História Amor Marginal - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 178
Palavras 2.560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei! Obrigada a todos os favoritos e cometários!
Enfim, Bom leitura!

Capítulo 35 - Pequenos Planos


O Relógio no criado mudo do quarto da loira já marcava mais de uma e meia da manhã do domingo. Fazia uma noite fria mas, para os dois corpos naquele quarto não fazia diferença.

 

— Ahn… Emma… ahn… Não.. Para! - Regina rebolava sem parar sobre o corpo da namorada sentindo os dedos dela cada vez mais fundo. As mãos dela se fechavam nos cabelos já bagunçados da loira enquanto sentia a boca dela sugar os seus seios com força. Apertou as pernas em volta da sua cintura  e jogou a cabeça para trás. — Oh...isso...ahn.

 

O orgasmo ia dando sinais e os gemidos da morena ficavam mais alto. Emma a puxou para um beijo e com as mãos apoiadas nos ombros definidos da loira Regina rebolava mais rápido e gemia em meio ao beijo.

 

O barulho da TV era baixo comparado aos gemidos de Regina. O orgasmo lhe agarrou e ela prendeu as unhas nas costas da namorada e mordeu o seu ombro. Os espasmos foram passando e ela beijou Emma carinhosamente em meio a sorrisos satisfeitos.

 

Só depois de vários beijos e sussurros foi que a morena caiu deitada ao lado da namorada. Com a respiração ainda irregular ela viu Emma levantar e começar a se vestir.

 

— Onde vai? - sua rostro era plena confusão.

 

— Amor, eu estou morrendo de fome! E lembrei que tem pizza na geladeira! - Emma lhe deu um sorriso de covinhas tão infantil quanto o da sua filha de quatro anos  e se levantou prendendo os cabelos rebeldes. Deu uma longa olhada pra morena nua deitada na cama em toda a sua glória e sorriu. Como podia ser tão perfeita? — Se você não vir…. Eu vou comer tudo! - avisou antes de sair do quarto.

 

— Ahh para de ser gulosa! Pode ir dividindo! - gritou enquanto vestia uma calcinha e a camisa xadrez havia arrancado do corpo da loira. Chegou na cozinha e as pizzas estavam no micro ondas e o sorvete no balcão, já em degustação. — Eu pensei que o doce viesse depois do salgado... - Emma sorriu e Regina tirou o sorvete que havia ficado no quanto da boca dela e chupou o próprio dedo. Ela sabia muito bem que para a namorada não tinha hora de comer doce. Emma comia doce até no café da manhã se pudesse. E ela podia, então, comia no café também.

 

— Não tem hora ‘pra comer doce! - levou uma colher cheia de sorvete até a boca da namorada. Se levantou e pegou a pizza no micro ondas. Voltou a sentar e deu um sorriso malicioso ao ver Regina debruçada no balcão apenas de camisa e calcinha. A morena pegou um pedaço e colocou uma mecha atrás da orelha antes de morder a pizza e olhar pra Emma que tinha um sorriso bobo.

 

— Você não vai comer? - perguntou. Aquele sorriso da loira lhe desconcertou.

 

— Sim… - mordeu o seu pedaço e voltou-se para a morena e lhe puxou pra perto, colocando-a entre as suas pernas. — Lembra quando eu disse, à dez anos que o céu era coisa mais bonita que existia? - Regina forçou a mente e se lembrou, sentiu uma pontada de saudade daquele dia. Assentiu ainda mastigando. — E disse que não existia nada mais bonito que ele, apenas eu?

 

— Uhum! - passou as mãos pelos ombros nu da loira  que  estava de regata e short. Sentiu ela rodear sua cintura e lhe apertar. Regina adorava quando ela fazia isso, lhe apertar, deixá - la mais perto, bem juntas, tirava seu ar e deixava suas pernas bambas.

