História Stalker - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mistério, Romance, Suspense
Exibições 198
Palavras 1.777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Próxima vítima


Fanfic / Fanfiction Stalker - Capítulo 13 - Próxima vítima

Lauren xingou ao se chocar com o chão e não ter forças para atirar no homem que correu. Olhou para sua coxa e percebeu que pegou apenas de raspão o tiro, então aproveitou que sua blusa já não estava inteira por ter arrancado uma parte e colocado no pescoço de Fernanda, e pegou outro para enrolar na sua. O segundo tiro pegou na parede, na altura de sua cabeça, sorte talvez. Se levantou com dificuldade e, ao ficar de pé, reparou que o homem deixou a porta de sua casa aberta. Sem saber se foi intencional ou não, Lauren ficou pensando se entraria ou deixaria para outra hora, mas já estava cansada daquilo tudo.

– Alô?

– Camila? Está no carro ainda?

– Sim, onde você está? O que aconteceu?

– Olha, depois explico. Alguém voltou para minha casa?

– Não

– Então faz o seguinte – suspirou – A chave está dentro do carro, entra na minha casa e se tranca no meu quarto com as janelas fechadas, ok?

– Lauren...

– Eu prometo que não vai acontecer nada com você – a médica sussurrou um “tudo bem” e o coração da delegada se apertou – não desgruda do celular.

Camila ouviu quando Lauren desligou e suspirou, não sabia se estava mais preocupada com onde a delegada estava e se estava bem ou com o que ia ser delas quando aquilo tudo fosse resolvido. Achou a chave que Lauren havia mencionado e saiu do carro trancando-o. Se aproximou com cautela da casa, observando-a. Ao entrar, trancou o portão e todas as janelas, portas e pegou algo para comer e beber enquanto ia ficar no quarto da delegada. Quando estava de frente à porta do quarto de Lauren, hesitou em abrir ao lembrar da última coisa que lhe acontecera quando abriu a porta de um quarto. Um arrepio passou por ser corpo e tomando coragem ela abriu e estava tudo normal, suspirou aliviada e logo entrou trancando tudo. Olhou no banheiro, no armário e embaixo da cama, estava sozinha. Se sentou na cama e reparou um papel colado na cabeceira, não deu bola pois pensou que Lauren que havia colado. Pensou em assistir um filme no Netflix até que a delegada chegasse, então pegou seu notebook torcendo para que tivesse. Ao ligá-lo, abriu direto em uma pasta de fotos com o nome do colégio em que Lauren e Camila estudavam. A médica ficou sem entender aquilo, então abriu para ver o que havia ali. E então viu vários fotos, colocou-as para reproduzirem e aquilo que viu foi no mínimo sinistro, se viu tomando água, conversando com algumas amigas que tinha na época, se viu estudando, na sala, na biblioteca, sentada no pátio e no corredor, falando com professores e rindo. Foi começando suas fotos com Lauren e Camila ia esboçar um sorriso, mas reparou que o rosto da delegada estava sempre riscado ou embaçado por uma edição. Não entendeu, mas antes que pensasse em algo, começou suas fotos com sua namorada após Lauren, Érika.

Respirou fundo ao desligar o celular, não era hora de pensar sobre o que sentia por Camila, tinha que descobrir quem era aquela pessoa. Olhou para um lado e outro, não sabia do que temia, mas temia muito naquele momento. Abriu a porta e acendeu a lanterna de seu celular para saber onde estava, era a sala. Procurou um interruptor e iluminou o local que estava arrumado. Seguindo mais à frente achou a cozinha e um corredor que tinha três portas; uma era um quarto com uma cama de solteiro, outra um banheiro pequeno e a última era um tipo de dispensa. Suspirou, estava tudo organizado, estava longe de parecer uma casa de um criminoso com aquele perfil. Não havia fotos pela casa, apenas quadros de alce na sala. Estava pensando em ir embora enquanto se olhava no espelho do quarto do homem, quando viu um relevo no tapete ao lado da cama. Se aproximou, agachou-se ao lado e retirou o tapete, ali estava. Havia uma espécie de porão ali. Lauren abriu e viu uma escada, mas não conseguia ver o fundo da mesma, por conta da escuridão vindo dali. Pegou seu celular novamente e começou a descer, rezando para que ele não voltasse ali tão cedo. Sentiu quando chegou no chão e olhou em volta com a lanterna, procurando algo que poderia acender para iluminar melhor o local. O lugar era espaçoso e cheirava produtos de limpeza, bateu a cabeça em algo e viu que era um interruptor pendurado, apertou-o e se assustou com o que viu. A luz vinha de trás de uma cabeça de alce, que foi colocada de forma estratégica para que o reflexo pareça que tenha realmente o animal ali dentro. Depois que se acalmou, desligou a lanterna de seu celular e olhou em volta. Havia algumas ferramentas, machado, tacos de baseball, martelos e mais coisas em uma parede que embaixo disso havia uma mesa de madeira. Na parede da frente havia um enorme retângulo que estava tampado por uma toalha vermelha. Lauren se aproximou e puxou a toalha com força, descobrindo o lugar, e o que viu fez a delegada dar dois passos para trás em descrença. Havia várias fotos dela e da médica no dia-a-dia; havia da delegada comprando cappuccino no dia da palestra, Camila entrando em seu carro para ir trabalhar, havia Lauren chegando na delegacia, em sua casa e até deixando Kate na casa da mesma. Havia muitas fotos e todas estavam ligadas por um barbante branco, como se fosse uma teia. Mais ao lado Lauren reparou uma foto de Fernanda saindo do local de treino e ligada com barbante, havia duas fotos abaixo. Era de duas meninas com as mesmas características de Fernanda. Na foto de Fernanda havia um X, nas das outras duas O. Lauren entendeu o que queria dizer e pegou seu celular para fotografar aquilo, precisa encontrar aquelas meninas antes que aquele homem pegassem-nas. Quando estava cobrindo o mural novamente, escuta alguém entrar na casa. Acabou de cobrir e desligou a luz rapidamente, subiu as escadas e fechou a pequena porta, colocando o tapete por cima novamente. Pegou sua arma e ficou do lado da porta, esperando se alguém entrasse no quarto.

