História Amor Perigoso - Third Season - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Drogas, Gangues, Romance, Tortura, Trafico, Vingança
Exibições 79
Palavras 4.234
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - Traição e reconciliação


                             P.O.V’S Julian

   As mãos quentes de Irina estimulam meu membro que pulsava, separo nossos lábios com uma mordida. Paro por um tempo encarando seus olhos verdes, ela também me encara curiosa. Suas mãos se retiram de dentro da minha calça e vão para minha jaqueta tirando a mesma, ajudo-a a tirar minha camiseta, e seus olhos percorrem meu corpo com luxúria. Tiro a blusa e sutiã dela, seus seios eram grandes, passo minha língua entre os lábios.

   Sem delongas arranco seu short e calcinha, seu corpo é esplêndido. Pego minha carteira tirando de lá uma camisinha, abaixo minha calça juntamente à cueca e protejo-me com o preservativo. Irina observa tudo atenta, meu membro pulsava, penetro-a com força, o que a faz dar impulso para trás. Irina agarra meus cabelos mordendo seus lábios com certa força.

   - Geme pra mim – peço mordendo o pescoço dela, a mesma atende ao meu pedido gemendo.

   Continuo penetrando-a com intensidade, suas unhas arranham minhas costas, grudo nossos lábios novamente. A língua dela começa a percorrer minha boca com todo o desejo que ela sentia. Minhas mãos apertavam cada centímetro do corpo dela, e a mesma arfa dentro da minha boca. Ela estava quente e suada, com seu corpo grudado ao meu, os bicos de seus seios faziam fricção contra meu peitoral. Separo novamente nossos lábios, sinto Irina estremecer abaixo de mim, indicando que havia chegado ao ápice. Enterro-me mais nela quando meu membro engrossa me proporcionando momentos de alívio.

   - Você é ótimo – Irina sussurra.

   Fecho meus olhos percebendo a burrada que fiz, saio de dentro dela tirando a camisinha e jogando-a pela janela, subo minha calça e começo a vestir as peças que havia tirado um tempo atrás. Irina também se veste saltando da mesa em seguida, ela vem até mim e para em minha frente.

   - Ninguém pode saber o que aconteceu aqui, entendeu? – pergunto sério.

   - Claro – diz sorrindo safada, ela entrelaça os braços em volta do meu pescoço – Tudo o que é proibido e escondido é mais gostoso – sussurra com seu rosto próximo do meu – Podemos repetir isso mais vezes Julian, vou ficar aqui em Atlanta durante alguns meses – fala, caminho com ela até a mesa pressionando-a contra a mesma.

   - Você é mesmo uma vadia – sussurro, ela sorri maliciosa – Eu quero te foder de novo, mas preciso ir pra casa agora – Irina coloca as mãos em meu rosto e sela nossos lábios.

   - Eu sou toda sua Julian, quando quiser é só me ligar – fala – Me dê seu celular – pede ela, assim faço, a mesma anota seu número depois me entrega novamente o celular.

(...)

   Deixo o carro na garagem e saio do mesmo, em passos lentos caminho em direção à porta da sala abrindo a mesma. Júlia estava ali com seus olhos fixos na tela da TV onde um filme de terror passava. Quando ela percebe minha presença vem até mim e entrelaça seus braços ao meu redor.

   - Oi – diz com aquela voz doce de sempre, seguro em sua cintura e selo nossos lábios.

   - Oi – respondo com a voz fraca, olhar nos olhos dela estava me deixando com a consciência pesada – Anthony está dormindo? – pergunto, ela assente, seu sorriso fazia eu me sentir um covarde – Eu vou tomar um banho – digo quebrando o contato visual.

   - O que você tem? Está estranho – comenta ela, me forço a olhar para a mesma.

   - Eu não tenho nada amor – digo – Só estou cansado – dou uma desculpa – Você já jantou?

