História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 160


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Exibições 433
Palavras 2.633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá gente <3

Postando mais um capítulo para vocês <3

Boa leitura!
Obrigada sempre por lerem <3

Obs.: Estarei em breve de volta o/ Amo vocês <3

Capítulo 160 - "Vai Deixar Seu Irmãozinho Querido Aqui Fora?"


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 160 - "Vai Deixar Seu Irmãozinho Querido Aqui Fora?"

No dia seguinte, Elizabeth havia marcado de sair com o namorado, mas os planos tomaram outro rumo.

-Vou ter que viajar querida – Lysandre arrumava a mala em seu quarto – Leigh me informou que minha mãe adoeceu e está precisando de minha ajuda... Ele não tem como fechar a loja de roupas por mais de uma semana...

-E eu não vou conseguir ficar sem você por mais de uma semana – Elizabeth o olhou carinhosamente, sabia muito bem que ia ser difícil ficar sem seu namorado por mais de sete dias – Mas devo compreender, além do mais, prometa-me que vai me informar todos os dias como está sua mãe...

-Prometo, não se preocupe – Lysandre tentava se lembrar se estava faltando algo na mala – Acho que eu coloquei tudo, mas tenho a leve impressão que estou esquecendo alguma coisa.

-Talvez seja... O meu beijo?

-Oh! Exatamente! – Lysandre abriu um lindo sorriso – Como posso esquecer uma das coisas mais importantes da minha vida?! Venha meu amor.

O rapaz a beijou com carinho, mas ela não quis se soltar do abraço.

-Eu não vou partir para sempre querida...

-Apenas sete dias... Sete míseros dias! – Lizzy suspirou de desanimo – Acho que vou ter que me ocupar bastante para não pensar em você.

-E eu o dobro, para não pensar em você – O rapaz tirou a mala da cama – E não apronte até eu voltar, e... Não leve muito a sério o que a Jane faz... Sabe como ela anda esses dias, e a Helena também.

-Depois que eu soube desse tal de “desafio da omelete”, e o que a Jane fez o Castiel... Fazer... Fico um pouco assustada com essas coisas – A menina soltou uma gargalhada – Mas nada de mais... Bom, não quero lhe atrasar.

Os dois foram em direção à porta da casa, Leigh havia deixado os telefones necessários para que Lysandre levasse para a viagem. Elizabeth ficou inerte, perto da grande árvore que ficava em frente da casa dos irmãos, e acenava tristemente, enquanto via Lysandre sumindo na esquina. Ela quis chorar, mas sentiu as lágrimas leves demais para isso. Havia coisas mais importantes nesse momento.

-Eu falei com ele – Caroline olhou diretamente para Kentin.

Os dois estavam na sala de estar da casa do rapaz.

-Ele achou estranho o que eu comecei a falar para ele, mas como... Eu tenho jeito para falar com meu pai, talvez ele possa contribuir, palavras dele, eu juro – Caroline levantou a mão em uma espécie de juramento – Mas... Ele deu uma condição: Que ninguém mais saiba dessa história.

-Eu prometo – Kentin sorriu – Diga o dia e a hora que a Elizabeth possa ir vê-lo, e resolveremos o primeiro problema...

-Depois de amanhã, no período da tarde – Cora informou – Ele disse que estará à disposição da Elizabeth sobre isso, o meu pai não demonstrou nenhuma oposição. Acho que no fundo é tudo verdade...

-Ele deve saber da verdade, mas tem receio que seja verdadeiramente uma verdade – Kentin sentiu que suas palavras saíram um pouco confusas demais.

-Bom, eu acho que entendi – Caroline sorriu, de repente o celular vibrou em seu bolso, era o seu namorado – Tenho que atender... Ou melhor... Que ir... O Alexy e o Armin me chamaram para gravar outro vídeo para o canal.

-Tudo bem... Eu preciso resolver umas coisas também – Kentin olhou para o relógio – Posso lhe dá uma carona se quiser.

-Aceito – Cora pegou a bolsa – Mas só dessa vez.

Tentando ser um pouco gentil com o amigo, Jane havia feito um bolo para Eric, sabia que ele não estava nenhum pouco feliz com a reconciliação de Frank e Helena, e pensando que o glacê fosse à coisa mais importante no momento, ela tentou fazer o bolo.

-Isso está com gosto de borracha Jane – Eric mordia o bolo – Você não colocou borracha no lugar da farinha não né?

