História Amor por acaso - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Hayes Grier, Jack & Jack, Magcon, Nash Grier, Shawn Mendes
Exibições 14
Palavras 1.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello peoples!
Gente vcs não tem noção do quanto eu queria postar esse cap e finalmente esta aqui.
SEGURA ESSA BRASIL!!!!!!!!!!

Capítulo 6 - ...Sozinha na vida, sozinha no mundo


#Fanny#

Minha cabeça tá a mil agora.

Como isso tudo pode estar acontecendo comigo. Eu já não tinha uma vida fácil, agora então, meu deus.

Minha vida era a mais chata possível: eu vivia em uma mansão, meu pai não parava em casa e que não me dava atenção, quem “cuidava” de mim era  Violet (uma “babá” que convenhamos não é uma pessoa muito legal) e  só tinha um amigo de verdade.

É horrível sentir que você só pode confiar em uma pessoa no mundo, mas agora eu realmente não sei mais. Se eu e o Nash éramos realmente amigos, por que ele não me contou que trabalha no FBI?

Será que nem no Nash eu posso confiar mais?

Não, não, não, melhor parar com isso porque se não eu vou enlouquecer. Não tem condições de eu suportar tudo isso sozinha, é muita informação e muita mudança pra pouco tempo.

Acho que o melhor a fazer é esperar, com certeza o tempo vai me ajudar, eu preciso por na minha cabeça que eu não posso resolver tudo sozinha, ajuda é sempre bem vinda.

Mas ao mesmo tempo, vou ter que aprender a ser independente, não posso contar com alguém em todas as situações. Nunca tem como ter certeza de quando vou ter alguém pra me auxiliar.

Agora me explica, como alguém tem que aprender a aceitar ajuda e a ser independente ao mesmo tempo?

- Fanny? – uma voz falou por trás da porta enquanto batia na mesma para ver se havia alguém no quarto.

- Oi Nash! Entra. – falei ao reconhecer a voz do meu amigo

- Vim ver como você está depois de tudo que aconteceu, sua reação não foi uma das melhores.

- Ai Nash, eu não sei explicar muito bem. Eu to tão confusa

- Deve ser mesmo complicado descobrir que seu pai era um traficante e que ainda por cima matou a própria esposa.

- Nem me fale, até pouco tempo atrás a minha vida era a mais clichê possível e agora, de uma hora pra outra, eu descubro uma pah de coisa ao mesmo tempo.

- Ah, mas mesmo que dê pra perceber que você não esta totalmente bem, estou feliz com a sua reação.

- Por que?

- Muitos na sua situação agiriam de forma bem pior, a maturidade nessas situações é sempre necessária.

- Ah Nash! Minha cabeça ta toda confusa, meus pensamentos estão embaralhados, meus sentimentos estão embolados, tudo está no lugar errado.

- Eu imagino que não deve estar sendo fácil toda essa situação, mas quero que saiba que eu estou aqui.

- E como eu vou saber se isso é verdade?

- Como assim?

- É difícil confiar em você agora. – falei ficando cada vez mais cabisbaixa

- E por que?

- Eu não sei de mais nada Nash, meu mundo está se destruindo por completo. Tudo que parecia ser real não se passava de ilusão. Todos que pareciam ser de um jeito eram de outro. Eu estou sozinha na vida, sozinha no mundo, eu não tenho nada e nem ninguém.

- Hey! – ele falou levando as mãos até o meu rosto o levantando com calma até os nossos olhares se cruzarem perfeitamente - Não fala assim, você tem a mim. Quantas vezes vou precisar dizer isso pra te convencer?

- Não é questão de convencer Nash.

- É de que então?

- Olha, eu não sei explicar. Só sei que não são palavras que mudam o mundo e sim as ações. Mesmo você dizendo que eu posso confiar em você, é complicado, porque eu estou com a confiança abalada. Como vou saber se posso confiar em você? Eu nem sabia que você era do FBI.

- Tem coisas sobre mim que você não precisa saber.

- Por que?

- Por que você não precisa ué. Bom, eu preciso ir para o meu quarto resolver uma coisas.

- Okay! Tchau!

- Até amanhã.

E cá estou eu, sozinha... de novo.

#Hayes#

Já ta tudo planejado, meu plano não vai falhar.

- Ah é hoje que.....

- Hayes? – alguém falou do outro lado da porta interrompendo meus pensamentos

- Pode entrar! – falei ao ver Bryana do outro lado da porta.

Ah, ela mesmo que eu estava esperando.

- Nós podemos conversar agora?

- Ah claro! É sobre o que você queria conversar mais cedo?

- É, meio que eu estou precisando desabafar sabe? Eu preciso contar pra alguém tudo o que eu estou sentindo, não está sendo fácil lidar com tudo isso sozinha.

- Geralmente quando nós compartilhamos o que sentimos, a dor passa a diminuir aos poucos.

