História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 165


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Exibições 293
Palavras 2.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá gente! <3

Postando mais um capítulo para vocês <3
Espero que gostem :)

Boa leitura! <3

Capítulo 165 - Iguais Em Desgraça


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 165 - Iguais Em Desgraça

-Eu estou esperando vocês me responderem – Lizzy encarava os amigos, de maneira furiosa – O que pensam que estão fazendo? Quase atropelaram o nosso professor, e invadem a casa do meu namorado uma hora dessas.

-Nós ficamos preocupados com você – Kentin explicou – Castiel reuniu todo mundo na casa dele, e acabou dizendo que o Lysandre estava preocupado com você, e que a Jane tinha dado o seu número para o professor de literatura e...  Foi uma confusão.

-Entenda que ficamos preocupados – Rosa sorriu – Apenas isso, mas... No final de tudo, olha só para você! Está tudo bem!

-Pelo menos ele não lhe estuprou – Alexy olhou para Lizzy – Você deveria nos agradecer, isso sim! Eu sai da minha cama! Da minha cama! Para poder vim até aqui, desse jeito, preocupado com você! Para lhe salvar!

-Eu admito que fui eu que falei para o Castiel o que estava acontecendo, desculpe Lizzy – Mellanie encarou a menina – Mas fiquei preocupada.

-Tudo bem, tudo bem, eu acho que estou sendo egoísta demais, desculpem-me – Elizabeth olhou para os amigos – Eu amo vocês, eu não seria nada sem vocês, seus loucos!

-E a senhorita vai ficar aqui! – Frank puxou a namorada para perto do grupo – Se não fosse por mim, teríamos uma pessoa gravemente atropelada essa noite.

-Levemente atropelada... – Helena revirou os olhos – E parem de me olhar assim, eu não sabia que ele não tinha lhe estuprado ou tinha feito algo com você Lizzy.

-Eu vou entender esse “quase” atropelamento como uma demonstração da sua amizade, eu acho – Elizabeth soltou uma gargalhada.

-Vamos entrar pessoal, está muito frio aqui fora – Lysandre segurou a mão da namorada – E eu acho que não voltarão agora para a casa de vocês. Podem dormir essa noite aqui.

-Espera ai... Lizzy, ligue para os seus pais, eles devem estar preocupados, principalmente, por não ter ninguém na sua casa – Mel aconselhou a menina.

-Tudo bem, vamos entrar. Eu vou ligar.

-Larga o professor Jane – Alexy puxou a menina.

-Não tem problema, ela não está me machucando – John olhou gentilmente para Anne – Ela só poderia não apertar tanto.

-Oh! Desculpe! – Anne corou de repente – Vou tentar me controlar. É que eu adoro abraçar as pessoas, mas... Vou me controlar.

-Eu sempre soube que o senhor nunca ia fazer nada com a Lizzy – Alexy o abraçou – Eu sabia!

-Olha só... Sério? E quem foi que gritou: “Pega o pedófilo”? – Gabi encarou a amigo – Eu acho que alguém aqui está sendo um pouco... Falso.

-Mais falso que o seu silicone eu não sou, então – Alexy levou o dedo para os lábios, indicando que a menina fizesse silêncio – Não estrague o momento.

-Carência nível nove – Helena seguia o namorado para dentro da casa.

-Vamos Jane – Eric chamou à amiga – Estou morto de fome.

-Meu Zeus! Você leu a minha mente! Vamos!

-Castiel? – Kath tocou gentilmente o ombro do rapaz – Está tudo bem?

-Claro que sim. Por que não estaria?

-É que... Eu pensei que a Jane fosse a sua namorada.

-Por que está me dizendo isso? – Castiel cruzou os braços.

-Não sei ao certo, mas parece que ela tem uma certa preferência pelo Eric.

-Claro que não. A Jane me ama – Castiel rebateu as palavras.

-Eu só achei estranho. Sei lá... Parece que ela lhe deixa em segundo plano.