-Claro que não! Eu segui as instruções, quero dizer... A receita do bolo – Anne tentava encontrá-la no celular para mostrar ao amigo – Mas acho que não saiu como deveria ter saído.

-Não se preocupe, o que vale é a intenção – Eric sorriu para a amiga.

-Jane... – Castiel descia as escadas – Posso saber por que chamou o Eric para ir conosco? E por que deixou essa criatura entrar NA MINHA CASA?

-Eu o chamei na verdade, tinha feito um bolo para ver se o ânimo dele melhorava – Anne sorriu – Mas acho que não deu muito certo.

-Já comeu o bolo? Ótimo. Agora saia do meu sofá – Castiel cruzou os braços, e puxou Jane com força – E se afaste da minha namorada.

-Pare de ser ciumento criatura – Anne sorriu – Eu e o Eric somos apenas amigos, você acha que pode ter algo a mais? Acha que eu não penso não?

-Eu sei que você pensa, só não sei com que cabeça o senhor Eric pensa... Quando está próximo de você – Castiel o encarou furioso – Posso saber se ele também vai conosco para a escola? Fazer a matrícula?

-Claro que sim, ele vai estudar conosco – Anne abraçou o amigo – Ele também falou que vai tentar entrar para o grêmio, já que o Nathaniel vai retornar aos estudos fora do país...

-Hum.

-Não olhe para ele assim Castiel – Jane ajeitou os óculos de Eric – Sei que ainda serão bons amigos, como eu e a Helena.

-Não mencione esse nome perto de mim – Eric falou de maneira irritada – Pode fazer qualquer coisa perto de mim, mas não fale o nome dela perto de mim.

-Helena – Castiel falou em tom provocativo – Helena, Helena...

-Shiu – Anne tampou a boca do namorado com a mão – Pode ir para o carro Eric, deixe eu ter uma conversinha com o meu namoradinho aqui.

-Tudo bem, pelo menos EU não perdi no concurso de culinária...

-Olhe para mim poste com braços – Jane encarou o namorado – Pare de ter essas crises de ciúmes na frente do Eric, parece que não confia em mim.

-Hum.

-E travou por acaso foi?

-Hum.

-Não me olhe assim – Anne cruzou os braços.

-Hum.

-Dois.

-Eu não estou contando.

-Está fazendo o que então?

-Estou tentando ficar zangado, se ainda não notou.

-Não está conseguindo – Jane sorriu – Pare de ficar assim, vamos!

-Para de fazer isso, sabe que não gosto quando me puxa assim – Castiel revirou os olhos – Que tal parar baleia?

-Por isso que puxo, e se reclamar eu puxo o outro braço também, agora vamos! Quero saber se vamos ter algum professor novo! Vamos!

Os três amigos foram em direção à escola, enquanto Helena e Frank estavam conversando sobre os planos futuros da relação. A campainha tocou.

-Não tenho momento de paz nessa casa – Helena revirou os olhos e foi atender a porta – O que voc... Frederick?! O que está fazendo aqui?!

-Surpresinha! Trouxe até um bolo para você! – Frederick abriu a caixa de papelão com a outra mão – O que me diz?!

-Sabe que detesto bolos de caramelo – Helena encarou o irmão – Passou muito tempo longe de mim e já não me conhece mais?

-Também é muito bom lhe ver irmãzinha querida – Fred viu que a tentativa do bolo não ia dá certo – A tia está ai? Falei com ela antes de ontem.

-Bom saber que a nossa tia pactuou por me manter desinformada sobre sua volta – Helena forçou um sorriso.

-Vai deixar o seu irmãozinho querido aqui fora?

-Entre logo, antes que eu feche a porta na sua cara – Helena segurou a caixa com o bolo – Não se preocupe com o bolo, eu sei muito bem quem vai dá um jeito nisso.

-Oh! Tem alguém aqui com você?

-Helena? – Frank aproximou-se dos dois.

-Esse é o Frank, meu namorado – Helena olhou primeiro para Frank e depois para o irmão – Frank... Esse é Frederick, ou simplesmente Fred, o meu irmão...

-Cara... Como você consegue namorar a minha irmã?! Você, com toda certeza, merece um prêmio para aturar essa criatura – Fred sentou-se no sofá.

-E vai ficar aqui é? – Helena encarou o irmão.

