História Amor Perigoso - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 2.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi GENTEEEEEE!!!! Tô animada, desculpa. Fanfic nova! Pois é, espero que gostem! Beijos e boa leitura!

Capítulo 1 - Comuns Por Fora, Peculiares Por Dentro...


            Marinette

Marinette andava pela sede, com uma prancheta em suas mãos, ali, haviam gráficos sobre infiltrações ilegais na policia. Marinette queria arrumar sua posição de melhor espiã, mas ela ainda estava longe. Marinette chegou na sala de seu chefe, bateu três vezes na porta, e depois abriu.

- Aqui está os papéis que me pediu, agora, eu quero um caso. Quero entrar para a equipe, receber trabalho, quero ser a melhor espiã. – Disse Marinette, olhando fixamente para seu chefe, ou pai adotivo.

- Pois bem, pode pegar um caso. Assalto de celulares na rua. – Disse o homem, continuando a mexer no computador.

- Mas isso nem é um caso! Eu quero investigar casos importantes, investigar os espiões da Inglaterra. – Disse ela, olhando nos olhos de seu chefe, Jack.

- Não posso te dar algo valioso para investigar, você não tem experiências o suficiente. – Disse Jack, olhando para Marinette. – Saia daqui, já está sem o caso dos roubos de celulares, tenho mais o que pensar. – Marinette bufou, e saiu. Quando fechou a porta, ela ficou encostada na mesma, até que ouviu alguém falar com ela.

- E aí, conseguiu? – Perguntou Alya, se aproximando de Marinette.

- Não. – Disse ela, sem vontade.

- Aff. – Disse Alya, encostando na parede.

- Nunca vou conseguir isso. – Disse Marinette, desencostando da porta, e saindo.

- Perguntou para ele que dia era para eu estar infiltrada? – Disse Alya, seguindo a menina.

- Não, me esqueci. – Disse Marinette, colocando as mãos na cabeça.

- Aff, Marinette! Assim nunca vai conseguir virar a espiã mais famosa da sede. – Disse Alya, frustrada.

- Me desculpa! – Disse Marinette, frustrada de volta. Elas entraram num quarto, com outras mulheres que trabalhavam ali, Marinette entrou e trocou de roupa. E logo depois saiu, pronta para investigar o caso do diamante roubado, na semana passada, sem perguntar a ninguém. Marinette nunca fez isso, nunca entrou num caso que seu chefe não havia dado a ela. Ela estava tensa, muito tensa, mas estava disposta a tentar. Ela estava farta de ser colocada em último lugar sempre. Marinette entrou dentro do museu, e ficou admirando tudo, olhando para os policiais que investigavam. E às vezes até pegava algumas pistas.

            Adrian

 

Adrian estava no prédio do FBI, procurando mais pistas sobre Barlin Bertomen, o maior chefe do crime que Paris já teve. Ele olhava o perfil de alguns aprendizes de Barlin. Adrian bebericava seu chocolate quente em sua caneca, enquanto olhava para o computador, pensando.

- Agreste. – Disse uma voz, entrando em sua sala. Adrian estendeu sua cabeça e viu Nathaniel.

- Kurtzberg, o que quer? – Perguntou Adrian, sem tirar os olhos do computador.

- Quero um aumento e uma promoção no cargo. – Disse ele, olhando para Adrian, que estendeu sua cabeça olhando para Nathaniel.

- Quem faz isso não sou eu.

- Não, mas você tem uma certa... influência sobre a filha do chefe, e eu pensei que talvez... – Disse Nathaniel, Adrian franziu a testa.

- O que quer dizer com certa influência? – Disse Adrian.

- Sei lá, tem boatos de vocês dois, na festa do aniversário do chefe. – Disse Nathaniel.

- Boatos? Que boatos?

- Boatos que você a levou para a cama. – Disse Nathaniel, sorrindo malicioso.

- Isso... é mentira. Sai daqui, que eu tenho coisas para fazer. – Disse Adrian, querendo mudar de assunto.

- Uhum, sei... – Nathaniel saiu da sala, deixando Adrian frustrado. Ele se levantou da cadeira, ajeitou sua gravata e saiu. Adrian foi até o museu que foi roubado, e foi para espionar alguns policiais. Adrian tinha suspeitas de que aqueles policiais trabalhavam para Barlin, infiltrados. Adrian chegou no museu, e viu muitas áreas cercadas, áreas que ele não poderia pisar dentro. Adrian correu seus olhos pelo grande salão, viu muitas pessoas, nenhuma pessoa chamou atenção. Apenas uma garota, que disfarçadamente olhava para todos os cantos, apertando de leve na armação do óculos. Adrian achou aquilo estranho, e suspeito, ele caminhou até aquela mulher de cabelos azuis, e apoiou sua mão na parede, quase a prensando na outra.

- Olá. – Disse ele, com uma voz levemente sensual.

- Olá, posso te ajudar em algo? – Marinette disse, olhando nos olhos de Adrian, um pouco nervosa. Não era muito discreto ela ter escolhido os óculos, não foi nem um pouco inteligente, mas ela era nova nesse negócio, então... fazer o quê?