Gente desse jeito eu posso virar ator de Hollywood, quem vê uma cena dessas nem percebe que é tudo mentira.

E meu deus que garota mais chata. Eu já tenho meus problemas e ainda tenho que ouvir os dela? Ah me poupe né.

Mas o que a gente não faz pra suprir as necessidades não é mesmo?

-  Eu não aguento mais toda essa pressão, ser a gente da FBI parecia muito legal quando eu não estava por dentro disso tudo. É muita coisa pra mim. Primeiro que a minha irmã não me da atenção, ninguém nessa joça me intende e eu estou me sentindo tão desamparada.

- É complicado ter um irmão mais velho que sempre está cheio de coisas pra fazer e não tem muito tempo pra você. Bom, você sabe que nossas realidades não são muito diferentes, nós  somos os a gentes mais novos, temos irmãos chatos, a mesma idade e enfim tudo isso contribui para o fato de que eu te entendo, talvez não por completo, mas algumas coisas eu sei como é.

- Você parece ser o único que se importa de verdade comigo Hayes, você nunca reclamou de me ouvir, sempre me aconselha e sempre estende a mão quando eu preciso. Não sei como minha irmã pode dizer que você não é uma boa influência pra mim.

- Como assim? – perguntei fingindo o máximo possível para parecer indignado

- Nem da pra acreditar né? Tipo ela fala que você faz coisa errada, que eu não deveria manter contato com você e que você pode me machucar a qualquer momento.

Como ela pode dizer isso sem me conhecer?

Apesar de que não eixa de ser verdade, eu não sou um anjo igual a Bryana pensa

- Ainda bem que você sabe que ela esta errada, certo?

- Claro que sim, você não é como ela diz, você nunca me machucaria e disso eu tenho certeza.

- Ainda bem. – sorri fraco pra tentar demonstrar sentimento, que aliás não tem

- Muito obrigada Hayes! Você é a única pessoa que me da atenção e me entende de verdade. Eu realmente não sei como te agradecer.

- Ah, mas se você não sabe, eu sei. – falei chegando mais perto dela

- O que? – ela falou inocentemente.

- Isso. – falei a pegando desprevenida beijando-a de surpresa.

Era beijo atrás de beijo, um mais quente que o outro. Eu ia ficando cada vez mais a vontade com a situação.

Finalmente o momento que eu tanto esperava estava chegando

- Hayes.... – ela falou se afastando

- Não fala nada. Se deixa levar Bry  - eu falei me aproximando

- Como assim? – ela falou dando um passo para trás

- Bry eu sei que você também quer. – eu falei dando um passo pra frente

- Eu não quero nada. – ela falou dando mais um passo pra trás chocando as costas na parede

- Ah, você quer sim. – falei quase colando nossos corpos

- NÃO QUERO NÃO!!!!!!! – ela gritou na minha cara

- QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA LEVANTAR SEU TOM DE VOZ PRA MIM?

- Hayes não me machuca por favor! – ela falou começando a chorar

- Eu não vou fazer nada se você colaborar.

- Você não vai me forçar a nada – ela falou com voz trêmula ainda tremendo.

- Eu esperei muito tempo por isso e nada vai me impedir de conseguir o que eu quero.

- Pode até ser que nada te impeça, mas alguém vai. – ela falou dando um chute nas minhas partes baixas fazendo com que eu caísse no chão.

- AH VAGABUNDA NÃO VAI FICAR ASSIM NÃO!!!!!

- Você me chamou de que? – ela parou e se virou na minha direção pra falar

- ISSO MESMO QUE VOCÊ OUVIU V A G A B U N D A. VOU TER QUE SOLETRAR DE NOVO OU VOCÊ ENTENDEU?

- Cadê o Hayes legal que estava aqui agora pouco?

- Ele não existe. Você nunca ouviu falar de necessidades? Pois é, eu tenho as minhas.

- E o que eu tenho a ver com isso Hayes?

- O que eu poderia fazer com uma menina chata, carente e trouxa como você? Ah pera, deixa que eu respondo. Te usar lógico, você é tão inútil que nem pra isso serve né? Deveria ter pensado nessa hipótese. – falei com um sorriso maldoso nos lábios

- CALA A BOCA HAYES!!!!!!!

- Vem calar, ah não desculpa, você não sabe fazer isso, me esqueci.

- VOCÊ NÃO SABE O QUE TA DIZENDO, CALA A SUA BOCA.

- Que foi? A bebezinha não aguenta umas verdades não? Vai começar a chorar é? – falei finalmente conseguindo me manter de pé de forma decente

- VOCÊ NÃO SABE DE NADA!!!!!!!

- Não querida, eu sei bem mais que você.

- NÃO SABE NADA!!!!!! VOCÊ É UM MONSTRO!!!! EU DEVERIA TER ESCUTADO MINHA IRMÃ QUANDO ELA ME ALERTOU SOBRE VOCÊ. – ela falou e saiu correndo e chorando do meu quarto.


Notas Finais


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