-Hum... – O rapaz ficou pensativo de repente.

-Eu não quero plantar ideias na sua cabeça, mas só comentei. Por que é meio estranho – Katherine sorriu – Vamos entrar, esqueça o que eu disse.

Dentro da casa de Lysandre, os amigos resolveram dividir a sala para dormirem essa noite. O único problema seria que haveria muita gente para “pouca sala”.

-A Jane poderia dormir na casa do cachorrinho – Helena aconselhou, enquanto recebia do namorado um copo de café – Já que ela é o mascote do grupo.

-Há, há, há – Anne falou ironicamente – Muito engraçada você.

-Eu posso dormir no carro, não tem nenhum problema, se for ficar muito cheio na sala de estar – Kentin bebia um copo de água.

-Sem problemas pessoal, vou pegar alguns travesseiros para vocês e mantas – Lysandre informou – É a única coisa que posso oferecer a vocês, de última hora.

-Eu posso dormir no meu carro também, sem nenhum problema – John sorriu – Mas, se não for incomodo aos demais, posso dormir na sala...

-Eu só não quero dormir perto da Helena – Ariel olhou para a menina.

-E você não vai dormir perto do Nathaniel, ouviu mocinha? – Frank puxou a irmã para perto de si – Não na minha presença.

-Para de ser chato Frank – Helena revirou os olhos.

-Voltei pessoal – Lizzy chegou na sala – Já avisei aos meus pais Mellanie. Estão bravos, mas acho que logo passará... Eric cozinhou para a gente?

-Exatamente – Eric entregou um copo de café para Elizabeth.

-Pelo menos a Jane está se controlando – Gabi informou.

-Pessoal lindo do meu coração e Gabi – Alexy olhou para todos – Vamos dormir? Estou morto de sono, e a minha beleza precisa descansar.

-Ela deve está morta, isso sim – Gabi soltou uma gargalhada.

-A minha pode está morta, mas pelo menos existiu – Alexy rebateu.

-Kentin – Caroline chegou perto do rapaz –Lembre-se que amanhã... Meu pai vai está na festa do pai do Frank, e possivelmente, ele vai querer esclarecer as coisas que tratei com ele. A Elizabeth precisa ir nessa festa.

-Sim, eu sei – Kentin olhou para a menina – Peça ao seu pai um convite. Diga que a Lizzy está pondo as expectativas nesse encontro, para que ele possa esclarecer, uma vez por todas, a verdade.

-Eu vou tentar, mas acho que ele dará – Cora fez uma cara pensativa – Se isso tudo for verdade, eu serei irmã da Lizzy! Incrível!

-Sim. Agora só faltará esclarecer as coisas com a Mellanie.

-Uma segunda etapa?

-Não. Um segundo problema – Kentin terminou de tomar o copo de água – Mas eu não pensarei nisso agora, estou bastante cansado. Preciso dormir.

-Precisamos – Cora sorriu – Boa noite Kentin, durma bem.

-Igualmente – Kentin ajeitou o cabelo.

-Ei! Devolva o meu travesseiro! – Jane puxou o objeto das mãos da Gabi.

-Eu vi primeiro! – Gabi puxou com força.

-Parem! Já! – Ariel puxou com mais força – Esse é meu!

-Minha gente... É só um travesseiro – Nathaniel puxou o travesseiro de Ariel.

-Lizzy? – Lysandre aproximou-se da namorada – Vamos? Estou cansado, e são muitas surpresas e sustos para um único dia.

-Ninguém se aproxima de mim enquanto eu estiver dormindo, eu tenho paralisia do sono – Helena informou – E coisas podem acontecer durante o evento. Então, se eu fosse vocês... Não ariscaria.

-Eu imagino a Helena do nada pegando o canivete e matando todo mundo aqui – Jane olhou para a amiga.

-Não seria uma má ideia.

-Socorro – Alexy abraçou Rosalya – A Helena é realmente uma psicopata.