– Tem alguém aqui?

A delegada não reconheceu a voz, mas deduziu não ser o homem, então abriu a porta e foi até onde estava vindo a voz e viu um senhor de mais ou menos 50 anos.]

– Você não pode entrar aqui – disse firme

– E por que você pode? – enfrentou Lauren, que pegou seu distintivo, mostrando-o

O senhor saiu resmungando e Lauren levou aquele susto como um convite para ir embora antes que o homem mascarado realmente voltasse. Saiu da casa deixando-a da forma que encontrou e encontrando ainda dificuldades para andar com sua coxa machucada. Ao chegar em sua casa, ligou para Camila abrir o portão.

– Lauren? O que aconteceu com sua perna?

– Só um tiro de raspão – entrou em sua casa mancando, subindo as escadas para ir tomar um banho, já que ainda estava com o sangue de Fernanda em seu corpo. Enquanto tirava a roupa, reparou que seu notebook estava ligado, foi ver o que havia na tela e viu uma foto antiga de Camila e Érika.

– Lauren...

– Que? – Camila estranhou a forma como Lauren respondeu mas não questionou

– O que aconteceu?

– Nada – a delegada estava de calça e sutiã, andando pelo quarto procurando algo

– Certeza?

– O que aquela foto está fazendo ali? – apontou estressada para seu notebook

– Eu não sei – deu de ombros – tem uma pasta cheia de fotos nossa no colégio

Foi até o notebook e foi passando as fotos para Lauren vê-las. A delegada suspirou, fechando o aparelho com força, assustando Camila. Colocou suas mãos na cintura e fechou os olhos.

– Ei – a médica se aproximou

– Melhor não – se virou

– Lauren, faz tempo – bufou

– E faz mais tempo ainda nós duas – a encarou – e não sei se sabe, mas não me faz bem olhar isso de novo, me faz lembrar o quão rápido me esqueceu e como eu tive que ficar quase um ano vendo vocês juntas na minha frente – Lauren foi colocando Camila contra parede – e também me lembro como você não deu a mínima para isso – deu um soco ao lado do rosto de Camila, pegando na parede

– Eu dava – empurrou Lauren – eu me importava muito com você, me doía ver como você ficou naquela época, odiei saber que você tinha voltado a beber e que não estava mais dando a mínima para a escola – a empurrou mais uma vez – mas eu precisava daquele relacionamento.

– Claro, para amar outra pessoa tão rápido daquela forma, certeza que era amor verdadeiro – ironizou – aposto que estão juntas até hoje e não me falou ainda

– Para! – deu um tapa no braço da delegada – não estamos mais juntas – bufou – terminamos uma semana depois que você foi embora da cidade.

– E por quê? – encarou-a

– Eu precisava de alguém comigo para não voltar atrás com você – houve um silêncio com as duas se encarando – eu não conseguia falar com você, me desculpar e nem nada. E quando você foi embora, percebi que nunca deveria ter entrado na sua vida.

– Você deveria sim – se aproximou – eu te amei mais do que tudo, você me deu motivos para acreditar em coisas que eu nem imaginava, você me alegrava de uma forma que... – chegou seu rosto perto da médica – eu sinto falta, mas – suspirou

– Mas? – sussurrou devido a distância ser pequena e passou seu nariz pelo da delegada

– Preciso acertar umas coisas comigo antes de me acertar com você

Lauren se afastou devagar, as mãos da médica foram soltando-a devagar. A delegada foi desviar seu olhar do rosto de Camila e viu um papel em sua cama.

– Você que colocou ali? – a médica negou. Lauren se aproximou e pegou o papel, era outro endereço, certamente deixado por aquele homem que mais cedo esteve ali – é, tenho um lugar para ir.

– Agora? – arqueou as sobrancelhas – está tarde

– Verdade – olhou para o nada, pensando – vou ligar para o David – disse pegando seu telefone

Depois de alguns toques, a delegada foi atendida pelo rapaz.

– Alô?

– David? É a Lauren – o rapaz a respondeu com uma saudação preocupada pelo horário da ligação – foi registrado algum desaparecimento hoje?

– Ah, foi sim – o rapaz mexeu em alguns papéis e continuou – quer saber o nome, certo? – a delegada afirmou por um tom nasal – Lívia Garcia

– Anotei, muito obrigada!

Desligou e foi pegar seu notebook, enquanto a médica a observava. Fechou as fotos que Camila abrira e entrou em seu Facebook, indo na barra de pesquisa e procurando por Lívia Garcia. Ao entrar no perfil da menina a reconheceu, ela estava no mural que encontrou na casa do homem mascarado.


Notas Finais


Pessoal, com não postei ontem porque sai com umas amigas, postei esse com um tanto maior de informações. Achei ele fraco, mas chamo ele de capítulo-ponte porque por conta dele vocês irão entender os próximos. Espero que tenham gostado! Deem sugestões para o novo nome da fic, escolherei o que eu mais gostar, quem quiser votar nos comentários também ta liberado. Só uma coisa: Em português, por favor. Beijos ♥


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