História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 169


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Exibições 228
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá gente <3

Postando mais um capítulo para vocês :)
Perdoem-me por ontem, mas eu estava realmente mal u.u
Obrigada pelas mensagens de apoio <3 Amo vocês <3

Boa leitura para todos <3

Capítulo 169 - Poesia


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 169 - Poesia

-Kentin? Está tudo bem? De hoje que você olha para a Elizabeth.

-Não é nada Armin – Kentin respondeu sem dá muita importância.

-Sério? Parece que está esperando até uma notícia – Armin sorriu.

-Amor... Vamos socializar com o resto do pessoal? – Caroline puxou o braço do namorado – Vamos?

-Mas que brutalidade querida...

-Voltamos já Kentin – Cora informou – Vamos Armin! Vamos!

-Eu farei o que me pediu – O senhor Black encarou a menina – Nada mais, e nada menos. Eu quero que respeite também a minha decisão, de não ter ficado com a sua mãe, a senhor Emma, espero que possa entender um dia.

-Eu entenderei. Só estou me acostumando com a ideia ainda, além do mais acho que nunca poderemos ser uma “família”, como eu havia imaginado.

-Não seja tão pessimista Elizabeth – Black tocou gentilmente o ombro da filha – Eu estarei aqui para tentar compensar o que... Passou-se com você, qualquer coisa pode contar com o seu pai.

-Sim, na verdade... Nunca pensei que eu teria dois pais – Lizzy sorriu – Talvez isso seja legal, mas meu pai adotivo não sabe disso: Que o senhor é meu pai.

-Não se preocupe, eu não tenho pressa. Fale quando se sentir segura para falar, e de minha boca nada sairá.

-Se a Caroline perguntar sobre esse assunto... Para o senhor. Pode falar o que realmente aconteceu entre nós. Cora é uma ótima pessoa, e claro, uma ótima filha, com certeza – A menina juntou as mãos.

-Cumprirei o que está me pedindo.

-Eu tentarei também. Obrigada senhor Black – Lizzy estendeu a mão para cumprimentá-lo de maneira respeitosa, mas ele acabou abraçando-a.

O primeiro abraço entre pai e filha.

-Frank... Acho melhor abortarmos a ideia – Helena ficava preocupada a cada peça de roupa tirada pelo namorado – Alguém pode aparecer na sua porta e acabar pegando a gente em... Cenas peculiares.

-Shiu – Frank a beijou – O que está acontecendo com você? Nunca lhe vi tão preocupada com algo como agora Helena.

-Eu estou pensando por nós dois, deveria me agradecer senhor sem roupa – Helena não podia negar para si mesma que estava adorando a cena.

-Então o que estamos esperando? – Frank deslizava a mão para dentro do vestido da namorada – Apenas sinta meu amor, apenas sinta.

-Pare de ser romântico, sabe que detesto isso – Helena o olhou com carinho.

-Não estou sendo romântico, nunca fui – Frank beijava o pescoço da namorada – Eu quero você Helena, só você.

A menina começou a enchê-lo de beijos e mordidas. Alguém bateu na porta.

-Eu disse! Eu disse!- Helena deu um salto do birô – Vista-se logo!

-Quem é? – Frank tampou a boca da namorada com a mão.

-É o Frederick... Frank? Você viu a Helena?

-Tinha que ser a porra do meu irmão, estraga prazeres – Helena olhou com ódio para a porta – Acho que só vamos ficar na vontade.

-Nem que eu espere essa festa acabar, só para vim para cá com você, e não: Eu não ficarei apenas na vontade – Frank a mordeu carinhosamente.

-Poderíamos deixar ele ficar plantando bananeira na porta, não é?

-Não seria uma má ideia – Frank vestia-se – Mas ele está aqui, por que eu o chamei. Então... Eu irei despachá-lo.

-Ou seja?

