História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 168


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Exibições 275
Palavras 1.867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá gente <3

Primeiramente, tenho prova de direção amanhã e estou com medo, e nervosa e... Quase não conseguia escrever direito hoje. Estou com medinho.
;-----------------;

Postando mais um capítulo para vocês <3

Aviso:
Se eu não passar na prova ---------------------------> Coisas podem acontecer na estória
Se eu passar ---------------------------------------------> Coisas boas acontecem

Desejem-me sorte. E que eu passe.

:)

Tão avisados
u.u

Capítulo 168 - "Meu Nome É Elizabeth!"


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 168 - "Meu Nome É Elizabeth!"

Depois de uma longa viagem de volta para o centro da cidade, Elizabeth resolveu ir dormir um pouco, antes de se arrumar para a festa do senhor Hans, onde, finalmente, conheceria o seu verdadeiro pai. Ou não.

-Acho que estou um pouco nervosa – A menina levou as mãos para o rosto – Nunca pensei que ficaria desse jeito, até encarei de forma tranquila, eu acho.

O celular da menina tocou: Era Kentin ligando para ela.

-Alô?

-Lizzy? Boas notícias... Consegui os convites. Caroline acabou de deixar aqui na minha casa, acho que daqui a quatro horas eu passo na sua casa.

-Mas... Eu vou com você?

-Por que não iria? Além do mais, é o mínimo que eu posso fazer, já que fui eu que lhe convidei.

-Tudo bem, tudo bem, desculpe... Não me interprete mal. Estou um pouco nervosa... – Lizzy suspirou – Sei lá... Parece que mentiram para mim a maior parte da minha vida, e se for verdade, minha mãe nem estará mais viva...

-Pois se prepare, esteja mais linda do que o normal: Ponha o seu melhor vestido, por que a noite promete. E encare a noite com potencial – Kentin aconselhou – Não quero que tenha medo ou algo do tipo, pense que vai saber de uma vez por todas isso, e claro... Se for mentira, eu deixo você me bater.

-Obrigada, acho que estou mais tranquila. Principalmente, na parte de lhe dá um belo tapa, se isso for tudo mentira! – A moça sorriu.

-Está vendo? Já está até encarando as coisas de modo esportivo.

-Eu vou desligar, está tomando o meu tempo o senhor – Lizzy olhou para o seu coelhinho na cama – Preciso tomar banho e me preparar. A noite promete.

-E como promete – Kentin sorriu para si mesmo – Vou encerrar a ligação. Daqui a pouco estou ai, fique pronta. Abraços.

-Abraços. Até mais – Lizzy encerou a chamada.

Levantou-se da cama e foi em direção ao banheiro.

-Esse vestido me deixa gorda – Helena se olhava no espelho – Onde eu estava com a cabeça quando fui comprar esse trapo?! Palhaçada isso, só pode ser... Só pode ser... Praga daquela puta da Katherine.

-Falando sozinha irmãzinha? – Frederick bateu na porta do quarto – Nossa, como você engordou mesmo.

-Nunca confio em suas declarações senhor Fred – Helena pegou outro vestido – Então a praga deve ser sua! Pode sair do meu quarto? Ao contrário, forçarei você a sair... Por bem ou por mal. Ei... E eu posso saber por que está todo arrumadinho desse jeito? Nem parece gente.

-Esqueceu que o seu namorado disse que me daria à oportunidade de falar com o pai dele, sobre um emprego na empresa? Ou o café anda afetando os seus neurônios?

-Tenta não pegar a primeira que aparecer na sua frente, por favor – Helena sorriu ironicamente – Sei muito bem da sua “faminha”.

-Assim você mostra que não confia em mim.

-E confio mesmo não – Helena encarou o irmão – Se eu não fosse sua irmã, tenho certeza que já tinha me pegado.

-Está bem, está bem, eu vou me controlar – Fred piscou para a irmã – Mas Heleninha, se tiver alguma amiga sabe... Sem compromisso, ou que seja, pelo menos bonita, pode passar o número dela.

-Claro que N-Ã-O.

O celular de Helena tocou.

-Estou aqui na frente da sua casa querida – Frank falou pelo aparelho.

-Certo, eu e... O encosto, estamos descendo daqui a pouco. Até mais.

-Até – O rapaz encerrou a chamada.