 

— Eu menti! - viu a cara de confusão da morena e continuou. — Eu não sou a coisa mais linda do mundo, nem o céu! - sorriu do jeito mais apaixonado que Regina tinha visto desde que se separaram. — Você é coisa mais bonita do mundo! Do meu mundo! - passou o nariz no rosto da morena e fechou os olhos sentido seu corpo reagir aquele sentimento tão intenso. Os pulmões se encheram de ar e logo se esvaziaram e um suspiro apaixonado.

 

A declaração deixou Regina sem reação por um segundo mas, foi tirada do transe com as batidas aceleradas do seu coração e sorriu para a mulher a sua frente. Se  apaixonou de novo olhando a imensidão verde. Colocou as mãos ao lado do rosto da loira e selou seus lábios com o maior carinho. Era nesses momentos que ela se perguntava, por que haviam passado tanto tempo longe, se davam tão certo?!

 

— Meu bem… - Emma interrompeu o beijo. — Vem morar comigo! - sorriu e o pedido pegou a morena de surpresa.

 

— Oi?

 

— Isso! Vem morar comigo! Você e as meninas, as suas coisas! - disse empolgada. — Até pode trazer a Zelena se quiser!

 

— A Zelena? Tá falando sério? - se soltou da loira e voltou a comer.

 

— Sim! Ela pode dormir com o Buc e o Alfonso! - deu um sorriso maldoso.

 

— Você é terrível Emma! - sorriu. — Mas você não acha um pouco cedo pra isso?...

 

— Não…

 

— Amor, tem a escola das meninas… E o meu emprego, eles são longe daqui…

 

— Nada que não dê para ir de carro! Lily já está na idade de tirar a carteira de motorista e você também tem que tirar a sua!

 

— Eu não quero que ela tire carteira de motorista! E eu não poderia dar um carro pra ela agora… - terminou de comer sua pizza e virou para a loira.

 

— Eu posso dar um pra ela!

 

— Emma você está indo muito rápido! Você não vai dar uma carro para a Lily!  - disse incrédula.

 

— Amor não precisa ser um novo…

 

— Não vai Emma! - elevou o tem de voz. — Não interessa se é um novo, ou usado, você não vai dar um carro para ela! - apontou o dedo para a loira. Aquele assunto lhe deixou irritada. — Ela mal sabe se virar sozinha! Você acha que eu vou dar um carro na mão dela?

 

— Eu só não entendo o porque disso! - cruzou os braços.

 

— Por quê eu não quero Emma! - disse mais calma.

 

— E foi exatamente pensando assim que o meu pai nunca fez nada por mim! Para ele eu era sempre uma adolescente que não sabia fazer nada, por isso não deveria ter nada!

 

— Emma você não é mãe! Não vai entender…

 

— Ah claro! Meu não discutir isso porque eu vou estar sempre em desvantagem não é?! Afinal eu não sou mãe, não sei o que é isso! - perdeu a paciência. Ela odiava aquela frase, a ouviu várias vezes. Era o argumento mais usado pelo seu pai para tudo que ele fazia contra ela. E ainda usava.

 

— Eu não sei  por quê a gente está discutindo isso! - a morena a encarou com as mãos na cintura.

 

— É eu também não! - voltou a cruzar os braços.

 

— Olha eu acho que é melhor esperarmos mais um pouco antes de pensarmos em morar juntas… - se aproximou da loira e descruzou os braços dela. — Você não acha que é muito cedo… - beijou seu rosto demoradamente e passou os braços pelo pescoço da loira

 

— Amor eu esperei muito tempo! Eu quero você aqui comigo! - Regina sabia amansar Emma. — Você está arrumando pretextos! - tentou se soltar do abraço da morena. Odiava quando ela arrumava desculpas para fazer as coisas.

 

— Não estou não! - apertou mais a loira. — Só acho que ainda não é a hora… Vamos esperar um pouco mais?... Hum? - beijou o rosto da loira e sorriu. — Vai ficar de bico? - selou seus lábios e Emma ainda tentou sair do seu abraço. — Você não vai sair… - riu.

 

— Você quer medir força? - deu um sorriso travesso.