   - Já sim, deixei um prato para você no micro-ondas – fala acariciando meu rosto, fecho meus olhos por meros minutos e os abro novamente – Vá tomar seu banho pra poder descansar – diz, olho-a sorrindo, selo seus lábios novamente e me esquivo dela subindo as escadas.

   Entro no nosso quarto e respiro aliviado, agradeço mentalmente por ela não desconfiar de nada do que aconteceu hoje. Tiro minhas roupas quando já estou no banheiro, entro no box e ligo o registro, deixo a água cair sobre meu corpo relaxando por longos minutos. Irina me veio à mente, cenas de mais cedo, seu corpo suado, seu cheiro, nossos corpos juntos. Livro-me desses pensamentos e saio do box me enrolando em uma toalha e logo voltando ao quarto.

   Procuro por roupas limpas no closet, visto uma cueca e calça de moletom apenas, borrifo um pouco de perfume e novamente saio do quarto descendo as escadas. Júlia ainda estava ali, passo reto por ela e adentro a cozinha pegando o prato dentro do micro-ondas, sento-me em um dos bancos da ilha e começo a comer. Assim que acabo empurro o prato para longe de mim e me levanto, quando volto à sala Júlia estava dormindo. Desligo a TV pegando Júlia em meu colo e levo-a escada acima. Deito-a sobre a cama.

   Cubro ela com o cobertor e me deito ao seu lado, fico encarando-a por longos minutos. Ela é tão linda e doce, já sofreu tanto, eu não mereço ela, não mereço nem um por cento do seu amor. Ela havia acabado de me dar um filho e eu como sempre agi como um babaca transando com outra. Suspiro cansado e puxo ela mais para mim, abraço seu corpo e caio no sono aos poucos.

                            P.O.V’S Ariela

   Subo as escadas tranquilamente, meu corpo estava cansado e dolorido, Nolan havia acabado de dormir. Abro a porta do quarto do menino e o coloco sobre o berço cobrindo o mesmo. Observo ele por alguns minutos, ele se parece com Mikhail, sorrio e beijo a testa do bebê saindo do quarto em seguida. Vou ao quarto de Melissa abrindo a porta do mesmo, aproximo-me mais dela e me sento ao seu lado, acaricio seu rosto e percebo que ela está muito quente.

   - Meu Deus, Mel você está muito quente – digo desesperada – Mel – digo chacoalhando o corpo da pequena, mas a mesma não abre os olhos – Deus – grito desesperada, me levanto da cama indo para fora do quarto e procurando meu celular – Merda, onde você foi parar – suspiro aliviada ao acha-lo jogado no chão, disco o número de Mikhail, apesar de ser tarde aquilo era uma emergência.

                                        Ligação on:

   - O que quer? – pergunta arrogante, bufo.

   - A Mel está queimando em febre – digo nervosa.

   - O que? Como assim? – pergunta nervoso – O que aconteceu Ariela, me diz.

   - Eu não sei. Quando cheguei ao quarto ela já estava muito quente – as palavras saem um pouco emboladas por causa do choro que estava entalado em minha garganta.

   - Eu estou indo aí Ariela – fala, parecendo se levantar da cama – Vou desligar, daqui a uns minutos eu chego – ele finaliza a ligação.

                                       Ligação off:

   Jogo o celular sobre a cama e respiro fundo saindo novamente e indo ao quarto de Melissa. Pego a menina em meus braços, ela permanecia quente demais, meu coração estava apertado, eu tenho muito medo de perde-la. Respiro fundo tentando ao máximo me acalmar, mas isso se tornava impossível à medida que o tempo passava e meu marido não chegava. Escuto passos se aproximarem e logo seu rosto assustado se faz na porta.

   - Deixa eu ver – pede colocando a mão sobre a testa dela – Ariela ela está muito quente – fala aflito, afirmo com um aceno de cabeça – Me dê ela vou levá-la ao hospital. E você leva Nolan para a casa de sua mãe depois me encontra no hospital – assinto entregando a criança para ele.