- Posso... te dizer uma coisa? – Perguntou ele, pensando numa maneira de pegar o óculos de Marinette.

- Pode. – Disse Marinette, tentando entender.

- Feche os olhos. – Disse ele.

- Por que eu deveria confiar em você? – Perguntou ela, olhando para ele.

- Por que não?

- Me desculpa, mas... tenho que ir agora. – Marinette se esgueirou para o lado, e continuou andando. Adrian se apoiou na parede e pensou:

Deve ser só nóia minha, ela não deve ser um dos agentes do Barlin.

Adrian saiu dali e pegou seu carro, Marinette continuou andando até que sentiu uma mão em seu ombro, ela gelou. Quando se virou, viu Mackenzie, ela era uma das melhores espiãs do governo. Mackenzie possuía cabelos castanhos claros, e olhos castanhos claros.

- O que está fazendo? – Disse Mackenzie, tirando os óculos de Marinette.

- Eu estava...

- Estava usando os protótipos? Marinette se Jack souber que... – Mackenzie começou, colocando as mãos na cintura.

- Não conte, por favor. Eu só quero ser uma boa espiã. Só quero ser boa no que faço. Jack só me mantém na sede porque sou quase filha dele, mas se não fosse por isso, nem estaria ali. – Disse Marinette, falando mais baixo nas partes dos espiões.

- Eu vou te ajudar, me siga. – Mackenzie deu meia-volta, e Marinette a seguiu, ela entrou dentro da vã que dirigia, e Marinette sentou no banco da frente.

- Obrigada, Kenzie. – Disse Marinette, olhando para Mackenzie.

- Achei que havíamos concordado que meu apelido era Mack. – Disse ela, ligando o carro.

- Prefiro te chamar de Kenzie. – Disse Marinette, sorrindo.

- Ok, já que prefere...

            Enquanto isso, com Adrian...

Ele colocou seu carro na garagem, e entrou na mansão. Adrian já morava sozinho, bom, morava com a namorada, mas morava sem os pais. Ele abriu a porta, e encontrou Brynn sentada no sofá assistindo TV. Brynn é loira de olhos azuis. (Me inspirei na Brynn Rumfallo, depois vocês procuram uma foto dela.)

- Oi, amor. – Disse ela, sorrindo, e se virando para ele.

- Oi. – Disse Adrian, se sentando no sofá, em seu lado.

- Como foi o dia? – Perguntou Brynn, ela era uma médica, seu pai era dono de um grande hospital. Brynn é bem dedicada, não é a melhor em medicina, claro, existem melhores em toda Paris. Mas Brynn era boa.

- Foi irrelevante. Não descobrimos nada, não descobrimos sobre a conspiração contra o governo inglês, nem sobre o roubo... Nem sei como vamos descobrir isso. – Disse Adrian, se levantando do sofá e indo até a geladeira.

- Ah, mas vocês vão descobrir, eu tenho certeza. – Disse Brynn, se levantando também.

- Espero que sim, e agora tem esse negócio dos espiões franceses. Só para atrapalhar, a única coisa que aqueles espiões fazem é atrapalhar o governo inglês. – Disse Adrian, pegando duas taças.

- Ai, ai. – Disse Brynn, se sentando num banquinho do balcão.

- O que foi? – Perguntou Adrian, deixando as taças na mesa, e pegando uma garrafa de vinho.

- Sinto falta de quando você falava sobre outros assuntos. – Disse Brynn, passando seu dedo na borda da taça.

- Ué, mas... Então me conte sobre o seu dia. – Disse Adrian, colocando a garrafa na mesa.

- Bom, foi normal. Não, normal não... um cara chegou lá, com três tiros no peito, ele está internado, com sorte conseguimos salvar ele. Nem sei como, mas só sei que a cirurgia demorou um tempão, você não tem noção.

- Mas você é assistente de cirurgião, né? Ou já conseguiu fazer cirurgias e não me disse? – Disse Adrian, se sentando de frente à ela.

- Sim, sou só assistente. Mas tive que ajudar, ué. E foi difícil, o cirurgião, cujo eu sou a assistente, ficava dando em cima de mim o tempo todo... – Disse Brynn, bebendo um gole de vinho.

- Dando em cima de você? No meio da cirurgia? Eu vou processar esse cara. – Disse Adrian, sem acreditar no que estava ouvindo.

- Não, Adrian. Ele é profissional, não no meio da cirurgia, no banheiro... – Disse ela, ela ia continuar falando mas Adrian interrompeu.

- Banheiro?! Brynn... – Adrian espumava de raiva.

- Adrian! No banheiro, os cirurgiões e assistentes de cirurgiões, higienizam tudo no final, principalmente as mãos. Então eu estava lá, lavando minha mão e ele começou a falar comigo, mas aí eu falei que você trabalhava na polícia, e seus pais também, e depois não falou mais comigo. – Disse Brynn, explicando toda a história de uma vez.

