História Amor por acaso - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Luan Santana
Exibições 77
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Corram pra ler que esse capítulo está cheio de revelações!

Capítulo 11 - Será como se nós nunca tivessemos nos conhecido.


Ana.

Sentia-me com dor nas costas, eu conversei com Henrique até pegar no sono no chão, ele foi o único capaz de me acalmar. Ainda estava de vestido saltos e a maquiagem toda borrada. Eu precisava pensar no que tinha acontecido, mas preferia acreditar que Luan falou tudo aquilo porque estava bêbado, que hoje ele não lembraria de nada. Batidas fortes na porta me obrigaram a levantar, eu não queria ver ninguém, que saco. Quase caí para trás quando vi Jade, de maiô, segurando uma bebida e sorrindo cinicamente para mim. O que ela estava fazendo aqui?

- Bom dia, Aninha. Estou de volta, para sua informação. Posso saber por que está descansando em pleno domingo?

- É minha folga, não estou muito bem. – fui sincera.

- Olha, não é culpa minha se você passou a noite por aí – ela apontou para minha roupa. – e está de ressaca, sem poder trabalhar. Ou você faz o que eu mando, ou será despedida.

Quis mandá-la para o inferno, então ela tinha voltado? Como Luan se declara para mim e menos de dez horas depois volta pra ex? É Ana, é melhor você acreditar que ele estava bêbado. Jade me deu tempo suficiente para um banho de cinco minutos.

 

 

Luan.

Acordei e minha cabeça pesava, enchi a cara ontem e me sentia um estúpido pelo que tinha feito a Ana, eu fui rápido demais, não respeitei o tempo dela. Eu sabia que ela tinha me pedido para deixá-la sozinha, mas fui burro! Eu deveria ter ido atrás dela, deveria ter dito o quanto ela significa pra mim. Havia um som de música alta vindo da piscina, vesti uma bermuda e desci para ver o que estava acontecendo. As amigas de Jade tomavam sol em umas cadeiras, e ela dançava, sorria e bebia perto do som. Caminhei enfurecido até lá.

- Pode me dizer o que está acontecendo aqui? – puxei seu braço com força.

- Amor! – ela me abraçou. – Estou comemorando a nossa reconciliação.

- E por que acha que eu iria voltar pra você? Jade, nosso casamento acabou, saía da minha casa.

- Ah, mas nós temos um enorme motivo para voltarmos. Estou grávida, Luan. Sei que não é o momento certo de dizer isso com tanta gente aqui, estou dando uma festa pra comemorar. Minha barriguinha já está aparecendo? – ela virou de lado e recuei para trás.

- Como assim, grávida? – perguntei nervoso. – Como isso aconteceu?

- Ai, Luan, que pergunta mais idiota. Quer que eu explique de onde vêm os bebês? Nós fizemos esse filho juntos.

- Você só pode estar louca. – murmurei atordoado.

Decidi voltar para dentro de casa, aquilo não era verdade e além do mais, as amigas de Jade estavam quase se esfregando em mim. Tranquei-me no escritório, sabia que só Ana poderia me acalmar agora, e ela não queria me ver. Liguei o notebook e respondi uns emails, só para ocupar a cabeça. O barulho de música tinha aumentado, ficado insuportável, na verdade e decidi ir lá fora acabar com isso. Aquela casa ainda era minha. Encontrei Ana com uma cara péssima e segurando bandejas, o que ela estava fazendo? Jade parecia se divertir as custas da coitada.

- Por que não dá um mergulho, Ana? O dia está tão quente hoje. – ouvi Jade dizer quando me aproximei mais.

- Estou trabalhando, além do mais não sei nadar. – Ana respondeu com a cabeça baixa.

- Que drama, menina. Todo mundo aprende a nadar um dia. – Jade a empurrou, jogando-a na água.

 

 

Ana.

O fato de não saber nadar e a piscina ser funda me deixava nervosa, eu estava me afogando, bebia água cada vez que mergulhava e todas as mulheres ao redor riam de mim. Eu iria morrer, o ar começava a faltar, podia sentir meus pulmões inundando. De repente, fui erguida por alguém, reconheci o toque de Luan em meio ao desespero e me permiti desmaiar, ou fazer qualquer coisa que meu corpo quisesse nesse momento. Ele tinha me salvado. Luan me colocou deitada na borda e sua boca mais uma vez encontrou a minha, ele estava fazendo uma respiração em mim e não demorou para que eu comecasse a tossir e cuspir toda água que tinha engolido.

- Você está bem? – ele segurou minha cabeça, parecia mais preocupado que nunca. – Ana, me diga que você está bem.

- Estou. – falei fraca.

- Jade, você é uma maluca, isso não vai ficar assim. Saí daqui agora! – ele gritou alto. Eu nunca tinha o visto assim, não parecia o Luan, ele estava fora de si. – Vem comigo.

Ele me colocou nos braços e caminhou comigo até o meu quarto, empurrou a porta e me colocou deitada na cama. Pegou rapidamente umas toalhas e começou a me esquentar, me secar.

- Você me salvou. – murmurei assim que nossos olhos se encontraram.

- Eu faria qualquer coisa por você, Ana. Não sabe o quanto eu estou me sentindo culpado, você não merecia passar por isso! A Jade é doente.

Sentei na cama e ele estava atento a cada movimento meu.

- Eu quero pedir demissão. – anunciei. – Eu só queria um emprego, e sua mulher já tentou acabar com a minha vida duas vezes. Eu realmente não sou obrigada a passar por esse tipo de humilhação.

- O que? Ana...

- Nada que me disser vai me fazer voltar atrás, já tomei minha decisão. – disse firme.

- É isso que você quer? Parar de trabalhar pra mim? Eu entendo, mas saiba que não irei desistir de você. – sua mão acariciou a minha. Aquelas palavras me destruíram, como eu queria me jogar em cima dele...

- Se não se importa, voltarei pra casa ainda hoje. Isso tudo foi uma loucura.

- Faça como quiser. – ele assentiu e se levantou.

 

 

Luan.

Ana tinha partido, a festa tinha acabado e a casa estava silenciosa. Eu já tinha errado ontem, não poderia cometer o mesmo erro hoje. Não tinha o endereço de Ana, duvido que minha mãe tivesse, e não queria envolver ninguém nisso. Eu tinha um ótimo funcionário na empresa que lidava com tecnologia e ele poderia achar o apartamento dela pra mim.

Augusto precisou de apenas meia hora para localizá-la, eu conhecia o lugar onde ela morava, não era um dos melhores e era perigoso. Peguei o carro e saí em direção ao seu prédio, tendo que dar dinheiro ao porteiro para que ele não anunciasse que eu estava lá. Toquei a campainha do apartamento 14 e ela atendeu.

- Luan! Como descobriu minha casa?

- Isso fica pra depois, nós precisamos conversar. – estava sério. – Quero que entenda que estou apaixonado por você, não poderia cometer o erro de te deixar ir embora da minha vida, não depois de você ter deixado ela tão mais simples e bonita. Eu só preciso saber de uma coisa. – aproximei meu corpo do dela.

- O que quer saber? – ela estava trêmula.

- Você sente o mesmo por mim, não sente? Apenas me responda, e dependendo da sua resposta, vou embora da sua vida pra sempre, te deixo em paz. Será como se nós nunca tivessemos nos conhecido, você quer isso? – a questionei.


Notas Finais


E agora, minha gente????


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