   Mikhail sai apressado me deixando sozinha ali, me levanto ainda com o coração na mão. Saio do quarto sem mais delongas e vou ao quarto de Nolan, enrolo-o em uma manta, ponho algumas coisas em uma mala pequena. Apressadamente saio do quarto e pego as chaves do meu carro, descendo as escadas em passos largos, encontrando-me com a porta e a abrindo. Caminho em direção à garagem, aqui fora estava frio, aperto o botão que abre a porta da garagem em questão de segundos, adentro a mesma abrindo a porta de trás do carro e coloco Nolan em seu lugar. Ocupo o banco do motorista e arranco rapidamente com o carro da garagem, eu estava muito aflita e preocupada, precisava chegar o mais rápido possível à casa de minha mãe.

(...)

   Enfim, chego ao hospital, deixo o carro em uma das vagas do estacionamento e salto do mesmo. Caminho apressada para a entrada, empurro a porta encontrando o lugar com pouco movimento. Rolo meus olhos pelo local encontrando Mikhail parado um pouco mais à frente. Ando até ele e paro em sua frente.

   - Onde ela está? – pergunto atraindo sua atenção para mim, seus olhos vagavam.

   - Eles levaram ela pra alguma sala – responde-me, suspiro e me sento em uma das cadeiras, abaixo minha cabeça e começo a chorar silenciosamente – Ei não chora – a voz de Mikhail me atinge e logo sinto suas mãos sobre minhas costas – Eu estou aqui, vai dar tudo certo – diz docemente, ergo meu olhar para ele, o mesmo enxuga minhas lágrimas e me abraça, aperto ele contra mim.

   - Obrigada por tudo – agradeço com meu rosto na curvatura de seu pescoço, suas mãos fazem carinho em meus cabelos, agarro seu corpo mais forte, aquilo era tão bom, eu me sentia tão segura ao seu lado.

   - Vocês são os pais de Melissa? – uma voz grave nos desperta, me afasto de Mikhail e fito a pessoa em minha frente, assinto – Demos alguns remédios para ela, a febre já abaixou, mas ela terá que ficar em observação hoje – diz, suspiro.

   - Eu posso ir vê-la? – pergunto para o homem que assente, me levanto.

   - Me acompanhe senhorita – diz ele, olho para Mikhail.

   - Você não vem? – pergunto, ele assente e se levanta.

   Seguimos o doutor, até chegarmos em frente à uma porta branca, o médico abre a mesma e adentro o cômodo. Mel estava deitada sobre aquela cama com seus olhos fechados, sua pele pálida, lábios secos, pego sua mão. Melissa aperta a mesma e logo seus olhos vão se abrindo aos poucos.

   - Oi bebê – digo sorrindo, ela sorri fraco me encarando, mas seus olhos mudam de foco, indo diretamente para Mikhail.

   - Papai – sua voz fraca soa por nossos ouvidos, Mik se aproxima, Mel solta minha mão e agarra firmemente a de Mikhail, como se quisesse impedi-lo de ir embora – Você está aqui com a Mel – ela fala rouca, Mik assente – Promete não ir embora? – vejo Mikhail engolir seco, ele nada responde, o silêncio fica insuportável.

   - Mel... – chamo sua atenção, ela me olha – Seu pai tem coisas para resolver, tudo bem? – pergunto, ela nada responde – Assim que ele resolver, ele volta pra casa – Melissa apenas assente vagamente.

   Era muito difícil e sufocante ver minha menina tão vulnerável, sem poder explicar o que acontecia ao seu redor. Ela não entenderia mesmo que lhe explicasse, ela é tão nova, ela é uma criança esperta e sabe que nada daquilo estava certo. Melissa com certeza era quem mais sofria com aquilo. E saber que eu não podia fazer nada me deixa mal. Tudo depende de Mikhail, porque eu não posso obrigar ele a voltar para mim. Estava nas mãos dele essa decisão, eu me sentia tão cansada com tudo aquilo.

