História Amor Perigoso -Second Season - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, LaLi Esposito
Personagens Alfredo Flores, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Lali Esposito, Megan Fox, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Ação, Criminal, Drama, Família, Gravidez, Romance, Suspense
Exibições 373
Palavras 1.947
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Reconciliação?


                            P.O.V´S Angel

   Essa manhã me levantei disposta a ir falar com Justin, mas desisti dessa ideia assim que imagens daquele dia me vieram à mente, quando me lembrei de sua expressão decepcionada, seus olhos tristes e cheios de raiva. Eu só não tenho coragem de olhar para ele nesse momento, tenho medo do que possa acontecer, e mais medo ainda que ele queira se divorciar de mim, eu o amo e não seria capaz de suportar tal coisa, o que me faz ter plena certeza que preciso sim ir conversar com ele, o mais rápido possível. Levantei do sofá em um pulo pegando o celular que estava ao meu lado, guardei-o no bolso, subi as escadas rapidamente adentrando meu quarto, procurei pelas chaves do carro as encontrando em cima da cômoda, peguei as chaves e saí novamente descendo as escadas, caminhei até a garagem pegando meu carro, saindo da garagem em seguida, pisei fundo no acelerador dirigindo rumo à casa que até alguns dias atrás era minha. No caminho pensava várias maneiras de me desculpar, calculava cada palavra que deveria dizer à ele, mesmo sabendo que ao chegar e vê-lo esqueceria tudo o que havia pensado. Na minha mente se passavam várias possibilidades do que poderia acontecer, várias situações constrangedoras, como por exemplo, chegar e vê-lo com Alissa, bobagem não?! Estou até parecendo aquelas garotas de colegial com medo de resolver uma briga com o primeiro namoradinho, só que a questão é: Justin é meu marido, não um namoradinho qualquer de escola. O coração já acelerado, acelerou ainda mais assim que pude ver a casa de Justin se aproximar, estacionei o carro de qualquer jeito, passando as mãos pelo rosto, na tentativa de me encorajar, abri a porta saindo do mesmo, travei o alarme e caminhei até a entrada da casa girando a chave nos dedos, parei no portão em frente a um dos seguranças.

   -Bieber, está? -perguntei o encarando séria, ele nem se deu ao trabalho de abrir a boca, apenas assentiu -Preciso conversar com ele -o homem alto logo tratou de abrir o portão, andei pelo caminho que me levava até a porta de entrada, abri a porta da sala suspirando, rolei meus olhos pela mesma vendo-a vazia, fechei a porta e caminhei em direção ao escritório ele provavelmente estaria lá, tive a confirmação assim que notei a porta aberta, me dando visão de Justin conversando ao telefone, concentrado, tanto que nem notou meus passos se aproximando dele, pigarreei chamando-lhe a atenção. Seus olhos castanhos recaíram sobre mim, e uma onda de calor se espalhou por meu corpo.

   -Depois eu te ligo -disse ele, finalizando a ligação em seguida, ele me olhou de cima a baixo, analisando-me, e mordeu os lábios quando seu olhar parou em minhas pernas desnudas, voltando a olhar para meu rosto -O que quer? -perguntou sendo seco.

   -Vim conversar contigo, te pedir perdão por aquele dia. Eu não deveria ter feito aquilo, porque devo respeito a você, assim como teve comigo no tempo em que estávamos separados -analisei seu rosto, inexpressivo, seu olhar ainda com um pouco de raiva e mágoa, me fazendo engolir em seco -Agora, fica ao seu critério se me perdoa ou não -me aproximei mais dele, ficando em sua frente, as mãos de Justin puxaram minhas pernas para o seu colo, caí desajeitada sobre  mesmo. Justin afastou os fios de cabelo que caíram sobre meu rosto.

    Direcionei meu olhar aos seus lábios levemente avermelhados, puxei sua nuca para mim aproximando nossos lábios, Justin deu espaço para que me língua adentrasse sua boca, iniciando assim um beijo quente, cheio de desejo e paixão. Minha língua explorava cada canto da boca dele, buscando por um contado entre nossas línguas, e então elas se chocaram fazendo uma onda de calor percorrer meu corpo novamente. Podia sentir o sangue pulsando em minhas veias, enquanto as percorria rapidamente, mordi o lábio inferior dele, puxando o para mim assim separando-nos, ele sorriu mostrando aqueles dentes brancos perfeitamente alinhados, sorri em retribuição, a respiração quente dele se chocava contra meu rosto.