 

— Nao! - se afastou e a loira levantou do banco que estava. — Estou falando sério Emma! - não conseguiu deixar de sorrir. — Vamos guardar essas coisas e dormir… Já está tarde! - olhou desconfiada para Emma enquanto guardavam tudo e foram para o quarto após apagarem a luzes e assim que adentraram o cômodo, Emma jogou a morena na cama e se colocou sobre ela. Uma perna de cada lado da sua cintura e o ataque de cócegas começou.

 

A morena tentava se soltar, mas Emma era mais forte e lhe mantém presa com as coxas enquanto cutucava seu ponto fraco: as costelas. As gargalhadas vieram altas e desesperadas e a loira podia deixar de sorrir com a cena.

 

— Para Emma!!! - as gargalhadas interrompiam os pedidos e cada vez que Regina tentava se soltar Emma aumentava as cócegas. Ela estava ficando sem ar e não conseguia parar de rir, por mais que se mexesse. O o pescoço foi ficando vermelho e logo chegou ao rosto coberto por lágrimas de riso, só então Emma parou.

 

Observou ofegante a morena puxar o ar com certo desespero e secar as lágrimas dos cantos do olhos. Mordeu o lábio e sorriu para a loira e ganhou um ainda mais bonito.

 

— Você é uma pessoa muito má! - sorriu de novo e a loira agarrou suas mãos e as prendeu acima da cabeça. Regina suspirou e sentiu o perfume da loira mais forte e seu corpo reagiu como sempre reagia quando ela estava perto daquele jeito, e, Como sempre percebeu que sentia necessidade disso. — Você me deixou sem ar Emma! - sussurrou.

 

— Eu faço isso às vezes… - passou seu nariz pelo o da morena. — Tiro o ar das pessoas! - selou seus lábios demoradamente. Depois daquele beijo Emma percebeu que estava feliz, ali, naquela madrugada estava feliz com Regina e sentia isso no corpo, o ar que faltava, o coração batendo forte.

 

Ela desceu os beijos pelo pescoço da morena e entrelaçou seus dedos e pernas e oi iú a namorada suspirar. Olharam juntas para o relógio ao lado da cama, era quase três da madrugada.

 

— Está tarde… - a morena sussurrou e olhou para a loira sobre ela. Como ela sabia que amava aquela mulher? Pelo sorriso que mudava seu dia? Pela beleza que lhe impressionava? Ou pelo jeito doce que era só dela? Talvez pelo fato daquela mulher conseguir lhe afetar apenas estando perto? Ela não sabia! Nunca soube o que havia feito se atrair tanto por aquela loira, a ponto de não conseguir viver sem ela, e quando experimentou aquela sensação, sofreu como nunca.

 

— O que foi? - Emma interrompeu  seus pensamentos.

 

— Nada! - sorriu e lhe roubou um beijo. — Você sabe que eu amo muito você, não sabe?! - sussurrou apaixonada.

 

— Sei! Eu também amo muito você! E… Está tudo tão perfeito que eu até tenho medo!

 

— Medo de que? - a conversa não passava de sussurros em um quarto iluminado apenas pelos abajures e a luz de fora.

 

— Medo de tudo ser um sonho, e eu vou acordar na cama de um hospital, e vão me dizer que eu estava em como e isso tudo não passou de um coisa da minha cabeça!

 

— Então seria um sonho de nós duas! - soltou as mãos que Emma estava segurando e segurou o rosto da mesma. — Eu não sei porque eu te amo! Mas eu te amo muito! - beijou a loira com todo o clima de amor daquele momento correndo nas veias.

 

O beijo carinhoso e cheio de sentimento, se prolongou enquanto elas se arrastaram pela cama até chegar ao travesseiros. Emma puxou o edredom para cobri-las.

 

— Faz amor comigo? - sussurrou a pergunta com sua testa colada a da morena e ganhou beijo profundo em resposta. Foi o suficiente para irem se arrastando pela cama até e se enroscaram, se despiram, se esfregaram enquanto se amavam.