   E ninguém parecia perceber que eu também sofria com tudo aquilo, saber que eu sou o motivo de tanta infelicidade da parte de Mik e Mel, me deixa atordoada. É sempre assim, eu machucando as pessoas ao meu redor, eu vendo quem amo sendo infeliz, e ser o motivo disso tudo. Eu não aguentava mais aquilo, estava farta, talvez se eu simplesmente morresse as coisas seriam mais fáceis. Talvez as pessoas fossem mais felizes, ou talvez se isso acontecesse tudo piorasse. Eu me sentia em um beco sem saída diante de tantos problemas.

                           P.O.V´S Mikhail

                 2 dias depois...

   A assistente social havia acabado de sair, foi torturante para mim ficar ali fingindo que estava tudo bem, forçando sorrisos. Tudo era tão falso naquele momento, tudo mesmo, toda a minha vida com Ariela, tudo construído a base de mentiras e falsas esperanças. Eu era mesmo um burro, eu acho que sempre soube que ela nunca poderia me corresponder do mesmo modo. Levanto-me preparado para voltar ao meu apartamento, já fazia algumas semanas que estava morando lá sozinho e só vinha pra cá quando tinha visita da assistente para manter as aparências. Ariela não sabia a falta que me fazia, a falta que fazia tocar seu corpo, beijar sua boca, foder ela todas as noites. Estava de costas quando meu braço é puxado, fazendo-me virar.

   - Mik, eu sinto sua falta – a voz dela me atinge, sinto meu corpo estremecer por dentro, eu amo aquela mulher e vê-la ali com os olhos brilhando em minha direção transbordando sinceridade me deixava louco – Me perdoa, por favor – pede pegando minha mão.

   - Pior que eu não deveria sentir, mas eu também sinto muito a sua falta – falo encarando seus olhos.

   Eu não posso aguentar mais, meu corpo não aguenta mais, ele está clamando por ela, clamando por redenção, clamando por um simples toque. Puxo o corpo dela para mim, suas mãos pousam em meu peito, a respiração dela sai entrecortada, e seu peito desce e sobe descontroladamente, eu sei que causo esses efeitos nela. Sem querer a mão dela escorrega batendo contra meu membro, gemo em resposta.

   - Não faz isso mulher – digo controlando-me, fecho os olhos quando sinto um carinho em meu membro já ereto – Eu não aguento mais, preciso foder você – sussurro contra a pele de seu pescoço – Eu vou te foder tão intensamente ao ponto de você pedir por mais – Ariela estremece em meus braços.

   Pego Ariela em meus braços e levo-a escada acima, adentrando nosso quarto, jogo-a sobre a cama, aquele short curto dela estava me enlouquecendo, eu precisava sentir ela, precisava muito. Eu estava encarando-a de pé, e ela mordia os lábios.

   - Mulher você não sabe como fica sexy fazendo isso – falo referindo-me às suas mordidas no próprio lábio. Ela sorri.

   Arranco minha camisa e tiro meus sapatos deixando-os em um canto qualquer, certifico-me que a porta está fechada, Ariela estava me encarando como se quisesse me comer com os olhos. Caminho até ela abrindo suas pernas e ficando no meio delas, ela me olha fixamente, tiro a blusa e sutiã dela expondo aqueles seios fartos e rígidos totalmente para mim, umedeço os lábios. Sem delongas desfaço-me de seu short sobrando agora no corpo da morena apenas sua calcinha. Não por muito tempo já que a arranco segundos depois.

   - Quero que me responda uma única coisa – falo encarando aqueles olhos escuros, ela me olha sugestiva, enfio dois dos meus dedos em sua intimidade fazendo-a impulsionar o corpo para cima, aproximo meus lábios de seu ouvido enquanto movimento meus dedos devagar dentro dela – Quantas vezes em uma noite aquele carinha fez você gozar? Quero que responda-me com toda a sinceridade, e quero minha resposta agora – ordeno rude, não encaro os olhos dela, ao contrário deixo meus lábios repousados ali em seu ouvido.