-Agora saia do meu quarto que eu ainda tenho que fazer a minha maquiagem – Helena empurrou o irmão para fora do quarto – E na próxima vez bata na porta, seu mal educado.

-Um doce de pessoa como sempre, Heleninha.

Elizabeth escolheu um dos seus vestidos favoritos. Não quis carregar muito na maquiagem ou usar adereços que chamassem muita atenção, na verdade, desejava que não fosse tão notada assim pelos outros.

-Droga – Ela havia errado o delineado de novo – Nunca fica igual!

-Querida? – A mãe da moça bateu na porta do quarto – O seu amigo já está aqui em baixo, acha que vai demorar muito ainda?

-Oh! Ofereça algo para ele, por favor. Não... Daqui há... Cinco minutos eu desço. Pode avisar a ele – Lizzy voltava a sua atenção para a maquiagem.

Depois de alguns minutos, Elizabeth desceu.

-Você está linda – Kentin ofereceu a mão para que ela segurasse – Acho que me esqueci do quanto você é bonita Elizabeth.

-Não fale essas coisas, se não vou começar a ficar mais vermelha do que o meu blush – Lizzy sorriu gentilmente – Mãe... Eu vou indo já, e não se preocupe: Não pretendo voltar tão tarde assim.

-Espero que não tente fugir como ontem, não é?

-Aquilo foi por necessidade, e já pedi desculpas.

-Tudo bem, tudo bem, estão perdendo tempo comigo. Podem ir.

Kentin e Elizabeth foram em direção ao carro.

-Amor – Armin chamou à namorada – Acha que a gravata está torta?

-Claro que não querido, você está lindo – Cora sorriu.

Os dois estavam perto da mesa dos comes e bebes.

-Acho que nunca me senti tão sufocado como agora, eu disse para a droga do Alexy: “Não aperte tanto assim, por favor”, mas eu acho que ele tem demência e fez exatamente o contrário.

-Para mim está ótimo.

-Espero que para o seu pai também esteja – Armin acenou para o sogro.

-Ele gostou, tenho certeza – Caroline olhava para a porta de entrada.

-Ei... Está esperando alguém? De dois em dois segundos você olha para a entrada – Armin afrouxou um pouco a gravata.

-Estou esperando a Lizzy e o Kentin, eles disseram que viriam.

-Olha... Não é o Kentin e a Lizzy, mas é o Frank, a Helena e... Um rapaz chegando logo ali – Armin apontou discretamente.

-Olá pessoal – Frank cumprimentou os amigos.

-Oi – Helena falou de maneira seca.

-Oi Helena e... Oi Frank – Caroline sorriu para o rapaz.

-Ah... Olha os meus modos – Frank olhou para Fred – Esse é Frederick, o irmão da Helena, que ELA deveria apresentar a vocês... Não é?

-Pois você já apresentou então... Tanto faz. Eu quero beber alguma coisa – Helena segurou o braço do namorado.

-Prazer em lhe conhecer Frederick – Caroline falou educadamente.

-Encantado – Fred beijou a mão de Caroline.

-Hum... Bem educado você – Armin apertou a gravata – Essa droga não fica boa de nenhum jeito!

-Eita – Cora viu Lizzy e Kentin chegarem – Eles chegaram Armin!

-Estou vendo e morrendo sufocado – Armin afrouxou a gravata novamente.

-Eu vou falar com eles, e... Fred, pode socializar com o meu namorado – Cora falou e saiu rapidamente para o encontro de Lizzy – Kentin! Elizabeth!

-Cora! – A moça aproximou-se da amiga, abraçou-a – Você está linda!

-Você também! Adorei seu batom! Ah... Kentin, como está elegante – Caroline também o abraçou – Adorei o terno.

-É o meu preferido – O rapaz falou sem graça – E então? Cadê o seu pai?

-Está logo ali – Cora apontou para perto de um vaso de flores – Vamos, eu vou apresentá-los – Pai! Pai!

-O que houve Cora? – O senhor Black a encarou com seriedade.

-Elizabeth chegou – Caroline informou ao pai – A moça que... Quer falar com o senhor, e... Esse é Kentin, o meu amigo.

-Prazer senhor Black – Kentin o cumprimentou.

-Igualmente – O senhor Black encarou Lizzy – Então você é a Elizabeth.

-Sim, sou eu mesma – A menina não sabia a que momento o coração pararia de bater – É um prazer conhecer, finalmente, o senhor.