   -Angel, você não sabe o quanto senti falta disso -as mãos do loiro foram de encontro a minha cintura, me deixando sentada de lado sobre seu membro excitado, me remexi em um ato de me ajeitar, arrancando suspiros de Justin -Não faça isso, ou terei que te foder aqui mesmo -sorri safada aproximando meus lábios de seu ouvido.

   -E porque não fode? -sussurrei provocando-o, as mãos ágeis dele me levantaram de seu colo, ele levantou em seguida, pegando novamente em minha cintura dando impulso para que me sentasse na mesa, ele abriu minhas pernas ficando entre elas, e puxou meu corpo para mais perto do seu, nossas intimidades se chocaram me lembrando da saudade que eu estava em sentir seu membro em mim novamente. Observei os braços expostos de Justin, arranquei sua regata branca jogando-a em qualquer lugar, passei minhas mãos por toda a extensão do tronco de Justin.

    Ele por sua vez arrancou minha blusa e em seguida meu sutiã, ele analisou todo o meu corpo parando o olhar sobre meus peitos rígidos, onde ele os apertou levando sua língua até eles em seguida, arfei jogando a cabeça para trás, o seu toque me fazia delirar. Ele me tomou em seus braços caminhando comigo em seu colo para o grande sofá que tinha ali, logo senti minhas costas se chocarem com o estofado macio, meu marido se posicionou entre minhas pernas beijando-me intensamente, minhas mãos estavam apoiadas em suas costas pressionando seu corpo ao meu, desci elas por seu tronco chegando ao botão da calça. ainda beijando-o, nos separamos por um tempo, até que ele tirasse suas peças de roupa, minha atenção caiu sobre o seu membro duro e grande, fazendo minha intimidade latejar, em um ato rápido e talvez um pouco desesperado tirei minhas últimas peças de roupa.

    Minhas pernas abertas davam ao Justin uma visão privilegiada da minha intimidade que pulsava, ansiosa por seu toque, novamente sobre mim, ele levou os dedos até meu sexo penetrando em mim dois de seus dedos, gemi me contorcendo de prazer, remexi meus quadris sobre os dedos dele, querendo um pouco mais de contato, nossos lábios se encontraram novamente iniciando mais um beijo, seus dedos se moviam de uma forma deliciosa fazendo todo o seu trabalho com destreza, separamo-nos levando meus lábios ao pescoço de Justin beijando o local, subindo até sua orelha onde mordi o lóbulo da mesma. Sentia como se meu corpo todo estivesse em ebulição, ele estava quente, e sabia que daqui a poucos instantes eu gozaria nos dedos dele, como se pudesse ver o que eu sentia através dos olhos ele tirou os dedos de mim, interrompendo meu orgasmo, fiz uma careta como se o repreendesse, ele apenas riu baixo.

    Senti o membro dele roçar meu sexo, e ele finalmente me penetrou, trazendo a tona todo o desejo, o amor, e saudade que sentia, seus movimentos começaram lentos, calmos, porém fortes. Meu corpo pedia por mais dele, pedia por mais velocidade de sua parte. Eu amava aquelas sensações que ele causava em mim, amava como ele toca, como ele se movimenta dentro de mim, do jeito carinhoso que me olha na hora do sexo.