   - Uma – responde-me com a voz vacilando, sorrio satisfeito.

   - E quantas vezes em uma noite eu fiz você gozar? – pergunto mesmo sabendo a resposta.

   - Hmm, seis – sussurra.

   - Resposta correta querida, isso é só para você perceber que nenhum outro vai ser capaz de te foder como eu, entendeu? – pergunto ainda rude, movimento meus dedos com mais força.

   - Entendi amor – ela sussurra, mordo o pescoço dela afim de deixar uma bela marca ali.

   - Quero que esteja ciente que hoje eu não farei amor com você querida, eu vou te foder. Vou te foder até não aguentar mais – aperto o seio dela com força, ela geme em resposta – Cachorra – murmuro – Goza pra mim amor, goza pro seu marido – peço, ela se contorce em meus dedos e sinto seu liquido escorrer em meus dedos – Gostosa – falo levando meus dedos até a boca retirando qualquer vestígio do liquido dela.

   Sem poder aguentar mais retiro minhas roupas e penetro Ariela sem nenhuma delicadeza, eu queria possui-la. Ela impulsiona o corpo para cima, assustando-se com meu ato, aqueles olhos escuros vagavam por meu rosto, ela estava extasiada e eu inebriado com seu cheiro, calor, olhar. Eu estava penetrando-a forte e intensamente, nenhum pouco delicado, ela agarra meus cabelos com força.

   - Seja menos rude amor – ela pede baixo, mas sei que ela não queria aquilo, dou uma risada fraca negando.

   - Hoje não querida, hoje vou te foder sem nenhum pudor, sem nenhuma delicadeza – sussurro encarando-a, Ariela estava impulsionando sua intimidade contra meu membro, buscando por mais – Quietinha amor, só aprecie – peço segurando as mãos dela em cima de sua cabeça e pressionando seu corpo contra a cama – Geme pro seu papi – ordeno arrogante – Geme igual a vadia que você é – com a mão livre puxo o cabelo dela para trás podendo morder seu pescoço, eu iria deixa-la toda marcada.

   - Hmmm Mik – geme fraco com a voz rouca, mas é o bastante para me deixar louco mordo o queixo dela sem força alguma – Mais rápido amor – atendo ao pedido dela e começo a me movimentar mais rápido ainda.

   - Me responde mais uma coisa querida – peço sussurrando em seu ouvido, ela pergunta “o que?” em um murmuro – Você é uma vadia? – pergunto esperando sua resposta que não vem – Eu não escutei sua resposta. Você é uma vadia? – pergunto novamente.

   - Sim, eu sou uma vadia – responde com dificuldade, sorrio vitorioso olhando-a no fundo dos olhos.

   - Resposta correta. Você é uma vadia, a MINHA vadia – faço questão de destacar a palavra minha, mordo o lábio inferior dela fazendo o gosto férrico de sangue entrar em contato com minha língua – Agora goza chamando o nome do papi querida – peço. O corpo dela estremece, sei que o orgasmo está próximo.

   - Own Mikhail – geme gozando em meu membro, sorrio satisfeito.

    - Isso cachorra – falo mais que satisfeito – Eu quero gozar na tua boca – sussurro, ela sorri assentindo. Retiro meu membro de dentro dela me ajoelhado, Ariela senta-se e se aproxima mais, estimulo meu membro até meu líquido “jorrar” dentro de sua boca. Minha expressão se alivia, respiro fundo me jogando na cama, Ariela deita por cima de mim.

   - Eu amo você – Ariela sussurra com seu rosto grudado em meu pescoço, o peito dela estava subindo e descendo descontroladamente contra o meu peito.

   - Eu também te amo – sussurro – Promete que nunca mais vai fazer isso comigo? – pergunto.

