História Amor Perigoso - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi pessoal, tudo bom? Comigo tudo ótimo! Espero que gostem do capítulo. Se tiver algum erro ortográfico, (com certeza vai ter kkkkk) me desculpem, ok? Ok. Enfim, boa leitura.

Capítulo 2 - A Garota da Foto...


Fanfic / Fanfiction Amor Perigoso - Capítulo 2 - A Garota da Foto...

Marinette   

      Marinette se levantou, e foi tomar banho. Depois de todo aquele treino, ela precisava de um bom banho. Ela entrou em baixo do chuveiro, e se encostou na parede, para pensar. Marinette poderia ser descrita em uma palavra: cabeça dura. Ela não iria desistir de ser uma espiã. Depois de seu banho terminado, Marinette fechou a torneira, colocou uma toalha, e logo saiu do banheiro. Ela se vestiu com um pijama e foi dormir.

Adrian

      Adrian estava com Brynn no sofá, assistindo televisão.

- Eu estou cansada, podemos ir dormir? – Perguntou Brynn, olhando para Adrian.

- Podemos, vou só colocar um pijama. – Disse Adrian, se levantando do sofá.

- Eu também vou. – Brynn se levantou e foi para o quarto, ela entrou no closet e pegou uma camisola meio transparente, com uma lingerie para colocar por baixo. Adrian iria dormir de calça, sem camiseta. Ele se deitou na cama, e suspirou. Brynn abriu as portas, que ficavam em frente à cama, Adrian olhou para ela com aquela lingerie e se arrepiou.

- V-Vai dormir desse jeito? – Perguntou Adrian, seguindo os olhos para a namorada, que se deitava e se cobria ao seu lado.

- Vou, por quê? Algum problema? – Perguntou ela, já deitada.

- É só que...

- Qual é, Adrian. Não faremos nada de errado, só iremos dormir. – Disse Brynn, se virando para o outro lado. Adrian concordou, e foi dormir também.

No dia seguinte...

Eram quase três da madrugada, quando o telefone na casa de Adrian começa a tocar... Quem acordou foi Brynn, ela se levantou com sono e foi atender.

- Alô? – Perguntou ela, tirando o telefone da base e levando à orelha.

- Eu sei onde você mora... – Disse uma voz, grave e com a respiração audível.

- Como? – Perguntou Brynn.

- Eu te conheço, Adrian Agreste... conheço toda a sua família. – A ligação caiu, Brynn continuou com o telefone na orelha, ela não sabia nem como reagir. Ela colocou o telefone sobre a mesa, fora da base, e foi até o quarto.

- Adrian, Adrian, acorda. – Disse ela, balançando Adrian, que acordou logo depois.

- O que foi? – Perguntou ele, com muito sono.

- Ligaram aqui em casa, um cara, falando que sabe onde moramos e que conhece você e sua família. – Disse Brynn, um pouco ofegante.

- Como é? – Perguntou Adrian, se sentando.

- Vem. – Brynn puxou Adrian para a mesa em que estava o telefone, e o pegou. – Fiz exatamente o que sua mãe me ensinou, não coloquei o telefone na base, ainda dá tempo de rastrear a ligação, e como nosso telefono grava as conversas, escuta. – Brynn colocou o áudio da ligação. Adrian gelou, desde que a espionagem não fosse virar problema com sua família, ele estava de boa no trabalho. Mas nunca se sabe como criminosos agiriam.

- Pegue meu notebook, vou investigar isso, agora. – Disse Adrian, pegando o celular, e ligando para alguém. Brynn foi para o andar de cima, e pegou o notebook de Adrian, e entregou para o mesmo. A pessoa que Adrian estava ligando não atendeu. Adrian estava ligando para seu chefe, mas a ligação somente caía na caixa postal. Daí, ele pensou em Lila, a filha do chefe. Adrian discou os números no celular, e ligou para Lila. Que atendeu na mesma hora.

- Alô? – Perguntou Lila.

- Oi, Lila. Seu pai está aí? É o Adrian, preciso conversar com ele sobre trabalho. – Disse Adrian, tentando fazer Brynn não ouvir a conversa.

- Não, meu pai não está... mas, quer deixar um recado? – Perguntou ela, Lila gosta de Adrian, ele sabe disso...