-Imagino.

-Eu e Kentin vamos conversar com o Armin – Cora pegou o braço do amigo.

-Vamos sim – Kentin olhou para Elizabeth – Boa sorte.

-Obrigada – Lizzy falou baixinho – Senhor Black, eu acho que o senhor já sabe o motivo de eu ter vindo e... Com toda certeza a sua filha falou sobre o que...

-Sim. Eu sei do que se trata.

-O senhor tem algo para me dizer?

-Tenho sim – O senhor Black juntou as mãos – Nunca pensei que a fosse ver, depois de tanto tempo. Minha filha.

-“Minha filha”? – Elizabeth sentiu um peso no coração.

-Sim Elizabeth, ou melhor... Megan. Você é minha filha – O senhor Black falou com segurança – Eu tenho certeza disso... Tem os traços de sua mãe.

A moça tentou não chorar, mas estava difícil.

-O que aconteceu com... Com... Vocês? Por que o senhor me abandonou?!

-Eu tive os meus motivos, mas isso não importa agora – O senhor Black a olhou com carinho – Fico tão feliz por...

-Como assim “ao importa agora”? Eu quero saber de tudo! De tudo! – Lizzy o encarou seriamente – Eu tenho direito de saber tudo. E saber que mentiram para mim esse tempo todo, e que... A minha verdadeira mãe morreu e...

-Tenha calma, por favor, sei que deve ser difícil para você.

-Difícil?! O senhor não sabe o conflito que estou sentindo agora – Lizzy falou magoada – De saber que tive pais que me abandonaram e que... Uma mãe que... Tentou se livrar de mim, por que não conseguiria assumir a consequência de ter uma filha!

-Você está chateada, ouça-me Megan...

-Meu nome não é Megan. Meu nome é Elizabeth! – Lizzy o encarou – Como o senhor pode ter me abandonado? Como?! Como pai! Como pai o senhor me abandonou, e chega aqui e agora, dizendo que sente muito por eu saber só agora disso tudo?!

O rapaz ficou em silêncio.

-É... Eu acho que eu sei o que realmente aconteceu. Sei... Sei mesmo – Lizzy sentiu uma lágrima caindo – Droga! O meu rímel é caro! E... Eu não sei o que estou fazendo aqui, eu...

-Se você quiser, eu estou aberto para podermos conversar.

-Eu quero que o senhor me reconheça como sua filha – Lizzy o encarou – E que passe a ser um pai, como deveria ter sido comigo...

-É o mínimo que pode pedir...

-É o máximo que eu posso pedir. Não vou pedir carinho ou algo do tipo para o senhor... Pois, quando eu mais precisei, o senhor não estava lá.

-Ei – Helena olhou de maneira estranha para Frank – Que eu saiba a festa é ali, e... Para onde o senhor está me levando? Posso saber?

-Surpresa – Frank sorriu – Vamos, ou está com medo?

-Há! Eu como o medo, no meu café da manhã – Helena deixava ser levada pelo namorado – Posso saber o que é isso aqui?

-Meu escritório.

-Hum... Está meio bagunçado, não é? – Helena apontou para a pilha de papéis na mesinha perto da janela – Limpeza mandou lembranças.

-Sabe de uma coisa?

-O quê? – Helena olhou desconfiada para o namorado.

-Sempre quis saber a sensação de transar com alguém em cima de uma mesa de escritório – Frank a olhou com desejo.

-Frank... Estamos em uma festa, com o SEU PAI nela – Helena via o rapaz retirando a gravata do pescoço – Ou seja, esse seria o pior local para pensar em fazer isso, principalmente, NESSAS condições que eu lhe disse...

-Adoro correr riscos – Frank sorriu – Vai deixar o seu namorado tirar a roupa sozinho?

-Você é louco, isso sim – Helena sorriu sem graça.

-Louco por você – Frank a pegou no colo – Helena...

-Você está muito perto, isso não é bom... – A moça sentia a respiração do rapaz perto de si.

-Então vou ficar mais perto – Frank a fazia sentar-se à mesa do escritório.

-Bobo... Idiota... Tarado! – Helena mordeu o pescoço do rapaz.

-E você só dá corda, não é?

-Talvez...

-Talvez?

-O que está esperando?

-Calma... São muitas coisas para tirar.

-Que tal começar pelos sapatos?


Notas Finais


e.e


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