   - Eu prometo amor – responde, sorrio e continuo a acariciar o braço dela, até que sua pergunta surpreende-me – Segundo round? – pergunta, olho-a sorrindo malicioso e concordo com a cabeça, subindo novamente sobre ela.

                            P.O.V’S Harmony

   Acabo de vestir minha roupa, tinha que ir até a casa de minha mãe buscar Danny, já fazia dois dias que ele estava lá, e ainda não havia comunicado ninguém da minha família que estava grávida. Mamãe e Ariela iriam surtar ao saber daquilo, elas ficariam muito animadas com aquela notícia. Tenho certeza disso. Harry não havia ido trabalhar hoje, ele insistiu que ficaria comigo a tarde toda, que hoje ele não precisaria trabalhar. Então não deixaria que eu ficasse andando de um lado para o outro, ele estava preocupado comigo e com o bebê. Suas mãos tocam meus quadris e posso sentir seu cheiro forte atrás de mim.

   - Está pronta? – pergunta com a voz doce bem próximo ao meu ouvido.

   - Sim amor – respondo fechando meus olhos quando sinto seu nariz fazer carinho em minha pele – Para Harry – falo com a voz fraca.

   - Parar com o que amor? Eu não estou fazendo nada – murmura continuando a fazer carinho em meu pescoço, gemo sentindo ele distribuir beijos molhados em meu pescoço – Você é tão linda – sussurra, abro um sorriso ao escutar tais palavras.

   - Eu te amo tanto – falo rouca, ele vira-me para ele, encaro seus olhos.

   - Eu também te amo minha linda – fala e sela nossos lábios rapidamente – Agora vamos porque precisamos buscar Danny, ele deve estar sentindo nossa falta – diz me olhando firmemente – Além do mais, alguma assistente social pode vir nos visitar a qualquer momento – adverte, apenas assinto pegando meu celular e o guardando no bolso.

   - Então vamos – falo passando por ele que dá um tapa em minha bunda – Ai idiota – murmuro rindo, Harry solta uma risada nasalada.

   Caminho pelo corredor logo chegando à sala, abro a porta e espero Harry do lado de fora, ele passa pela mesma e fecha-a. Depois de trancar a porta caminhamos juntos até o elevador, esperamos as portas se abrirem depois de já ter apertado o botão, e assim que isso acontece adentramos o mesmo. Esperamos que o elevador desça, Harry estava impaciente, era sempre assim, ele simplesmente odiava ter que esperar e odiava demoras. Sinto sua mão quente e grande agarrar a minha, dou um sorriso de canto, apertando a mão dele. As portas finalmente se abrem e nos dão visão da garagem compartilhada do prédio, saímos do elevador e meu marido me guia até onde estaria seu carro, quando uma voz nos desperta.

   - Harmony – eu conhecia aquela voz, viro-me para trás e meu marido faz o mesmo, Apollo se aproxima de nós, Harry me fita curioso – Como foi lá no médico? Deu tudo certo? – pergunta erguendo as sobrancelhas.

   - Hmm, deu sim... – digo, o clima estava constrangedor, ele sorri e olha para Harry.

   - Esse é o seu marido? – pergunta curioso, antes que eu abra a boca para responder, Harry faz isso.

   - Sim. E você quem é? – pergunta tentando ser educado.

   - Apollo Donnovan – responde o loiro encarando firmemente meu marido – Eu moro aqui, digamos que sou um amigo da sua esposa – fala com sua voz grave, os dois travam uma batalha com seus olhares, pareciam querer desintegrar um ao outro, o silêncio se instala novamente, nada podia ser ouvido além de nossas respirações.

   - Vamos Harry, precisamos buscar Danny – chamo o homem, seu maxilar estava travado, ele então me olha e assente – Até mais Apollo – despeço-me, o loiro assente.

