O homem continuou seu trajeto sem perceber que estava sendo perseguido, Lauren mantém uma distância segura. Um minuto ou mais depois, o homem começa a desacelerar seus passos e retira seu capuz, Lauren olha seu cabelo e bate com a descrição de Fernanda, e então vê a estrela na nuca, é ele. O homem fez menção de parar, então Lauren se abaixou atrás de um carro estacionado que havia ali e espiou-o destrancar uma casa. A casa parecia perfeita para quem não quer chamar atenção, era simples e pequena, cores neutras, janelas fechadas. Observou-o entrar e saiu de trás do carro, se aproximando da casa. Quando ia pegar seu celular para anotar o endereço ali, a porta foi aberta bruscamente, assustando-a. O homem saiu de lá de capuz novamente, apontando uma arma para Lauren, que ia pegar a sua, mas o mesmo percebeu e começou a se afastar mais ainda. Ameaçou atirar engatilhando-a, mas não deixou a delegada com medo. Quando finalmente havia conseguido pegar a arma, o homem disparou dois tiros e correu ao ver a delegada cair. 


Notas Finais


Tava pensando em mudar o nome da história, o que vocês acham?


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