 

XXXXSQXXXX

 

Domingo era sempre uma tortura para Zelena se levantar. Talvez para todo mundo fosse. Então, se arrastando ela foi até abrirá da cama, calçou os chinelos e foi até o banheiro. Cansaço, foi tudo o que viu naquele espelho que por sorte ou não, refletia seu rosto. Deu um sorriso debochado. Precisava descansar, e precisava de um namorado, ou alguém para ficar. Já era quarta vez da semana que acordava excitada e precisava de um banho gelado.

 

Depois de se banhar e estar aparentemente melhor e foi até cozinha e preparou o café da manhã Fela, e das meninas. Regina havia ido passar o fim de semana na casa da Emma! Pensou com desdém, e foi interrompida por um abraço na perna.

 

— Bom dia meu anjo! - sorriu sem precisar olhar pra saber quem era. Tirou os ovos da frigideira e colocou em um prato.

 

— Bom dia Tia… - ouviu a voz rouca da menina e virou para pega-la no colo. E coçando os olhinhos Helena abraçou a ruiva e apoiou a cabeça no seu ombro.

 

— Nossa quanto soninho… - beijou a cabeça da pequena. — Você está com fome? - recebeu um aceno preguiçoso. — Hum… Então por que você não vai acordar a Lily para a gente comer logo? - a menina assentiu e desceu do seu colo para acordar a irmã.

 

Olhou pa4a a coisinha pequena sair andando e logo ouviu os gritos de Lily dizendo para a mais nova sair de cima dela. Amava aquelas garotas como filhas, não imaginava a vida sem elas e não podia negar ciúme que sentia quando elas falavam da Emma. Ai a tia Emma é muito legal!  Tia emma me deu presentes! A viagem com a Emma foi muito boa!

 

Riu enquanto colocava a mesa e as duas logo apareceram.  

 

— Bom dia flor do dia! - disse para Lily que não tinha o melhor sorriso do mundo.

 

— Bom dia! - respondeu a contra gosto. — Tia dá pra me acordar mais tarde da próxima vez? Ou pelo menos não deixar está criança possuída me acordar?! - beijou o rosto da ruiva.

 

— Como ela te acordou?

 

— Com .muitos beijinhos! Igual a mamãe me acorda! - a pequena disse com um grande sorriso e as outras riram.

 

—Minha Mãe não chegou ainda? - Lily perguntou enquanto comia.

 

— Não! Só após o almoço! Falando nisso… Você tem que dar uma olhada na sua irmã, porque eu vou precisar ir até o mercado…. Tudo bem? - tomou um gole de café.

 

— Huhum…

 

Após tomarem café Zelena, foi até o mercado e enquanto andava pelo corredor olhando os molhos da prateleiras, esbarrou seu carrinho em outro e olhou assustada.

 

— Desculpe! Eu estava distraída! - olhou para o rapaz de cabelos raspados.

 

— Tudo bem! - sorriu. — Sou Will!

 

— Zelena! - apertou sua mão e sorriu. Bonitinho! Pensou!

 

— Você poderia me ajudar? Preciso achar o melhor molho para espaguete, mas não faço ideia de qual é melhor… - sorriu sem jeito e Zelna o ajudou a acabar um, e pegou um para ela. E se despediu.

 

Foi andando pelo corredor e quase no final ouviu o mesmo rapaz lhe chamar e ela se virou quando ele já estava ao seu lado.

 

— Eu seria muito direto se pedisse seu telefone? - sorriu.

 

— Você vai ser apenas objetivo… - estendeu a mão para que ele entregasse o celular e ele o fez assim que percebeu. Ela digitou o número e sorriu colocando uma mexa do cabelo atrás da orelha. — Pronto! - devolveu o aparelho.

 

— Obrigado… - chegou mais perto e Zelena percebeu o quanto ele tentava ser charmoso mas, ao menos conseguia.

 

— Vou esperar você ligar! - se despediu e foi até o caixa. Já Will ficou ali com um sorriso maldoso. Tinha conseguido o que queria e foi mais fácil do que ele imaginava.

 


Notas Finais


Deixando aqui o link da minha one. Leiam galerinhaaaa! Tulipas para minha Regina.
https://spiritfanfics.com/historia/tulipas-para-a-minha-regina-10573240


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