- Quero, diga para ele, que preciso conversar com ele. – Disse Adrian, desligando o telefone, sem nem dar tchau.

- E aí? – Perguntou Brynn, olhando para Adrian.

- Bom, o chefe não estava lá, mas enfim, Brynn vá se deitar. – Disse Adrian, ligando o notebook.

- Não vou dormir agora. – Disse Brynn, frustrada, se sentando na cadeira.

- Vá dormir, estou falando sério. Isso aqui pode ser assunto de polícia, e não quero você envolvida nisso. Podem acabar indo atrás de você. – Disse Adrian, pegando o telefone, e tentando rastrear a chamada.

- Não vou conseguir dormir, e você precisará de alguém para te dar apoio. Estou aqui para isso. – Disse Brynn, sorrindo na última parte.

- Obrigado, Brynn. Você é uma ótima pessoa. – Disse ele, estava preocupado demais para sorrir, mas mesmo assim fez.

Marinette

      Marinette dormia tranquilamente na madrugada, quando conseguiu ver, através das pálpebras de seus olhos, uma iluminação diferente que estava, quando Marinette dormia. Porém, por causa da luz acesa, Marinette acordou. Ela olhou em volta, e viu Alya, entrando sem bater, e ajeitando algumas coisas no pé da cama de Marinette.

- Caraca, me deixa dormir! – Disse ela, se revirando na cama. Alya puxou seus lençóis e disse:

- Não deixo não! – Disse Alya. – Você quer ser a melhor, né? Pois é! As melhores trabalham duro de madrugada, ok?

- Como assim, Alya?  - Perguntou Marinette, se sentando na cama, e coçando os olhos.

- Agora, nós temos que ir. Temos uma aula de manuseio dos protótipos, e escalação. Para nós, temos uma aula extra, que é a de flexibilidade. – Disse Alya, entregando as roupas de Marinette para a mesma.

- Opa, tô dentro. – Disse Marinette, se levantando num pulo. Ela se vestiu apropriadamente, e foi com Alya para a sala de treino. Marinette nunca teve muitos acessos aos protótipos interessantes e mais importantes. Alya estava com ela, um cartão, ela passou na porta, que se destravou sozinha. A sala cheia de espiões e armas foi revelada para Marinette, ela entrou boquiaberta, mas sabia que sairia dali sorrindo vitoriosa. Marinette treinou toda a madrugada, treinando escalar, lutar, ser mais flexível, e a usar os protótipos. Ela não estava muito boa ainda, considerando como ela havia avançado somente nas pequenas aulas que ela se esforça muito, ela era uma espiã mediana. Jack com certeza ficou sabendo desses treinos que Marinette fazia todos os dias. Era quase hora do almoço, e Marinette estava destruída, cansada, suada, ofegante e com dor no corpo todo. Ela foi para seu quarto, tomar um banho, e novamente encontrou Jack parado na porta dela. Ele apenas a olhou, transmitindo um olhar como esse:

Você vai se machucar, não faça isso.

Marinette ignorou o olhar, passou por Jack, abriu a porta, para entrar, e logo depois fechou de novo. Jack suspirou, olhou para aquela porta fechada. Realmente, Marinette era quase uma filha para ele. Ele a encontrou quando havia 20 anos, e ela 4. Ele se encantou com aquela menininha de cabelinhos azuis, presos numa Maria Chiquinha, com olhos azuis gigantes, chorando e andando pela rua sozinha. Ele se lembrava direitinho do dia em que a levou para casa, e ela o chamou de papai... Eram boas lembranças, mas agora, Marinette cresceu, e ela queria provar que não precisava mais dele, mas ela precisa. E não quer admitir isso. Marinette odiava brigar com Jack, mas ela queria mais liberdade, ele sempre quis a proteger, mas ela não era mais uma criancinha. Ela poderia, e deveria lidar com seus problemas sozinha.