-Estou em um apartamento aqui perto, mas tudo indica que essa semana já estarei morando com você – Fred abriu um grande sorriso – Digamos que eu esteja feliz com isso, não posso dizer o mesmo que você...

-A tia me paga – Helena revirou os olhos.

-E tenho mais uma novidade: Vou tentar vaga para estagiário na área de informática da sua escola... O que acha?!

-Não ligo – Helena sentou-se ao lado do irmão.

-Interessante, bom... Meu pai estava precisando de alguém da área de computação – Frank sorriu.

-Não dá corda para ele, se não ele...

-Jura?! Minha santa placa mãe! Estou tentando achar uma vaga fixa, mas só tinha ouvido falar da escola da minha irmãzinha meiga e doce – Fred encarou Helena – Pode fazer isso por mim?

-Posso sim – Frank retirou da carteira o cartãozinho do pai – Pode ligar, e dar o meu nome. Meu pai deve querer fazer um teste ou uma entrevista com você antes de assinar um contrato ou algo do tipo.

-Perfeito! – Frederick olhou o cartão como algo mágico.

-Eu disse para não dá corda para ele – Helena puxou o namorado para perto das escadas – Você não conhece ele como eu conheço.

-O que há de errado?! Ele não é seu irmão?

-Você não está entendendo – Helena encarou o rapaz – Se ele for para a sua empresa, pode ter certeza que não sobrará nenhuma secretária lá.

Depois de alguns minutos, Castiel, Jane e Eric estavam na recepção da escola esperando serem chamados pela atendente.

-Aqui parece bem legal – Eric olhava pela janela da recepção.

-Eu já pulei com a Ariel dali... Daquela árvore, foi legal... Bons tempos – Jane suspirou – Acho que nunca estive tão ferrada como naquele momento.

-Por que você pulou em cima da diretora?! De uma árvore?!

-Nathaniel. Ele estava sendo muito chato comigo, e para eu me vingar... Pulei em cima da diretora.

-Mas o que a diretora tem com isso?! – Eric continha o riso.

-Não sei, ela estava lá embaixo da árvore... Aproveitei a situação é... Cai – Jane sorriu – Devia experimentar isso mais vezes eu juro que...

-Ora, ora, ora...

-São três para as duas – Jane olhava no relógio de pulso.

-Não! Há! Acho que você não mudou nenhum pouco não foi?

-Debrah?! O que está fazendo aqui?! – Anne assustou-se.

-Eu vou estudar aqui – Debrah mostrava o recibo de pagamento – Adivinha quem será sua nova amiguinha de sala?

-Estão aceitando animais aqui agora é? – Castiel cruzou os braços – Você sabe muito bem que é odiada por quase todos daqui, e menos assim tem a cara de pau de se matricular e...

-Não se aproxime de mim – Jane fez uma posição de luta – Cuidado.

-Não vou perder o meu tempo com vocês, seus idiotas – Debrah revirou os olhos – Cada um tem o namorado ou a namorada que merece mesmo... Sempre soube Castiel, que lá no fundo você era um idiota como ela.

-Não fale da Jane assim! – Eric levantou-se na mesma hora.

-Com sua licença, mas eu vou defender a MINHA namorada – Castiel encarou o rapaz – Agora saia daqui Debrah, está deixando o ambiente pesado.

-Sorte sua a Helena não está aqui para lhe dá uma bela lição.

-Boa tarde – O senhor Mirrors adentrou na recepção.

-Meu Zeus – Jane ficou apaixonada só de ver o rapaz.

-Vocês são alunos daqui? – John perguntou gentilmente.

-Sim! – Jane falou com um sorriso estampado no rosto.

-Podem me dizer se o professor Faraize já chegou? – John retribuiu o sorriso.

-Não, ele ainda não passou por aqui – Castiel falou um pouco incomodado com a situação.

-Eu posso passar o número dele para o senhor – Jane abriu rapidamente o celular- E se quiser também...

-Não, não – John sorriu pela preocupação da menina – Eu ia pedir o número da senhorita Elizabeth Clark, pois ela será a minha monitora de literatura.

-A Lizzy? – Eric perguntou confuso.

-Vocês a conhecem?

-Sim, somos amigos dela – Castiel falou desconfiado.

-Ótimo! Tem como vocês me passarem o número dela? – John olhou para Anne – A senhorita poderia?