-Está proibida de sair daqui – Frank, por fim, pôs a gravata – Vou apresentá-lo ao meu pai o mais rápido possível, torcer para que seja aceito e mentir... Claro, dizendo que você já foi embora, por que brigamos.

-Nós brigamos?

-Brigamos. E foi uma briga tão feia que você me deixou aqui, sozinho.

-Estou gostando...

-E então querida – O rapaz a puxou para mais perto dele – Você não me escapa.

-Vou esperar aqui, e vê se não demora – Helena o morde – Você também não me escapa.

Depois de esperar o senhor Black se afastar de Lizzy, Kentin foi ao encontro da amiga, sentindo o seu coração bater forte.

-E então? – Ele segurou o braço de Elizabeth.

-É verdade. Você estava certo Kentin.

-O que você vai fazer?

-Eu não sei ainda. Eu... Preciso pensar – Lizzy o olhou – Eu não sei REALMENTE o que fazer em relação a isso.

-Que tal conversar com os seus pais adotivos? Sobre você saber disso?

-Acho que ainda não estou pronta, eu... Eu só quero voltar para casa.

-Desanimou-se?

-Não. Eu só quero pensar um pouco – Elizabeth abraçou o amigo, e encostou a cabeça no peito do rapaz – Obrigada Kentin, obrigada por ir até o fim comigo.

-Amigos são para isso, e eu nunca iria lhe abandonar, principalmente, agora.

-Você nunca me abandonou em nada, eu tenho sorte de ter você – Elizabeth o beijou na bochecha – Mas, por favor, leve-me embora...

-Lizzy? – Frank apareceu ao lado dos dois – Não tinha lhe visto antes!

-Oh!Frank! – A menina o abraçou rapidamente – Como está elegante! E... É seu amigo? Olá!

-Na verdade... É o irmão da Helena.

-Prazer em conhecê-la, chamo-me Frederick, mas para você... Pode me chamar de Fred – O rapaz beijou a mão de Lizzy.

-Bem educado – Kentin olhou desconfiado para o rapaz.

-Vou levar Frederick ali e volto já para conversar com vocês...

-Tudo bem, eu acho – Kentin olhou para Elizabeth, esperando alguma resposta.

-Podemos lhe esperar, sem problemas...

-Ótimo! – Frank saiu rapidamente em direção ao pai.

-Eu vou ao banheiro, volto já – Kentin informou – Se quiser ficar perto da Cora e do Armin, eles estão ali... Mas prometo não demorar.

-Sem problemas, pode ir tranquilo – Lizzy observou Kentin afastando-se dela.

Enquanto isso, Alexy havia chamado Jane e Gabi para irem até sua casa, iria haver maratona do desenho preferido deles a noite toda.

-VOCÊS ESTÃO PRONTAS CRIANÇAS?! – Jane levantava os braços.

-ESTAMOS CAPITÃO! – Gabi respondeu.

-EU NÃO OUVI DIREITO! – Jane acompanhada a musiquinha.

-ESTAMOS CAPITÃOOOOOOOOOOOOO – Alexy gritou.

-Depois dessa até o próprio Bob Esponja ouviu – Gabi tampou os ouvidos.

A campainha tocou.

-Deve ser a pizza que a gente pediu – Alexy levantou-se do tapete.

-Quer ajuda para pegar o refrigerante? – Gabi colocou as pantufas nos pés.

-Não precisa, eu pego tudo sozinho – O rapaz contava as moedas na mão.

Quando Alexy abriu a porta, por surpresa, não era o entregador de pizza.

-Albert?! Que diabos você está fazendo aqui?! Quem lhe chamou?!

-Olá Alexy – Albert sorriu ironicamente – Estou muito bem também, e você?

-Oh! Pensei que tinha MORRIDO não é?

-Pare de falar isso! Eu já disse que foi só uma brincadeira!

-Bela brincadeira que você faz, ainda estou procurando a graça nisso.

