História Stalker - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mistério, Romance, Suspense
Exibições 205
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Lívia Garcia


Fanfic / Fanfiction Stalker - Capítulo 14 - Lívia Garcia

– Quem é essa? – Camila deitou-se ao lado da delegada

– Lívia Garcia – continuou passando as fotos – foi registrada hoje como desaparecida

– Ela tem as mesmas características de Fernanda

– Que tem as mesmas características suas – a olhou

– Sim – retribuiu ao olhar de Lauren – mas o que isso tem a ver?

– Eu segui ele até uma casa – fechou seu notebook e ficou de frente para a médica – ele saiu dela e me atirou, mas deixou-a aberta, então eu entrei.

– E?

– E eu achei um mural cheio de fotos nossa; indo trabalhar, comendo e essas coisas normais do dia-a-dia.

– Meu Deus, esse cara é louco? Desde quando ele segue a gente? – se levantou irritada

– Desde o colégio, pelo jeito – deu de ombros

– O que mais tinha no mural? – cruzou os braços e voltou a olhar a delegada

– Fotos de duas meninas ligadas à foto de Fernanda, e uma delas é a Lívia – apontou para seu notebook fechado

– E a outra?

– Não tinha nomes – se deitou e suspirou, colocando suas mãos em seu rosto – vou para o banho

Se levantou, deixando Camila em pé pensando em como aquilo tudo a incomodava. Foi até o notebook e começou a ver fotos da menina, foi olhar suas postagens e viu o estilo musical da mesma, era muito semelhança com sua pessoa. Parou para pensar que aquilo tudo, certamente, não era coincidência. O homem a observava há anos e só agora que reencontrou-se com Lauren resolveu atacar.

– No que está pensando? – a delegada sai do banheiro com uma toalha secando seus cabelos

– Ele me quer – Camila não desviou o olhar de um ponto fixo

– É – suspirou – o santuário me fez perceber isso

– Que santuário? – franziu o cenho

– Que vi na casa dele – deu de ombros indo pentear seus cabelos

Camila foi para o banho e Lauren pegou o endereço em cima de sua cama, guardando-o em sua jaqueta, colocando seu celular para despertar bem cedo, pois decidiu que iria lá para ver o que aquele homem queria que ela visse. Ligo para sua amiga Julia e pediu para que a mesma ficasse com Camila quando saísse pela manhã, depois de muitas perguntas sobre o porquê da delegada ter sumido, o porquê de estar com Camila e várias outras, aceitou fazer o favor para Lauren. Desligou o celular, colocou seu pijama e arrumou sua cama para ela e a médica dormirem. A médica saiu do banheiro já encontrando Lauren dormindo, sorriu ao ver que a posição da delegada indicava que a mesma estava esperando-a, mas o sono falou mais alto. Colocou uma blusa e calcinha, se deitando ao lado de Lauren, apagou a luz e se agarrou ao braço da delegada, logo caindo no sono também. Quando deu 5:00 começou a tocar uma música baixa, que Lauren logo deu um jeito de para-la antes que acordasse a médica. Quando pensou em se levantar para se arrumar e ir ao endereço deixado, sentiu que Camila estava abraçada em seu braço direito e sorriu, tirando-o bem devagar. A médica se mexeu um pouco e logo abraçou o travesseiro, voltando a ficar serena. Lauren colocou uma calça jeans, camisa lisa branca e sua jaqueta que continha o endereço. Colocou seu all star preto, sua arma e distintivo na cintura e soltou seu cabelo. Seu celular começou vibrar anunciando uma ligação, viu o nome de sua amiga na tela e foi olhar a gravação da câmera de fora e viu a ruiva ali parada.

– Oi – abriu para a amiga, que mostrou o dedo do meio para ela – uou, o que foi?

– São cinco horas e eu to de pé – entrou na casa agarrada com seu cobertor

– O sofá é todo seu – riu apontando para a sala

– Por quê? Não posso dormir no seu quarto com a princesinha? – arqueou a sobrancelha, Lauren a fuzilou com os olhos, fazendo-a rir – sofá, entendido.

– Quando ela acordar, me liga – a ruiva assentiu – obrigada mais uma vez.