Adrian

    Adrian não conseguiu descobrir nada sobre o cara misterioso que ligou em sua casa. Mas ele tentou ao máximo, tanto, que até dormiu sobre a mesa, com a cabeça apoiada em seus braços. Brynn havia dormido também, os dois estavam com a cabeça cheia. Deu cinco horas da manhã, e Brynn acordou, ela já estava acostumada a acordar essa hora. Deveria levantar e se arrumar para o trabalho, ser médica não é fácil. Ela foi até Adrian, que ainda dormia, e deu um beijo no topo de sua cabeça. Ele nem percebeu, Brynn pegou um pedaço de papel e anotou que havia saído para o trabalho. Ela bebeu seu café, vestiu suas roupas, e foi em direção ao hospital. Adrian acordou com seus cabelos bagunçados, mas ficavam bonitos assim também. Ele se endireitou na cadeira, e viu um bilhete escrito:

Amor, você parecia estar dormindo tão bem, que nem resolvi te acordar. Saí para o trabalho, beijos.

O.B.S.: Deixei café da manhã quentinho no microondas para você.

Brynn

Adrian sorriu com o jeito animado de ser de Brynn. Ele se levantou e foi até o microondas, e quando abriu, viu panquecas com mel. Ele pegou o prato e começou a comer com pressa. Ele estava se atrasando para o trabalho, e o chefe não gostava que seus espiões não chegassem no horário certo. Adrian saiu correndo de casa, entrou em seu carro, e foi direto em direção à sede dos espiões do governo inglês. Adrian é um rapaz muito atraente. Quando ele passava nos corredores, quase todas as mulheres se encantavam com ele. Isso, quando não era o contrário. (O quê??? O Adrian é tarado??? Não, calma. Isso era antes dele conhecer a Brynn.) Ele chegou na sala de seu chefe, Carter, e bateu três vezes na porta.

- Pode entrar. – Disse ele, de dentro da sala. Adrian abriu a porta, e Carter não parecia muito feliz.  – Onde estava?! Estamos com muitas pessoas para investigar! E você ainda ATRASA?! – Perguntou Carter. Adrian pode ser o preferido dele, mas mesmo assim, ele ainda o tratava como os outros na hora de falar mal.

- Me desculpe, mas estava resolvendo um assunto importante. Uma pessoa estranha me ligou no meio da madrugada, e minha namorada atendeu, e na ligação o cara falou que sabia onde eu morava e que conhecia minha família. Aí pronto, fiquei sem dormir.

- Uma ameaça? Talvez sejam os espiões franceses. Estou te dizendo que precisamos atingir logo aquele Jack! Precisamos de um ponto fraco dele, um ponto fraco, mas que seja forte o suficiente para revelarmos tudo o que ele fez de contra lei, e os mandar para a prisão. – Disse Carter, revendo as fichas.

- Senhor? – Perguntou Adrian, olhando para uma foto, que estava junto com um perfil, brevemente resumido, sobre Jack.

- O quê? – Disse ele, frustrado. Adrian se aproximou da mesa, tirou uma mão do bolso vazio da calça, e pegou a foto.

- Quem é essa garotinha? – Perguntou Adrian, apontando para uma garotinha pequenininha de cabelos azuis, olhos azuis, magrinha, no colo de Jack. Era uma foto antiga, não muito, mas antiga.

- Não sei, essa foto foi tirada há quinze anos atrás. Essa menina pode ser qualquer uma! – Disse Carter, jogando papéis na mesa.

- Jack parece muito feliz segurando essa criança. Senhor, talvez esse possa ser o ponto fraco de Jack. Essa menina... Deve significar algo para ele, ele não trabalha com crianças. E não é só em uma foto em que ela aparece com ele. – Disse Adrian, olhando mais fotos que estavam expostas na mesa de seu chefe.

- Mande alguém ir atrás dessa garota. Se ela está com Jack, ela deve ser espiã, então talvez já tenhamos um registro. Apesar de não termos muitos registros sobre os espiões de Jack. – Disse Carter. – Vou tomar um café. Bom trabalho, Agreste. – Carter saiu da sala, deixando Adrian sozinho, com aquela foto... Daquela garota, que Adrian nem sonha que um dia era Marinette Dupain-Cheng.


Notas Finais


E aí, gostaram? Espero que sim! Se gostaram, por favor, me digam para eu ficar feliz e saber que vocês querem que eu continue.

Spoilerzinhos:

Brynn e Marinette se encontrarão, e terão uma conversa.
Brigas.
Aventuras novas...

Beijos e Queijos!


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