-Cadê a pizza Alexy?! – Jane aproximou-se da porta – Oh! Albert! Há quanto tempo? Você e o Alexy fizeram as pazes?

-Estou tentando – Albert olhou para Alexy.

-Deixe de ser chato e perdoe o rapaz – Anne empurrou Alexy.

-Eu nunca vou perdoar... Isso – Alexy olhou com desprezo para Albert – Ele acha que pode brincar com os meus sentimentos, como se eu fosse um brinquedo. Eu chorei por saber que VOCÊ tinha morrido! Sabia?!

-Eu já disse que foi uma brincadeira, se lhe deixou triste eu lhe peço desculpas.

-Vocês conversam demais, se beijem logo – Anne fez uma cara enjoada.

-Eu?! Beijar isso?! Há! Claro que não! – Alexy ia fechando a porta.

-Opa! – Anne colocou o pé para que o amigo não fechasse – Venha Albert! Venha assistir Bob Esponja com a gente!

-Ele não vai assistir Bob Esponja com a gente.

-E por que não?

-Por que eu NÃO QUERO que ele assista.

-Mas eu quero – Jane puxou Albert para dentro de casa – E ele vai assistir sim.

-Eu vou matar a Gabi, agora mesmo – Alexy fechou a porta de casa – Tenho certeza que foi o pintinho oxigenado que fez isso.

Depois de ter editado dois vídeos para o seu canal, Eric estava respondendo os comentários dos fãs. Ele havia feito um vídeo de culinária.

-Kelly... – Ele lia para si mesmo – Amei o vídeo, espero que continue assim... Oh querida, claro que vou continuar... Hum, que comentário gigante, estou com preguiça de ler... Hum... Hum... Outro que parece uma redação e...

Eric viu outro comentário que chamou a sua atenção.

-Jenny... Hum... Amei o seu vídeo, continue talentoso como sempre – O rapaz sorriu para o nada – Nunca vi tanta sinceridade em tão poucas palavras. E se for à foto dela no perfil... Ela é bem bonita... Vou responder.

Kentin saiu do banheiro e viu que havia uma luz meio falha vindo de um dos corredores mais profundos do local. Resolveu ver o que era.

-Helena? – Ele se deparou a menina olhando pela janela.

-Kentin...

-Eu pensei que... Não tinha vindo – Kentin a olhou de baixo para cima, ela estava realmente bonita.

-Eu acho que pensou errado, como pode ver – Helena desviou o olhar.

-Você está bonita.

-Você também – Ela falou rapidamente.

-O que está fazendo aqui? – Ele perguntou curioso.

-Estou esperando o Frank, para conversarmos.

-Hum... Por que não conversam lá na frente, como todo mundo?

-Gostamos de privacidade – Helena respondeu.

-Você não pensou em privacidade quando fazíamos no carro. Eu sei que vocês dois não vão conversar – Kentin sorriu.

-Eu falei de uma maneira mais... Poética.

-Bela poetiza você é.

-Vou entender isso como um elogio.

-Se fosse para conversar, estaríamos conversando também.

-Não entendi.

-Eu também falei de forma poética – Kentin fez uma cara irônica.

-Você tem a Kath para fazer poesias com você.

-A Kath não é você – Kentin a olhou com carinho – Kath não deve fazer poesias como você faz.

-Como tem certeza disso?

-Por que poesia se faz com amor, e sem amor não há poesia...

-Kentin... – Helena por um momento ficou confusa com os próprios sentimentos – O que aconteceu entre a gente?

-Eu não sei. Na verdade... Eu não sei.

-Acho que não trabalhamos bem juntos... Com poesias.

-Poderíamos ter feito uma prosa então.

-Esse diálogo está muito literário para mim – Helena sorriu – Seja um bom rapaz e pegue dois copos de vinho lá na frente.

-Para quê?

-Para conversarmos.


Notas Finais


Eita
#TeamFrank ou #TeamKentin


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