-Castiel? – Lizzy aproximou-se do amigo – Está tudo bem?

-É a segunda pessoa que me pergunta isso, por quê? Eu estou ótimo!

-Não sei, apenas perguntei, calma! – Elizabeth se irritou – Não está mais aqui quem perguntou para você.

-Vamos dormir poste? – Castiel foi puxado por Anne.

Enquanto cada um procurava um local do chão menos frio para se deitar, Elizabeth e Lysandre foram para o quarto do rapaz.

-Estou morta de sono, e esperando uma bela bronca dos meus pais quando eu chegar – Lizzy sentiu a cabeça tilintar – Só de pensar minha cabeça já começa a doer.

-Eu acho que não deveria se preocupar com isso agora, descanse – Lysandre a beijou na bochecha – Depois de tudo que fez, uma noite de descanso é o mínimo que você merece.

-Você sem camisa é um belo motivo para eu não querer dormir, isso sim – Lizzy deu um risinho de vergonha.

-Quer que eu vista a camisa?

-Não. Não! Foi só um comentário – Elizabeth o abraçou – Não precisa.

-Eu lhe amo sabia? – Lysandre sentiu que o momento precisava dessas palavras – Muito, muito e muito.

-Oh meu amor – Lizzy o beijou – Eu também.

Elizabeth sentiu Lysandre apertando sua coxa com força. A menina deslizava os dedinhos pelo peito do rapaz.

-Deite... – Lysandre tirava a blusa da garota, deixando o sutiã rosa a amostra.

-Lys... – Ela sentia o rapaz deslizando os lábios em sua pele da barriga.

Ele, sem pensar duas vezes, retirou a calça da garota. Queria tê-la.

-Lys... – Lizzy falava em um tom gostoso de se ouvir, entre gemidos e suspiros.

Lysandre passou a língua pela cintura de Elizabeth, e ela estremeceu, pois seus olhinhos não se desviavam da cena.

-Mais... Mais... – Ela clamava.

O rapaz retirou a calcinha da menina, enquanto apertava as suas coxas com mais força, não querendo machucar.

-LYS... – Elizabeth não conseguiu se controlar – LYS...

Lysandre descia a língua para a sua intimidade, indo diretamente para o clitóris. A menina segurou os cabelos do rapaz. Ela não se continha, nunca havia sentido aquela sensação, não daquele jeito tão intenso. Tentando se conter, ela largou os cabelos do rapaz e deitou-se, retorcendo-se. Lysandre não parava, e não queria parar.

-LYS... LYS... Mais...

Lysandre percebeu que a sensação foi tão intensa que a menina já estava pronta para ser penetrada. O rapaz direcionou um beijo intenso na boca de Lizzy, e a menina tentava tirar a calça de Lysandre, o mais rápido possível.

-Olha para mim Lizzy – Lysandre pedia carinhosamente, enquanto posicionava o seu órgão para adentrar Lizzy.

-Estou tentando, estou – Lizzy não conseguia manter os olhos abertos.

Lysandre a penetrou devagar. E a cada gemido mais intenso, ele mordia o pescoço da moça, com mais força. Lizzy sentiu a respiração do rapaz acelerar ainda mais.

-Assim não – A menina o olhou finalmente, fazendo-o sentar, ainda penetrada.

-Lizzy... – Lysandre sentia a menina impulsionando o seu órgão contra o dele, a sua cintura era o movimento mais sincronizado e perfeito que ele já tinha visto.

Ela o mantinha encostado na cama, enchendo-o de beijos apaixonantes.

Depois de ficar encarando o teto da casinha mais de trinta minutos, Mellanie não conseguia, realmente dormir. Resolveu ficar um pouco fora, na área da frente da casa, pois, talvez, o céu fosse mais interessante do que as telhas da residência. De repente, por um momento, sentiu a falta de sua mão, e o modo como ela e Mellanie disputavam para ver quem achava primeiro todas as constelações desenhadas no céu. Alguns lágrimas desceram.