                                  P.O.V´S Justin

   Angel não sabe o quanto eu sentia saudade em poder toca-la, quanta saudade sentia de poder ver o prazer nos olhos dela, escutar seus gemidos, ver seu corpo se contorcer abaixo do meu. Não faz a mínima ideia em como sonhei com o momento de poder beijar seus lábios, acariciar sua pele macia, sentir seu corpo suado colado ao meu. Ela não sabe o efeito que causa em mim quando me lança um simples olhar safado, cheio de luxuria e desejo. Com certeza também não sabe o quanto eu amava o nosso contato, o quanto adorava o cheiro que exalava de seu corpo, dos seus cabelos. Enquanto eu me movia lentamente dentro dela, mantinha minha testa apoiada a sua, tendo visão de suas íris castanhas, demonstrando o prazer, o amor que sentia por mim, assim como eu a amo. Queria que ela chegasse ao seu orgasmo assim com movimentos lentos, nada bruscos, queria que ela chegasse ao ápice com nossos olhares fixados um ao outro. E em pouco tempo seus olhos se fecharam e um gemido rouco saiu por seus lábios chamando meu nome enquanto chegava ao clímax, desfrutei de sua expressão de alívio para chegar ao meu ápice também. Levantei a cabeça sentindo meu líquido sair de dentro de mim, preenchendo-a, voltei meu olhar à ela que mantinha os olhos fechados, com meu polegar toquei seus lábios, e ela abriu os olhos, sorrindo em seguida, sorri também. Tirei finalmente meu membro de dentro dela deitando ao seus lado no sofá grande, puxei-a para meu peito acariciando seus cabelos com as pontas do dedo.

   -Você não sabe o quanto esperei por isso -ela disse acariciando meu peitoral, a olhei confuso, Angel levantou o olhar para mim -Esperei muito por sentir seu toque de novo -sorri.

   -Isso é bom -ela assentiu voltando a olhar meu peitoral -Sabe, eu também esperei muito para tocar em você -senti ela sorrir contra minha pele -Eu te amo.

    -Eu também te amo -o silêncio se instalou entre nós, enquanto eu acariciava suas costas com os dedos -Achei que não fosse me perdoar pela sua expressão -suspirei um pouco cansado.

   -Não teria como não perdoar você -eu disse transmitindo minha sinceridade. O corpo dela ainda estava quente e suado, e eu ainda podia sentir seus batimentos cardíacos desacelerando aos poucos -Ang? -chamei sua atenção, ele me olhou sugestiva -Quando vai voltar para nossa casa?

   -Ainda hoje -assenti -Mais não sei ao certo que horas, Julian não está em casa -a olhei confuso -Mamãe saiu com ele hoje mais cedo.

   -Sozinhos? -perguntei ríspido, ela assentiu me olhando confusa pela mudança repentina de humor -Você está louca em deixa-los sozinhos? Henrique pode fazer algum mal à eles, Angel -me levantei rápido deixando-a com cara de tacho.

   -Acalme-se, Justin, ele não fará nada à eles -a olhei novamente, concordando, ela se levantou caminhando para perto de mim, seus braços envolveram minha cintura em um abraço apertado, retribui aspirando seu cheiro doce, beijei o topo de sua cabeça, e ela se afastou, começando a vestir-se, recolhi minhas roupas espalhadas por aí vestindo-as. Angel voltou seu olhar à mim assim que terminou de vestir a blusa -Bom, agora eu acho que já vou indo.

   -Já? -perguntei, ela assentiu -Não vá ainda.

   -Tenho que ir, vou buscar minhas coisas e de Julian, e daqui a pouco estaremos aqui -assenti, ela pegou o celular e as chaves, andou até mim esticando-se nas pontas dos pés, ela selou nossos lábios voltando a ficar normal, passei as mãos por seus cabelos colocando uma mecha dos mesmos atrás da orelha.

   -Você é tão linda -ela sorriu, me agachei em sua frente beijando sua barriga -E você cuide da mamãe até ela voltar, tudo bem? -passei as mãos na barriga dela, as mãos de Angel passaram por meus cabelos, me levantei novamente beijando a ponta do seu nariz, seu sorriso se alargou -Agora vai lá buscar suas coisas -ela se afastou e caminhou até a porta, abriu a mesma passando por ela, e antes de fechar sussurrou um eu te amo, sorri, vendo-a fechar a porta. Respirei fundo, sentindo a alegria tomar conta de mim, finalmente as coisas estavam voltando a se encaixar. Agora era não deixar que ela se fosse novamente, porque duvido que se ela se for novamente ela volte algum dia. E eu farei de tudo para que isso não aconteça.

   -Aquele que não pode perdoar destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar -Geoge Herbet.


Notas Finais


O que acharam dessa reconciliação? Já estava na hora, né?
Desculpa se estiver pequeno, e se tiver algum erro. Prometo fazer outro maior e melhor.
Comentem.


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