História Amor por acaso - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Luan Santana
Exibições 67
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Dei as caras! hehe, vou logo adiantando que as coisas vão começar a acontecer depois desse capítulo!

Capítulo 9 - Caiu a ficha do quanto eu te quero.


Fanfic / Fanfiction Amor por acaso - Capítulo 9 - Caiu a ficha do quanto eu te quero.

Ana.

Minha cabeça doía quando acordei e logo percebi que eu estava enroscada em algo, em alguém, pra ser exata. E esse alguém era o Luan, ele dormia pesadamente e nós estávamos numa espécie de conchinha. Acordado e sorrindo, ele já parecia um anjo, dormindo então. Devo ter ficado lhe admirando por uns dez minutos, até que me dei conta do que estava fazendo, cometendo um erro e puxei minhas pernas para me separar dele.

- Ai. – reclamei de dor, meu joelho estava machucado e eu mordia o lábio para não fazer mais nenhum som. O que eu estava fazendo na mesma cama que ele? Não, a gente não poderia ter...

- Aninha? – ouvi sua voz sonolenta. – Está se sentindo bem?

- Não lembro de nada. – confessei. – Por que a gente tá na mesma cama? O que aconteceu?

- Ei, se acalma. Você chegou bêbada e levou um tombo, eu te ajudei. Devo ter apagado aqui, me desculpa. – ele explicou.

- Então não rolou nada? – a decepção em minha voz me surpreendeu. Eu queria que tivesse rolado? Luan arqueou uma sobrancelha.

- Ana, eu jamais encostaria em você sem o seu consetimento. E necrofilia não é muito a minha praia. – ele brincou.

Se ele tivesse o meu consetimento, então encostaria? Droga, Ana, para de pensar nisso.

- Eu tava tão mal assim? – perguntei envergonhada.

- Digamos que você estava bem alterada. Como se sente agora?

- Com o estômago embrulhado, minha cabeça tá doendo. – resmunguei.

- Você precisa de um banho gelado e uma boa xicará de café, isso sim. Vai pro banheiro, eu vou preparar algo que seu estômago aguente. – ele me deixou sozinha no quarto e desceu. Eu nunca mais beberia, sério. Enfiei-me de baixo do chuveiro e meu corpo logo reagiu com a água fria, eu despertei completamente e só saí quando comecei a tremer de frio. Peguei um dos primeiros vestidos que vi e não me importei em secar o cabelo, eu só queria que essa ressaca acabasse logo.

Luan não aparecia, então resolvi deitar para tentar descansar mais um pouco.

 

 

Luan

Eu não era muito bom com comida, mas consegui fazer um café da manhã digno para Ana. Quando voltei para seu quarto, a vi deitada e quase pegando no sono de novo. Se ela dormisse novamente seria pior.

- Acorda Ana. – sacudi levemente seu corpo.

- Hmmm. – ela protestou.

- Seu café já tá pronto lá embaixo. – disse, e ela abriu os lindos olhos azuis.

- Não tenho certeza se vou conseguir andar.

- Eu ajudo você.- me prontifiquei.

Ela ficou de pé e passei minha mão ao redor de sua cintura, fazendo com que seu vestido subisse e expusesse suas pernas. Era uma tentação não olhá-las. Assim que pisamos no corredor, demos de cara com meus pais e a Bruna.

- Ana? Você está bem, filha? – minha mãe questionou logo. – Luan, você dormiu aqui?

- Acho que não tô entendendo muita coisa. – meu pai cruzou os braços na nossa frente.

- Dormi, mãe. Estava indo embora ontem e a Ana estava chegando, eu a convidei e saímos para beber.

- Para beber? – Bruna estranhou.

- Sim, eu acho que deixei ela beber além da conta, por isso fiquei cuidando dela. – Ana me olhou confusa, como se perguntasse o que eu estava fazendo e todos nós se entreolhamos.

- Desculpa tia, garanto que não pretendo mais beber tão cedo. – ela falou algo pela primeira vez.

Minha mãe deu um sermão sobre o que poderia ter acontecido caso ela ficasse bêbada demais sozinha por aí, ou se algum maníaco pudesse colocar algo em seu copo, nós ouvíamos tudo calados e quando ela finalmente parou de falar, descemos para tomar café. Estavamos sozinho, já que Bruna tinha chegado a essa hora da festa, e meus pais iriam sair.

- Por que fez isso? – Ana perguntou.

- Isso o que?

- Colocar a culpa da minha bebedeira em você, nós não saímos juntos ontem à noite. – ela explicou.

- Você disse que eu não contasse para minha mãe, ué, tive que inventar alguma história.

- Não foi só isso, Luan. Você mentiu pra sua família por minha causa, não quero me sentir culpada, ninguém nunca fez uma coisa dessas por mim.

- Ah. – estava sem palavras, agora estava me dando conta do que tinha feito. Eu menti pra minha família por causa de uma mulher, nunca fiz isso nem pela Jade. – Sabe que posso fazer mais inúmeras coisas por você, não sabe? – disse e acariciei seu rosto. – Agora come.

 

{...}

Depois de alimentada e medicada com um remédio pra dor de cabeça, Ana voltou a dormir e eu entrei no quarto de Bruna silenciosamente. Minha irmã estava esparramada em sua cama, provavelmente iria me matar por acordá-la. Eu me sentia idiota por estar fazendo isso, mas não desisti. Mexi em seu ombro e tirei o cabelo de seu rosto.

- Bruna, precisa me ajudar. – tentei falar baixo. Ela resmungou algo e se virou para o outro lado. – Precisa me ajudar com a Ana.  – Bastou eu pronunciar seu nome para que ela levantasse.

- Aconteceu algo com a Ana?

- Não, Bruna, mas se você me ajudar, vai acontecer com nós dois.

- Como assim? – ela se sentou na cama, parecendo ter despertado de uma vez.

- Sabe que me separei da Jade, não sabe? – murmurei e ela assentiu. – Acho que você estava certa, doidinha. – falei e ela demorou a processar.

- Espera, você está mesmo gostando da Ana? – minha irmã gritou, com as mãos na boca.

- Bruna! – a repreendi. – Ficou maluca? Para de gritar.

- Eu sabia que vocês iam se apaixonar! Vocês precisam ficar juntos, tipo agora! – ela continuava berrando.

- Bruna, você precisa parar de gritar. – briguei mais uma vez. – Ana é diferente, talvez ela não queira nada comigo. Eu mal posso acreditar que isso está acontecendo.

- “Isso está acontecendo”, Luan, você tem noção que está apaixonado pela primeira vez na vida? Apaixonado de verdade! Você tem brilho nos olhos, parece mais relaxado, parece uma pessoa normal de vinte e cinco anos.

- Não paro de pensar nela, isso é loucura. – desabafei.

- Isso é tão lindo, meu maninho apaixonado. – ela veio até mim e beliscou meu braço. – Eu disse desde o primeiro momento que seria a cupida de vocês, e eu serei. Ana vai voltar a trabalhar na sua casa esta semana, vou planejar algo. Você pretende contar isso a ela?

- Eu não sei, não pensei nisso, não quero assustá-la. Já disse que Ana é diferente. Esta semana é o seu aniversário, você poderia pensar em alguma coisa. – incentivei.

- Você não quer machucá-la, isso é tão lindo... Já disse, se depender de mim rola até casamento. 

E finalmente havia caído a ficha do quanto eu a queria comigo, e não iria desistir. 


Notas Finais


Aviso: preparem o coração para os próximos capítuloooos <3


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