-Sem sono? – John aproximou-se da garota.

-Sim. Eu demoro para pegar no sono – Mel suspirou, tentando disfarçar as lágrimas – E estava cansada de ficar encarando as telhas da casa.

-Estava chorando? – John percebeu que os olhos de Mel estavam vermelhos.

-Não, não é nada – Mellanie tentou sorrir – É só uma recordação.

-O que houve? – John sentou-se ao lado da menina.

-Minha mãe. Eu perdi minha mãe recentemente e... Ainda não me acostumei com a ideia de está sozinha no mundo.

-Mas você está morando sozinha?

-Não, não. A Lizzy me deixou ficar na casa dela, por enquanto. Eu realmente não quero ser nenhum problema para ninguém, então pretendo, o mais breve possível, conseguir um emprego e alugar algum apartamento...

-É uma boa solução – John tirou um cigarro do bolso – Quer?

-Por favor – Mellanie estendeu a mão e esperou o rapaz acender – Obrigada.

-Eu também perdi uma pessoa especial – John soltou a fumaça – Era minha noiva. Ela se chamava Myla.

-Sinto muito – Mellanie o olhou gentilmente.

-Eu lhe entendo. É algo horrível quando perdemos alguém – John sentiu o peito apertar – Ela estava grávida.

-Ela morreu por causa do parto?

-Sim. Como sabia?

-Deduzi – Mellanie soltou a fumaça.

-Eu fiz a escolha errada – John jurou para si mesmo que ia chorar – O médico havia me dito: “Escolha... Eu posso salvar só um”.

-Isso deve ter sido horrível, que insensível!

-Eu escolhi salvar a minha noiva – John falou – Mas, nem isso eles conseguiram fazer: Meu filho nasceu morto, e minha mulher morreu.

-Eu não sei, realmente, o que lhe dizer. Desculpe.

-Não precisa falar. E nem se desculpar, claro – O senhor Mirrors suspirou, e deixou às lágrimas escaparem – Eu fui um idiota!

-Mas você não tinha como prever isso – Mellanie tentava reconfortar o rapaz – Não se culpe por algo que você não tinha controle. Talvez... As coisas acontecem senhor John. Não sabemos ao certo por que, mas tem um motivo.

-Ela era a única pessoa que realmente se importava comigo – John suspirou – Meus pais me veem como um fracassado profissionalmente.

-Fracassado? Nossa. Se o senhor é fracassado eu quero ser fracassada como o senhor – Mellanie tentou sorrir – Não ligue para isso. As pessoas gostam de dar palpites em tudo na nossa vida, mas a vida é SUA senhor John. É isso.

-O que faria no meu lugar?

-Agora?

-Sim.

-Hum... – Mellanie amassou o cigarro no chão – Eu iria dormir. A noite está linda, mas nada que uma boa noite de sono para as coisas ficarem melhores, mas... E o senhor? O que faria no meu lugar?

-Eu iria dormir.

-Acho que deveríamos ir dormir – Mel sorriu.

-Deveríamos mesmo – John retribuiu o sorriso.

Um silêncio surgiu entre os dois.

-Lizzy! Lizzy! Lizzy! – Alexy batia na porta.

-Não vá – Lysandre segurou a namorada pelo braço.

-Se eu não for, ele não vai se aquietar – Lizzy vestiu rapidamente a roupa – O que foi Alexy?!

-Obrigado – Alexy adentrou no quarto.

-MAS QUE PALHAÇADA É ESSA?! – Lizzy colocou as mãos na cintura.

-Eu vou dormir aqui com vocês, por que não sou obrigado a ver uma briga uma hora dessas da noite.

-Uma briga? – Lysandre levantou-se da cama.

-Sim. Castiel e Eric estão brigando na sala.


Notas Finais


VISSSSSSHHHHHHHHH
MUITA TRETA


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