A delegada se despediu e foi indo até seu carro. Colocou o endereço no GPS e foi seguindo as coordenadas novamente. Depois de um tempo em uma estrada, a voz no GPS pediu para que virasse em uma estrada de terra cercada de grama alta. Lauren parou no começou da estrada e olhou que ia dar longe, respirou fundo e seguiu em frente. Alguns minutos depois seu GPS simplesmente desligou e não quis pegar mais, mesmo assim seguiu em frente pois já estava ali mesmo. Viu um papel colado em uma das árvores e parou para ver o que estava escrito.

“Que bom que já chegou até aqui, corajosa você. Agora vire a primeira direita.”

Guardou-o junto com o endereço e seguiu o que lhe mandara. Na estrada que seguiu após virar, a grama foi ficando mais calma, dando para ver se houvesse alguma pessoa por ali. Parou o carro ao perceber algo estranho ao longe de seu lado esquerdo. Desceu e foi andando meio ao mato, sentindo um cheiro e sensação horrível. Enquanto se aproximava conseguiu ver melhor o que era. Um corpo nu espetado em uma cabeça de veado empalhada, já havia alguns pássaros em volta. Lauren se aproximou com a mão no nariz, não dava para reconhecer quem era, mas já temia em saber. Viu que seu celular não tinha área no local e voltou até seu carro para usar o rádio policial que tinha nele.

– Delegada Jauregui, câmbio – aguardou a resposta de alguma viatura, suspirou pela demora

– Na escuta, câmbio

– Preciso que localizem meu veículo e venham onde estou, câmbio

– Certo, apenas a viatura? Câmbio

– O que for necessário para a situação, câmbio

– E qual é a situação? Veículo localizado, câmbio – Lauren olho para direção do corpo

– Adolescente morta, câmbio desligo.

Lauren abriu seu porta-malas e pegou seus objetos de trabalho, voltando para onde estava o corpo da menina. A olhou, reparando como sua pele já estava de coloração diferente, seus cabelos exaltaram o preto, sua boca entreaberta e seus olhos fechados em expressão tranquila a fez pensar se sofreu nas mãos do homem antes de morrer. Tirou fotos do corpo da menina de perto e logo ouviu a viatura chegar com ambulância e a perícia, e também o carro de seu chefe. Os policiais se aproximaram, Lauren se afastou e tirou uma foto de longe do corpo.

– Há quanto tempo está aqui? – seu chefe se aproximou de terno e gravata no meio do mato

– Ela – apontou para a menina – ou eu?

– Você – suspirou se aproximando da menina, Lauren seguiu-o

– Uma hora, talvez alguns minutos a mais – deu de ombros

– Talvez? – a olhou – achei que não gostasse de meio termos – a delegada colocou suas mãos no bolso de sua calça, estava estranhando a atitude de seu chefe – e o que estava fazendo aqui?

– Ele me atraiu para cá de novo, assim como Fernanda

– Fernanda está viva! – gritou  

– Também notei essa diferença – o senhor olhou-a, pensativo

– Vai para casa, apareça no meu escritório 10:00 em ponto – foi para perto de onde estava o corpo, deixando-a sem entender

Lauren entrou no carro e saiu acelerada, brava com a situação, principalmente pelo fato de que o homem a levou ali apenas para ver a menina morta. Seria aquilo uma ameaça ou aviso? Seu celular começa a tocar com o nome de Julia na tela, suspira e atende colocando-o no viva voz.

– Fala

– Onde caralhos você está, Lauren? – reconheceu a voz brava da médica

– Indo para casa

– Aconteceu alguma coisa? – reparou que a delegada estava com o tom de voz um tanto irritado

– Chego em cinco minutos.

Chegou em sua casa e entrou estressada, foi beber um copo d’água e acabou por jogá-lo na parede da cozinha. Camila e Julia desceram e a olharam. Seu telefone começou a tocar, sem dizer nenhuma palavra para as meninas, ela o atendeu.

– Alô?

– É o David – Lauren fez um som nasal para o mesmo continuar – então, você me ligou ontem perguntando sobre desaparecimento e eu te disse sobre a Lívia Garcia, lembra?

– Lívia Garcia, sei, continua – Camila se aproximou querendo saber sobre a menina

– Encontram-na morta essa manhã

– Eu sei – suspirou  e olhou para Camila – eu a encontrei morta!


Notas Finais


To querendo dar uma esquentada nisso, que que ces acham?


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