-Claro – Jane passou os dígitos para o rapaz – Então o senhor será o nosso professor de literatura?

-Sim, mas eu acho que... Faraize ainda não tinha informado a vocês, certo?

-Sim – Castiel respondeu educadamente.

-Obrigada anjinho – John falou carinhosamente para Jane – Preciso ir agora, e tenham um bom dia.

-Você ficou louca?! – Eric puxou Jane – Deu o celular da Lizzy para ele?!

-Mas ele é nosso professor.

-Não importa, ele é estranho – Castiel encarou a namorada – Se acontecer alguma coisa com a Lizzy, a culpa é sua baleia.

-Parem de pensar que ele é um estuprador ou algo do tipo – Anne revirou os olhos – Ele pareceu bem gentil e legal, parem de pensar essas coisas!

Depois de a noite cair, Elizabeth estava em seu quarto, um pouco apreensiva, por que Lysandre ainda não havia ligado para mandar notícias da sua chegada. Ela não largava o celular, e ele não estava online na plataforma de mensagens.

-Lys... – A menina alisava o senhor Pingo, o seu coelhinho.

O celular vibrou, mas não era o número de Lysandre na tela do aparelho.

-Alô? – Lizzy atendeu, mesmo não sabendo quem era, talvez fosse Lysandre ligando de outro número.

-Elizabeth?

-Quem é? – A menina reconheceu um pouco o tom de voz.

-É o John. John Mirrors.

A menina de repente sentiu as mãos ficarem frias.

-Como o senhor conseguiu o meu celular?

-Uma de suas amigas me passou, ela tinha... Cabelo laranja.

-Jane... – Elizabeth exigiria explicações da menina.

-Tudo bem? Parece um pouco apreensiva pela voz...

-Oh... – Elizabeth ficou assustada com o tom de percepção do professor.

-Desculpe, sou muito sensitivo.

-Tudo bem... Eu estou esperando uma ligação.

-Certo... Liguei para lhe dizer que você será a monitora da minha matéria – John sorriu do outro lado da linha, como se fosse uma boa notícia que estava dando – Vi suas notas no sistema da escola em literatura e são excelentes.

-Obrigada, eu acho que posso sim – Lizzy mantinha seus pensamentos em Lysandre – Depois o senhor me fala o que será preciso fazer.

-Você tem certeza que está bem?

-Acho que sim.

Ficou um silêncio constrangedor na linha do telefonema.

-Posso perguntar... De quem é a ligação que está esperando?

-É do meu namorado... Ele ainda não me ligou, ele... Foi para a casa dos pais no interior do país, mas até agora nenhum sinal de que ele chegou bem.

-Compreendo – John ficou surpreso com a notícia de que Lizzy tinha namorado e estava preocupada – Você me pareceu bastante calma quando a vi...

-Na maior parte do tempo sou sim, mas fico apreensiva...

-É muito longe daqui? A casa dos pais do seu namorado?

-Eu acho que duas horas de viagem – Elizabeth tentava se lembrar da última vez que foi – Acho que são duas horas mesmo, de viagem.

-Quer que eu a leve até lá?

Elizabeth não estava acreditando no que acabará de ouvir.

-O senhor me levaria?!

-Por que não? Além do mais, você parece bastante apreensiva com isso.

-Mas eu nem ao menos conheço o senhor direito...

-Não ache que eu vá fazer algo com você – John percebeu que a menina achou um pouco estranho a ajuda – Mas a escolha é sua: Pode ficar apreensiva desse jeito, ou pode ir até lá.

-Mas se eu for, irei para ficar.

-Então está perdendo tempo, deveria está arrumando sua mala.

-É sério o que o senhor está falando?

-Se quiser ajuda para resolver isso, eu estou oferecendo. Basta aceitar.

Elizabeth sentiu que a preocupação em relação ao namorado era maior no momento. Começou a chover pela janela.

-De que horas o senhor vem me buscar?

-Passe-me o seu endereço.

A menina obedeceu o comando.

-Ótimo, daqui a vinte minutos estarei na esquina da sua casa.

-Obrigada professor.

-Professor não. Fora da escola é apenas John.

-Então... Obrigada John.

-Não tem o que agradecer... Lizzy. Até mais.

-Até mais.

A menina parou por um instante, e levou a mão até a testa.

-O que foi que eu fiz.


Notas Finais


e.e


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