- Ah, que bom. Falou que eu sei lutar e usar armas, né?

- Falei. – Disse ela, rindo, e indo até Adrian. Ele a abraçou, e se beijaram, ela colocou seus braços no pescoço de Adrian, e ele colocou suas mãos na cintura de Brynn. – Eu te amo.

- Eu também te amo. – Disse Adrian, sorrindo, e dando outro beijo em Brynn.

            Enquanto isso, com Marinette...

Ela chegou na sede, junto com Mackenzie, e as duas se encaminharam até a sala de luta.

- Aqui, coloque uma roupa de ginástica, vamos treinar. – Disse Kenzie, entregando uma calça legging, e uma blusa preta regata, para Marinette.

- Ok. – Logo, logo, Marinette voltou, já pronta. Mackenzie já estava com suas roupas e pronta para lutar.

- Vem, me derruba. – Disse Mackenzie, em posição de luta. Marinette avançou, Kenzie deu um chute no ar, mas Marinette passou por baixo, desviando. Ela tentou avançar novamente, mas conseguiu um soco no rosto, por Mackenzie. – Desculpe, mas mantenha o foco, Marinette! – Disse Kenzie, ajudando Marinette a se levantar.

- Me desculpe. – Disse Marinette, colocando a mão onde Kenzie deu um soco. – Cara, não imaginava o quanto você era forte. – Disse ela, suspirando. Elas continuaram a lutar, até que chegou um momento em que Mackenzie conseguiu ver a mão de Marinette tentando lhe dar um soco, ela segurou sua mão, e torceu seu braço com força para trás.

- Aqui, eu quebraria seu braço. – Disse Mackenzie, um pouco ofegante, inclinando o braço de Marinette mais para frente, que grunhia de dor.

- Então não quebra, por favor. – Disse Marinette, mais ofegante que Mackenzie.

- Vamos, Marinette. Vai pro saco de pancada, quero ver os socos. – Disse ela, jogando uma meia luva para Marinette, e ajeitando o saco de pancada. Marinette direto dava socos no saco, porém o que mais doía eram suas mãos. Ela tinha certeza que se o saco estivesse vivo, não teria nem sentido dor, somente cócegas. – Vamos, cadê a precisão?! Coloca força nisso! – Disse Mackenzie, batendo palmas.

- Tô tentando. – Disse Marinette, batendo com mais força.

- Não está tentando o suficiente! Mais forte! – Disse ela, Marinette tentava o máximo que conseguia, ela precisaria de muito treino para evoluir, mas ela não pararia por ai.

Marinette treinou a noite toda, quando havia terminado, os outros espiões já estavam por ali, fazendo rodinhas de luta. Marinette preferiu ficar de fora, se ela entrasse ali, apanharia muito. Marinette foi em direção ao seu quarto, que Jack achou melhor separar das outras espiãs, e encontrou Jack lá dentro, esperando por Marinette. (Jack é mais velho que a Mari, ok? Ela tem 19 e o Jack tem uns 35, ok?)

- O que estava fazendo? – Perguntou Jack, olhando para Marinette.

- Eu estava treinando com a Kenzie. – Disse Marinette, se jogando na cama.

- Você se machucou? – Perguntou ele, se sentando na cama de Marinette.

- Não, quero dizer... sim, mas já deve passar, foi só um treino. – Disse Marinette, se sentando novamente na cama.

- Marinette, não quero que faça isso. Não quero que vire uma espiã. – Disse ele, sem olhar para Marinette. – Você está sobre minha responsabilidade, eu não posso deixar você ir.

- O quê?! Mas é meu sonho! Eu quero ser uma espiã!

- O mundo não roda em volta de você! – Disse ele, olhando para Marinette.

- Eu não estou mais sobre sua responsabilidade! Eu sou maior de idade agora! Já tenho dezenove anos!

- Não me importa! Você vai entrar em problemas, e vai ter que voltar para mim, e aí vai perceber que não pode ficar sem mim! – Disse Jack, se levantando da cama.

- Não preciso de você!

- Pois bem, perceba que de TODAS as responsabilidades que eu já tive, VOCÊ foi a maior, você é como minha filha, e foi a responsabilidade que eu mais arrependo de ter conseguido. – Disse Jack, saindo do quarto de Marinette.

- Pois eu vou provar que está errado! – Marinette gritou, Jack fechou a porta com força, deixando Marinette sozinha. – Você não pode me aprisionar do mundo! – Gritou ela, através da porta. Marinette se jogou na cama novamente, e sentiu seu corpo ferver. Ela queria  provar que podia ser a melhor, e ela provaria...

E ela vai provar...


Notas Finais


E aí, gostaram? Espero que sim! Me digam se querem que eu continue ou não, espero muito que tenham gostado, e até amanhã com O Casamento Real, se você ainda não leu, vai lá e lê que (de acordo com os leitores) tá muito legal.

Beijos, Queijos e... eu ia tentar rimar, mas eu não achei outra rima.

Enfim.
Beijos e Queijos.


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