   Caminhamos silenciosamente até o carro dele, Harry estava nervoso, eu sentia isso. Sabia que assim que adentrássemos o carro ele me questionaria, e eu estava formulando a resposta que lhe daria.

   - Quem era aquele cara? – pergunta assim que adentramos o carro, ele não me olhava.

   - Ele mora aqui no prédio Harry, é um conhecido – respondo pondo o cinto, ele solta uma risada sarcástica.

   - Mesmo? Nem percebi – diz cínico, reviro meus olhos e ele arranca com o carro da garagem – Há quanto tempo conhece ele Harmony? – pergunta arrogante.

   - Desde quando nos mudamos para cá – respondo, ele suspira – Olha Harry ele é só um conhecido – falo.

   - Como ele sabe que você foi ao médico? – pergunta totalmente concentrado na estrada.

   - Porque trombei com ele quando saia do prédio e ele me ofereceu uma carona até lá – digo a verdade, não havia porque mentir para ele, até porque aquilo não era nada demais, sinto o olhar de Harry até mim – Que foi? – pergunto encarando-o.

   - Você aceita carona de um homem estranho e ainda me pergunta o que foi? – pergunta visivelmente irritado – Você é louca Harmony? E se esse cara fosse, sei lá, um assassino? – pergunta com a expressão fechada.

   - Não exagera Harry – peço cansada de discussão.

   - Quer saber? Foda-se. Não irei discutir com você – fala voltando sua atenção ao trânsito.

   - Agradeço – digo suspirando e virando meu rosto para a janela ao meu lado.

   Em pouco tempo chegamos ao nosso destino, observo a casa por alguns instantes e depois desço sendo seguida por Harry. Sigo o caminho até a porta, giro a maçaneta da mesma e empurro a madeira, rolo meus olhos pela sala encontrando-a vazia. Vozes me despertam, pareciam vir do jardim, caminho até a cozinha logo encontrando a porta que me leva ao jardim. Abro-a e saio pela mesma encontrando minha mãe e Danny brincando ali, dou um sorriso de lado.

   - Danny – chamo meu filho, ele olha para mim e sorri, o garoto corre até mim me abaixo até ele – Sentiu saudade da mamãe? – pergunto acariciando seus cabelos sedosos.

   - Muita – murmura contra meu pescoço, sorrio fraco.

   - E o papai não ganha abraço? – pergunta Harry, Danny ri se afastando de mim e corre até o pai, me levanto e minha mãe se aproxima.

   - Oi filha – mamãe diz, sorrio e abraço-a – Como estão?

   - Estamos bem – respondo assim que me afasto, tenho uma novidade para te contar – digo animada.

   - Vamos entrar então – diz me puxando pelo braço.

   - Você não vem Harry? – pergunto olhando para ele.

   - Vou brincar um pouco com Danny – diz seco, reviro os olhos e entro com minha mãe.

   Me sento em um dos bancos da ilha e espero para que mamãe faça um café. Assim que ela termina uma xícara para em minha frente, agradeço com um sorriso fraco.

   - Então, que novidade é essa filha? – ela pergunta bebericando seu café.

   - Eu estou grávida – falo animada, os olhos da minha mãe brilham – De uma semana – acaricio minha barriga.

   - Sério filha? – pergunta, assinto – Isso é uma ótima notícia querida, vou ter mais um netinho – diz animada.

   - Sim mãe – falo abrindo um sorriso pequeno, mamãe segura minha mão e a aperta.

   - Tomara que venha uma menina – diz encarando-me, balanço a cabeça positivamente – E espero que venha saudável.

   - Também espero mãe – o sorriso bobo permanecia em meus lábios – Onde está o papai? – pergunto curiosa.

   - Ele saiu cedo dizendo que precisava resolver alguns problemas com Julian – responde ela, apenas assinto vagamente.


Notas Finais


Amoras, esse é o penúltimo capítulo da temporada!
Espero que tenham gostado, comentem aí embaixo!
Até o próximo.


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